Conto Erótico – Ménage à Trois

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Eu fiz faculdade de jornalismo, mas, por amor à língua portuguesa e devido à necessidade de conseguir dinheiro para sustentar o assustador custo de vida da megalópole, tornei-me revisora. Isso mesmo que você leu! Passo, em média, dez horas diárias revisando slogans e peças publicitárias feitas com o intuito de criar desejos de consumo em algum público-alvo. Não é o trabalho mais emocionante do mundo, porém, para alguém como eu – que nunca se cansa de ler – é algo bem fácil e até que rentável.

Já corrigi anúncios da Nike, outdoors da Rede Globo e todo tipo de folheto imobiliário que existe por aí. É simples: eu acho o erro, aponto-o e sugiro uma forma para torná-lo correto. E, vinte dias depois, o dinheiro está na minha conta. Sou uma mulher feliz. Não tanto quanto eu seria se o Cauã Raymond resolvesse tirar a minha calcinha. Mas sou feliz. Aliás, depois do que aconteceu comigo na semana passada, não tenho motivos para reclamar do curso que a minha existência tomou. Vou maravilhosamente bem, obrigada.

Tudo começou no mês passado, quando recebi a ligação de um antigo amigo meu. Ele disse que um grande camarada dele havia escrito um livro de contos eróticos e perguntou, na lata, se eu toparia revisar o impresso. O autor, por ser iniciante, obviamente não tinha muita grana para pagar pelo serviço e eu, por considerar a literatura erótica um gênero menor, a princípio, pensei em dizer “não”. Mas o cara que me ligou para pedir o favor é barbudo, magrelo e deliciosamente tatuado, ou seja, acabei – em nome do tesão que sempre senti por ele – aceitando. Você me entende, né? E, por R$ 500,00, topei revisar aquele monte de putaria e palavras com o mágico poder de aflorar demônios que desconhecia em mim.

“Caninos” é o nome do livro que recebi por e-mail. E, quanto vi, estava desmarcando o “japa” que havia combinado com as minhas amigas, só para não parar de ler aquelas páginas que exalavam o inconfundível odor que só o sexo tem. Aqueles contos eróticos eram bem diferentes de todos os outros que eu já havia lido. Eles tinham o estranho poder de me envolver e de arrastar para dentro daquelas situações capazes de enlouquecer até mesmo a mais pudica das fêmeas. “O cara que escreveu isso realmente sabe como deixar uma mulher louca!”, pensava alto, enquanto me imaginava na pele das damas que eram fodidas – bem fodidas – entre letras maiúsculas e pontos finais. E, a vocês, confesso que apenas pensar não bastou para acalmar as sensações que brotaram em mim. Depois do banho, hidratei, bem devagar, cada quadra do meu corpo e, enquanto um jazz qualquer zanzava por todo o meu apartamento, deixei o vibrador acariciar, sem pressa, a pele macia e bem lisinha da minha boceta. Enquanto o vibrador roçava em meu corpo, eu tentava, sem sucesso, decidir qual daquelas personagens eu gostaria de ser. Gozei antes de descobrir. Eu queria ser todas. E queria ser fodida como elas foram, naquelas páginas. Eu queria ser chupada pelas mesmas bocas ansiosas que as sugaram, sem dó, mesmo depois que elas gozaram e sentiram-se completamente sensíveis ao mais singelo toque.

Revisei o livro em cinco dias. Deixei todos os outros Jobs para depois. O que queria que eu fizesse? Eu não conseguia parar de ler aquela porra. Eu não conseguia parar de me tocar. Ai, sinto um puta tesão só de lembrar!

– Acabei de corrigir – disse ao tatuado, por telefone.

– Já?

– Sim, eu estou cheia de coisas para fazer e resolvi me livrar disso primeiro – menti.

– Acho que precisamos comemorar, que tal?

– Claro! Um chope? Ou dois? Ou três? – brinquei.

– Perfeito. O Rodrigo, autor do livro, gostaria de conhecer você. Posso chama-lo também?

– Pode sim. Prometo que vou me comportar! – disse, impulsivamente, sem saber de onde vinha aquela malícia. Aliás, eu sabia.

– 20h00, no Bar Opção, o chope é por minha conta. Fechado? – perguntou Paulo.

– Encontro vocês lá – disse e corri para o chuveiro. Afinal, alguma coisa me dizia que aquela seria uma noite especial.

