Dicas de higiene íntima feminina

Acho triste quando ouço alguma mulher dizer que desconhece o próprio corpo. Como garantir o prazer e preservar a saúde daquilo que você tem entre as pernas… se você morre de vergonha de se olhar e se tocar? Minha ginecologista adota um método fabuloso durante a consulta para apresentar algumas moças às suas vaginas. Médicos tradicionais pedem que a paciente se deite e apoie as pernas, abertas, sobre aquela geringonça metálica. Há um lençol sobre o corpo, portanto é impossível ter a mesma visão do doutor. Se é que você me entende. Você sente que ele está lá, manuseando a dita cuja, mas não a enxerga em todo o seu esplendor.  A minha querida doutora, especialista em sexologia, faz questão de ajustar uma espécie de “retrovisor” para que a paciente dê um “oooooiiii” a sua deusa interior (piadinha interna para quem leu “50 tons de cinza”) e acompanhe todo o procedimento. Na última visita a ela, eu me peguei tipo flanelinha de carro: “mais para a direita… para cima… aí!”. Em um encontro sobre saúde íntima, promovido pela Johnson & Johnson, a antropóloga Miriam Goldenberg e a sexóloga Carmita Abdo comentaram como a vagina ainda é um mistério para as mulheres. Logo elas, que deveriam saber de cor e salteado seus melhores atalhos… Enfim, quis dividir com vocês algumas informações bem didáticas do livreto que recebi nesse encontro – “Bem-estar íntimo: Um guia para a mulher moderna”. Tomei a liberdade de transcrever algumas perguntas e respostas.

Como saber se a secreção vaginal é normal ou indica algum problema?

A vagina produz secreção natural em pequena quantidade, clara e líquida. É normal e geralmente não indica problema de saúde. Se adquirir odor forte e diferente do usual, coloração amarela ou esverdeada, pode indicar infecção, e a mulher deve procurar o ginecologista.

– Como fazer a higiene íntima fora de casa?
O protetor diário pode ajudar prolongando a sensação de limpeza. Ele absorve a umidade natural, a transpiração e possíveis secreções. Deve ser trocado 3 vezes por dia ou sempre que a mulher sentir necessidade. Outra dica é utilizar lenços umedecidos após ir ao banheiro.

– A depilação contribui de alguma forma para a higiene íntima?
O excesso de pelos provoca o acúmulo de secreções, por isso o recomendado é cortá-los, deixando-os com meio centímetro de comprimento. Para mulheres com peles muito sensíveis não é recomendado retirar totalmente o pelo, porque o atrito direto entre a calcinha e a pele pode provocar irritações.

Ei, leitora, você conhece bem a própria anatomia?

– É recomendável dormir com absorvente interno?
O absorvente interno pode ser usado durante a noite, inclusive para dormir. Só é preciso respeitar o prazo de oito horas, tempo máximo de permanência do produto no corpo. Ele é seguro e não sai do lugar.

– Existe o risco de o absorvente interno desfazer ou se perder no corpo?
O processo de fabricação utiliza tiras de fibras enroladas, prensadas e firmemente interligadas, o que impossibilita que ele se desfaça mesmo quando estiver molhado. Também tem uma cobertura resistente que evita que ele desfie. É impossível que ele se perca pois a abertura do útero, a única possível porta de entrada do OB para o resto do organismo, é muito menor que o absorvente. Além disso, músculos vaginais mantêm o OB no lugar certo.

– O absorvente interno precisa ser trocado cada vez que se vai ao banheiro?
Não. A vagina, a uretra e o reto são órgãos independentes, cada qual com o seu orifício. Portanto, não precisa ser trocado.

– Como fazer a higiene no banho?

Lavar muito a vagina pode descamar a pele, deixá-la vulnerável a doenças, alterar o PH natural. Lembre-se de abrir a vulva e checar o interior dos lábios, onde fica acumulada sujeira. Água basta para limpar, não é preciso usar sabonetes líquidos íntimos.  Dormir sem calcinha também é ótimo para que a genitália respire.

*Fontes:  Carolina Ambrogini, Paulo Cesar Giraldo, Gerson Lopes.

