Incesto: Tesão (com trepada) entre irmãos

As vezes o tesão fala muito mais alto que a razão!
Este é um desses casos. E, sem culpa nenhuma, os irmãos agora trepam toda a noite.

Como tudo começou? Dá uma lida!

 

Incesto: Tesão (com trepada) entre irmãos

Sou Tatiana, uma menina tímida e apesar de me achar muito gostosa, não sou provida de muita beleza. Todos me acham linda, menos eu. Tenho muitas sardas e frequentemente aparecem espinhas e cravos no meu rosto. Tenho verdadeiro horror a isso. Sou uma menina sonhadora e meu sonho maior é ser arrebatada nos braços de um príncipe, num cavalo branco.

Tudo bem, acordemos pra realidade. Se bem que sonhar é que move o nosso espírito. O homem mais lindo do mundo não pode ser meu. Porque é meu irmão Fábio. Tenho verdadeira adoração por ele. Às vezes me pego observando sua “mala” logo pela manhã quando ele acorda, uma amiga me contou que isso é “tesão de urina”. Assim que ele mija passa. Divago a imaginar meu irmão cavalão de pernas abertas no banheiro, mijando. Sempre escuto o barulho e parece uma cachoeira desabando do morro. Pelo barulho, ele deve ter um cacete enorme.

Apesar dos meus pensamentos obscenos, eu nunca dei trela a ele e isso tudo aqui é apenas um desabafo. Mas esta semana eu tive uma surpresa. Sentia-me incomodada durante o sono da noite, acordava sempre, assim que pegava outra vez o sono tinha sensações estranhas. Na última vez que acordei, senti um clima esquisito no quarto, talvez um cheiro ou um vulto. Sei lá. Fiquei a espreita e fingi dormir. Fingi ressonar e senti algo apalpar minhas tetinhas. É sim. Costumo dormir só de calcinha. E às vezes nem isso. Abri o canto do olho e vi meu irmão ao pé da minha cama de cacete em punho e alisando meus mamilos. Os biquinhos enrijeceram e me deu um tesão maluco. Minha xoxota virou um rio caudaloso de tanto néctar a escorrer. Ressonei novamente e ele se recolheu e ficou em silencio. Aproveitei pra mudar de posição. Antes eu puxei o lençol e cobri minha calcinha e aproveite e puxei a calcinha de lado, deixando os beicinhos da bocetinha a mostra. Pelo menos os imaginei assim. Esperei uns segundos, ressonei de novo e abri as pernas e fiquei de barriguinha pra cima. Entrei em sono profundo.

Lá vem o tesudo do meu irmão de novo. O cacete até brilhava de tão duro. Estava a menos de trinta centímetros da minha cara. Ai que vontade louca de enfiar aquilo tudo na boca. Logo ele se interessou pela minha xaninha. A essa altura era uma lagoa, de tão meladinha que eu tava. Logo ele passou os dedos por ela toda. Depois carinhosamente se inclinou e começou a passar a língua quente pelos lábios vaginais. Não me aguentei de desejo, gemi e chupei cana. Delirei gostoso e me trai. Fábio olhou nos olhos e eles estavam tronchos de desejos. Ele se assustou e quis se recolher, mas rapidamente alcancei seu membro rígido e segurei com força desproporcional. Fábio se contorceu de dor e se jogou na cama sobre mim tentando aliviar a pressão. Coloquei todo aquele colosso de Rhodes dentro da boca. E papei tudo feito bebê. Mastigava, chupava, e lambia tudo ao mesmo tempo. Enlouquecida de desejo nem pensei nas conseqüências. Fábio estirou ainda mais o cacete e retirando e enfiando tudo na minha boquinha. Endoidou. Gemeu, inflou o peito, retraiu-se todo e soltou toda porra do mundo na minha boquinha. Engasguei com a primeira esguichada direto na minha garganta. Mesmo assim dei conta de engolir tudo. Estava tomada de tesão. Fábio saiu do quarto e eu fiquei a ver navios.

Retirei a calcinha e fiquei nua em pelo jogada na cama. Contorcia-me feito cobra. Parei de bundinha pra cima e sentia minha boceta arder em chamas. De repente sinto-me invadida por trás. Fábio debruçou seu corpo sobre o meu e me enterrou num golpe duro metade da vara dura na minha bocetinha. Senti o drama, mas não recuei de tudo. Apenas me pus de quatro e ofereci minha xoxota toda pra ele. Ele novamente me invade por trás e pacientemente me cavalga. Em estocadas vigorosas vai preenchendo todos os espaços vazios de minha grutinha. Acompanhando seu ritmo quente, balançava tresloucadamente minha bunda pra frente e pra trás. Fui sendo metida impiedosamente até alcançar o clímax. Gozei bastante.

Fábio se alongava numa foda interminável. Eu babava de prazer. Fui me deitando aos poucos na cama e Fábio acompanhava meu corpo. Fui torcendo o corpo e passei uma perna pro cima da cabeça dele e sem deixar o cacete escapar por completo, fiquei na posição de papai e mamãe. Abraçamos-nos e nos beijamos sofregamente. Gozava ainda quando Fábio ameaçou gozar. Retirei a pica de dentro de mim e levei sobre os meus peitinhos. Lambuzei-os de porra. Metemos a madrugada toda. E tem sido assim desde então. Só o cuidado de evitar um flagra de algum curioso.

O resto é desejo. O resto é tesão. Irmão com irmão a foda é muito mais tranquila e gostosa.

autora: Sandra Salto 15

créditos do contos: Jardim do Prazer

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Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Eles são um casal extremamente safado!
Mesmo no motel, já cheios de tesão, se exibem pra quem entra. Fodendo e chamando os outros pra ver..

Confere aí essa história bem sacana;

 

Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Olá amigos, aqui vai mais um conto e fotos verídicos vividos por mim e uma amante putinha, a safada tem 23 aninhos é morena e bem magrinha, uma noite fomos ao motel e como de praxe para bons exibicionistas já a despi no caminho e ao cruzar o portão de entrada a fiz descer do carro e ir até a suíte caminhando nua a vadiazinha já chegou ensopada pela possibilidade de alguém a ver nua e ali já a esperava de pau duríssimo, depois de uns beijos ela tirou minha camisa na garagem e abriu meu zíper já pulando pra fora minha verga duríssima e começou a me masturbar até que ouvi o barulho de um carro entrando e foi ai que a mandei me chupar com a bunda virada para a passagem.
Ela dobrou seu corpinho magrinho e começou a me chupar o casal que entrava olhou assustado e seguiu e ela continuou a chupeta até que logo em seguida ouço outro barulho e a mando abrir a bunda com as duas mãos enquanto mamava em mim e ao se aproximar a caminhonete vi que o cara reduziu e ele e sua companheira riam, o cara tinha uns 47 anos e parou de frente a garagem e ficou vendo, ai abriu a porta desceu e deixou a porta aberta pra sua companheira ver também, sua companheira era loira de saia curtinha e umas coxas grossíssimas e um sorriso de largar a família.

Ele se aproximou pediu licença para assistir, eu consenti e quando a putinha foi reclamar a puxei pelos cabelos contra meu pau e a mandei calar a boca, ele pos a mão na bunda dela e ela chupando foi ai que abriu o zíper e tirou seu pau e começou a se masturbar, o pau dele era pequeno e ai eu lhe disse:
– Tá curtindo?
– Muito!
-Quer uma chupeta?
Ele gritou pra moça da caminhonete:
– Posso, amor?
– Só se virarem de lado pra eu ver!
Foi ai que mandei a cadelinha se virar e mamar o pau do cara enquanto eu a enrabava ela com lagrimas nos olhos atendeu e começou a chupar o cara enquanto isso a mina do cara ergueu a saia e se masturbava e tirava fotos quando anunciei o gozo e gozei no seu cuzinho o amigo também disse que ia gozar e foi ai que mandei que gozasse na boca dela e ele o fez com gosto.