Tomei um banho longo. Lavei meu cabelo (duas vezes). Usei o chuveirinho da melhor forma possível. Gozei. E o fogo, ao contrário do que eu queria, só aumentou. Os braços tatuados, misturados aos tantos paus que eu havia conhecido naqueles contos, fizeram-me continuar em chamas – mesmo após uma gozada que enfraqueceu as minhas pernas.

Coloquei um vestido bem soltinho, sequei o cabelo enquanto encarava meu reflexo no espelho e, suavemente, fiz com que meus lábios ganhassem cor de sangue. Nos pés, coloquei um sapato de salto alto. Senti-me poderosa. Olhei-me de lado e admirei o contorno da minha bunda. Espirrei o perfume entre os seios e saí. Ah, esqueci-me de dizer que eu não coloquei calcinha. Sabe como é, né? Não queria marcar o vestido. Ou será que fiz isso pensando em outras coisas? Acho que um pouco dos dois.

Logo que cheguei ao bar, avistei – graças às tattoos – a mesa para a qual eu deveria ir. E fui.

– Prazer, Rodrigo! – disse-me o escritor depravado, antes de me dar um beijo daqueles que realmente encostam, sem miséria, os lábios na bochecha.

Ele tomava uísque sem gelo e, apesar do calor, vestia-se todo de preto. Ou seja: um clichê ambulante. Mas gostei. Não nego. Já o Paulo – o tatuado que me colocou nisso – estava de camiseta branca, calça jeans e um Vans bem surrado no pé. E a barba dele parecia ainda maior. Eu já disse a vocês que adoro barba? Amo barba! Gosto de barba grande mesmo. Não sou como a maioria que prefere a tradicional “barba por fazer”.

Os dois, sem disfarçar, comiam-me com os olhos. A princípio, até senti certa vergonha de ser o centro das atenções. Porém, depois de algumas caipirinhas bem caprichadas, comecei a gostar daquilo. Quem não gosta de ser olhada assim? Confessem! Eu gosto.

– Gostou do livro? – perguntou-me o autor, antes de dar um longo gole e de sorver todo o líquido que havia no copo dele.

– Gostei e gozei! – respondi, em tom de brincadeira. Brincadeira com bem mais do que um fundo de verdade.

A cada copo que tomávamos, mais deixávamos os assuntos caminharem para onde realmente queríamos: para o sexo. Tudo era motivo para acharmos um duplo sentido. E aquilo foi ficando cada vez mais divertido. E eu, obviamente, fui ficando cada vez mais bêbada e desinibida.

– Vamos fechar a cozinha, vocês aceitam mais alguma coisa? – perguntou o nobre garçom.

Pedimos a saideira. A primeira de quatro. De quatro saideiras, não pensem besteira. Ainda!

– Alguém de vocês tem o telefone de um ponto de táxi? – perguntei, fingindo não possuir, no meu celular, um aplicativo para exercer tal função.

– Onde você mora? – perguntou o Rodrigo.

– Alameda Campinas.

– Levamos você para casa. É o mínimo que podemos fazer para lhe agradecer pelos serviços prestados.

– Podemos fazer bem mais! – disse o Paulo, sorrindo para o Rodrigo.

– Eu aceito. Mas, por favor, vá devagar – pedi.

– Sim, pode deixar, iremos devagar com você. – afirmou o Rodrigo.

Assim que chegamos ao carro, propositalmente, ao passar por trás de mim, o Rodrigo roçou em minha bunda. Havia espaço para que aquele atrito não acontecesse. Mas, mais uma vez, confesso que adorei. Ele nem pediu desculpa. Por que ele o faria?

Pediram-me para sentar no banco da frente e eu, sem questionar, obedeci. O Rodrigo era o motorista daquele carro preto, com fortíssimo cheiro de cigarro e lotado de latas de cerveja vazias e nem tão vazias assim. Uma voz completamente rouca e aparentemente alcoolizada saiu das caixas de som trêmulas daquele carro. Se não me engano, era esta música que tocou assim que ele girou a chave: http://www.youtube.com/watch?v=FfXSef8FOAg

Rodrigo, através do espelhinho do carro, iniciou uma troca de olhares com o Paulo. Agiam como crianças que tramavam algo. E realmente tramavam, pois, nem um minuto depois, senti a mão do Paulo pousando em minhas costas e iniciando uma massagem irrecusável.

– Você merece! – eles disseram, em uníssono.

E, antes mesmo que eu pudesse me acostumar com as mãos do Paulo, uma terceira mão pousou sobre a minha coxa esquerda.

– À três é ainda melhor, não acha? – disse o motorista vagaroso e escritor sem pudores.

– Acho.

