Ninfomaníaca, tarada, incestuosa…

Existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia. Leila Maria é um desses casos…

———————————————————–

Este é o principio de meus contos. Meu nome é Leila Maria, sou casada, tenho filhos e mais de 35 anos. Nunca imaginei que tudo isso que vou narrar aconteceria um dia de fato. Mas, aconteceu e vou narrar para vocês minha história.

Sou uma enorme mulata, desculpe a falta de modéstia. Mas, sou do tipo de parar o transito, gostosa, bonita e muito boazuda, uma MILF BBW muito bem distribuída. Resolvi contar minha versão sobre minhas atitudes devassas e neste caso como me tornei amante da meu pai. Não é novidade, sou uma ninfomaníaca, e que fiquei completamente louca por sexo, neste sentido a palavra que melhor me define é que realmente eu, Leila sou uma verdadeira PUTA, no sentido explicito de seu significado.

Eu posso dizer que faço sexo pelo simples prazer de sentir um pau entrando na minha imensa buceta, ou o latejar inchado de um pau dentro de meu cú, ou puramente me deliciar em porra abundante na minha boca e corpo. Neste ponto devo salientar três peculiaridades as quais me realizo e me deixam louca de tesão:

A primeira é que não é qualquer pau. Gosto e dou preferência a picões grandes e grossos, graúdos mesmo, muito avantajados, pois tenho uma buceta excepcionalmente farta e funda, por isso gosto de senti-la recheada em um pau de verdade e de grandes proporções. Mas apesar disso não dispenso menores, pois quando estou com tesão a coisa pega fogo mesmo.

A segunda é que aprendi durante meus mais de 20 anos transando é que adoro um picão preto. Esses não só são atendem ao primeiro requisito, pois são normalmente enormes e fazem uma mulher tremer na vara. Se for pau então, de negro velho, melhor ainda, pois são grandes, grossos e toscos e eles sabem mesclar sua potencia e experiência dando a mulher horas de sexo animalesco. Eu adoro levar pau de negrão coroa. Talvez isso seja uma tara minha, justamente por desejar meu pai! Que seja. Mas que fique claro, não dispenso e não tenho preconceito. O que vale mesmo é saber transar.

Em último e mais desafiador é o prazer nefasto e proibido, adoro neste sentido duas coisas, chifrar meus companheiros, desde namorados, amantes e especialmente hoje meu marido e a maior devassidão de todas que é praticar cometer incesto.

Ter o prazer de seduzir e levar alguém a libertinagem é ótimo, mas especialmente se esse alguém pertence a minha família, para mim é o máximo. Não há nada melhor que aliciar um familiar para foder. E é nesse sentido que meu pai entrou nesta história, pois ele atende a tudo e todos os requisitos que eu admiro e me da um prazer quase diabólico. Pois meu pai o Dr. Adão tem um pau absurdo e bizarro de grande e grosso, como vim a descobrir, é negro e velho e o principal, é o mais insano, pois cometo um incesto com meu próprio pai, e chifro outros amantes.

É claro, é sempre bom relembrar eu sou uma tesuda e gostosa mulata de 1,85 m de altura, sou alta, vistosa e imponente. Me visto para provocar meu marido e amantes. O coitado do meu marido fica louco quando me vê saindo para academia minhas malhas e suplex de ginástica de tênis brancos de solados altos e com meiões até os joelhos, ou no clube de biquíni ou maiô , ou mesmo vestida com elegante com salto alto quando vou trabalhar, ele não sabe que quando me visto assim é por que vou provocar alguém, sei que me percebem.

Se não for vestida assim, vou de qualquer outra forma perturbadora, ou desde que me pareça bem sexy, o que me faz sentir grande e poderosa do tipo boazuda. Ademais tenho enormes seios voluptuosos e fartos, para não dizer gigantescos, às vezes saltam da parte de cima do biquíni e uma cintura extremamente fina contrastante com um belo quadril e uma bunda desmesurada e fenomenal, redonda e encorpada, coxas e panturrilhas grossas. Sou uma típica mulata gostosa e sedutora e de hábitos sexuais extremos e bizarros.

