Mais de 70% das mulheres são apaixonadas por futebol – diz pesquisa.

Sim, elas gostam de futebol. Claro que entendem. Sabem a escalação do time, sim. Do delas, do meu, do seu. A mulherada representa 33% dos super fãs de futebol e 72% elegeu o esporte como primeira paixão, segundo o Ibope – derrubamos o clichê machista de que futebol não é para mulheres.

FAN

“Futebol é coisa de homem”

Homens são mesmo loucos por futebol. E quem diz isso são os números: 82% dos brasileiros citaram o esporte como a primeira paixão, em pesquisa feita pelo Ibope em 2013. Nenhuma surpresa, certo? Mas os números também revelam uma realidade que talvez você não conhecia: 72% das mulheres também elegeram o futebol como primeira paixão. Pois bem. Elas estão cada vez mais se interessando ou assumindo gosto por esportes em geral: 47% dos fãs de MMA são mulheres, também segundo o Ibope.

Mulher não entende nada de futebol”

É uma frase famosíssima, culturalmente propagada por pais, mães, avós, homens e mulheres machistas. A própria produção cultural do país costuma considerar as mulheres como parte desse meio com papeis de torcedoras, mães, namoradas, e raramente como jogadoras.

Os esteriótipos são conhecidos, como a masculinização das mulheres que entendem de futebol e a ideia de que mulheres bonitas não entendem nada ou não podem ser levadas a sério. O que é uma grande besteira, visto que podemos citar inúmeros nomes conhecidos de mulheres ligadas ao esporte que representam muito bem os dois times. As jornalistas e apresentadoras Renata Fan (que foi modelo e Miss), Glenda Kozlowski (em programas de esporte há 22 anos), Michelle Giannella (do Mesa Redonda, na TV Gazeta, o mais antigo programa do gênero), Gabriela Pasqualin (da RedeTV!), entre muitas outras.

Maria Clara Ciasca é a única mulher na redação do GloboEsporte.com. A redação tem cerca de 20 homens, mas ela não sofre preconceito por ser mulher: “No meu caso, é super tranquilo. Desde o primeiro dia, o pessoal me trata com muito respeito e eu nunca me senti mal com nenhum tipo de brincadeira. Pelo contrário, eu entro na deles e brinco também”, conta.

Camila Mattoso, repórter da ESPN, conta que a redação tem apenas quatro mulheres. E além de escrever, Camila também joga futebol: “Comecei quando era criancinha, ficava jogando no meu prédio sempre só com meninos, porque não tinha mais ninguém para me acompanhar. Tentei ajudar as meninas a jogarem bola também, mas não deu muito certo”, brinca.

O pior, para Camila, não são as brincadeiras, mas sim as situações constrangedoras com entrevistados: “Já aconteceu e ainda acontece de eu ligar para o cara e ele chamar para sair, para jantar; já tive que dizer que tenho marido e filhos; explicar que eu não queria nada além de notícias. É complicado”, revela

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Lugar de mulher é na cozinha”

É outra frase clássica. E Maria Clara conta que já ouviu uma dessa: “Comigo, só aconteceu uma vez de um torcedor na arquibancada gritar para mim que lugar de mulher é atrás do fogão e não no estádio. Eu dei risada”. É verdade que muitas mulheres evitam frequentar os estádios por ainda considerarem um lugar perigoso – o que também não deixa de ser verdade, em partes.

Certa vez li um texto da jornalista Fernanda Zaffari falando da relação entre mulheres e futebol, com humor, e tomei a liberdade de citar um trecho aqui: “Estádio de futebol ainda não é teatro ou cinema e é preciso se adaptar a certas especificidades. Afinal, eles chegaram primeiro.

Sexo pode deixar 7 anos mais jovem

Sexo rejuvenesce de cinco a sete anos.Palavra do psicólogo David Week, do Hospital Royal Edinburgh. Por dez anos ele perguntou aos seus pacientes de todas as idades sobre a vida sexual. Quem parecia mais jovem, geralmente, fazia até 50% mais sexo do que os outros – entre o pessoal de 40 a 50 anos, os mais ‘jovens’ transavam, em média, 3 vezes por semana.