Nisso desce a loira da caminhonete com a saia levantada e vai beijar a boca da minha cadelinha, então entra outro carro no motel e o amigo foi tirar a caminhonete enquanto as duas se beijavam me ajoelhei e fui lamber a buceta e o cuzão da loira que quando ia gozar chorava como uma boa puta. Ela gozou só de ser chupada no cú enquanto beijava a minha vadiazinha.

Trocamos telefone pra ela me enviar as fotos por watts-up e nos despedimos, marcamos uma foda a quatro mas só depois de eu foder a loira sozinho no escritório do coroa, em outra oportunidade conto pra vocês, abraço.

 

créditos do conto: contoerótico.com.br

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O Boquete (por ela)

Reproduzo (na íntegra) um texto maravilhoso, da sensacional Lena Lopez.

 

Você sempre sabe o que quero, quando quero e como eu quero! As vezes me perco, olhando para o teu corpo e deixando as fantasias rolarem soltas na minha cabeça. Quando te olho assim, sei que você também se excita, porque os nossos olhos falam um com o outros.
Há dias que não estou a fim de sexo, isto é, sexo comum e convencional e eu quero inovar, até mesmo fazer algo diferente. Há dias que o cansaço fala alto, mas como eu não vivo sem você e o contato com o teu corpo é inadiável para mim, eu tenho que lançar mão das minhas fantasias extravagantes, acalmar esse fogo que você acende dentro de mim, para quem sabe me animar e fazer sexo loucamente com você… E, isso sempre me acontece!
As vezes eu sou direta e sento à tua frente, não preciso te dizer nada, você sabe muito bem o que eu quero! Eu adoro ver a tua cara quando faço isso! Então te abraço pela cintura e com meu rosto acaricio o teu pau amolecido, ainda sob as calças e creio eu, apesar de mole, provavelmente ansioso pelo que eu tenho nos meus pensamentos.
Minha boca já conhece muito bem o gosto, e por isso se enche de saliva, minha língua já distingue cada uma das tuas dobras e meus lábios sabem a intensidade do calor que ele tem! Basta-me apenas pensar para ficar excitada, trazer à tona as minhas memórias, que não são tão antigas assim, ontem mesmo te fiz um boquete delicioso.
Você sabe! Você sabe muito bem o que eu desejo! E eu estou aqui, sentada a tua frente.
Deixe-me abrir o cinto, descer o zíper e levantar a tua camisa e baixar as tuas calças até os pés. Sim eu sei, só de imaginar a minha boca no teu pau, você ficou excitado e endureceu. Deixe-me vasculhar as possibilidades, medir o teu tesão por cima da cueca e sentir a glande, que está saltando para fora, já com uma gota brotando do orifício e escorrendo.
Fecho os olhos, desejando o teu gosto, puxo a cueca para baixo, involuntariamente passo a língua nos meus lábios. Num ato instintivo, minha boca faminta, de uma só vez, envolve teu pau e o suga com ânsia, querendo muito mais do que aquela gota solitária. Sinto que tuas pernas tremem, um gemido louco denunciou-me teu prazer.
Sem usar as mãos, ocupadas com a camisa, você descalça o sapato, desfaz-se das calças e joga tudo para o lado, ficando completamente nu. Não é necessário te pedir, te quero sentado no sofá e você sabe o que fazer, com cuidado, devagar, por que não gosto de retirar da boca e ter que recomeçar.
Vestido preto e decotado, meus seios apoiados nas tuas pernas e sinto neles a tua mão, procurando introduzir-se por baixo do tecido, tentando tirá-los para fora. Sinto uma das alças cair do ombro e a tua mão segurando um dos meus seios, procurando pelo bico intumescido. O calor me faz suspirar, a sensação me arrepia e perco a concentração. Empurro a tua mão, recoloco a alça ao ombro. Você sabe que eu gosto de ficar vestida nessa hora, então por que a teimosia?
Olho para você e engulo o teu pau até a base. Vejo-te estremecer e respirar fundo. Teu pau alcança a minha garganta, sinto teus testículos tocar-me o queixo. Lentamente retiro-o da boca e ao chagar na glande lambo o freio. Novamente abocanho até o fundo e permaneço assim um pouco, sentindo-o latejar dentro da minha boca. Isso me excita mais e começo lentamente o vai-e-vem. Sinto que você segura meus cabelos, proporcionando melhor visão e ao mesmo tempo ajudando-me a continuar os movimentos. Tua ansiedade te faz perder o controle e força a minha cabeça para baixo, fazendo-me engasgar. Sinto falta de ar, você foi além dos meus limites, te olho com reprovação, como pedindo que me você deixe à vontade.
Retomo com mais sede, acelero os movimentos, teu corpo estremece, você geme e urra sem nenhuma vergonha e nem mesmo lembra que as paredes do apartamento tem ouvidos. Você abraça meu corpo com as pernas, me aperta entre as coxas. sinto meus seios espremidos e as costelas doídas, mas continuo lambendo e chupando chupar. Paro os movimentos e fico somente com a glande dentro da boca, dedicando-lhe caricias com a ponta da língua, lambendo o orifício e vibrando-a no freio. Teu pau enrijece mais e torna-se mais quente.
A língua trêmula varre teu pau, de cima para baixo rumo aos testículos, ao alcançá-los, chupo um e depois o outro. Volto à varredura, de baixo para cima e ao chegar na glande, te chupa muito mais forte. Enterro-o na boca e faço vai-e-vem, você se contorce e perde o controle. Te vendo explodir, continuo incansável, acelero mais ainda e ajudo com as mãos, ao mesmo tempo chupo e te soco uma punheta. Dentro da minha boca teu pau incha e lateja, finalmente jorra e enche a minha boca com teu jatos quentes.
– PUTA QUE PARIU, GOZADA DO CARALHO!
– Te prepara, estou muito excitada e a noite… apenas começou!

créditos: Lena Lopez

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Te conto um conto: Quem não dá conta, assiste

Safadinhos e safadinhas,

SEXXXta chegou e com ela toda a sensualidade do fim de semana!

Eu, por exemplo, espero me acabar! Esse promete!
E nada melhor pra inspirar do que um conto erótico bem sacana. ;)

No conto de hoje, um corno mais que assumido.
Ele não dá conta da gata, então gosta de ver a mulher trepando com outros. Que corninho!

Quem não dá conta, assiste

Esta história é verdadeira e compartilho com vocês uma experiência fantástica. No mês passado, uma aluna de condicionamento físico, Luana (loirinha, 33 anos, +/- 1,60m, 68Kg, seios volumosos, coxas e bunda bem moldadas) buscava perder alguns quilinhos e entrar em forma… solicitou acompanhamento individual com personal para sessões 3 vezes por semana… nosso primeiro contato já foi bem descontraído, ela falando sobre melhorar a aparência, ficar mais sexy, entre outras coisas. Programei um circuito de exercícios com as repetições necessárias e demos inicio as aulas… a cada exercício Luana pedia ajuda meio que posicionando minhas mão nas partes de seu corpo, dizendo: – Aqui dói no movimento!,… Está certo desse jeito?, … Me ajuda a forçar mais!!… O que sei é que nosso constante contato foi me dando um tesão por aquela mulher e um dia não agüentei e lhe tasquei um beijo molhado de tirar o fôlego… ela correspondeu e disse: – Estava muito precisando disso. Terminei minhas aulas, tomei um banho e quando sai da academia, lá estava Luana me esperando… entrei em seu carro e fomos direto para seu apartamento. Chegando lá fiquei surpreso com o tamanho e a beleza do imóvel, saquei que ela tinha muita grana e só então descobri que ela era casada…. ela disse que o marido, muito mais velho que ela (51 anos) já não transava muito (ela estava há 1 mês sem uma foda)… perguntei por ele e Luana disse que o mesmo estava no trabalho e só volta à noite, que teríamos umas 4 horas para uma boa transa. Fomos para o quarto do casal e tiramos as roupas… ela tinha um belo corpo, curvas definidas, suas tetas apresentavam bicos rijidos e rosados, sua xoxota peludinha e bem aparada, uma tatuagem nas costas na altura do ombro direito representava Vênus a deusa do amor… nos beijamos e quando a deitei de costas para um sexo oral me deparei com piercing na xoxota… lambi com vontade enquanto enfiava um dedo ora na buceta ora em seu cuzinho…. insiste até fazer Luana gozar na minha boca a qual toda lambuzada, direcionei para um beijo de língua dando a ela o saber de seu gozo. A coloquei deitada de lado na cama, levantei uma de suas pernas e de joelhos (um de cada lado de sua outra perna), enfiei minha pica naquela buça encharcada…. revezei movimento rápidos e lentos prorrogando ao máximo a foda, até que não resistindo e percebendo que ela iria gozar, despejei minha porra dentro daquela xoxota. Tomamos banho juntos e ela me fez uma chupeta deliciosa, engolia pinha rola inteira (tenho 17cm de cacete bem grosso) enquanto massageava minha bolas, até eu gozar em sua boca. Refeitos voltamos para cama, Luana ficou de 4 na beira da cama e eu de pé enfiando minha vara naquela buceta, ela gemia, choramingava e me chamava de pauzudo gostoso…. quando vi que ela estava bem excitada, tirei a pica de sua buça e como estava bem lubrificada meti de uma única vez em seu cú…. ela deu um grito e me chamou de cachorro… quando ameacei tirar ela fortaleceu sua rosquinha e segurou meu pau dentro de seu cú…. pedindo: – Mete…mete forte… arregassa meu cuzinho…. enche ele de porra. Como já havia gozado…. a ereção demorou bastante tempo e fudi aquela bunda deliciosa…. quanto direi o cacete daquele buraco, veio todo babado num misto de porra e sangue, de tanto que esfolei o rabo de Luana. Naquele momento ouvi um barulho e me assustei… ela me tranqüilizou e me levou a um quarto de hospedes onde estava seu marido pelado, tocando uma punheta e assistindo num sistema de circuito fechado de TV a nossa foda, na cama, no banheiro…. ele se virou para mim e disse… venha quando quiser…. coma minha Lú com vontade, pois é uma gata selvagem bem gostosa e puta!
Tenho mantido relações constantes com Luana, mas em motéis pois não gosta dessa história de ter um marido me espionando enquanto fodo sua mulherzinha.

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É muito corno mesmo. Mas vamos respeitar, tem gente que curte!
Bom fim de semana, muito sexo pra vocês!

Beijinhos

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Te conto um conto: A primeira mulher a gente nunca esquece

Taradinhos e taradinhas,

Na sessão de hoje temos um lindo conto lésbico!
Duas mulheres que nunca se viram com outras mulheres, mas que sentiam um tesão enorme uma pela outra.

Tudo em segredo…

Confiram: Te conto um conto: A primeira mulher a gente nunca esquece

Hoje eu vi quando você chegou, mas resolvi fazer de conta que dormia. Meus olhos entre abertos te acompanhavam, de um lado para o outro da sala. Nunca tivemos nada mais íntimo, já te conheço a um bom tempo, você tem as minhas chaves, você entra e sai quando quer, posso dizer que és a minha mão direita. Quando eu preciso de algo, você está ali e se não está, basta-me deixar um bilhete, o pegar o telefone e te falar das minhas necessidades. Logo e sem demora, você vem e me abastece, você torna as minhas idéias realidade, dá vida a elas e faz tudo do jeitinho que eu pedi.

Quantas vezes você veio, entrou e me viu dormindo, fez tudo o que havia para fazer e quando acordei, tudo estava lindo e nos seus devidos lugares. Quantas vezes, você me viu deitada em sono profundo, encolhida de frio, me cobriu, saiu do quarto, fechou a porta e foi embora.
Houveram vezes que te peguei chorando e te estendi os braços para que chorasse em meu ombro, mesmo sem te perguntar por quê? Outras vezes abatida, decepcionada, com saudades ou com raiva, desabafaste comigo e eu apenas te ouvi, sem nada te dizer, porque eu sabia que querias apenas falar.
Nunca entre nós trocamos confidências, mas você sabe que sou, você vê quem eu sou e mesmo assim nunca vi em você algo que me condenasse.
Enfim, entre nós há uma amizade, que não necessita de palavras e ela se tornou forte apenas no olhar e em pequenos gestos. Faz algum tempo que eu te observo, faz algum tempo que eu corro os olhos pelo teu corpo e isso tem me deixado louca de desejos, ao mesmo tempo que, tem me causado medo, talvez pelo medo de perder esta amizade. Já pensei muitas vezes em te falar das minhas vontades, muitas vezes eu até decidi que da próxima vez que te visse não passaria, mas o medo me fez recuar.
Ontem eu deitei na cama e mais uma vez resolvi que hoje seria o dia, para pelo menos saber o que eu causo em você. Custei para dormir, acordei diversas vezes na noite, que por sinal foi longa e finalmente eu ouvi as chaves na porta. Eu sabia, você viria ao meu quarto, fazer o que este tempo todo sempre fez. Ajeite-me e fiquei quase nua, fingindo dormir. Você entro e eu com os olhos entre-abertos cuidei as tuas atitudes. Como sempre, você juntou as roupas, limpou o banheiro, mas eu notei o teu interesse no meu corpo desnudo. Notei que teus olhos passearam pelo meu corpo semi-desnudo, para somente depois me cobrir e tive a certeza que pelo menos alguma coisa eu causava em você. Continuei te acompanhando com meus olhos e você saiu o meu quarto, fechando a porta devagar.
Aguardei algum tempo deitada, depois levantei, fui ao banheiro, fiz tudo o que estou acostumada a fazer quando levanto pela manhã, depois sai do meu quarto a tua procura, te encontrei na cozinha lavando a louça. Fui até a geladeira, peguei queijo, presunto e suco, trouxe para a mesa. Faltavam o copo, o prato e os talheres e eles estavam no armário, acima da pia onde você lavava as louças, resolvi ir pegá-los.
Por trás de você estiquei o meu braço e abri o armário, senti tuas costas nos meus seios e a tua bunda roçou o meu púbis, levantei uma perna para ver se alcançava melhor, você se afastou um pouco e o contato da minha coxa com o teu corpo proporcionou uma sensação deliciosa em mim. Desequilibrei-me e me agarrei em você para não cair, acabamos nós duas, abraçadas, caindo no chão da cozinha. Atordoada e rindo tentei levantar, mas as gargalhadas me tiraram as forças. Um instante mágico aconteceu entre nós e nossos olhares se cruzaram, foi o que bastou para que nos aproximássemos mais e eclodisse o que eu tanto desejava.
Nossas bocas se tocaram, o teu gosto invadiu a minha boca e por deliciosos momentos nos beijamos. Depois do beijo, você me confessou, que foi a primeira vez que beijou uma mulher e que havia fantasiado que um dia me beijaria.
Foi apenas um beijo, mas que me satisfez os desejos que sinto por ti, deixemos que o tempo decida o que é melhor para nós duas e o que virá depois, não tenhamos pressa, há tempo para tudo!
E foi assim, que tudo começou!

Meu corpo amoleceu, quando ela abraçou-me por trás e segurando-me os seios, apertou-me contra ela. Corpo quente, mãos firmes e uma respiração deliciosa no meu ouvido.
Seus lábios macios, deslizaram suavemente pelo meu pescoço e me arrepiei por todo o meu corpo. Suas mãos passearam pelos meus seios, me apertaram a barriga e sua boca mordiscou a minha nuca. Era tudo o que eu queria e precisava naquele momento e aconteceu muito rápido.
Meus mamilos entumesceram e pareciam querer atravessar o tecido da blusa, minha calcinha molhou de imediato e abundantemente, meu corpo inteiro pegou fogo e meu coração acelerou.

Apertando-me contra ela, disse-me, ao ouvido, palavras doces e maliciosas:
– Eu não conseguia parar de pensar em você, fiquei excitada imaginando estar contigo. Você me deixa louca!
– Eu? Não fiz nada! – respondi sarcasticamente.
– Santinha – disse-me ela – você é um delírio, mesmo se fazendo de inocente. Desde a primeira vez que te vi, fiquei fascinada e tive certeza que você seria minha.
– Sabia… Que foi a mesma coisa comigo? Sempre tive atração por outras mulheres, mas nunca havia me envolvido com uma. Naquele dia, que li o anúncio no jornal e vim atrás de emprego, não poderia imaginar o que o destino me reservava. Quando apertei o botão do porteiro eletrônico e subi as escadas, não imaginava que encontraria uma mulher maravilhosa, achava que seria apenas mais uma patroa ranzinza. Mas, quando você abriu a porta, meu coração disparou. Ao contrário de outras patroas, você foi extremamente delicada e atenciosa comigo. Depois que comecei a trabalhar e vi que você estava com outra pessoa, resolvi deixar de lado e afastar os pensamentos da minha cabeça. No dia, que eu abri aquela porta e vi no chão desta sala as malas e as coisas que ela levou quando foi embora, comecei a sonhar novamente. Nunca te falei, mas eu sonhava, todas as vezes que arrumava o teu quarto, deitar contigo na cama e te amar. Mesmo eu sabendo dos teus casos com mulheres, você nunca tentou algo comigo. Até o dia que eu te peguei me comendo com os olhos e tentou disfarçar, minhas esperanças aumentaram. Minhas mãos suaram e eu senti misto de excitação e medo do que poderia acontecer dali pra frente. O tempo passou e você não dizia nada, eu te desejava cada vez mais. Lembra do dia que caímos no piso da cozinha e que deitadas no chão, pela primeira vez nos beijamos? Foi o dia mais feliz da minha vida!
– Medo eu também sentia, você era a minha empregada e poderia soar como assédio. Procurei esperar o momento certo, enfim… ter certeza. No dia do tombo, uns minutos antes, notei no seu olhar, que a hora havia chegado. O tombo… Não foi acidental, eu o provoquei! Teu olhar me disse que a porta estava aberta. Nosso destino sempre esteve escrito nas estrelas!
– Você tem razão, sinto-me realizada. Destino ou não… Aqui estamos!
As coxas torneadas dela roçaram as minhas e ela mordia carinhosamente meus ombros e costas, enquanto suas unhas riscavam as minhas coxas. Tirou-me a blusa, deixando meus seios desnudos, desceu a minha calça jeans e deixou-a cair sobre o meu salto. Despiu-se, livrando-se da camiseta branca e da calcinha minúscula e colou o seu corpo no meu. Segurando meus ombros, virou-me para ela e beijou-me ardentemente. Minhas pernas amoleceram! Beijando meu corpo, ajoelhou-se a minha frente, retirou-me a calça caída aos pés e descalçou-me dos saltos e abaixou a minha calcinha, livrando-a pelos pés, um após o outro. Somente consegui suspirar e minha excitação escorreu, assim que senti sua respiração tangenciar minha pela. Eu fiquei ensopada e escorei-me na mesa da sala de jantar. Ela abriu minhas pernas, pousou sua boca em meu púbis e o beijou várias vezes, logo sua língua encarregou-se do meu clitóris e sem nenhuma demora me invadiu. O frescor da sua língua fazia-me delirar! A ponta do nariz arrebitado tocava-me o clitóris e os seus seios roçavam nas minhas pernas. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e abriam-me totalmente. A cada beijo, lambida e sugada, eu me arrepiava e sem cessar contrações me tomavam. Não aguentaria muito tempo daquele jeito. Segurei sua cabeça e puxei para mim, trazendo à minha boca e a beijei novamente. Ela me abraçou e correspondeu-me ao beijo, depois pegou minha mão e levou-me ao quarta, para a cama macia, arrumada com lençóis brancos e belas almofadas cor de rosa.
– Um dia você não estava em casa, deitei nessa cama e cheirando teu cheiro, sonhei que te amava!
– Vem, hoje não é preciso sonhar!
Beijamo-nos loucamente e rolamos sobre o lençol branco e trocamos carícias entre as almofadas rosadas. Os beijos tornaram-se cada vez mais quentes e vorazes. Respiração e salivas se misturaram sem parar. Línguas manhosas se entrelaçaram sedentas!
Ela deslizou pelas minhas orelhas, pescoço e ombros. Desceu aos meus seios e saboreou meus mamilos. Traçou o meu ventre com os lábios. Beijou cada centímetro das minhas pernas, até chegar aos dedos dos pés.
Lentamente subiu pelas coxas, passou ligeiramente em meu sexo e subiu novamente pelo ventre aos seios, mas não se deteve e voltou à minha boca faminta.
Deitou sobre meu corpo e amassou meus seios com os seus, enlaçou suas pernas nas minhas e forçou o meu clitóris com sua coxa. Com os corpos colados nos beijamos novamente, enquanto nos beijávamos, movimentávamos os quadris. Eu sentia o calor e a sua umidade na minha coxa e acredito que ela sentia o mesmo, pois os movimentos ficavam a cada segundo mais intensos. Bocas unidas, seios se amassando e clitóris roçando.
Muito excitada ela afastou-se da minha boca e erguendo-se rapidamente deitou-se na cama ao contrário e sua gruta de amor encontrou-se com a minha. Segurando-me as mãos puxou-me com força e começamos mover os quadris. Eu sentia o seu calor e o seu líquido me molhar, ao mesmo tempo eu ficava cada vez mais molhada e vertia prazer entre as pernas. Suávamos, gemiamos e gritávamos de tesão e nos abandonamos uma à outra, exalando perfumes corporais e nos embriagando de prazer. Olhos ora abertos e ora fechados, ao ritmo das sensações! Gargantas secas e respirações ofegantes e finalmente chegaram, os tremores no corpo, o coração disparado, a falta de ar e a sensação de flutuar, num orgasmo intenso e louco.

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Ui… ficou quente aqui, não?

Quem quiser contribuir com contos, envie para contos@sexyhot.com.br.

Beijinhos e ótimo fim de semana

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Te conto um conto: De tia e mulher fiel à devassa incestuosa

Taradinhos e taradinhas,

Mais uma SEXXXta batendo (ui!) na porta. E nada melhor que começar com um conto erótico. ;)

E esse é quente! Uma tia que resolveu realizar o sonho do sobrinho tarado e cara-de-pau.

Confiram…

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De tia e mulher fiel à devassa incestuosa

O que passarei a relatar a seguir ocorreu há bem pouco tempo, menos de seis meses. Ainda vivo sob a tensão dos fatos, pelos quais jamais imaginei passar.
Tomei a iniciativa de falar sobre o que aconteceu, aqui nesta página, depois de ler a experiência vivida por um rapaz que se denominou James e suas tias Sônia e Elisa. Fiquei muito impressionada com o que li e como as coisas que aconteceram comigo foram bastante semelhantes cheguei a remeter-lhe uma mensagem, para que pudesse conversar, com ele ou com suas tias, a respeito de nossa situação, mas não obtive resposta, infelizmente.
De qualquer maneira, haver tomado conhecimento do que aconteceu entre eles me fez bem pois, além de me encorajar a contar o que passei, me mostrou que não sou a única pessoa a cometer o que considero um erro, e o que me faz sentir-me uma mulher bastante confusa.
Meu nome é Magda, tenho 43 anos, advogada. Jamais, em meus 21 anos de casada havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria, recatada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver me envolvido complemente, me faz sentir sensações incomodas, como medo, culpa e vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas minha irmã mais velha, Joyce, residente em Canoas, cidade vizinha a Porto Alegre, onde moro. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos, Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atras, cerca de seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André, meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite, não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a conversar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez desmaiar de surpresa e susto: – Não me sinto mais adolescente, tia Magda. A única coisa que me ata a adolescência é uma fantasia que tenho com a senhora. Coisa de sobrinho com tia. Fiquei perplexa: Como assim, André? que tipo de fantasia? o que você quer dizer, menino… – Fantasia sexual, tia Magda… e passou a dizer coisas sobre meu corpo, principalmente os seios e pernas. Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei naquela situação. Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações mais arrojadas., inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim. “Varias vezes, tia Magda, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali.”.
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da cidade de Porto Alegre há um bairro industrial, passagem obrigatória para quem vem de Canoas. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas. Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o momento falou: – Tia Magda, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um minuto e conversar sobre isso. -Esta bem, André. Mas seja rápido. Você sabe a loucura que significa tudo o que esta me dizendo. Fale tudo que tem a falar e depois vamos. E depois esqueceremos tudo que falamos. Certo? – Certo, Tia Magda. É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim, principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo. – Seja breve, André. A Joyce vai se preocupar com tua demora. E eu tenho medo destas ruas escuras e desertas. – O tudo não é muito, tia Magda. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle (minha filha), nem a Dihoga (prima dele, filha de minha outra irmã) que são gurias da minha idade, nem nenhuma outra guria da minha idade me desperta os desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia Magda, mas tenho que dizer: tudo em ti me dá uma “tesão” incontrolável… tuas pernas, teus seios, tua boca…
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa: – A tua boca, tia Magda… mil vezes, escondido no banheiro, beijei tua boca. Mil vezes senti teus labios beijando meu peito….tua lingua molhando…..meu pescoço….minha barriga…meu… – Andre….murmurei… – Mil vezes, tia Magda, no silêncio do meu quarto beijei teus seios… mil vezes, demoradamente mamei em teus seios, acariciando tuas pernas, tuas coxas, tuas nádegas. Mil vezes, tia Magda, gozei demoradamente sentindo tuas mãos tocarem meu membro duro, quente e latejante, que eu mesmo massageava… Mil vezes, Tia Magda, te ofendi com palavras xulas e grosseiras. Mil vezes, te imaginando com meu membro inteiro em tua boca, te chamei de puta, vagabunda, chupadora de piça. “Tia, me chupa”, muitas vezes murmurei baixinho, sob as minhas cobertas, te imaginando ali comigo. Muitas vezes, imaginando tuas pernas abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi dizer “me fode, André… me fode cachorrinho da tia…”.
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um estranho pedido: – fala isso, tia… fala assim… para eu guardar o som das tuas palavras e usa-lo nas minhas noites de fantasia. – O que você quer que eu fale, Andre? – Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando…pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido. Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz, procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente, falei: “- me fode, André… me fode cachorrinho da tia…”.
Seus olhos brilharam…faiscaram e disse: “como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete, tia… repete, por favor…”. “… me fode, André… me fode cachorrinho da tia..”, repeti.
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos. Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma coisa que confirmou minha impressão anterior: – Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe falei. São coisas da natureza humana, do sexo. Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamentre, com a maneira que tratava o assunto; elegantemente, como um adulto. Continuou: “Por um acaso do destino tu és minha tia. E se o fato de seres minha tia acrescenta uma grande dose de erotismo em tudo, minha fantasia não é apenas por isso. O parentesco me excita, o fato de seres mais velha que eu e casada também me dá tesão. Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios, as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos… tudo no teu corpo que pode ser instrumento de sexo e prazer.”.
Eu ouvia aquilo sem compreender onde aquele menino aprendera a falar daquela maneira. Com apenas 17 anos, suas palavras e seu raciocínio eram inteligentes e cultos. Certamente influência da Joyce, que sempre foi inteligente e culta e passou para o filho o hábito da leitura.
Ele parou em uma sinaleira, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada. Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era…
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar: É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora não sabe, pois obtive sem teu conhecimento… Fiz uma cara de curiosa… “… é a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e… a tua bunda… A Segunda a senhora me deu hoje… o som. Guardarei gravadas no meu pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o tato…
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei: – “ Como assim, André?”… ao que ele respondeu: “eu queria te tocar… para juntar a textura da tua pele ao som das tuas palavras e à visão do teu corpo…”. Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei.
Ele retornou e tomou o caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio, disse: “Tia Magda, hoje é o dia mais feliz da minha vida…”. Dei um leve sorriso e beijei levemente sua mão, respondendo: “Então entenda minha situação e seja rápido.”. Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha, tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe…não sabia o que pensar daquela situação…procurava explicar para mim mesma porque permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da mão no bico do meu seio e perguntou: – Posso ? Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio, que é bastante volumoso. Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me: – Doeu, tia? – Não… respondi com voz trêmula.
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio: – Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a Dihoga, ou meninas na idade delas. – Porque? – Porque os seios das meninas entre 16 e 20 anos são mais bonitos do que os de uma mulher na minha idade. Sem contar que amamentei a Giselle até quase dois anos. “- Tia, teu seio parece de uma mocinha…”. Sorri, e ele com a outra mão desceu a outra alça do vestido, passando a acariciar ambos os seios ao mesmo tempo. Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou: – Tia, deixa eu beijar a tua boca? Não tive tempo de dizer nada. Sofregamente ele me beijou de uma maneira que jamais havia sido beijada. Demoramo-nos num beijo ardente. Apenas, por um segundo, ele parou de me beijar, para levantar sua camisa, de maneira que pudesse roçar seu peito em meus seios. Descontrolado, ele beijou meus lábios, meu pescoço, até descer e sugar avidamente meus mamilos. Perdoem a redundância, mas era mesmo descontroladamente a maneira como beijava, mordiscava e sugava meus seios… Tive medo de ficar com marcas. Pedi que parasse. Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou…: “tia…eu não acredito que mereci tudo isso…”. – Vamos…, pedi. – Só um segundo mais, tia Magda… deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e nas coxas? – Rápido, André… Já faz quase uma hora que saímos da tua casa… – O tio não sabe que horas nós saímos de lá… – Mas a Joyce sabe… – Tenho muitas desculpas para dar pra mãe e explicar a demora. A última coisa que ela ia imaginar é que eu demorei porque fiquei aqui de amasso com a senhora. Aquela palavra me soou estranhamente. Comentei com ele: “André, isso que você falou, “ficar de amasso comigo”, me fez sentir uma coisa engraçada… me sinto uma adolescente.”. Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé, meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha coxa.
Nesse momento cometi o maior erro de minha vida: ao acariciar a parte superior da minha coxa ele roçou levemente um dos dedos na minha vagina. Sem me dar conta do que significava o gesto, reclinei-me ainda mais sobre o banco e fiz uma leve abertura de pernas e ele, evidentemente, entendeu que eu estava desejando aquela carícia. Sem hesitar, colocou a mão por baixo da minha calcinha e vi que se surpreendeu com uma coisa. Nem eu havia me dado conta, mas eu estava num estado de excitação tão grande, embora inconsciente, que minha lubrificação vaginal era enorme. Estava totalmente encharcada. André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou, completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou: – Tia Magda, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim? – Claro, André… – Vamos para um motel, tia? – Não, André… isso não…. – Mas a senhora quer ter prazer? quer gozar? – Eu to tendo prazer, André….faz um pouquinho mais e vamos embora… estamos demorando muito… – Então me diz que a senhora quer um pouco mais…que tá gostando…. que tá bom… – Eu já falei, André….faz um pouquinho mais…. depois vamos… Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte. – Aaaiii, André… tu vai me matar…. Andrééé… tu vai me levar à loucura… Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e, aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus seios e na boca… “Não me marca, André… não chupa com muita força minhas tetas..”.
Me dei conta de que estava, inclusive adotando outro vocabulário, até que, despudoradamente falei: – Forte, André… mais forte…com a mão….na buceta, André…forte na buceta… mais fundo, André…. eu vou ter orgasmo, André…. faz assim na tia…. aaiii….Aaanndréé….mais…mais forte… ai, meu filho adorado… meu amado… que a Joyce nos perdoe… que o Sérgio me perdoe… forte…forte… esfrega, André… na buceta….aaii… a buceta… ai… é gostoso… ai… assim… faz…. aaaiiii, André…. Giselle, minha filha…. me perdoa… a mãe enlouqueceu… teu primo me enlouqueceu…. aii, André… me faz ter prazer… me dá prazer… eu quero ter prazer…. faz a tia gozar…. faz a tia gozar…meu filho querido…aiiiii…..Andrééé… agooraaa….
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero. -André, olha só a sujeira…..vamos num postos limpar isso aqui… – Tia, não esquenta. esse carro só vão usar amanha…quando já estará seco. Se ficar manchado eu digo que derramei cerveja ou refri. – Tá bem, André, mas não esquece de dar uma limpada no carro, mesmo assim…. pode ficar o cheiro. -Tia Magda, a senhora não é a única mulher no mundo que goza. Se a mãe e o pai notarem algo vão pensar que foi a Vanessa. Afinal, é mais natural que eu tenha transado com ela do que com a senhora. – Fico preocupada. Recoloquei a calcinha e pedi para irmos embora. Tive a impressão de que ele atenderia imediatamente, mas me olhou com olhos de quem implora e perguntou se não merecia um carinho igual ao que me havia feito. Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos meus olhos seu membro viril. Segurando minha mão, falou: “agarra, tia…” Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando.
Ao toca-lo senti-o como ele o sentia, segundo me havia dito, quando se masturbava pensando em mim: duro, quente e latejando. Um mastro ereto, a glande roseada e reluzente, abaixo uma haste rígida de veias e sangue. – André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que não fosse o do seu tio. Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir: – não André… isso não… Ele ignorou e delicadamente forçou um pouco mais minha cabeça, até que meu rosto se aproximou de seu membro. Ele levantou-se um pouco do banco do carro, fazendo com que a cabeça do membro tocasse em meus lábios. Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que demonstrou toda sua excitação: – Puta que pariu ! Que tesão, tia… não pára… por favor não pára de chupar.
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de minha boca e falou: – Tia, o que está acontecendo aqui é a realização da minha fantasia mais impossível…. do meu desejo mais louco… eu queria por em prática tudo o que imaginava quando me masturbava pensando na senhora. – Que mais tu queres além disso, André ? -Quero poder falar aquelas coisas meio agressivas que eu imaginava lhe dizer. Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia permitido ele ainda tinha respeito por mim. – Fala, André…pode falar… – Foi como se toda a volúpia daquele rapaz se derramasse sobre mim naquele momento: – Então engole essa piça, puta sem vergonha. – Chupa o pau do teu sobrinho, vagabunda ordinária. – Cadela, chupadora de piça. Senti seu gozo próximo. “ tu vais gozar na minha boca, André?” – Vou, tia… ou a senhora quer outra coisa… Fez-se um segundo de silêncio e ele voltou a falar: – Diz alguma coisa, tia Magda… A frase estava pronta… ele mesmo houvera colado na minha cabeça. Apenas balbuciei: “… me fode, André… me fode cachorinho da tia…”. – Não brinca, tia…diz uma coisa que a senhora quer mesmo… – Me fode, André… me fode, cachorrinho da tia… – Eu quero que a senhora diga algo que esta desejando de verdade. – Não era isso que você queria escutar de mim, de verdade? Me fode, André… me fode, cachorrinho da tia… Estou falando de verdade…
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que sentiamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro “huunnrrr… tia…eu to gozando…”. “Goza, André…goza tudo dentro da tia…. não pára.. não pára… mais…forte… Senti sua ejaculação dentro de mim.
Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas…mas agora era tarde para pensar em como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais. – André… nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Embora relatando não pareça, foi tudo muito rápido. Não mais do que 15 ou 20 minutos. Mas esse pequeno espaço de tempo foi suficiente para uma longa viagem de erotismo e de sexualidade. Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um orgasmo pecador. É certo, como disse no início, que meus sentimentos com relação ao que aconteceu são confusos e as vezes desconfortáveis O medo de ser descoberta, o arrependimento, a culpa, a vergonha, as vezes pesam sobre mim. Mas é certo, também, que conheci sensações que jamais imaginei existirem. A luxuria, a volúpia e a libidinagem que caracterizam esse inusitado relacionamento entre tia e sobrinho fugiram ao meu controle porque foram momentos de grande lascívia e sensualidade, que me propiciaram como disse antes, orgasmos profundos e demorados, cheios de gozo e prazer.
Sei que não há justificativa para o que fiz, mas é como explico a mim mesma o que levou uma esposa fiel, uma mãe dedicada, uma senhora honrada e séria, a adotar o comportamento de prostituta devassa, despudorada e permissiva.

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Safadinha!

Semana que vem tem mais. E se quiserem contribuir com suas histórias, mandem para contos@sexyhot.com.br.

Bom fim de semana minhas delícias!

Beijocas

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Te conto um conto: Descobri a devassa em minha filha enquanto enrabava sua melhor amiga

Taradinhos e taradinhas,

Quem não se lembra? “Hoje é sexta-feira, chega de canseira e nada de tristeza. Pega uma cerveja e põe na minha mesa.”
Saudoso Leandro e seu parceiro Leonardo.

Pois bem, ela chegou e não vamos desanimar. Porque hoje TEM!

E tem também conto erótico! E o de hoje é surpreendentemente surpreendente :)

Confiram o que o Alfredo estava fazendo quando viu sua filhinha sendo comida com vontade por um garanhão pirocudo cheio de más intenções!

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Meu nome é Alfredo. Casei-me muito jovem, aos 22 anos, com Marisa, que estava grávida. Ela tinha 20 anos. Sempre fui muito galinha, sem-vergonha mesmo. Vivia botando chifres em minha mulher, mas sabia que ela também dava os seus pulinhos sobre a cerca. Nunca a cobrei de nada. Ela agia assim comigo também. Tivemos uma filha, Valéria, que da mãe herdou os cabelos loiros e lisos e os olhos verdes. Quando completamos 35 anos nos separamos. Ninguém aguentava mais segurar as barras das paixões que ambos colhíamos pela vida. Sempre fomos muito amigos. Sabíamos que o casamento fora um erro, porque estávamos apaixonados e ela engravidou na primeira trepada. Sexo sempre foi muito bom entre nós, mas isso somente não segurava mais aquele relacionamento. Valéria foi criada pela mãe, mas como morávamos na mesma cidade, vivia sempre no meu apartamento. Aos 15 anos ela era uma menina-moça. Acompanhei bem seu crescimento. Vi Valéria se transformar de uma adolescente magrela, cheia de sardas em uma moça alta, de 1,70, corpo todinho arredondado, cheio de curvas. Sua bunda, cresceu e arrebitou. Seus seios se avolumaram, mas se mantiveram quase durinhos. Parecia-se muito nesta época com a Mari Alexandre, aquela delícia de loira que um destes cantores sertanejos comeu e jogou fora. Só seus seios eram um pouco menores. Tínhamos um excelente relacionamento, porque diferentemente de Marisa, que era conservadora com a filha, eu era o pai que toda adolescente gostaria de ter. Antenado com as mudanças mundiais, de política a comportamento, era um sujeito descolado. Valéria tinha permissão para namorar quem quisesse, nunca a proibi de nada. como sua mãe vivia implicando, era sempre eu que dava guarida e álibis para seus rolinhos. Isso foi nos aproximando cada vez mais. Até sua entrada na universidade, aos 17 anos, convivi com Valéria e suas amiguinhas. E que amiguinhas! Como ela estava fazendo o colegial juntamente com um cursinho pré-vestibular, meu apartamento era um verdadeiro entra e sai de garotos e garotas de todo jeito, fazendo e refazendo trabalhos de escola ou estudando para algum simulado. Quando eu ficava sabendo que eram somente garotas quem estaria em casa dava um jeito de chagar mais cedo. Geralmente elas vinham de minissaias ou shortinhos minúsculos. Eu ficava maluco com todos aqueles peitinhos durinhos balançando sem sutiãs e aquelas coxas grossas de pelinhos aloirados. Batia muitas punhetas pensando nelas. Quando completei 40 anos, a famosa Idade do Lobo, Valéria e suas amigas resolveram me preparar uma festa surpresa. Ela tinha recentemente completado 17 anos. Na realidade era um pretexto para que elas pudessem curtir seus namorados longe da vigilância dos pais. Resolveram fazer isso em um sítio que tenho a 10km de Campinas. Valéria tinha ido para lá com algumas amigas para curtir o final de semana. Pelo menos era isso o que eu pensava. Era um sábado, mais ou menos por volta das nove horas da noite, quando o telefone toca e ouvi Valéria choramingando que as amigas tinham ido embora depois de uma baita briga e que ela estava em depressão. Fiquei desesperado. Tinha marcado com uma namorada de passarmos uma noitada em um motel chique da cidade e desmarcar seria o mesmo que dar um tiro no próprio saco. Optei pelo tiro em favor de minha filha. Peguei o carro e zarpei para o sítio. Estava tudo apagado na sede. O caseiro tinha se demitido uma semana antes e fiquei morrendo de medo de ter algum ladrão por lá. Quando cheguei na porta da frente pude ver que uma das janelas tinha uma fraca luz de vela. Abri e entrei já chamando por Valéria. Tomei um baita susto, porque todas as luzes se acenderam e começaram a cantar parabéns para mim. Quando me recobrei do susto tive vontade de bater em Valéria, que tinha me enganado e feito perder as maravilhosas trepadas com a minha namorada. Depois de meia hora eu já estava bem enturmado. Só aí percebi que havia pelo menos umas 20 pessoas, a maioria garotas da classe de 3º ano de Valéria, alguns professores dela, minha ex mulher com o atual namorado e alguns completos desconhecidos. De repente me dei conta que quase todas as amigas de minha filha estavam ou de biquíni ou de saída de piscina. Era uma noite quente e a festança maior seria mesmo ao redor da piscina do sítio. Procurei minha filha em meio aos convidados e não a encontrei. Devia estar dando unas malhos com o mais recente namorado. Decidi que iria galinhar um pouco. Minha ex mulher foi embora logo e havia muitas menininhas deliciosas para garfar. Já tinha dado uns malhos com uma colega da Valéria, uma garota baixinha e dentuça. Mas ela já estava atracada com um garotão tipo surfista. Foi nesta hora que tive outro susto. Veio caminhando na minha direção a melhor amiga da minha filha, a Aninha. Elas eram inseparáveis. O contraste entre as duas era demais. Pareciam as protagonistas daquele filme babaquinha, as “Patricinhas de Beverly Hills”, porque Aninha era uma mulata de olhos verdes, linda mesmo. Até aquele dia nunca havia dado muita bola para Aninha. Quer dizer, nunca a tinha olhado com olhos de homem. Devido à proximidade com Valéria – as duas chegavam a dormir juntas na casa da minha ex mulher ou na minha uma semana seguida – a via como se também fosse minha filha. Metida sempre em modelitos pouco generosos, nunca tinha me dado conta do quanto ela era deliciosa. Aninha era a verdadeira falsa magra. Ou seja, aquela mulher que de calça jeans ou vestido fica sempre com o mesmo corpo, nem sempre suscitando desejos, porque não têm atrativos reveladores, como uma bunda arrebitada ou uns peitos salientes. Só que a Aninha que vinha na minha direção com dois copos de whisky era outra. Seu corpo parece que havia dobrado de largura. Estava com um biquíni minúsculo, daqueles de lacinhos, todo xadrezinho. Seus quadris eram redondos e os seios quase saiam pelo biquíni cortininha. Ofereceu-me o whisky, da marca que sempre bebo e ficou puxando conversa. Quase que não a ouvia,
tamanho era a minha excitação. Corria seu corpo com os olhos, o que não passou despercebido da garotinha de 16 anos. Quando ia dar o bote uns empata-fodas, amigos dela, trataram de agarrá-la e jogá-la na piscina.
Dei uma bronca nos caras, proibindo que fizessem isso de novo com qualquer pessoa, porque o risco de acidentes era imenso. Saí dali desconsolado, percebendo que os casais já estavam formados e as poucas mulheres sem ninguém eram uma professora feiosa e duas irmãs puritanas, também amigas de Valéria. Foi nesta hora que percebi alguém me olhando. Virei-me e dei de cara com Aninha fixa em mim. Bebericava seu whisky – meninas na idade dela não deveriam beber whisky, mas era festa de aniversário, do meu aniversário – do outro lado da piscina. Depois de uns cinco minutos assim ela deixou o copo de lado e seguiu em direção à sede do sítio. Parou na varanda, virou-se para mim e continuou circundando a casa. Entendi como um sinal. Dei uns três minutos de tempo, vi que todos estavam entretidos demais para notarem a minha ausência e saí. Quando cheguei do outro lado da casa vi Aninha na entrada do pomar de laranjas, olhando para mim. Entrou pelo pomar e eu a segui. No final da pomar havia um estábulo. Foi neste ponto que a encontrei. Parada. Cheguei bem perto e sem dizermos uma palavra ao outro nos beijamos. Aquela boca macia de menina-moça me deixou louco. Ela chupava a minha boca e passava a mão pelo meu peito cabeludo. Eu não medi a situação e fui logo apertando sua bunda, passando a mão nos seios dela. Foi quando Aninha me disse:
– Parece que isso é um sonho. Desejei tanto estar assim com o senhor.
– Não me chame de senhor. E por que nunca investiu no seu desejo?
– Ficava sempre com medo de como o senhor, quer dizer, você iria reagir. Sou a melhor amiga de sua filha e fiquei preocupada que você entendesse mal.
Ri e disparei, não esperando que sua resposta fosse a que ouvi.
– Podia ter pedido para a Valéria interceder por você.
– Ela sempre quis, mas eu nunca deixei. – Quer dizer que a minha filha sabia que a melhor amiga dela tinha tesão por mim e nunca me falou nada.
Nesta hora me deu um “clique”. Apesar de sempre conversarmos sobre tudo e de Marisa e eu sempre nos preocuparmos em dar orientação sexual a nossa filha, eu nunca vi Valéria como uma mulher, alguém que tivesse desejos, que conversasse com as amigas sobre sexo. Acho que todo pai é assim. Para nós, os filhos são assexuados, mas sempre que alguém ameaça comer aquilo que não podemos, nós sempre nos afligimos e damos um jeito de ferrar o malandro. A mão de Aninha sobre o meu pau me tirou daquele pensamento. Ela apertava com força, do jeito que eu gosto que façam comigo. Mordia-me o pescoço e esfregava a bucetinha em mim. Na beira do estábulo havia um monte de capim recém-cortado, que seria usado para auxiliar na alimentação dos cavalos. Deitei Aninha ali. Ela mesma tirou a parte de cima do biquíni, revelando um seio em formato de cone, mas com um biquinho pequeno. Sabia que não poderíamos nos demorar, porque a ausência poderia ser notada a qualquer hora. Por isso tratei de ser rápido. comeria aquela garota ali, para matar o tesão dos dois e daria um jeito de comê-la com calma outro dia. Desatei os lacinhos da parte de baixo do biquíni e na minha frente surgiu uma bucetinha de lábios pequenos, mas com muitos pêlos. Acho que devido à noite ela não havia se preocupado em raspar direito dos cantos, para não aparecer os pêlos. Enfiei as mãos sob a bunda dela e levantei sua xota em direção da minha bica. Ela ficou apoiada somente nos ombros. Chupava com força, arrancando gemidos profundos dela. Lambi seu clitóris rápido. Estava nervoso com a possibilidade de alguém nos pegar. Ela não havia gozado e pela cara que fez estava começando a ficar decepcionada. Tratei de sacar meu pau da calça e enfiá-lo na grutinha ensopada. Aí Aninha ficou maluca. – Aí, meu Deus, que coisa maluca. Que gostoso. Me come. Fode a minha buceta com gosto! Realiza meu sonho de trepar com você! Eu bombava cadenciadamente para que ela tivesse todo prazer do mundo. Acho que por causa do tesão acumulado não demorou mais que dois minutos e Aninha esticou o corpo, enrijeceu os músculos e desandou a gozar chorando. – Aaaaaaaiii! Tô gozando, seo Alfredo. Mmmmmmmmmi mata, me arromba. Me faz de puta por senh… Não terminou a frase, porque o gozo chegou ao limite e Aninha desabou no monte de capim. Eu não havia gozado, mas queria muito que isso acontecesse. Imaginava gozando no rosto da melhor amiga da minha filha e isso redobrava o meu tesão, apesar do nervosismo. Mas Aninha estava acabada, meio sonolenta e preferi deixar para outro dia o meu gozo. Ajudei-a a colocar o biquíni e nos levantamos. Foi quando vi um vulto dentro do estábulo. Pensei primeiro que fosse um ladrão, o que me animou a virar nos calçanhares e debandar. Mas depois percebi que eram dois vultos distintos, um deles de cabelos compridos. Saquei logo que era um casal da festa que estava trepando ou coisa parecida. Meu pau subiu de novo. Aninha e eu fomos nos esgueirando nas sombras, devagar para não sermos percebidos. Da porta principal não dava para ver nada. Resolvi dar a volta e entrar pelo segundo andar. É que o estábulo fica encostado em um barranco. Quando o construí, decidi fazer também uma entrada na parte de cima, que dá diretamente onde se estoca a forração seca que é dada aos animais. Aninha, bem menor que eu, foi na frente para procurar um local onde pudéssemos ver a transa sem sermos percebidos. Andou alguns metros e virou para a direita, sumindo da minha vista. Esperei dois intermináveis minutos e nada dela aparecer. Saí de onde estava e também virei à direita. Fui puxado pela mão delicada de Aninha para que me abaixasse. Ela tentou falar alguma coisa, mas gaguejou. Foi, então, que eu levantei os olhos e tive a maior surpresa da minha vida: a garota do casal que se atracava não era outra senão a minha própria filha, Valéria. Estávamos agachados no meio de fardos de ração, Aninha na minha frente, quase deitada no chão, olhando para o casal na andar de baixo a pouco mais de 15 metros de nós pela fresta de 20 cm. entre duas tábuas. O rapaz era um conhecido nosso. Chamava-se Eduardo, filho de um grande amigo meu, o Tonhão. Loiro, quase dois metros de altura, musculoso, cabelos compridos, enfim, tudo aquilo que deixa fascinadas teens como Valéria. O casal não estava transando ainda. Valéria talvez fosse a única da festa que não havia colocado biquíni. Vestia um top branco justo, uma minissaia também branca, justa na cintura, mas rodadinha, esvoaçante. Uma sandalinha baixa completava o visual mais belo que uma garota daquela idade e com aquele corpo poderia desejar. Na realidade, desejável estava ela, um misto de mulher ultragostosa trajando roupas de adolescente. Eduardo e Valéria se beijavam ardentemente, um querendo engolir a boca do outro. A mão direita de Eduardo foi subindo lentamente pela barriga de Valéria, levantando um de seus seios. Foi uma visão linda. Nunca em minha vida tinha visto um seio tão bonito. com a ponta dos dedos ele apertava levemente o biquinho, fazendo com que minha filha gemesse alto, pedindo mais carinhos e apertando as coxas de tanto tesão. Foi neste momento que ela não resistiu e enfiou a mão na sunga de Eduardo e sacou de dentro uma jeba de mais ou menos 20 centímetros. Ao invés de se agachar para chupar, como ele queria, minha filha fez com que Eduardo se sentasse em um monte de sacos, de maneira que a pica dele ficasse na altura de sua boca. Ela não precisava fazer nada ao não ser chupar. Eu estava petrificado. Aninha sussurrava coisas como:
– Essa menina tem sorte. Olha o tamanho daquela pica!
Isso quase que deprimiu. Meu pinto de 17 centímetros parecia um dedinho perto do pinto de Eduardo. Ao ver a minha filhinha lambendo e chupando o pinto de um homem eu senti um misto de raiva, vergonha, ciúmes e… tesão. Isso mesmo: eu estava com um baita tesão de ver a minha própria filha chupando um pinto, quase que transando com seu namoradinho. Minha pica estava mais dura que uma barra de ferro. Quando percebi, Aninha já havia arriado a calcinha do biquíni e estava tocando a maior siririca do mundo vendo sua melhor amiga no rala e rola. Olhei para baixo de mim e vi a bundinha de Aninha. Ela é daquelas mulheres que têm o cu bem rasinho, bastando abrir um pouquinho a bunda para que vejamos seu botãozinho. E foi isso que fiz. Abri levemente seu bumbum. Lá estava seu botãozinho. Era um cu bem cabeludo, o que me deu um tesão bom, porque parecia que estava prestes a comer uma virgenzinha da roça, que não tem lá estes pudores de se depilar inteira. Na realidade o meu sonho sempre foi comer uma mulher inteiramente lisinha, sem um único pêlo, o que não era o caso de Aninha, mas eu comeria aquele rabinho de qualquer forma. Passei a mão em sua buceta, sem tirar os olhos do boquete que Valéria pagava para o Eduardo. Lambuzei sua bunda com o caldo que descia da sua buceta. Só quando encaixei o cacete na portinha do cu que Aninha percebeu a minha intenção:
– Vai devagar, porque só dei o rabo uma única vez.
O jeito desbocado de Aninha e a visão de minha filha chupando o namorado me enfureceram de tesão. Encaixei a cabeça do cacete e enfiei de uma vez. Tive o cuidado de tapar a boca de Aninha, para evitar que o grito dela alertasse o casal. Foi tiro e queda. Ela esperneou e ameaçou sair de baixo, mas dois segundos depois que meu saco bateu na sua buceta por trás ela parou. comecei a bombar com força, com os olhos grudados na cena no andar de baixo. Sem perceber balbuciei o nome que mudou a minha vida daquela hora em diante:
– Valéria…
Nesta hora Aninha se virou, com os olhos cheios de tesão, me lambeu a boca e me disse:
– Você está morrendo de tesão de ver sua filha mamando. Queria que fosse o seu cacete na boca dela, não é mesmo?
Eu não respondi. Nem era preciso. Pela primeira vez eu estava vendo a minha própria filha, Valéria, de 17 anos, como mulher, e uma mulher que eu desejava. Talvez sempre a tivesse visto assim e nunca aceitara. Mas estava extasiado com esta revelação. O casal estava indo de vento em popa enquanto eu enrabava a melhor amiga dela. De repente Eduardo avisou que ia gozar. Valéria tirou o pinto da boca e esperou a porra com a língua de fora. Minha filha estava se comportando como uma putinha rampeira da melhor espécie. E eu estava gostando disso. Quando a porra voou dentro de sua boca eu empurrei mais ainda meu cacete na bunda de Aninha. Ela gozou tocando sua siririca e eu na sua bunda. Achei que Eduardo ia se recompor rápido e partir para a buceta de Valéria e era isso que eu esperava, mais do que tudo. Mas foi a própria Valéria que insistiu para que fossem embora. Eduardo queria comê-la, mas ela resistiu e foram do estábulo. Nós esperamos cinco minutos, nos beijando e acariciando, para depois tomarmos o rumo da saída. Aninha voltou pelo mesmo local que veio. Eu dei a volta e saí do outro lado da piscina, como quem tivesse ido ver o açude. A festa estava animadíssima, o que me fez crer que ninguém dera pela nossa falta. De longe vi Aninha conversando com uma professora. Ela me viu, de longe piscou serelepe e sorriu um sorriso cúmplice e bonito. Eu fiquei feliz por ter transado com uma garota tão tesuda, mas a visão do sexo oral de Valéria em Eduardo não me saía da cabeça. De longe vi os dois conversando com mais uns amigos. Aproximei-me e Valéria sorriu, vindo me dar um abraço. Ela não deve ter tido tempo de se lavar, porque assim que a abracei senti o cheiro de sexo, de porra em seu rosto. Ela, como sempre fez desde pequena, deu-me um beijinho nos lábios. Neste momento senti que ela estremeceu. Deve ter se lembrado que não havia se lavado e que o pai estava beijando os lábios que chuparam o pinto enorme de seu namorado e que receberam a porra grossa dela. Quando Valéria se desfez dos meus braços olhou-me séria nos olhos. Senti o medo em seus olhos e o vermelhidão em sua face. Decerto a pergunta que estava em sua mente devia ser: “Será que meu pai sentiu o gosto ou o cheiro da porra que engoli?”

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Será que a Valéria não ficou com peso na consciência de beijar seu pai com boca de porra?
Acho que ela ainda pensava na pirocada que tomou instantes antes.

Que delícia!

Voltarei na próxima semana cheia de notícias, fotos e contos deliciosos.

E se quiserem participar dessa sessão enviem seus relatos para contos@sexyhot.com.br que eu sempre entro e leio o que mandam.

Beijinhos meus amores

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