Como citei várias vezes que me sinto como uma verdadeira devassa, quero antes de contar meu incesto, esclarecer essa questão. Não me confundam com uma prostituta, que são digníssimas senhoras que ganham sua vida, negociando seus corpos para o prazer de seus clientes. Estas dão duro e o fazem pela necessidade de dinheiro. Eu, não. Eu trepo por prazer e de graça, sinto-me as vezes bem puta porque gosto de ver paus entrando e mim, dou pelo simples escárnio ou pelo próprio prazer de gozar. Transo de todo jeito e faço coisas que prostituta nenhuma e por dinheiro nenhum o faria.

Isto me classifica e me qualifica como um legitima puta e vagabunda, pois desde a adolescência levo vara, desde meus colegas, namorados e professores. Ganhei minha vida profissional, antes de ser empresária, oferecendo os serviços e dotes de minha grande bunda e agora sirvo, a meus familiares ou a qualquer bem apessoado que tenha vontade de foder.

Mas, não confundam, sou assim em quatro paredes, em sociedade sou uma muito comportada empresária e mãe de família. Bem…

Tudo começou a acontecer a anos atrás, eu já era uma grande vagabunda. Pensei que casando as coisas iriam esfriar, mas o calor na minha buceta falou mais forte. Mesmo casada dava para meus chefes, vizinhos, até estranhos e principalmente quando descobri o tamanho do pau de nosso advogado e como passei a foder rotineiramente com ele.

Se fosse só isso, mas não foi, pois naquela época também envolvi minha mãe a foder com o Doutor. Tínhamos uma divida com ele e passamos eu e ela a dar para ele para cobrir parte do que devíamos. Passei inclusive a foder com o Dr. Jorge e com minha mãe ao mesmo tempo chegando finalmente às raias do devaneio e insanidade tendo um caso lésbico com minha genitora. Se soubesse que o advogado tinha um pau gostoso daqueles já teria dado minha bunda para ele há muito tempo.

De qualquer forma, aquilo para mim foi o fim ou inicio de todo o deboche e esplendor. Mas também outras coisas aconteceram e foi o fato de ter encontrado nas coisas de meu marido certas fotos.

Encontrei fotos antigas em preto e branco com coisas muito perturbadoras, pois se tratava de fotos de um jovem negro nu, com uma pica duríssima e enorme, era um pau tão grande que ia até seu peito, junto na foto havia um outro rapaz que agarrava aquela verga titânica. Em outra fotografia estava também um homem a chupar esta imensa rola, mas desta vez não se observava o rosto do negro bem dotado.

O que me perturbou foi à cena homossexual que ali estava registrado, das imensas picas pretas e o fato principal de tê-las encontrado nas coisas do meu marido e dentro de um antigo livro de meu pai, com mais de 50 anos. Também quando vi a foto poderia jurar que era uma foto de meu pai quando adolescente. Além de tudo isto me ocorreu de ver as paginas iniciais do livro onde estava uma dedicatória misteriosa dizendo:

Ao “grande” amigo querido ACM, por sua eterna presença na hora certa, ajuda e consolo vigoroso de quem jamais irá esquecer. Com amor Ass J.

Esta frase era por demais suspeita O ACM, ta na cara que se tratava das iniciais de meu pai. E J. seria o homoafetivo das fotos, quem seria o menino bem dotado, seria meu pai? Todas estas perguntas ficaram na minha cabeça, mas o tempo passou e eu nem as lembrei. Jamais poderia imaginar de fato que meu pai além de mulherengo, também na adolescência havia faturado rapazes, não imaginava que pudesse ter sido um homossexual e que tão pouco que aquele pintão imenso era dele.

O que eu como filha não sabia é que o tempo só transformaria algo gigantesco em algo maior e disforme, e que o Dr. Adão com o avançar da idade engrossaria, ainda mais aquela monstruosidade que eu, sua filha, agora inconscientemente desejava.