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Menstruação e virgindade – hoje em relação ao século XX


Hoje, menstruamos muito mais que no início do século: menos filhos e maior expectativa de vida

Na geração da minha bisavó, no início do século XX, as mulheres menstruavam de 40 a 80 vezes na vida. Isso porque nem dava tempo: ao longo dos 42 anos que elas costumavam viver, tinham uma média de dez filhos! Hoje em dia, gastamos muuuuuito mais em absorventes. São cerca de 400 a 500 ciclos menstruais, menos de um filho por mulher e expectativa de morrer depois dos 77 anos de idade. Os dados são da sexóloga Carmita Abdo (Prosex/USP), do CENSO e do IBGE.  Eles foram apresentados na semana passada, durante um encontro sobre bem-estar íntimo feminino, promovido pela Johnson & Johnson. Carmita estava presente no bate-papo, ao lado da antropóloga Mirian Goldenberg.

Morri de inveja ao saber que, na época da bisa, a maioria das moças menstruava pela primeira vez aos 17 anos. A inveja parou por aí ao descobrir que elas recorriam a paninhos reutilizáveis “naqueles dias”. Palmas pra quem inventou os absorventes descartáveis, não? Os ecochatos que me perdoem… Atualmente, as meninas têm cerca de 12 anos quando se deparam com o sangue entre as pernas. Eu tinha mais ou menos essa idade quando acordei, assustada, achando que tinha parido um alienígena durante o sono. Fui a terceira garota da sala a ficar “mocinha” e a aparecer andando feito uma pata no colégio porque não tinha experiência com a tal mini-fralda de calcinha.

Outra coisa que me chamou a atenção: segundo Carmita, apenas 10% das mulheres casam virgens. Geralmente, a brasileira inicia a vida sexual aos 15 anos e sobe ao altar aos 28. Em média, são 13 anos de experimentação e troca de parceiros. Mas somente 1/3 pratica a masturbação. A médica coordenou o estudo Mosaico Brasil, em 2008, com mais de 8 mil participantes. Olha só que interessante o resultado à pergunta: com que idade você transou pela primeira vez?

Idade Atual > Quando perdeu a virgindade
18-25 anos > 15,6 anos
26-40 anos > 18,3 anos
41-50 anos > 19,9 anos
51-60 anos > 21 anos
61-70 anos > 22,2 anos

No encontro, as duas convidadas comentaram sobre a relação das mulheres com suas vaginas. E concordaram que elas têm pouca intimidade com a própria genitália, o que atrapalha a higiene pessoal e a sexualidade. “É diferente do homem, que desde pequeno aprende a pegar no pênis para aprender a fazer xixi e mirar o jato de urina”, disse a sexóloga Carmita Abdo. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, a maior crise é que a mulher tem dificuldade de aceitar o seu corpo. “Elas acham a vagina feia e querem disfarçar seu odor natural.”

No próximo post, dicas para a higiene íntima feminina.

