Lady na sociedade, puta na cama…

Todas as mulheres tem fetiches, mesmo as que parecem mais recatadas…

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Sexo quente, com pegada e regado a uma sacanagem gostosa… é assim que eu gosto, é assim que me excita. Sempre tive uma safadeza enorme dentro de mim, mas apenas entre quatro paredes, porque em minha opinião, toda mulher deve comportar-se como uma lady na sociedade e como uma puta na cama.

Branca, com 1,72m e 60 kg, eu sempre tive pernas grossas e bumbum grande, como uma legítima baiana que sou. Nasci e resido, em Salvador. Na verdade, me considero “baiúcha”, pois meu pai é baiano e minha mãe, gaúcha… e foi dela que herdei os cabelos lisos, volumosos e castanho escuros, que vão até abaixo da cintura.

O Jasper era um homem maravilhoso, de 1, 85m, 75 kg, cabelos castanhos claros e olhos verdes… com um defeito: morava em SP, longe demais de mim. Sentia uma atração absurda por ele e sempre que o imaginava, meu corpo tremia e eu ficava toda molhadinha. E o pior: ele tinha consciência, dos efeitos que causava em mim.

Até por telefone, Jasper me fazia gozar como uma cadela no cio. Ele me chamava de cachorrinha e aquilo me deixava ensandecida de tesão.

Precisei viajar para SP, a trabalho. Como ele é Advogado e eu, estudante de direito… acabei convidando-o para participar de um coquetel da empresa, que com certeza, seria uma boa oportunidade de contatos profissionais pro Jasper. Enviei o convite para seu e-mail e na hora marcada, ele estava na recepção do hotel me aguardando. Desci às 20hs e nos encontramos no saguão. O coquetel aconteceria, em uma sala de festas do próprio hotel onde eu estava hospedada. Ele estava de terno e gravata e aquela visão, recheou meus pensamentos de sacanagens e afins. A minha vontade era rasgar aquele terno em seu corpo e enlouquecer em seus braços ali mesmo. Eu estava de vestido longo cor de vinho, formal, com um decote generoso nas costas, o que fez com que o Jasper me comesse com os olhos.

Tudo correu tranquilamente bem, durante o coquetel e trocávamos olhares de desejo. Eu não via a hora de sair dali e me entregar inteira. Pouco antes de terminar o evento, dei a desculpa de que acompanharia o Jasper até o carro, para nos despedirmos. Quando estávamos nos direcionando para a saída… ele me pede que espere um momento e pega uma caixa que havia deixado na recepção. Fomos até seu carro e antes de abrir a porta, Jasper me entrega a caixa e quando eu abro, encontro uma coleira preta e grossa… de cadela mesmo, daquelas compradas no supermercado. Ficamos calados, ele pegou a coleira e colocou em meu pescoço. Segurou pela correia…. me puxou para si e beijou-me de maneira quente e excitante. Entrei no carro, com o Jasper segurando a coleirinha. Senti minha buceta escorrer e estava adorando aquele joguinho. Imaginei mil coisas… todas relacionadas à mais indecente putaria, que pode ocorrer entre duas pessoas.

Ele liga o carro e permanecemos calados. Eu olhava e aquela situação dele estar dirigindo, passando a marcha do carro com a coleira em sua mão… me deixava encharcada. Eu estava explodindo de vontade de dar minha bucetinha. Precisava ser “preenchida” naquele instante. Entramos em um motel e eu apenas aguardava suas instruções, toda molhada. Ele agia como se nada tivesse acontecendo e aquela sensação de não saber o que estava por vir, me dava medo e um tesão incontrolável.

Entramos na garagem, ele desligou o carro, veio para meu lado, abriu a porta do passageiro e novamente segurou a coleira. Quando ele parou em minha frente, eu ainda sentada no banco do carona, abri sua calça e comecei a alisar seu pau, que logo deu sinal de vida. Iniciei uma mamada deliciosa e ele, apoiado com a cabeça no teto do carro, fechou os olhos e gemeu. Eu colocava aquele cacete inteiro em minha boca e o sentia na garganta. Os movimentos de Jasper para frente e para trás, faziam com que minha boca fosse fodida de uma maneira vigorosa.