O que aconteceu depois deve ter sido obra do destino ou culpa de meu marido. Se for culpa dele foi bem feito, pois agora decoro sua cabeça com imensos chifres quando levo o maravilhoso pau de meu pai. Certa manhã nós fomos ao clube, que fica perto da casa de meus pais. Não me lembro porque, mas tive de dar uma passada lá para resolver algo com minha mãe. Devia ser algo em comum, nossa loja ou com nosso amante o Dr. advogado que nos comia.

No que cheguei ouvi uma grande confusão, foi justamente na hora que uma briga de meus pais tinha começado. Ouvia um bate boca daqueles com ofensas e acusações, não conseguia entender bem o que era, mas pelo jeito parecia que meu pai havia descoberto o nosso caso ou de minha mãe com o Dr. Jorge. Comecei a ficar preocupada quando ouvia o estalar de tapas e gritos de minha mãe, na certa ela estava levando umas boas bordoadas de meu pai.

Em determinado momento se fez silêncio no quarto de meus pais, fiquei aflita achando que algo mais sério poderia estar acontecendo e isto fez com eu que passo a passo ruma-se para lá e ao chegar na porta eu tive a visão mais frenética do mundo. Eu que já havia fodido com todo mundo, jamais pensei na vida que testemunharia uma cena anormal como aquela.

Eu pela fresta da porta via minha mãe ajoelhada na frente de meu pai que estava sentado em uma vasta cadeira de descanso. Meu pai estava com as calças arriadas e minha Mãe Dona Rosa com algo indescritível nas mãos.

Eu nem acreditei quando enxerguei-a com um gigantesco picão preto nas mãos, um pau extremamente anormal de grosso, não era mais comprido que o do meu amante, o Dr. Jorge, mas sem duvida era um pau muito graúdo e bruto, muito enervado e com calombos ao ponto de ser disforme como o pau de um legitimo cavalo. Este era o monstruoso pau de meu próprio pai.

O pior naquele momento, foi que fiquei de boca aberta a assistir mamãe sugando o tosco varão que era a pica de meu pai. Olhando o que se passava fiquei excitada e muito molhada de tesão vendo o que acontecia. Presenciava a mamãe chupando aquele picão bruto e meu pai sem piedade fazia com que Dona Rosa afundasse cada vez mais até a goela engasgada aquele gigante.

Fiquei com tanto tesão que me levei a me masturbar, ali, na porta do quarto, vendo minha mãe a chupar aquela maravilha de pau. Eu que já era uma puta assumida se soubesse esses anos todos que tinha um pau desse tamanho ali do meu lado, já teria com certeza apanhado e mamado no pauzão de meu pai. E essa era minha verdadeira vontade.

Que sensação indescritível, meus dedinhos alisavam freneticamente minha buceta, que juro, estava encharcada.

Foi quando vi meu pai tomando Dona Rosa para cima, levantou-a e a virou fazendo sentar em seu colo, apontando aquele mastro ameaçador para bunda de minha mãe. Vi meu pai pegar o pau todo babado e apontar para o cú da velha gostosa e vi também em todo o esplendor as reais dimensões daquele gigante. Naquele momento não acreditei que mamãe iria conseguir abarcar com o cú aquele dilatado pauzão. Que tesão!

Eu estava louca e atordoada. Masturbava-me com força na porta vendo aquela cena insana, e comecei a me imaginar ali naquela situação sedutora e louca de estar sentada no pau enorme do meu pai. Foi quando aconteceu senti que iria gozar e ao chegar ao orgasmo de súbito bati na porta fazendo chamar a atenção de meu pai que me viu, enquanto enfiava de forma animalesca seu picão na velha gostosa. Minha mãe gozava pelo rabo com as mãos socadas na buceta, e papai com vigor enfiava arrombando a bunda dilatada de minha mãe. Fiquei em delírio vendo meus pais trepando.