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Minha prima, meu tesão

Cheguei na casa de minha tia, entrei e fui até a cozinha para tomar um copo de água. Uma visão paradisíaca para meus olhos: minha prima Teodora com uma blusa e uma calcinha, mexia algo na panela. A blusa era do pijama, bem justa, o que salientava os peitinhos dela e a calcinha atolada no reguinho, deixava as popinhas dela à mostra. Virou o rosto, me viu, deu um largo sorriso.
Cheguei perto dela, com cara de bravo:
– Isso são trajes de me receber, Teodora?
– Uai, gostou não? Tá bom, vou lá dentro me vestir de modo mais comportado…
Fez menção de sair, mas eu a segurei e rindo falei:
– Não foi isso que eu quis dizer… acho que você está vestida em excesso… devia estar sem nada!!!
– Ah, priminho safado…
E ai ela me beijou, começou a desabotoar minha camisa. Não pensei duas vezes para colocar as mãos nos peitinhos dela e arrancar a camisetinha do pijama. Nessa altura, minha camisa já saira de mim e minha calça já estava nos calcanhares. Tirei para não tomar um belo tombo. E assim que tirei ela já veio segurando meu pau e me fazendo uma bela chupeta.
Tirei a calcinha dela e não havia mais nada a tirar. Coloquei-a sentada na bancada da pia e comecei a lamber a bucetinha de Teodora e depois de bem lubrificada, enfiei meu pau nela. Escandalosa, ela gritava pedindo mais e mais. Tirei-a da bancada e coloquei-a ajoelhada numa cadeira, metendo por trás, depois fui eu a sentar na cadeira e ela, sentada em meu pau, pulava com todas as forças, gemendo alto.
Quando eu disse a ela que já estava quase gozando, ela levantou-se e ficou me chupando até eu explodir de gozo, enchendo a cara dela com minha porra. Ela esfregou o rosto em meu peito e eu tive de tomar um banho.
Quando sai do chuveiro e entrei no quarto, ela já estava lá, nuazinha.
– Quero mais, quero mais… vem cá!
Me jogou na cama e já veio sentando em cima, com os peitinhos bem perto da minha boca, e eu os chupei enquanto ela rebolava com meu pau dentro dela. Depois ela ajoelhou-se na cama e quando fui penetrar sua xotinha, ela falou:
– Meu cu… come meu cu…
Uau… serviço completo… enfiei o dedo no cu da priminha, depois outro e finalmente encostei a cabeça e fui enfiando bem devagar. Curioso que ela foi levantando o corpo e quando terminei de entrar ela estava praticamente de pé e assim ficou por um tempo. Depois me falou para não tirar e acompanhar seus movimentos, foi descendo até deitar-se na cama e eu com o pau dentro do cu dela. Gozei logo, era impossível segurar…
Naquele dia ela não quis saber de mais nada.
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a cozinha, sem fazer barulho, eu a vi só de calcinha e camiseta, preparando uma banana com aveia. Sem que ela me visse, abaixei-me e fiquei sob a mesa. Dali a pouco ela veio e sentou-se. E quase a matei de susto quando segurei as pernas dela. E fui puxando, e ela saiu da cadeira e sentou-se no chão e eu fui puxando sempre até ela ficar do meu lado e eu levantar sua camiseta e mamar nos peitinhos dela.
– Hoje eu quero café com leite, mas o leite é o seu, viu?
– Mama à vontade, sabe que eu adoro te ver mamando em mim, não sabe?
Virei o corpo e ela entendeu o que eu queria, tirou minha calça de pijama e mamou em meu pau. Ai saímos de debaixo da mesa, continuei deitado e lá veio ela sentar-se em meu pau, me cavalgando, de novo aos gritos. Ergui meu corpo e a beijei, enquanto ela ainda continuava engolindo meu pau com sua bucetinha quentinha. Tornei a deitar e ela se deitou em cima de mim, me beijando com volúpia enquanto mexia com a bunda e fazia meu pau deslizar dentro dela, até eu gozar.
Com uma prima assim…nem dá vontade de sair de casa!

por Kaplan no Conto Erótico

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Tatuagem na xoxo… Púbis!

Safadões e safadonas,

Já mostrei AQUI e AQUI o quão doidas as pessoas são quando se trata de tatuagem, desde uma anal até desenhos de pau e frases bem, digamos, eróticas.
Agora, achei um vídeo de uma tatuagem na região da pepequinha.

Isso mesmo, é uma mulher que, me parece, está fazendo uma tattoo bem bizarra aproveitando o formato (e talvez, até mesmo, os pelos) da sua — como dizem os lusitanos — cona.

Ela xinga e urra de dor, e no fim fala pro tatuador (se eu ouvi direito) que espera que seu parceiro goste. Surreal!
Ah… E tudo isso em público, no que parece ser uma feira de tatuadores.

O vídeo está no YouTube e já tem mais de 300 mil visualizações.

Então aqui vai toda a dor e desinibição dessa loira safadinha…

 

E aí meninas, vai uma tatuagem na sua xoxó? E homens, se assustariam quando vissem  in loco essa belezinha?

rsrs.

Beijinhos

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Farrah Abraham: Faço de tudo um pouco

Taradinhos e taradinhas,

Modelar suas partes íntimas já virou moda. Atrizes e atores pornôs eternizam seus instrumentos de trabalho. Ou pelo simples ego, ou pelo dinheiro de licenciamento.

A bola da vez é a subcelebridade Farrah Abraham!

Farrah, que tem 22 anos, ficou conhecida ao participar do reality show Teen Mom, da MTV, onde acompanhavam a vida de 4 jovens que tinham acabado de virar mãe.
Logo em seguida lançou um livro, intitulado My Teenage Dream Ended, acompanhado de um álbum em que ela canta.

Pois é, depois de tentar de tudo, ela conseguiu uma parceria com a Vivid e lançou um vídeo de sexo seu, onde é filmada se masturbando dentro do carro. Uma rápida pesquisa na internet e vocês irão achar essa pérola.
Não satisfeita, lança, por agora, uma linha de réplicas de seus peitos e sua vagina! Fabricados pela Topco Sales, eles ainda não tem data para venda e nem estão no catálogo do site da empresa. E para legitimar as réplicas a empresa produziu um vídeo do processo. Mais uma rápida pesquisada e o vídeo estará disponível.

Bom, o que falta pra essa menina explorar eu não sei, mas que ela está tentando de tudo… Ah, isso está!

 

É, minha gente, tem pessoas que abraçam todo tipo de oportunidade. E se ela se sente bem, ótimo!

Semana acabando, e essa passou voando. Amanhã tem mais…

Beijocas

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Menstruação e virgindade – hoje em relação ao século XX


Hoje, menstruamos muito mais que no início do século: menos filhos e maior expectativa de vida

Na geração da minha bisavó, no início do século XX, as mulheres menstruavam de 40 a 80 vezes na vida. Isso porque nem dava tempo: ao longo dos 42 anos que elas costumavam viver, tinham uma média de dez filhos! Hoje em dia, gastamos muuuuuito mais em absorventes. São cerca de 400 a 500 ciclos menstruais, menos de um filho por mulher e expectativa de morrer depois dos 77 anos de idade. Os dados são da sexóloga Carmita Abdo (Prosex/USP), do CENSO e do IBGE.  Eles foram apresentados na semana passada, durante um encontro sobre bem-estar íntimo feminino, promovido pela Johnson & Johnson. Carmita estava presente no bate-papo, ao lado da antropóloga Mirian Goldenberg.

Morri de inveja ao saber que, na época da bisa, a maioria das moças menstruava pela primeira vez aos 17 anos. A inveja parou por aí ao descobrir que elas recorriam a paninhos reutilizáveis “naqueles dias”. Palmas pra quem inventou os absorventes descartáveis, não? Os ecochatos que me perdoem… Atualmente, as meninas têm cerca de 12 anos quando se deparam com o sangue entre as pernas. Eu tinha mais ou menos essa idade quando acordei, assustada, achando que tinha parido um alienígena durante o sono. Fui a terceira garota da sala a ficar “mocinha” e a aparecer andando feito uma pata no colégio porque não tinha experiência com a tal mini-fralda de calcinha.

Outra coisa que me chamou a atenção: segundo Carmita, apenas 10% das mulheres casam virgens. Geralmente, a brasileira inicia a vida sexual aos 15 anos e sobe ao altar aos 28. Em média, são 13 anos de experimentação e troca de parceiros. Mas somente 1/3 pratica a masturbação. A médica coordenou o estudo Mosaico Brasil, em 2008, com mais de 8 mil participantes. Olha só que interessante o resultado à pergunta: com que idade você transou pela primeira vez?

Idade Atual > Quando perdeu a virgindade
18-25 anos > 15,6 anos
26-40 anos > 18,3 anos
41-50 anos > 19,9 anos
51-60 anos > 21 anos
61-70 anos > 22,2 anos

No encontro, as duas convidadas comentaram sobre a relação das mulheres com suas vaginas. E concordaram que elas têm pouca intimidade com a própria genitália, o que atrapalha a higiene pessoal e a sexualidade. “É diferente do homem, que desde pequeno aprende a pegar no pênis para aprender a fazer xixi e mirar o jato de urina”, disse a sexóloga Carmita Abdo. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, a maior crise é que a mulher tem dificuldade de aceitar o seu corpo. “Elas acham a vagina feia e querem disfarçar seu odor natural.”

No próximo post, dicas para a higiene íntima feminina.

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Dicas de higiene íntima feminina

Acho triste quando ouço alguma mulher dizer que desconhece o próprio corpo. Como garantir o prazer e preservar a saúde daquilo que você tem entre as pernas… se você morre de vergonha de se olhar e se tocar? Minha ginecologista adota um método fabuloso durante a consulta para apresentar algumas moças às suas vaginas. Médicos tradicionais pedem que a paciente se deite e apoie as pernas, abertas, sobre aquela geringonça metálica. Há um lençol sobre o corpo, portanto é impossível ter a mesma visão do doutor. Se é que você me entende. Você sente que ele está lá, manuseando a dita cuja, mas não a enxerga em todo o seu esplendor.  A minha querida doutora, especialista em sexologia, faz questão de ajustar uma espécie de “retrovisor” para que a paciente dê um “oooooiiii” a sua deusa interior (piadinha interna para quem leu “50 tons de cinza”) e acompanhe todo o procedimento. Na última visita a ela, eu me peguei tipo flanelinha de carro: “mais para a direita… para cima… aí!”. Em um encontro sobre saúde íntima, promovido pela Johnson & Johnson, a antropóloga Miriam Goldenberg e a sexóloga Carmita Abdo comentaram como a vagina ainda é um mistério para as mulheres. Logo elas, que deveriam saber de cor e salteado seus melhores atalhos… Enfim, quis dividir com vocês algumas informações bem didáticas do livreto que recebi nesse encontro – “Bem-estar íntimo: Um guia para a mulher moderna”. Tomei a liberdade de transcrever algumas perguntas e respostas.

Como saber se a secreção vaginal é normal ou indica algum problema?

A vagina produz secreção natural em pequena quantidade, clara e líquida. É normal e geralmente não indica problema de saúde. Se adquirir odor forte e diferente do usual, coloração amarela ou esverdeada, pode indicar infecção, e a mulher deve procurar o ginecologista.

– Como fazer a higiene íntima fora de casa?
O protetor diário pode ajudar prolongando a sensação de limpeza. Ele absorve a umidade natural, a transpiração e possíveis secreções. Deve ser trocado 3 vezes por dia ou sempre que a mulher sentir necessidade. Outra dica é utilizar lenços umedecidos após ir ao banheiro.

– A depilação contribui de alguma forma para a higiene íntima?
O excesso de pelos provoca o acúmulo de secreções, por isso o recomendado é cortá-los, deixando-os com meio centímetro de comprimento. Para mulheres com peles muito sensíveis não é recomendado retirar totalmente o pelo, porque o atrito direto entre a calcinha e a pele pode provocar irritações.

Ei, leitora, você conhece bem a própria anatomia?

– É recomendável dormir com absorvente interno?
O absorvente interno pode ser usado durante a noite, inclusive para dormir. Só é preciso respeitar o prazo de oito horas, tempo máximo de permanência do produto no corpo. Ele é seguro e não sai do lugar.

– Existe o risco de o absorvente interno desfazer ou se perder no corpo?
O processo de fabricação utiliza tiras de fibras enroladas, prensadas e firmemente interligadas, o que impossibilita que ele se desfaça mesmo quando estiver molhado. Também tem uma cobertura resistente que evita que ele desfie. É impossível que ele se perca pois a abertura do útero, a única possível porta de entrada do OB para o resto do organismo, é muito menor que o absorvente. Além disso, músculos vaginais mantêm o OB no lugar certo.

– O absorvente interno precisa ser trocado cada vez que se vai ao banheiro?
Não. A vagina, a uretra e o reto são órgãos independentes, cada qual com o seu orifício. Portanto, não precisa ser trocado.

– Como fazer a higiene no banho?

Lavar muito a vagina pode descamar a pele, deixá-la vulnerável a doenças, alterar o PH natural. Lembre-se de abrir a vulva e checar o interior dos lábios, onde fica acumulada sujeira. Água basta para limpar, não é preciso usar sabonetes líquidos íntimos.  Dormir sem calcinha também é ótimo para que a genitália respire.

*Fontes:  Carolina Ambrogini, Paulo Cesar Giraldo, Gerson Lopes.

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