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É que o sexo desencadeia uma porção de coisas boas no corpo: libera endorfina, substância química que te dá sensação de prazer, e ainda age como um remédio natural contra a dor, diminuindo a ansiedade e facilitando o sono; melhora a circulação sanguínea; pode aumentar a produção de hormônio do crescimento, o que aumenta a elasticidade da pele. “A qualidade do sexo nos adultos mais velhos é um sinal de boa saúde e bem-estar. Além disso, um estudo de 1997 mostrou que o risco de mortalidade diminui 50% nos grupos de homens com alta frequência de orgasmos (no mínimo duas vezes por semana) do que o outro grupo”, explica Week.

Fonte: Super Interessante

Brasileiras preferem sexo a uma boa noite de sono

casal-fazendo-sexoUm estudo revelou nesta quinta-feira (6) que entre 60% e 70% das mulheres de Estados Unidos, Reino Unido e China estão satisfeitas com sua vida sexual, mas preferem uma boa noite de sono a fazer sexo.

No Brasil, no entanto, apenas 32% das mulheres prefeririam dormir, segundo a pesquisa, feita pela companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard.
Esse dado contrasta com as preferências de chinesas (70% preferem o sono ao sexo), britânicas (68%) e americanas (60%).

Além disso, o estudo revelou que se americanas e britânicas tivessem que optar entre abrir mão de fazer sexo ou deixar de usar tecnologia durante três meses, a maioria deixaria de lado sua vida sexual.
Outras preferências sobre questões financeiras e qualidade de vida foram mostradas nesse estudo, intitulado “Mulheres, Poder & Dinheiro” que se baseou em 4,3 mil entrevistas realizadas em agosto de 2014 nos EUA, Reino Unido, Brasil e China.

Ao serem perguntadas sobre sua definição de sucesso, as mulheres citaram com mais frequência a segurança financeira, a família e a felicidade, ao invés da riqueza, do luxo e de se tornar uma executiva brilhante.
Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família e, especialmente, fazer com que seus filhos tenham acesso à universidade.

O estudo também mostrou que cerca de 90% das mulheres preferem viver dez anos com uma boa qualidade de vida, do que 20 sem poder usufruir de plena autonomia.

No entanto, curiosamente, a percepção da idade varia segundo os países.

Em média, britânicas, americanas e brasileiras acham que a ‘velhice’ começa aos 70 anos, enquanto na China começa aos 59 anos para as mulheres e aos 60 para os homens.

Além disso, o desejo das mulheres de ter privacidade nas redes sociais supera, cada vez mais, o de compartilhar suas experiências na internet.

Dois terços de britânicas e americanas e 80% das brasileiras tomaram medidas específicas para proteger sua privacidade na rede.

De fato, em Reino Unido, Estados Unidos e China, um terço das mulheres presta cada vez mais atenção ao que compartilham nas redes sociais, enquanto no Brasil esse número chega a 61%.

Metade das mulheres que participaram do estudo, que têm idades entre 21 e 70 anos, disseram que presenciaram avanços socioeconômicos em sua vida, enquanto 10% das entrevistadas afirmaram que seu status social piorou.
Em relação ao futuro, a maioria o vê de forma positiva, com grandes oportunidades e desafios no horizonte que podem ser aproveitados.

Em média, as mulheres de classe média acreditam que seria necessário um aumento de cerca de 75% em sua renda para que possam ascender à classe média alta, enquanto as mulheres deste último status social acreditam que deveriam ter um patrimônio duas vezes maior para chegar à classe alta.

Fonte: G1

Menstruação e virgindade – hoje em relação ao século XX


Hoje, menstruamos muito mais que no início do século: menos filhos e maior expectativa de vida

Na geração da minha bisavó, no início do século XX, as mulheres menstruavam de 40 a 80 vezes na vida. Isso porque nem dava tempo: ao longo dos 42 anos que elas costumavam viver, tinham uma média de dez filhos! Hoje em dia, gastamos muuuuuito mais em absorventes. São cerca de 400 a 500 ciclos menstruais, menos de um filho por mulher e expectativa de morrer depois dos 77 anos de idade. Os dados são da sexóloga Carmita Abdo (Prosex/USP), do CENSO e do IBGE.  Eles foram apresentados na semana passada, durante um encontro sobre bem-estar íntimo feminino, promovido pela Johnson & Johnson. Carmita estava presente no bate-papo, ao lado da antropóloga Mirian Goldenberg.

Morri de inveja ao saber que, na época da bisa, a maioria das moças menstruava pela primeira vez aos 17 anos. A inveja parou por aí ao descobrir que elas recorriam a paninhos reutilizáveis “naqueles dias”. Palmas pra quem inventou os absorventes descartáveis, não? Os ecochatos que me perdoem… Atualmente, as meninas têm cerca de 12 anos quando se deparam com o sangue entre as pernas. Eu tinha mais ou menos essa idade quando acordei, assustada, achando que tinha parido um alienígena durante o sono. Fui a terceira garota da sala a ficar “mocinha” e a aparecer andando feito uma pata no colégio porque não tinha experiência com a tal mini-fralda de calcinha.

Outra coisa que me chamou a atenção: segundo Carmita, apenas 10% das mulheres casam virgens. Geralmente, a brasileira inicia a vida sexual aos 15 anos e sobe ao altar aos 28. Em média, são 13 anos de experimentação e troca de parceiros. Mas somente 1/3 pratica a masturbação. A médica coordenou o estudo Mosaico Brasil, em 2008, com mais de 8 mil participantes. Olha só que interessante o resultado à pergunta: com que idade você transou pela primeira vez?

Idade Atual > Quando perdeu a virgindade
18-25 anos > 15,6 anos
26-40 anos > 18,3 anos
41-50 anos > 19,9 anos
51-60 anos > 21 anos
61-70 anos > 22,2 anos

No encontro, as duas convidadas comentaram sobre a relação das mulheres com suas vaginas. E concordaram que elas têm pouca intimidade com a própria genitália, o que atrapalha a higiene pessoal e a sexualidade. “É diferente do homem, que desde pequeno aprende a pegar no pênis para aprender a fazer xixi e mirar o jato de urina”, disse a sexóloga Carmita Abdo. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, a maior crise é que a mulher tem dificuldade de aceitar o seu corpo. “Elas acham a vagina feia e querem disfarçar seu odor natural.”

No próximo post, dicas para a higiene íntima feminina.

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Testosterona nelas: gel promete recuperar a libido feminina

Marasmo nos lençóis, querida? Procure um médico e faça exames hormonais

Há fases na vida das mulheres em que o parceiro provoca tanto tesão quanto um vaso de samambaias. Não necessariamente, caros leitores, esse desinteresse sexual é culpa da sua barriguinha de chope ou da falta de bons estímulos. A não ser que você faça o tipo Coronel Jesuíno Mendonça, personagem de José Wilker em “Gabriela”, e apenas diga “hoje eu vou lhe usar”. Aí, meu bem, a gente torce para que ela continue regulando a mercadoria…

A libido feminina depende de um bom estoque de testosterona, o hormônio responsável pelo vigor. É comum, por exemplo, que mulheres na menopausa sintam desânimo e fadiga por causa de uma deficiência de testosterona. Jovens que usaram continuamente pílula anticoncepcional também podem sofrer desse problema. Uma amiga de 27 anos consultou um endocrinologista com a seguinte queixa: “Doutor, estou com preguiça de pensar e fazer sexo!”. Depois de checar o resultado dos exames hormonais, ele prescreveu um gel.

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Fogo precisa de ar – ou por que vocês não transam mais

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Ela seguiu à risca a recomendação e começou a usá-lo diariamente. Em poucos dias, vieram os calores internos e a hipersensibilidade e o desejo irrefreável. O namorado se beneficiou horrores do tratamento. Eu quis saber em que região do corpo, exatamente, ela massageava o tal gel. Porque, reflitam comigo, se fosse lá na dita cuja… podia ser até gel fixador de cabelo! Óbvio que ela estaria curtindo um momento placebo, né? Mas, não, era na parte interna das coxas.

A testosterona com essa finalidade não foi aprovada pela ANVISA nem pelo FDA, órgãos que regulamentam a indústria farmacêutica. Apesar das inúmeras pesquisas que comprovam a eficácia nos casos de ausência de libido, as duas instituições temem os efeitos colaterais a longo prazo. Em países como a Austrália, ela é vendida como remédio nas farmácias. No Brasil, é preciso levar a receita médica para um laboratório de manipulação. O produto pode ser indicado na forma de gel, comprimido, sublingual, implante ou injeção.

Segundo a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, as pacientes relatam mais pensamentos sexuais, sonhos eróticos e lubrificação. Elas ficam mais suscetíveis às investidas do parceiro. “Mas não é mágico”, diz Carolina, coordenadora do Projeto Afrodite (Unifesp). “Principalmente se a ausência de libido for um problema emocional, como casamento falido”.

Como nem tudo na vida são orgasmos múltiplos, o uso de testosterona também tem possíveis efeitos colaterais, ligados à virilização: crescimento dos pelos e do clitóris, voz mais grossa e até calvície. Aquela minha amiga chegou atrasada ao nosso encontro porque está levando muito mais tempo na depilação. Não foi só o tesão que aumentou. Os pelos da região da perna em que aplica o gel, antes finos e clarinhos, agora tem aspecto de pelos pubianos!

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73% dos adolescentes perdeu virgindade sem proteção

Bota camisinha pra evitar “mimimi”

Uma pesquisa realizada com 3 mil pessoas acima de 16 anos revelou que 73% não usaram métodos contraceptivos na primeira relação sexual e 82% iniciaram a vida sexual até os 17 anos. As entrevistas foram aplicadas em quatro capitais brasileiras (São Paulo, Curitiba, Recife, Belo Horizonte) pelo Departamento de Ginecologia da Unifesp, em parceria com a Bayer HealthCare Pharmaceuticals.

“Engravidei, mas continuo virgem.” Eu tinha 15 anos quando a menina da sala ao lado, aluna do mesmo colégio classe média que eu, apareceu barriguda e escandalizou a turma inteira. Ela era miúda, discreta, patricinha, filha de pais muito religiosos, namorava havia pouco tempo. “Não usamos camisinha e ele gozou na minha virilha”, dizia às amigas. Por vários intervalos, as rodinhas só comentavam se era mesmo possível que os espermatozóides encontrassem o óvulo sem penetração. Enquanto a gente só queria saber de festa de debutante e ficantes, ela preparava enxoval de bebê e sentia enjôos. Ela ganhou uma linda garotinha, mas perdeu a adolescência para sempre.

No Brasil, só em 2010, aconteceram 479 mil partos de meninas entre 10 e 19 anos. Os dados são do Ministério da Saúde e, por incrível que pareça, mostram uma perspectiva positiva. Em 2003, este número era 20% maior. “É uma fase da vida em que o jovem se sente poderoso, como se nada pudesse atingi-lo”, diz o chefe do departamento de ginecologia da Unifesp, Afonso Nazário. A pesquisa que ele coordenou traz outras informações curiosas:

Quantos parceiros sexuais você já teve?

Até cinco: 39% / De 5 a 10: 29% / De 10 a 20: 16% / De 20 a 30: 11%

A decisão de perder a virgindade:

Foi minha: 79% / Foi por pressão de amigos ou namorado: 21%

Quantas vezes você pratica sexo?

De 3 a 6 vezes por semana: 30% / Não tenho frequência regular: 19% / De 2 a 3 vezes por semana: 16% / Todos os dias: 14% / 3 vezes ao mês: 13% / 2 vezes ao mês: 8%

Você pratica sexo casual ou sexo no primeiro encontro? Responderam que SIM:

Minas Gerais: 28% / Curitiba: 41% / Recife: 46% / São Paulo: 63%

Você usou algum método anticoncepcional durante a primeira relação sexual? Responderam que NÃO:

Curitiba: 53% / MG: 74% / São Paulo: 77% / Recife: 84%

Você perdeu a virgindade antes dos 17 anos? Responderam que SIM:

São Paulo: 14% / Recife: 17% / Curitiba: 28% / Minas Gerais: 48%

Eu já tive essa idade. Sei o que é pressa para experimentar. Que a gente adora correr riscos. Que namorado pressiona para perder a virgindade e botar “só a cabecinha”. Que rola vergonha de comprar camisinha e andar com ela na bolsa. Que nem sempre dá para tirar as dúvidas com a mãe ou com o ginecologista. Mas também sei que um plastiquinho ou uma cartela de pílulas podem salvar o seu futuro. Tanto de uma gravidez não planejada quanto de doenças sexualmente transmissíveis. Qualquer um pode pegar camisinhas de graça em clínicas públicas e Unidades Básicas de Saúde (UBS), sem complicação. Ou seja, ENCAPA ESSE PINGUÉ, relaxa e goza!

Na quarta-feira, dia 26, o mundo inteiro comemora o Dia da Prevenção da Gravidez na Adolescência. O tema deste ano é “Seu futuro. Sua escolha. Sua Contracepção”. Mais informações aqui.

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Metade da população brasileira considera a vida sexual insatisfatória


As queixas dos brasileiros, entre eles homens e mulheres, são velhas conhecidas e vão desde preliminares fracas a relações rápidas demais. Tudo isso contribui para que a vida sexual a dois seja considerada insatisfatória para 49% dos brasileiros, conforme os resultados divulgados pela Durex Global Sex Survey, pesquisa global que analisou o comportamento sexual em vários países, divulgada nessa terça-feira, 21.

No Brasil, foram entrevistados 1.004 homens e mulheres, entre 18 e 65 anos, sobre diversos pontos relevantes à sexualidade. Os dados, contextualizados pela psiquiatra e coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas Carmita Abdo, abordam questões como frequência e duração das relações, preliminares, orgasmo e bem-estar na relação.

“Homens e mulheres sofrem com problemas sexuais, mas se recusam a discuti-los entre si, como um casal, ou com a ajuda de profissionais especializados”, explicou Carmita Abdo. Segundo ela, o fato de a sexualidade ainda ser considerada um tabu por boa parte dos brasileiros é o principal obstáculo para superar queixas recorrentes e prevenir problemas simples, como preliminares sem entusiasmo ou dificuldade de atingir o orgasmo.

Timidez, receio e preguiça
Entre as mulheres, ainda existe o medo em revelar ao parceiro as preferências de carícias e demais atividades sexuais, por isso a dificuldade de atingir o orgasmo feminino durante a relação continua muito comum. Os números provam: 28% das mulheres sentem mais facilidade em atingir o orgasmo por meio da masturbação, sem a ajuda do parceiro.

Do lado deles, a situação insatisfatória não é tão diferente, já que 38% dos homens confessaram que já tiveram problemas de ereção e 16% já sofreram com a perda de libido durante a relação.

Outro ponto importante para a queixa dos brasileiros é sobre as preliminares, fundamentais para que o casal tenha uma relação com mais qualidade e prazer. De acordo com o estudo, 40% dos entrevistados afirmaram ter em média de 6 a 15 minutos de preliminares, enquanto 15% não chegam a fazer as carícias que precedem o sexo – ou as fazem por apenas 5 minutos.

Embora as reclamações já sejam conhecidas pelos especialistas, a pesquisa indicou um fenômeno novo em relação à vontade realizar sexualmente o parceiro. “Dentre os entrevistados, observamos que 7 em cada 10 homens têm na relação sexual o objetivo de satisfazer plenamente a parceira. Isso é uma quebra de paradigma, porque agora o prazer da mulher realmente é realmente importante para os homens”, afirma Carmita Abdo. Para as mulheres, vale a mesma regra: 58% delas acreditam que são responsáveis pela satisfação dos parceiros.

Uma vez que já existe a predisposição em querer satisfazer o outro, falta superar o receio em compartilhar os desejos sexuais, com cumplicidade e empenho. Sexo é uma via de mão dupla e cabe ao casal trabalhar em conjunto para o prazer mútuo.

Certo ou errado, transar faz bem à saúde
Outro dado que reforça o caráter de tabu que é atribuído ao sexo pela sociedade diz respeito à opinião dos brasileiros sobre como termina a primeira noite de encontro. Para 39% das mulheres, ainda é errado transar na primeira noite, enquanto 58% dos homens concordam com esse desfecho. “Embora eles concordem, ainda existe a ideia de que o sexo no primeiro encontro acontece com mulheres com quem não se planeja um relacionamento a longo prazo, ou seja, como algo de uma noite só”, pondera Carmita Abdo.

Certo ou errado, no primeiro ou décimo encontro, não importa: sexo está ligado a uma melhor qualidade de vida e a maioria dos entrevistados não duvida disso. Segundo as respostas, 63% dos homens e 72% das mulheres acreditam que a relação melhora o humor e mantém o casal mais conectado e feliz.

Fonte: IG

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Silicone melhora vida sexual devido a dinheiro e esforço gastos, diz psicóloga

Andressa Urach exibe seios e bumbum no Instagram

Mulheres que colocam implantes de silicone nos seios tendem a melhorar sua vida sexual, mas não pelo motivo que imaginam.

Segundo a psicóloga Tomi-Ann Roberts, da Universidade do Colorado (EUA), é o fato de a mulher estar investindo dinheiro em si mesma que dá uma turbinada na cama — e não o tamanho dos seios em si.

“Quando dispendemos um esforço grande, gastamos uma grande quantia de dinheiro e tempo em alguma coisa, tendemos a justificar aquele esforço”, explicou a estudiosa ao “Daily Mail”. “O que melhora o desempenho é o esforço, não os seios”.

A psicóloga baseou seu estudo em uma pesquisa brasileira, feita com 45 pacientes do cirurgião plástico Paulo Guimarães. Elas responderam um questionário antes de fazer a cirurgia e após dois, quatro e 18 meses de decorrida a operação.

Dentre as pacientes, nove ficaram com estrias e não reportaram nenhuma melhora na vida sexual. As estrias podem ocorrer se o implante for muito maior do que o seio original.

As outras 36 pacientes, que não tiveram estrias, relataram melhoras na qualidade do sexo, na excitação e na satisfação.

“Aqui estão 45 mulheres que gastaram uma quantidade de tempo, dinheiro e esforço para aumentar seus seios porque a mídia as convenceu de que seus seios são inadequados. Não me surpreende que elas estão satisfeitas com a cirurgia”, comentou a dra. Roberts.

“As mulheres heterossexuais tendem a se preocupar com a satisfação do parceiro. Se os novos seios estão agradando aos parceiros, elas se sentirão mais atraentes”, diz a psicóloga. “Vivemos numa cultura ‘Victoria’s Secret’, na qual seios são coisas feitas para o prazer dos homens”, criticou.

Fonte: F5

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Primavera, sexo casual e camisinha

Taradinhos e taradinhas,

Uma pesquisa feita na Europa, por um site de relacionamento casual (sexo!), entrevistou 22 mil pessoas, entre homens e mulheres.
E alguns dados chamaram a atenção; o lugar mais cobiçado para realizar uma noite de sexo casual foi a floresta, isso mesmo, no meio do matagal, com 37% das opiniões.
“Mas, Bárbara, aqui no Brasil, principalmente nas grandes cidades, é complicado achar uma floresta assim.”
Concordo, e é por isso que na falta da floresta, o lugar escolhido é a praia! Com 32%, ela aparece na segunda colocação. E praia, minha gente, é o que não falta nesse país, seja de mar aberto ou rio.

Outro dado interessantíssimo, foi a opinião de mais da metade dos entrevistados de que a época do ano mais fácil pra rolar o sexo casual é a Primavera!
Consigo até imaginar o porque: não faz frio como no Inverno, não venta tanto quanto o Outono e não faz aquele calor de rachar como no Verão. É, a primavera é de fuder!

Mas não só de sexo casual vive a primavera, ela também é responsável pela maior probabilidade de se encontrar um novo amor. Taí, deve ser por causa das flores!

E querem uma boa notícia?! Sábado começa a Primavera, portanto, usem esses dados pra conquistar aquela gatinha, ou aquele bofe ma-ra-vi-lho-so!

E gente, não façam besteira, usem camisinha! Mesmo se esquecer e na hora H não tiver, dê aquele tempinho e saia pra comprar.
Melhor que amargar algumas… algumas…

Bem vejam esse vídeo sensacional:

 

E aí, vai encarar?
#FicaDica

Beijocas

 

Vídeo produzido pelo pessoal do Só 1 minuto, canal do YouTube e notícia retirada do blog da Carol Castro, na Super Interessante.

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Menstruação e virgindade – hoje em relação ao século XX


Hoje, menstruamos muito mais que no início do século: menos filhos e maior expectativa de vida

Na geração da minha bisavó, no início do século XX, as mulheres menstruavam de 40 a 80 vezes na vida. Isso porque nem dava tempo: ao longo dos 42 anos que elas costumavam viver, tinham uma média de dez filhos! Hoje em dia, gastamos muuuuuito mais em absorventes. São cerca de 400 a 500 ciclos menstruais, menos de um filho por mulher e expectativa de morrer depois dos 77 anos de idade. Os dados são da sexóloga Carmita Abdo (Prosex/USP), do CENSO e do IBGE.  Eles foram apresentados na semana passada, durante um encontro sobre bem-estar íntimo feminino, promovido pela Johnson & Johnson. Carmita estava presente no bate-papo, ao lado da antropóloga Mirian Goldenberg.

Morri de inveja ao saber que, na época da bisa, a maioria das moças menstruava pela primeira vez aos 17 anos. A inveja parou por aí ao descobrir que elas recorriam a paninhos reutilizáveis “naqueles dias”. Palmas pra quem inventou os absorventes descartáveis, não? Os ecochatos que me perdoem… Atualmente, as meninas têm cerca de 12 anos quando se deparam com o sangue entre as pernas. Eu tinha mais ou menos essa idade quando acordei, assustada, achando que tinha parido um alienígena durante o sono. Fui a terceira garota da sala a ficar “mocinha” e a aparecer andando feito uma pata no colégio porque não tinha experiência com a tal mini-fralda de calcinha.

Outra coisa que me chamou a atenção: segundo Carmita, apenas 10% das mulheres casam virgens. Geralmente, a brasileira inicia a vida sexual aos 15 anos e sobe ao altar aos 28. Em média, são 13 anos de experimentação e troca de parceiros. Mas somente 1/3 pratica a masturbação. A médica coordenou o estudo Mosaico Brasil, em 2008, com mais de 8 mil participantes. Olha só que interessante o resultado à pergunta: com que idade você transou pela primeira vez?

Idade Atual > Quando perdeu a virgindade
18-25 anos > 15,6 anos
26-40 anos > 18,3 anos
41-50 anos > 19,9 anos
51-60 anos > 21 anos
61-70 anos > 22,2 anos

No encontro, as duas convidadas comentaram sobre a relação das mulheres com suas vaginas. E concordaram que elas têm pouca intimidade com a própria genitália, o que atrapalha a higiene pessoal e a sexualidade. “É diferente do homem, que desde pequeno aprende a pegar no pênis para aprender a fazer xixi e mirar o jato de urina”, disse a sexóloga Carmita Abdo. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, a maior crise é que a mulher tem dificuldade de aceitar o seu corpo. “Elas acham a vagina feia e querem disfarçar seu odor natural.”

No próximo post, dicas para a higiene íntima feminina.

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