Nesse momento, achei que eu deveria entrar no jogo pra valer, pois a excitação que tomava conta de mim, era maior que tudo. Ele estende sua mão, para me ajudar a levantar do carro e para sua surpresa, desci escorregando pelo banco e fiquei de quatro no chão, engatinhando. Jasper me olhava, sem acreditar no que via: ele segurando a coleira e eu de quatro no chão, esperando ser guiada pelo meu “dono”. Eu sabia que quando engatinhasse à sua frente, meu vestido que era justo na cintura, deixaria uma visão excitante do meu rabo. E não deu outra… Jasper enlouqueceu. Fechou a porta do carro e foi me levando. No capô do carro, ele puxa a correia, me fazendo levantar e ficar com as mãos apoiadas toda empinada para ele. Iniciamos uma sessão de “roça-roça” e seu cacete era pressionado em meu cuzinho. O que mais me deixava ensandecida, era que ele não soltava a coleira hora nenhuma e puxava meu pescoço para trás sussurrando “Cadela gostosa!” em meu ouvido.

Senti o zíper atrás do meu vestido, ser completamente aberto e eu rebolava como uma puta. Sabia, antes mesmo do coquetel, que seria traçada e como sempre, eu estava “preparada” com uma calcinha vinho de renda, toda enfiadinha. Fiquei apenas de calcinha, salto alto e coleira. Eu estava me sentindo a mais vagabunda das mulheres e minha buceta contraía, pedindo. Meus seios foram agarrados por trás e seu pau entrou no meio das minhas pernas. Com uma mão na correia da coleirinha e a outra segurando meus cabelos com força, perto da minha nuca, ele me mordia nas costas e eu gemia como uma vadia. O tesão era tanto, que não deu tempo nem de subirmos para a suíte. Minha calcinha foi puxada pro ladinho e senti seu pau latejando, adentrar em minha buceta, até sumir completamente. Que tesão! Fiquei maluca!

“Era isso que você queria sua vagabunda?” – Essas palavras, me deixavam enlouquecida. Jasper me fodeu gostoso naquela posição, sempre com a coleirinha. Quando puxava e eu sentia a pressão da coleira em meu pescoço… aí que eu ficava com mais vontade de trepar ainda. Nossos gemidos se misturavam e nossa respiração ficava cada vez mais descompassada. Que delícia! Que homem!

Jasper se desencaixa de mim e me vira de frente. Deita minhas costas no capô e me coloca de “frango-assado”. Minha vontade era gritar. Queria ser fodida com vontade. Minha buceta escorria, de tão encharcada. Socando gostoso, ele de vez em quando, me puxava para frente pela coleira e chupava minha língua com volúpia. Não demorou muito e eu explodi em um orgasmo inacreditável. Ele sorria e dava tapas em meu rosto, enquanto eu gozava. Que gozada indescritível!

Deitou-se sobre meu corpo e me beijou deliciosamente por alguns minutos. Demonstrando que mesmo me tratando do jeito que eu gostava, nutria um carinho sem palavras por mim. Nos encaixávamos de uma maneira sem igual. Percebendo que seu pau ainda estava “à postos”, afastei-o de mim e escorreguei pelo capô… até ficar agachadinha em sua frente, apoiada no salto alto. Voltei a mamar e ele apoiou suas mãos no capô. Eu mamava e acariciava suas bolas, arrancando gemidos do Jasper. Chupava a linha entre o pênis e os testículos, e sempre dava um jeito de olhar em seus olhos, demonstrando o quanto eu estava realizada. Sentia que seu gozo estava por vir e parei de chupá-lo. Subi, lambi sua orelha e sussurrei: “Sua cachorrinha quer leite no cuzinho… Me enraba?!”.

Jasper me virou de uma forma bruta, afastou minhas pernas com seu pé… e posicionou. Enfiou de uma vez e me fez gritar. Acho que os nossos vizinhos de quarto, ouviam toda a putaria que ali acontecia. Eu estava descontrolada. Senti cada estocada e toda a “raiva” dele por eu ter interrompido a mamada. Que delícia! Sendo puxada pela coleira e com um cacete no rabo.. fui enrabada e tive meu cuzinho arrombado, por quem eu mais queria que fizesse isso. Jasper gozou me xingando inteira. Com as pernas tremendo, ele deslizou pro chão e eu, fiz o mesmo. Ficamos agarrados na frente do carro, no chão, extasiados do prazer que proporcionamos um ao outro.

Óbvio que subimos depois para a suíte, tomamos um banho delicioso e descansamos na cama. O que aconteceu depois? Isso fica pra outro conto. Espero que gostem. Beijos…

via casadoscontos

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