Não suportei. Gozei em jatos de escorrer pernas abaixo e gozei muito. Fiquei e deixei tudo melado. Tive que sair dali, mas não sem antes ver o jorro de esperma que meu pai deu. Vi aquele picão na mão esguichando um mundo de porra pra cima, o tamanhão soberbo da grossa pica de meu pai a balançar e espalhar esperma para todo lado, eram jatos que iam quase a 30 cm de altura e que taparam as costas e a bunda de minha mãe de porra grossa e quente. Que maravilha! O pauzão do meu pai era um chafariz, uma fonte de esperma! Minha Mãe delirava depois que o velho tirou aquele imenso pauzão do seu rabo. Via os olhos de Dona Rosa rodando de prazer e com a bunda e as costas agora banhadas em porra.. Que tesão! Sai dali com minha buceta encharcada e cheia de tesão pelo pau de meu pai e com inveja do banho de porra e que minha mamãe levara.

Nessa parte quando me esgueirei para ir embora tinha certeza que meu pai tinha me visto e também ao passar pela sala tive certeza do que acontecera, pois vi as fotos sobre a mesa e na mesma hora deduzi que minha mãe e havia trepado justamente com meu amado Dr. Jorge.

Na hora eu reconheci aquele pau enorme de meu amante no fundo do rabo de mamãe. Agora sabia o motivo da discussão de meus pais e do corno que papai levara na cabeça. Eu como filha sai encantada com as descobertas, e percebi que minha mãe era realmente uma puta. Diz o ditado que quem sai aos seus não degenera, éramos duas putas, tal mãe e tal filha.

Percebi também conforme tinha dito uma coisa, que meu marido estava por trás disso, ele nem desconfiou o favor que me fez e da vontade que eu tinha agora, naquele momento de me entregar a meu pai e de foder com ele desesperadamente. Fiquei apaixonada pelo picão tosco de meu pai.

Outra coisa também delatou minha presença além do esbarrão na porta, é que gozei feito uma louca, na verdade ejaculei, pois estava com meu maio molhado até os pés, meiões e tênis, tenho certeza de que deva ter ficado uma poça de gozo na lateral da porta.

Sai dali de fininho e voltei ao clube, mas voltei com as pernas bambas de tesão e com a cabeça mexida e virada, pois estava atônita e louca para foder. Estava num tesão infernal. Antes de chegar ao clube telefonei para meu amante, o Dr. Jorge para ver se poderíamos dar uma trepada antes que eu voltasse ao clube, mas meu amante estava viajando.

Fiquei mais puta ainda, o jeito era chegar lá e pegar o coitado de meu marido e dar uma para me saciar ou pelo menos matar minha sede em sua porra. Cheguei e meu esposo nem reparou as manchas de gozo que estavam marcadas nas minhas coxas. Fiquei só de maiô e convidei-o para ir comigo na sauna. Lembro que no que cheguei me grudei de boca no pau dele, fiz meu marido gozar pelo menos duas vezes na minha boca. Ele sentiu-se realizado e eu louca por um pau de verdade, um picão muito maior.

Naquela época eu também tinha minhas aventuras no clube e tive que apelar a um velho funcionário, o seu Zé que de vez em quando eu dava uma colher de chá. Eu mamava seu pau desde que era menina e ele mais jovem. A questão é que o seu Zé era um mulato de 70 anos, mas tinha um pau bem gostoso e razoável ou ao menos bem maior que o do meu marido, e como esse velho trepava muito de vez em quando, tinha no seu pau aquele típico cheiro de pica e quando gozava era um monte de porra grossa e branca. Não deu outra, na primeira chance que tive e no que sai da sauna chamei seu Zé.

Meu maridinho contente, pois já havia dado duas nem se apercebeu quando fui com seu Zé para o almoxarifado do clube para dar uma chupada no seu belo e fedorento pau e levar uma cota de pica preta no meu rabo, que estava doido para foder.

Mas isso é outra história, e contarei como fui me envolver com esse negro velho em uma outra oportunidade.

via casadoscontoseróticos

Powered by WPeMatico

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *