Segunda Hot: Milena Santos

Taradinhos e taradinhas,

Pensei bastante em quem iria aparecer na nossa sessão de hoje.
Atrizes do mundo porno, ou não, celebridades em flagras desconfortáveis… Enfim, pensei bastante!

Mas me chamou a atenção, o fato de quase nunca ter visto uma das maiores estrelas do pornô nacional sem ser loira.
Ela que é apontada como um dos rostos mais bonitos da indústria pornográfica brasileira, sempre apareceu com os cabelos loiríssimos, me surpreendeu ao fazer esse ensaio completamente morena.
E ficou linda!

Confiram todo o charme de Milena Santos, agora morena!

Mileninha, assim você acaba com meus taradinhos! ;)

Comecem bem a semana com essa deusa devassa e cheia de tesão!

Beijocas

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Te conto um conto: Inesquecível Menàge Casual

Taradinhos e taradinhas,

SEXXXta-feira tá aí, cheia de fogo e vontade de fazer sacanagem.

E tambem é dia de conto.
O de hoje é uma delícia; um menàge gostoso, onde o coroa garanhão saiu despretensiosamente pra tomar uns drinques e relaxar pelo duro dia de trabalho. Bom, o cara deu a sorte de entrar no mesmo bar onde estavam duas gatas loucas pra trepar e fazer loucuras que até o mais crédulo fica desconfiado.

É ler para crer…

Inesquecível Menàge Casual

A história que eu vou contar é verdadeira e aconteceu recentemente. Sou carioca e, por força do trabalho, costumo ir com frequência à capital paulista, geralmente naquele esquema de bate-e-volta: pego o avião cedo, passo pelas reuniões que estão marcadas na agenda e retorno no mesmo dia, tarde da noite. Desta vez, devido a um atraso no último compromisso do dia, acabei ficando em São Paulo. Tinha sido uma tarde agitada e eu precisava relaxar um pouco antes de me recolher ao meu quarto de hotel. Assim, decidi sair para me distrair um pouco e beber alguma coisa. O hotel ficava em um bairro movimentado e agradável e resolvi sair a pé e parar no primeiro lugar que me chamasse a atenção.

Não havia andado mais do que duas quadras quando passei em frente a um bar bastante sofisticado e repleto de gente bonita. Devia estar acontecendo algum vernissage ou algo do tipo, pois o bar estava realmente lotado, e me pareceu o lugar perfeito para tomar um drink ou dois antes de voltar para o hotel. Entrei e me sentei em uma mesa de canto, uma das poucas que ainda estavam vazias. Pedi uma bebida e, para passar o tempo, fiquei observando a decoração do lugar e as mulheres bonitas que circulavam por ali. Foi quando notei uma garota sentada no bar que parecia me olhar com interesse. Eu sou um homem maduro, bem constituído fisicamente e considerado charmoso pelas mulheres, mas não sou mais nenhum garotão. Por isso, acho estranho quando uma garota muito mais nova do que eu começa a se insinuar para mim. Mas foi exatamente o que aconteceu naquela noite. Era uma morena alta e magra, tipo modelo, extremamente bem vestida e que não aparentava mais do que 25 anos; o tipo de mulher que você só encontra mesmo na noite de São Paulo. A princípio, fiquei na dúvida se ela estava mesmo me olhando, mas tudo indicava que sim. Já ia me levantar para falar com a gata quando uma loira maravilhosa chegou e sentou-se ao lado dela. A loira seguia o mesmo estilo da morena: linda, sofisticada, saída da capa de uma revista de moda. Imediatamente, as duas começaram a conversar animadamente. Como não se cumprimentaram, entendi que a loura já estava no bar; devia ter ido apenas retocar a maquiagem ou coisa do gênero.

“Tava bom demais pra ser verdade”, pensei lá com meus botões. Acabei meu drink com calma e já estava para pedir a conta quando percebi que as duas garotas estavam me olhando. Conversavam, cochichavam e voltavam a olhar na direção na minha direção, sempre sorrindo. Como atrás de mim só havia a parede, entendi que o negócio era mesmo comigo. Resolvi agir. Ergui meu copo na direção das duas, como que fazendo um brinde e convidando-as para a minha mesa. Confesso que fiquei espantado quando elas retribuíram sem hesitação o meu sorriso, deram uma última cochichada, levantaram-se e vieram caminhando lentamente em minha direção. “Não estou acreditando.”, pensei, “Será que são profissionais?”. Não eram. A morena se chamava Ana, era arquiteta e trabalhava com decoração de interiores. A loura chamava-se Nathália, ou “Nate”, que era como ela gostava de ser chamada, e possuía uma empresa de organização de eventos. Perguntei o que elas estavam bebendo. “Champagne”, respondeu Ana. Pedi ao garçom que trouxesse uma garrafa do mesmo espumante que ele servira às garotas, para manter a conversa animada. Conversamos, bebemos e rimos por quase meia hora e a cada momento eu ficava mais encantado com as duas garotas. Se eu tivesse que escolher uma delas, não saberia qual. Ana era uma beleza de mulher, dentes muito brancos contrastando com a pele morena, uns seios de tirar o fôlego e uma bundinha saliente sob o vestido colado de dar inveja a qualquer. Nate tinha os olhos verdes mais lindos que já vi, pernas longa e bem trabalhadas pelas horas que passava na academia e seios empinados e grandes, que são o meu fraco. Lá pela segunda garrafa de bebida, as duas já estavam bem à vontade e percebi que trocavam carícias entre si por baixo da mesa. Resolvi fazer logo a pergunta que estava até agora sem uma resposta:

— Mas, afinal, o que é que duas mulheres maravilhosas como vocês estão fazendo numa noite de quinta-feira sentadas num bar com um coroa como eu?
As duas caíram na risada. Parecia que eu tinha dito a coisa mais divertida do mundo!

— Bom, em primeiro lugar você não é nenhum coroa… — falou Ana, tomando a iniciativa da resposta.

— Nós achamos você muuuito atraente! Um gatão! — disse Nate interrompendo a amiga.

— E em segundo lugar… — continuou Ana, — nós estamos cansadas de garotos e decidimos que hoje passaríamos a noite com alguém mais experiente. Você não se importa, não é mesmo?
Claro que eu não me importava! Nem um pouco!

— Mas vocês querem passar a noite toda aqui ou preferem ir para outro lugar? — mandei rápido para não perder a oportunidade. Elas riram deliciosamente e Nathália piscou para mim. “Podemos ir para a minha casa…”, disse a garota com o sorriso mais sacana possível no rosto.
Não pensei duas vezes. Pedi a conta, paguei e saímos.

— Alguma de vocês está de carro ou pegamos um táxi?

— Não precisa. — falou Nate, — Eu moro naquele condomínio alí na outra esquina. — disse ela apontando para o belo prédio recuado que estava a menos de 100 metros de nós.
As garotas me abraçaram e fomos os três pela rua, numa linha não muito reta traçada pelos efeitos da bebida.

Entramos no prédio e já começamos a sacanagem no elevador. Nate me deu um beijo na boca que quase arrancou a minha língua enquanto Ana abraçava a amiga por trás e acariciava seus seios com uma das mãos, alisando meu pau por sobre a calça com a outra.
Entramos no apartamento, que era um show.

— Gostou? Fui eu que decorei! — disse Ana me empurrando para o sofá e puxando a amiga para junto de si.
Nem me dei ao trabalho de comentar. Fiquei só ali no sofá observando aquelas duas gatas deslumbrantes se beijando cheias de tesão. Ana lambia o pescoço e mordia a orelhinha de Nate enquanto esta dava gemidinhos e tratava de tirar o vestido da amiga, deixando à mostra dois peitinhos maravilhosos, que ela começou a beijar e morder em seguida.

Ana levantou a saia da amiga e mostrou a bundinha deliciosa de Nate. Comecei a acariciar meu caralho, que a esta altura já parecia um mastro de navio pirata por sob a calça do terno. Coloquei o bicho pra fora, tirei minha roupa e comecei a me masturbar devagar assistindo aquele show maravilhoso das duas se agarrando na minha frente.
A essa altura, as duas já estavam só de calcinha e saltos altos, cada uma com a mãozinha enfiada dentro da calcinha da outra e se chupando loucamente. Foi quando se lembraram de mim. Olharam para mim ao mesmo tempo, com o sorriso mais maroto do mundo, e vieram andando até o sofá. Me imaginei num desfile privado da Victoria’s Secret, com aquelas duas modelos desfilando só de calcinha em minha direção.

Não resisti. Tomei Nate pela mão e a puxei para o sofá. Peguei a cabeça da garota e trouxe sua boquinha até o meu pau duro. “Chupa gostoso, chupa, querida?”. Não precisei pedir de novo. Nate era bem gulosa e engoliu meu pau com vontade. Enquanto ela se distraía com o meu caralho, coloquei Ana sentada sobre o meu joelho e comecei a lamber aqueles peitinhos perfeitos. Escorreguei minha mão por entres as coxas de Nate e deslizei meus dedos para dentro de sua calcinha. Como aquela bocetinha era quente! E como estava molhada! Meti meus dedos dentro dela e comecei a fodê-la com a mão enquanto beijava a boquinha e os mamilos durinhos de Ana.

Ana resolveu que era hora de participar mais ativamente da brincadeira. Tirou a calcinha, empurrou a amiga para o lado e sentou em cima do meu caralho babado, que entrou todinho de uma vez na sua xoxotinha molhada. Ana me deu um beijo gostoso e chamou Nate. A loura tirou a calcinha e sentou-se no corpo do sofá, com a boceta lisinha bem do lado do meu rosto. Abriu bem as pernas e ofereceu-nos aquela xoxota linda. Eu e Ana começamos a lamber e a chupar aquela boceta molhada e cheirosa. Nos beijávamos e nos revezávamos chupando a xoxota de Nate enquanto fodíamos gostoso. Ana rebolava deliciosamente sobre o meu caralho enquanto a amiga me estimulava.

— Isso, gostoso! Fode bem essa putinha! Faz ela gozar gostoso! Depois vou dar minha bocetinha pra você também!
Ana gemia e gritava. Nate esfregava a xoxota ora na minha boca, ora na boca de Ana. Quando Nate anunciou aos gritos que iria gozar, gozamos os três! Gozamos juntinhos, no mesmo instante, em perfeito sincronismo. Foi uma delícia!

Nem bem acabamos, Ana saiu do meu colo e caiu de boca no meu pau, lambendo ele todo e não deixando que amolecesse. Agora seria a vez de Nate. A linda loura desceu do encosto do sofá e ficou de quatro sobre o estofado.

— Agora você me come enquanto a Aninha me chupa. — disse a loura me olhando por cima do ombro e abrindo a bocetinha com os dedos para que eu apreciasse melhor a delícia que ela me oferecia.
Enquanto Ana se colocava debaixo de Nate para chupar gostoso a xoxota da amiga, eu aproveitei para lamber um pouco o cuzinho lindo e rosado de Nate, que havia me atraído desde o início.

— Ai, que gostoso! — disse a garota. — Sabia que eu nunca dei minha bundinha pra ninguém?

— Sempre há uma primeira vez. — disse eu encostando a cabeça do caralho naquele buraquinho virgem e começando a meter devagarinho.
Nathália começou a gemer e a rebolar gostoso no meu pau, que começava a entrar com dificuldade. Enquanto isso, Ana chupava a boceta da amiga e de vez em quando dava uma lambida no meu saco. Aproveitei que Aninha estava com a boca ali bem pertinho, tirei meu pau do cú de Nate e coloquei o coloquei na boquinha de Ana. Ela chupou com vontade.

— Isso! Deixa ele bem molhadinho pra ele conseguir entrar nesse cú apertado! — falei para a menina.

— Ai! — disse ela. — Então tira o cabacinho desse cuzinho gostoso que depois vai ser a minha vez!
Tirei da boquinha de Ana e meti de uma vez no cú da Nathália. A garota gritou “Ai! Que delícia!” e caiu de boca na boceta de Ana. Fiquei fodendo aquele cuzinho delicioso e assistindo aquele 69 alucinante até gozarmos os três novamente juntos, aos gritos e em perfeita sincronia.

A noite não acabou aí. Depois fomos para o quarto e começamos tudo novamente.

Hoje, quando vou à São Paulo, não fico mais em hotel: tem sempre um lugarzinho reservado pra mim na cama dessas duas amigas deliciosas que ficaram minha amigas também.

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Ui… Ui… Ui…
Quanta libertinagem, e que camarada sortudo! Saiu pra relaxar, comeu duas beldades e de bônus deflorou dois cuzinhos.

Aproveitem esse fim de semana, que promete ser bem sacana.
E lembrem-se, usem camisinha.

Beijocas molhadinhas

 

conto publicado e retirado de contoerotico.com.br

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