SexSquare: dê um check-in nela(e) e conte como foi

No aplicativo para celular, você pode marcar em que local foi o sexo – e ainda dar detalhes íntimos e divertidos

Houve um tempo em que as pessoas transavam escondido, em lugares proibidos, e mantinham a discrição. No máximo, confessavam aos melhores amigos que tinham aprontado horrores numa tal escadaria do prédio ou naquele banheiro da balada. Agora, caro leitor, o povo compartilha essas informações numa rede social chamada SexSquare.

Lançado há duas semanas, o aplicativo é um geolocalizador focado no comportamento sexual dos usuários. A novidade foi inspirada no FourSquare, responsável por aqueles posts do seus amigos no Facebook… Sabe quando Fulano avisa que está no bar X e que a caipirinha de lá é maravilhosa? Ou quando Beltrano conta que fez uma corrida matinal e marca o Parque do Ibirapuera? Então, no SexSquare você pode dar check-in na(o) gata(o), depois contar sobre o rala-e-rola.

Existem ícones para dizer se foi na água, no carro, no trabalho… “com amor” ou uma “rapidinha”. Outros para especificar detalhes como os brinquedos eróticos usados (vibrador, plug anal, estimulador de próstata etc) e as posições sexuais praticadas (“vaqueira asiática”, “canguru perneta”, entre outros). O app também pede para classificar a transa, numa escala que varia de péssimo a épico. É um arraso para gente com fetiche exibicionista.

Quanto mais check-ins o usuário fizer, mais medalhas ganha. Se a frequência for admirável, ele leva o título de “Sex Machine” (ou “máquina de sexo”). Você não precisa se identificar para brincar com o aplicativo. É possível fazer um cadastro simples aqui – apenas com apelido, gênero, idade, orientação sexual. Depois, basta escolher entre 18 avatares disponíveis. O SexSquare, iniciativa da Finger Tips e da Loja do Prazer, funciona só em celulares com sistema Android e pode ser baixado gratuitamente.

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Ela recebe salário para gozar – quem é a testadora de produtos eróticos

O site anunciou uma vaga de emprego para testar sex toys. Sete mil mulheres se candidataram em uma semana

Mariana Blac é o pseudônimo da paulistana que derrubou sete mil candidatas a uma vaga de emprego. E você aí achando que difícil mesmo é entrar no curso de medicina da USP, com 51 inscritos por vaga… Tudo começou com um anúncio de jornal que ganhou as redes sociais: “Procura-se testadora de produtos eróticos”. Em uma semana, devido à demanda inesperada, encerraram-se as inscrições. O contratante era o site Sexônico, uma espécie de Google dos sex toys. Ele funciona como um buscador – basta digitar o produto para visualizar fabricantes, preços e resenhas. Mariana preencheu o formulário virtual, colocou a pretensão salarial e anexou seu currículo. Aos 26 anos, formada em jornalismo, ela trabalha como analista de mídias sociais em uma agência de publicidade.

Na fase final da seleção, lhe pediram uma resenha de algum brinquedinho que tivesse em casa. Mariana escreveu sobre as bolinhas de pompoarismo. O ex-namorado não gostava muito da ideia de dividi-la com outro pênis (ainda que de borracha). “Ele tinha preconceito com vibradores, sabe como é…” Para apimentar a relação, o jeito era recorrer a cosméticos como óleos sensuais e géis aromatizantes. Agora Mariana está solteira e, portanto, vai abusar dos consolos e tudo que puder ser usado solitariamente. Assim que foi eleita pela empresa, ela recebeu uma caixa com 15 produtos eróticos (que não serão sorteados nem reutilizados, ufa). Poderia escolher qualquer um para começar a maratona de testes. Vibrou com o Rabbit, o famoso e caro aparelhinho. Mariana me disse que poderia casar com ele de tão fantástico e mandou um trecho da resenha que será publicada:

“Ai, ai… Eu vou suspirar por esse vibrador por muito tempo! O Rabbit definitivamente não é um brinquedo erótico comum. É o produto que merece ser tratado com seu maior carinho. Produzido com um material macio, maleável, que parece ter qualidade para durar eternamente, o Rabbit assusta à primeira vista. O brinquedo é grande. E bota grande nisso! Consistente e volúvel, parece que ele nunca vai encontrar seu par perfeito. Mas pode ter certeza: você tem espaço suficiente para encaixar todo esse talento entre suas pernas”.

O perfil no Facebook da personagem Mariana Blac, a testadora de produtos eróticos, criada por uma jornalista paulistana

A testadora trabalha de casa, depois do expediente na agência. Recebe um salário de R$ 2 mil e não precisa bater ponto (só outras coisas). Taí porque a vaga foi tão concorrida – até uma senhora de 60 anos se inscreveu. Mas nem tudo são bons orgasmos. Os pais de Mariana acharam que se tratava de outra piada da filha. O chefe do emprego convencional nem imagina como ela complementa a renda. E ela receia que não vá encontrar namorados tão compreensivos. Mas a profissão já está fazendo com que ela conheça melhor o próprio corpo e desenvolva sua sexualidade. “Não que eu fosse fanática por brinquedos eróticos”, diz Mariana. “Talvez agora eu fique…” Coitados dos vizinhos!

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“Oficializei o meu P.A. (pênis amigo)”


P… amigo: se você só quiser comer, não pode ser fofo assim…

Sexo sem compromisso não era novidade para a publicitária C., de 25 anos. Mas, há poucas semanas, ela oficializou seu primeiro P.A. Você já deve ter ouvido essa sigla para “Pênis Amigo” nas conversas de bar ou de banheiro feminino. É possível até que você tenha ou seja um P.A. sem saber. Se ela só te liga de madrugada, bêbada e cheia de amor para dar… SIGNIFICA. Se ela não faz questão de conversa, prefere ir direto ao ponto e nunca dorme com você depois… SIGNIFICA. Se ela desaparece até você sacar, pelas redes sociais, que ela está carente… SIGNIFICA. Para esclarecer a função, as vantagens e as desvantagens de um P.A., o Sexpedia pediu à C. que contasse sua experiência:

Desde a primeira vez que a gente transou, ficou claro que não rolaria aquela ligação no dia seguinte. Somos da mesma turma de amigos há muito tempo. Sempre rolou uma tensão sexual forte e quase incontrolável entre nós dois. Não era sentimento, mas alguma coisa química que carregava o ambiente. Fizemos sexo no segundo encontro, três anos atrás. E continuamos nos pegando esporadicamente em viagens e festas. Ele já era meu p… amigo, mas esse título não era verbalizado. Talvez existissem frescuras e certos pudores. Agora é oficial. E isso faz muita diferença.

O sexo, até então, acontecia como uma consequência de nos esbarrarmos em algum lugar. Como assumimos essa relação de “friendly fuck” (ou “transa amiga”, em tradução livre), o sexo virou a causa de nos encontrarmos. É mais honesto. Somos amigos e temos consideração um pelo outro, mas não temos um caso sério ou um namoro. Adoro a liberdade e a informalidade do nosso esquema. Não ficamos encanados se o outro vai se decepcionar com uma opinião ou atitude. A gente costuma se ver na minha casa porque moro sozinha. As intenções são bem claras. Ele não me liga com o xaveco furado de “posso passar aí pra gente trocar ideia?”. Ok, a gente conversa. Mas sempre rola sexo. Principalmente naquele sábado a noite em que você não tem nada pra fazer, sabe?

Ter um p… amigo é divertido e bem conveniente. Não há espaço para hipocrisia. Por exemplo, no começo acho que ele se sentia na obrigação de levar um vinho. Não sei se pelo romantismo, mas para seguir um protocolo. Eu ria por dentro – com ou sem vinho, a gente ia transar do mesmo jeito. Hoje já topo até delivery para agilizar as coisas! O sexo com um p… amigo não tem “mimimi” ou pudor. A gente fala mesmo: “olha, fica nessa ou naquela posição”. É mais livre para exercitar as fantasias. Nós dois estamos satisfeito só com essa ligação sexual.

Não tenho ciúmes dele, mas também não quero saber de detalhes das aventuras sexuais com outras mulheres. Uma vez ele começou a contar e eu lancei: “Ah, não. Pelo menos finge que não sai com mais ninguém, né?”. Ele ficou sem graça e eu caí na risada. Ter um p… amigo leva tempo e maturidade. Não pode envolver uma carga emocional, sabe? Dormir de conchinha, por exemplo, leva a outro grau de intimidade. Melhor evitar se você não quer que a relação evolua para outra condição.

Na internet, existem até manuais para que o pênis amigo não se transforme numa galinha da angola, cacarejando por aí “tô fraco, tô fraco” porque se apaixonou pela moça. E vice-versa. A principal regra: balançou o coração, corta o pênis e fica só com o amigo.

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Campeões da sacanagem em São Paulo

O Sexpedia elegeu os campeões em três categorias de sexo

Olha só que bacana: o Sexpedia foi convidado para eleger os campeões em três categorias de sexo no especial “O Melhor de São Paulo”, da revista ÉPOCA São Paulo. Eu revisitei sex shops, selecionei os produtos mais interessantes, fiz aula de sensualidade e até experimentei uma massagem tântrica (sim, “lá” mesmo). Tudo para adiantar a vida do leitor, que não merece passar pelo calvário até encontrar o melhor do melhor. Pode confiar no meu taco – ainda que eu não tenha um. A edição já está nas bancas, com 182 vencedores em restaurantes, bares, baladas, beliscos, bem-estar, diversão, consumo e serviços. O Sexpedia adianta aqui os lugares que vão te dar todos os ingredientes para você comer bem. Em casa.

Escola de sensualidade
Constantine

As cadeiras têm estampa de oncinha. As ferramentas de ensino não são lousas e livros, mas um espelho, uma barra de pole dance, um pênis de borracha. Na sala de aula, anexa à loja de roupas e acessórios eróticos Constantine Boutique, mulheres registram a teoria em cadernos e bloquinhos. Tomam nota da anatomia masculina, dos exercícios para fortalecer a vagina, dos cosméticos mais indicados para uma massagem estimulante, dos truques para disfarçar as gordurinhas na hora do strip-tease. Muitas são casadas. Outras, ainda na pista, já cansaram da mesmice na cama. Tímidas ou descoladas, comparecem às aulas em busca de instrumentos e artifícios para apimentar a relação ou aumentar a intimidade com o parceiro. As professoras esclarecem dúvidas inconfessáveis com bom humor e naturalidade.

Solte suas feras: professora de strip ensina aluna sobre a arte de tirar a roupa

A maioria dos oito cursos, com duração de três horas cada (R$ 200), inclui uma parte prática. Técnicas para tirar a roupa, coreografias para fazer com a barra e rudimentos de massagem tailandesa (feita com pés,nádegas e seios) estão entre as valiosas estratégias ensinadas. Na programação, montada pela psicóloga Luciana Keller, proprietária da butique, há disciplinas diretamente ligadas à arte da sedução, como massagem sensual, pompoarismo, strip-tease e pole dance, e outras que ajudam a melhorar o desempenho em si, como o curso Segredos do sexo, com dicas para fazer um oral imbatível e um anal sem traumas. Para as menos criativas, o curso Mala de motel apresenta produtos que provocam os cinco sentidos na hora da farra.

• R. Gaivota, 1.311, Moema, tel. 5042-2760, constantine-sp. com.br. Seg. a sex. 10h/20h; sáb. 10h/19h.

Massagem íntima
Spaço Tantra

O sobrado não tem placa: é preciso se identificar ao interfone. A decoração, com motivos indianos, e a música lembram as de um spa. As massagens (R$ 300 por uma hora e meia) usam conceitos como chacras e energia vital para, entre outros benefícios, tratar ejaculação precoce e falta de ereção (no caso dos homens) ou ausência de libido e de orgasmos (mulheres). Dhara é terapeuta. Conduz a repórter a uma sala reservada. “Pode ficar nua e deitar de bruços”, diz. Banhadas em óleo, suas mãos percorrem o corpo da cliente. Pressionam, dedilham, desenham de leve com as pontas dos dedos. Arrepios surgem nos lugares menos prováveis. A cliente é, enfim, convidada a se virar. Agora, dhara busca sua yoni (nome da vagina no tantra). Despreza o clitóris para se concentrar na musculatura ao redor: áreas quase sempre esquecidas do genital. Quando o orgasmo vem, a duração e a intensidade são maiores do que as habituais. A repórter adormece, mas logo desperta. “Foi bom para você?”, Dhara quer saber.

R. Flórida, 687, Brooklin, tel. 5041-1344, spacotantra.com.br. Seg. a dom. 9h/22h.

Sexshop
Revelateurs

Uma loja sem-vergonha, em todos os sentidos. Quando as irmãs Ana Maria e Ana Paula Delarcina abriram a butique Revelateurs, em 2001, a intenção era exatamente esta:ter um espaço para vender lingerie e brinquedos sexuais sem causar constrangimento. Na discreta esquina ocupada pela loja, em Moema, não há letreiro em néon nem cartazes pornográficos. Amplo e clean,o salão tem duas araras com peças de extremo bom gosto (corselets, meias 7/8 e luvas, entre outros adereços) e fantasias inspiradas em variados fetiches. Num canto,prateleiras abrigam produtos e acessórios para apimentar o sexo. Nada de consolos de borracha. Nos toys da Revelateurs, design, tecnologia e materiais surpreendem.há até um vibrador de ouro,à venda por R$ 8.720.

R. Gaivota, 1.502, Moema, tel. 5561-9552, revelateurs.com.br. Seg. a sex. 9h30/19h; sáb. 10h/18h.

* Os brinquedinhos que selecionei na Revelateurs:

Music ViBe
Exclusivo, o vibrador vem com uma estação para iPod e vibra ao ritmo da música. R$ 698

We ViBe 3
Dupla estimulação: uma ponta toca o clitóris e a outra, o ponto G. R$ 599

Lyla
Massageador feminino silencioso, é acionado por controle remoto. R$ 798

Tenga EGG
Masturbador masculino, tem orifício para o pênis e simula sexo oral. R$ 39

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Curiosidades sobre o Orgasmo que provavelmente você não sabia

11 curiosidades sobre orgasmo
 

Gozar, a arte de gozar – risos… O que falar sobre uma das coisas mais gostosas e relaxantes da vida? Bom, partindo do princípio que você provavelmente não deve saber muito sobre o universo do orgasmo, pesquisamos sobre o assunto para deixar você de boca aberta com alguns fatos curiosos.

+ 10 experiências sexuais que todos deveriam ter uma vez na vida
+ Como deixar uma mulher louca de raiva na cama
+ Dicas para você arrasar no Sexo Oral com seu boy


Confira 10 curiosidades sobre o orgasmo que você provavelmente não sabia: 

1) Cinco mulheres gozando juntas são capazes de acender uma lâmpada de 1 Volt, afinal durante o orgasmo a parede vaginal solta tipo uma descarga elétrica. Babado, como ninguém pensou antes em uma fonte de energia elétrica alternativa tão gostosa? Risos.



2)
 Sabe aquele soninho pós-sexo que bate nos homens e que a mulherada odeia? Não é culpa deles, afinal depois de gozar, os homens liberam uma substância chamada “prolactina”, que dá a sensação de moleza no corpo.

3) Algumas mulheres podem ejacular até 2 litros e meio de um líquido transparente e inodoro.

4) Algumas – leia-se raríssimas – mulheres podem atingir um orgasmo a cada 36 segundos. Imagina isso em 24 horas? Aja fôlego, heim?


 
5) Enquanto o orgasmo masculino é algo praticamente físico, o de grande parte das mulheres está ligado com o emocional. Estudos comprovam que mulheres inseguras têm mais dificuldade de gozar, por exemplo.

6) Um orgasmo por dia é como um copo de suco de laranja no café da manhã: age direto no sistema imunológico e te previne de doenças ligadas a baixa resistência, como a gripe.

7) Tamanho é documento SIM, quer dizer, no caso das poucas mulheres que conseguem ter orgasmo vaginal (a maioria delas só consegue atingir o clitoriano). Pênis com menos de 15 centímetros não fazem muita mágica na hora da penetração, diz estudo. É dos bem dotados que elas gostam mais?

 

8) O orgasmo feminino dura em média 20 segundos, enquanto o dos homens dura metade do tempo. Já o dos porcos costuma durar meia hora – OI? Quando você for chamado(a) de porco(a), considere um elogio!

9) Existe uma doença rara que pode fazer a mulher involuntariamente ter em média 100 orgasmos por dia – não me venha com piadas, por mais gostosa que a ideia possa parecer, é uma maldição. Imagina você no trem lotado na hora do rush tendo um orgasmo dentro do outro? Péssimo!

10) Uma boa ejaculada pode percorrer quase dois quilômetros a 45 km/h. 

11) Mulheres podem gozar sem nem tocar sua vagina, apenas com a força do pensamento. Homens, morram de inveja. ;)

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Mulheres e seus orgasmos

Orgasmo! Aahh… O orgasmo!
Se alguem acha que tem coisa melhor nesse mundo, é melhor parar de ler agora! Ou melhor, pára o mundo que eu quero descer!

Todos nós temos a oportunidade de ter orgasmos, seja você homem ou mulher. Tudo bem, tudo bem, há aquelas que nunca viram, e digo “aquelas” porque homem vê quase sempre — pra não dizer todo dia.
Aquela sensação gostosa, incontrolável, como uma explosão saindo de dentro de você e que, como um descampado amarelo esverdeado com mato baixinho, traz uma moleza, uma sensação de não querer não fazer nada. Somente superada por outra sessão de orgasmo!

Pensando nisso e lendo um pouco por aí, resolvi adaptar colocar uma lista de orgasmos femininos que são conhecidos. Ou, pelo menos, são de um senso comum.

Vamos a eles;

Orgasmos Preliminares: As preliminares são muito importantes, primeiro porque servem como aquecimento e para a mulher é o primeiro passo pra que ela possa alcançar orgasmos múltiplos depois. Então, dedos e língua à obra!

Orgasmo mamilo: Nem todas as mulheres podem ou conseguem, mas é mais comum do que se imagina!
Orgasmo clitoriano: O bom e velho botãozinho. Não é tão intenso quanto os orgasmos vaginais, mas ainda assim é ótimo aquecimento. E há mulheres que só chegam lá assim. Esfrega/aperte/lamba esse camarada aí.

Orgasmos da penetração

Orgasmo vaginal: Como cada xoxó é diferente e cada mastro também, as vezes é complicado chegar lá. Mas se conhecendo um pouco, e já tendo sido estimulada anteriomente (preliminares) fica mais fácil. E, sinceramente, é o melhor de todos!
Orgasmo anal: Ao contrário do que muitos dizem por aí, muitas mulheres atingem o orgasmo durante o sexo anal. As mulheres descrevem a sensação como sendo muito diferente, mas tão prazerosa quanto os outros, digamos, mais tradicionais.
Orgasmos múltiplos: Quer dizer que seu pau vale ouro. Já que serão pouquíssimos que ela verá na vida. Aproveite, mas sem ficar se achando o garanhão fodedor! Pra explicar melhor, é sua parceira ter inúmeros orgasmos seguidos.
Orgasmo contínuo: Requer uma certa intimidade e uma entrega total. Quando sua parceira tem um orgasmo e, ao invés de deixar que sua excitação baixe, o estímulo sexual continua. Isso fará com que ela prolongue o orgasmo por mais tempo. Quase sempre elas estarão exaustas depois disso. E pode comemorar, ela não vai mais largar seu pau!

Aprenderam alguma coisa?
Então vamos gozar minha gente. Faça amor não faça guerra!
E vamos combinar que a melhor coisa quando a gente briga é a transa de reconciliação. Uma delícia! Seja com o marido, namorado, amante, pau amigo… Enfim, com quem você esteja trepando!

Beijo beijo

vi a lista no AreaH.

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SexSquare: dê um check-in nela(e) e conte como foi

No aplicativo para celular, você pode marcar em que local foi o sexo – e ainda dar detalhes íntimos e divertidos

Houve um tempo em que as pessoas transavam escondido, em lugares proibidos, e mantinham a discrição. No máximo, confessavam aos melhores amigos que tinham aprontado horrores numa tal escadaria do prédio ou naquele banheiro da balada. Agora, caro leitor, o povo compartilha essas informações numa rede social chamada SexSquare.

Lançado há duas semanas, o aplicativo é um geolocalizador focado no comportamento sexual dos usuários. A novidade foi inspirada no FourSquare, responsável por aqueles posts do seus amigos no Facebook… Sabe quando Fulano avisa que está no bar X e que a caipirinha de lá é maravilhosa? Ou quando Beltrano conta que fez uma corrida matinal e marca o Parque do Ibirapuera? Então, no SexSquare você pode dar check-in na(o) gata(o), depois contar sobre o rala-e-rola.

Existem ícones para dizer se foi na água, no carro, no trabalho… “com amor” ou uma “rapidinha”. Outros para especificar detalhes como os brinquedos eróticos usados (vibrador, plug anal, estimulador de próstata etc) e as posições sexuais praticadas (“vaqueira asiática”, “canguru perneta”, entre outros). O app também pede para classificar a transa, numa escala que varia de péssimo a épico. É um arraso para gente com fetiche exibicionista.

Quanto mais check-ins o usuário fizer, mais medalhas ganha. Se a frequência for admirável, ele leva o título de “Sex Machine” (ou “máquina de sexo”). Você não precisa se identificar para brincar com o aplicativo. É possível fazer um cadastro simples aqui – apenas com apelido, gênero, idade, orientação sexual. Depois, basta escolher entre 18 avatares disponíveis. O SexSquare, iniciativa da Finger Tips e da Loja do Prazer, funciona só em celulares com sistema Android e pode ser baixado gratuitamente.

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Ela recebe salário para gozar – quem é a testadora de produtos eróticos

O site anunciou uma vaga de emprego para testar sex toys. Sete mil mulheres se candidataram em uma semana

Mariana Blac é o pseudônimo da paulistana que derrubou sete mil candidatas a uma vaga de emprego. E você aí achando que difícil mesmo é entrar no curso de medicina da USP, com 51 inscritos por vaga… Tudo começou com um anúncio de jornal que ganhou as redes sociais: “Procura-se testadora de produtos eróticos”. Em uma semana, devido à demanda inesperada, encerraram-se as inscrições. O contratante era o site Sexônico, uma espécie de Google dos sex toys. Ele funciona como um buscador – basta digitar o produto para visualizar fabricantes, preços e resenhas. Mariana preencheu o formulário virtual, colocou a pretensão salarial e anexou seu currículo. Aos 26 anos, formada em jornalismo, ela trabalha como analista de mídias sociais em uma agência de publicidade.

Na fase final da seleção, lhe pediram uma resenha de algum brinquedinho que tivesse em casa. Mariana escreveu sobre as bolinhas de pompoarismo. O ex-namorado não gostava muito da ideia de dividi-la com outro pênis (ainda que de borracha). “Ele tinha preconceito com vibradores, sabe como é…” Para apimentar a relação, o jeito era recorrer a cosméticos como óleos sensuais e géis aromatizantes. Agora Mariana está solteira e, portanto, vai abusar dos consolos e tudo que puder ser usado solitariamente. Assim que foi eleita pela empresa, ela recebeu uma caixa com 15 produtos eróticos (que não serão sorteados nem reutilizados, ufa). Poderia escolher qualquer um para começar a maratona de testes. Vibrou com o Rabbit, o famoso e caro aparelhinho. Mariana me disse que poderia casar com ele de tão fantástico e mandou um trecho da resenha que será publicada:

“Ai, ai… Eu vou suspirar por esse vibrador por muito tempo! O Rabbit definitivamente não é um brinquedo erótico comum. É o produto que merece ser tratado com seu maior carinho. Produzido com um material macio, maleável, que parece ter qualidade para durar eternamente, o Rabbit assusta à primeira vista. O brinquedo é grande. E bota grande nisso! Consistente e volúvel, parece que ele nunca vai encontrar seu par perfeito. Mas pode ter certeza: você tem espaço suficiente para encaixar todo esse talento entre suas pernas”.

O perfil no Facebook da personagem Mariana Blac, a testadora de produtos eróticos, criada por uma jornalista paulistana

A testadora trabalha de casa, depois do expediente na agência. Recebe um salário de R$ 2 mil e não precisa bater ponto (só outras coisas). Taí porque a vaga foi tão concorrida – até uma senhora de 60 anos se inscreveu. Mas nem tudo são bons orgasmos. Os pais de Mariana acharam que se tratava de outra piada da filha. O chefe do emprego convencional nem imagina como ela complementa a renda. E ela receia que não vá encontrar namorados tão compreensivos. Mas a profissão já está fazendo com que ela conheça melhor o próprio corpo e desenvolva sua sexualidade. “Não que eu fosse fanática por brinquedos eróticos”, diz Mariana. “Talvez agora eu fique…” Coitados dos vizinhos!

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“Oficializei o meu P.A. (pênis amigo)”


P… amigo: se você só quiser comer, não pode ser fofo assim…

Sexo sem compromisso não era novidade para a publicitária C., de 25 anos. Mas, há poucas semanas, ela oficializou seu primeiro P.A. Você já deve ter ouvido essa sigla para “Pênis Amigo” nas conversas de bar ou de banheiro feminino. É possível até que você tenha ou seja um P.A. sem saber. Se ela só te liga de madrugada, bêbada e cheia de amor para dar… SIGNIFICA. Se ela não faz questão de conversa, prefere ir direto ao ponto e nunca dorme com você depois… SIGNIFICA. Se ela desaparece até você sacar, pelas redes sociais, que ela está carente… SIGNIFICA. Para esclarecer a função, as vantagens e as desvantagens de um P.A., o Sexpedia pediu à C. que contasse sua experiência:

Desde a primeira vez que a gente transou, ficou claro que não rolaria aquela ligação no dia seguinte. Somos da mesma turma de amigos há muito tempo. Sempre rolou uma tensão sexual forte e quase incontrolável entre nós dois. Não era sentimento, mas alguma coisa química que carregava o ambiente. Fizemos sexo no segundo encontro, três anos atrás. E continuamos nos pegando esporadicamente em viagens e festas. Ele já era meu p… amigo, mas esse título não era verbalizado. Talvez existissem frescuras e certos pudores. Agora é oficial. E isso faz muita diferença.

O sexo, até então, acontecia como uma consequência de nos esbarrarmos em algum lugar. Como assumimos essa relação de “friendly fuck” (ou “transa amiga”, em tradução livre), o sexo virou a causa de nos encontrarmos. É mais honesto. Somos amigos e temos consideração um pelo outro, mas não temos um caso sério ou um namoro. Adoro a liberdade e a informalidade do nosso esquema. Não ficamos encanados se o outro vai se decepcionar com uma opinião ou atitude. A gente costuma se ver na minha casa porque moro sozinha. As intenções são bem claras. Ele não me liga com o xaveco furado de “posso passar aí pra gente trocar ideia?”. Ok, a gente conversa. Mas sempre rola sexo. Principalmente naquele sábado a noite em que você não tem nada pra fazer, sabe?

Ter um p… amigo é divertido e bem conveniente. Não há espaço para hipocrisia. Por exemplo, no começo acho que ele se sentia na obrigação de levar um vinho. Não sei se pelo romantismo, mas para seguir um protocolo. Eu ria por dentro – com ou sem vinho, a gente ia transar do mesmo jeito. Hoje já topo até delivery para agilizar as coisas! O sexo com um p… amigo não tem “mimimi” ou pudor. A gente fala mesmo: “olha, fica nessa ou naquela posição”. É mais livre para exercitar as fantasias. Nós dois estamos satisfeito só com essa ligação sexual.

Não tenho ciúmes dele, mas também não quero saber de detalhes das aventuras sexuais com outras mulheres. Uma vez ele começou a contar e eu lancei: “Ah, não. Pelo menos finge que não sai com mais ninguém, né?”. Ele ficou sem graça e eu caí na risada. Ter um p… amigo leva tempo e maturidade. Não pode envolver uma carga emocional, sabe? Dormir de conchinha, por exemplo, leva a outro grau de intimidade. Melhor evitar se você não quer que a relação evolua para outra condição.

Na internet, existem até manuais para que o pênis amigo não se transforme numa galinha da angola, cacarejando por aí “tô fraco, tô fraco” porque se apaixonou pela moça. E vice-versa. A principal regra: balançou o coração, corta o pênis e fica só com o amigo.

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Campeões da sacanagem em São Paulo

O Sexpedia elegeu os campeões em três categorias de sexo

Olha só que bacana: o Sexpedia foi convidado para eleger os campeões em três categorias de sexo no especial “O Melhor de São Paulo”, da revista ÉPOCA São Paulo. Eu revisitei sex shops, selecionei os produtos mais interessantes, fiz aula de sensualidade e até experimentei uma massagem tântrica (sim, “lá” mesmo). Tudo para adiantar a vida do leitor, que não merece passar pelo calvário até encontrar o melhor do melhor. Pode confiar no meu taco – ainda que eu não tenha um. A edição já está nas bancas, com 182 vencedores em restaurantes, bares, baladas, beliscos, bem-estar, diversão, consumo e serviços. O Sexpedia adianta aqui os lugares que vão te dar todos os ingredientes para você comer bem. Em casa.

Escola de sensualidade
Constantine

As cadeiras têm estampa de oncinha. As ferramentas de ensino não são lousas e livros, mas um espelho, uma barra de pole dance, um pênis de borracha. Na sala de aula, anexa à loja de roupas e acessórios eróticos Constantine Boutique, mulheres registram a teoria em cadernos e bloquinhos. Tomam nota da anatomia masculina, dos exercícios para fortalecer a vagina, dos cosméticos mais indicados para uma massagem estimulante, dos truques para disfarçar as gordurinhas na hora do strip-tease. Muitas são casadas. Outras, ainda na pista, já cansaram da mesmice na cama. Tímidas ou descoladas, comparecem às aulas em busca de instrumentos e artifícios para apimentar a relação ou aumentar a intimidade com o parceiro. As professoras esclarecem dúvidas inconfessáveis com bom humor e naturalidade.

Solte suas feras: professora de strip ensina aluna sobre a arte de tirar a roupa

A maioria dos oito cursos, com duração de três horas cada (R$ 200), inclui uma parte prática. Técnicas para tirar a roupa, coreografias para fazer com a barra e rudimentos de massagem tailandesa (feita com pés,nádegas e seios) estão entre as valiosas estratégias ensinadas. Na programação, montada pela psicóloga Luciana Keller, proprietária da butique, há disciplinas diretamente ligadas à arte da sedução, como massagem sensual, pompoarismo, strip-tease e pole dance, e outras que ajudam a melhorar o desempenho em si, como o curso Segredos do sexo, com dicas para fazer um oral imbatível e um anal sem traumas. Para as menos criativas, o curso Mala de motel apresenta produtos que provocam os cinco sentidos na hora da farra.

• R. Gaivota, 1.311, Moema, tel. 5042-2760, constantine-sp. com.br. Seg. a sex. 10h/20h; sáb. 10h/19h.

Massagem íntima
Spaço Tantra

O sobrado não tem placa: é preciso se identificar ao interfone. A decoração, com motivos indianos, e a música lembram as de um spa. As massagens (R$ 300 por uma hora e meia) usam conceitos como chacras e energia vital para, entre outros benefícios, tratar ejaculação precoce e falta de ereção (no caso dos homens) ou ausência de libido e de orgasmos (mulheres). Dhara é terapeuta. Conduz a repórter a uma sala reservada. “Pode ficar nua e deitar de bruços”, diz. Banhadas em óleo, suas mãos percorrem o corpo da cliente. Pressionam, dedilham, desenham de leve com as pontas dos dedos. Arrepios surgem nos lugares menos prováveis. A cliente é, enfim, convidada a se virar. Agora, dhara busca sua yoni (nome da vagina no tantra). Despreza o clitóris para se concentrar na musculatura ao redor: áreas quase sempre esquecidas do genital. Quando o orgasmo vem, a duração e a intensidade são maiores do que as habituais. A repórter adormece, mas logo desperta. “Foi bom para você?”, Dhara quer saber.

R. Flórida, 687, Brooklin, tel. 5041-1344, spacotantra.com.br. Seg. a dom. 9h/22h.

Sexshop
Revelateurs

Uma loja sem-vergonha, em todos os sentidos. Quando as irmãs Ana Maria e Ana Paula Delarcina abriram a butique Revelateurs, em 2001, a intenção era exatamente esta:ter um espaço para vender lingerie e brinquedos sexuais sem causar constrangimento. Na discreta esquina ocupada pela loja, em Moema, não há letreiro em néon nem cartazes pornográficos. Amplo e clean,o salão tem duas araras com peças de extremo bom gosto (corselets, meias 7/8 e luvas, entre outros adereços) e fantasias inspiradas em variados fetiches. Num canto,prateleiras abrigam produtos e acessórios para apimentar o sexo. Nada de consolos de borracha. Nos toys da Revelateurs, design, tecnologia e materiais surpreendem.há até um vibrador de ouro,à venda por R$ 8.720.

R. Gaivota, 1.502, Moema, tel. 5561-9552, revelateurs.com.br. Seg. a sex. 9h30/19h; sáb. 10h/18h.

* Os brinquedinhos que selecionei na Revelateurs:

Music ViBe
Exclusivo, o vibrador vem com uma estação para iPod e vibra ao ritmo da música. R$ 698

We ViBe 3
Dupla estimulação: uma ponta toca o clitóris e a outra, o ponto G. R$ 599

Lyla
Massageador feminino silencioso, é acionado por controle remoto. R$ 798

Tenga EGG
Masturbador masculino, tem orifício para o pênis e simula sexo oral. R$ 39

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