E as mãos trataram de percorrer o meu corpo que, minuto a minuto, mais descontrolado foi ficando. Tanto que eu nem me atentei ao caminho que o Rodrigo estava fazendo. Quando vi, estávamos entrando em uma garagem que eu desconhecia. E, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, não era mais a mão – e sim a barba – do Paulo que percorria a extensão do meu pescoço. Aquilo arrepiou as minhas coxas que, naquele momento, recebiam uma atenção muito especial do Rodrigo que, além de escritor, demonstrou ser um ótimo motorista. Ele parou em uma vaga minúscula sem tirar a mão de mim. Mão de pele grossa e que, por uma ou duas vezes, já havia sentido a umidade da minha boceta e a ausência proposital da minha calcinha. Tenho certeza que ele gostou.

Não questionei nada. Apenas entrei no elevador. E, assim que a porta fechou, senti a mão do Rodrigo levando a minha mão para o cacete do Paulo que, por sua vez, fez a mesma coisa e levou a minha outra mão para o pau do Rodrigo. Ambos estavam duros e capazes de ocupar as minhas mãos.

– Você gosta de um pau, né? – perguntou o Rodrigo.

– Na minha boca! – respondi, assim que o elevador parou no décimo terceiro andar.

Continuei segurando aqueles paus duros até entrar no apartamento do Rodrigo. Nas paredes, muitos quadros relacionados a cinema. Aquilo aumentou ainda mais o meu tesão. Al Pacino, Sean Penn, Johnny Depp e Marlon Brando, Rodrigo e Paulo, todos aqueles homens, olhavam-me. E dois deles, a não ser que o mundo acabasse sem motivo aparente, estavam prestes a me comer

– Leve ela ao sofá! – Rodrigo pediu ao Paulo, enquanto enchia um copo com uísque e gelo.

E assim Paulo fez. Segurou-me pela cintura e me guiou até o sofá de couro negro.

– Vai, de quatro! – ordenou.

E eu fiquei.

O Paulo parou na minha frente, bem pertinho do meu rosto e abriu a calça. Ele, apesar da magreza, tinha um pau bem grosso. Comecei a chupá-lo e logo senti que meu vestido estava sendo levantado. Minha boceta ficou à mostra. Enquanto eu ocupava a minha boca com o cacete do Paulo, minha boceta era deliciosamente lambida pela língua do Rodrigo.

– Tá gostoso, irmão? – Rodrigo perguntou ao Paulo.

– Muito! Ela chupa bem gostoso – Paulo respondeu.

E, depois de um elogio daqueles, chupei com ainda mais vontade. Passei a pontinha da língua em cada canto daquele pau. Sentia as veias. Sentia a pulsação. Sentia muito tesão. Lambia coordenadamente até que, abruptamente, senti uma pedra de gelo deslizando pelo minha bunda. Não é que o Rodrigo gostava de uísque sem gelo mesmo? Ele começou a deslizar o gelo sobre a minha bunda enquanto fazia a língua entrar em mim. Aquilo me desconcertou. Até que, para gemer melhor, tive que tirar o pau do Paulo da boca. Mas logo voltei a chupá-lo. Sugava o cacete dele e o olhava nos olhos. Ele mordia a boca e me olhava profundamente. Enquanto isso, o gelo deslizava pelo meu cu. Nunca senti algo como aquilo. No começo foi estranho, mas depois eu passei a amar a sensação que uma simples porção de água congelada era capaz de proporcionar.

– Sua vez de chupá-la bem gostoso. Não me decepcione! – Rodrigo falou ao Paulo.

– Com o maior prazer! – ele respondeu, antes de trocar de posição com o Rodrigo.

E eu fiquei ali, imóvel, esperando para conhecer o pau do Rodrigo e para sentir, na bunda, a barba grande do Paulo.

– Abra a minha calça! – mandou Rodrigo.

Obedeci. E, enquanto o zíper descia, senti que Paulo, propositalmente, roçava a barba em mim. “Se apenas com a barba ele consegue me deixar assim, com a língua ele vai me matar!”, pensei. E foi exatamente isso que aconteceu quando senti a primeira lambida. Senti algo que nunca havia sentido antes. Não sei nem como explicar! Só sei que enlouqueci. E que, feito uma esfomeada, comecei a chupar o pau do Rodrigo.

– Paulo, para um pouco! – pedi ofegante, com medo de gozar.

– Parar? – aqui não tem essa. Aguente!

Eu não conseguia nem falar.

– Não vai gozar, hein? Ainda vai ter que nos aguentar fodendo você bem gostoso.

E, logo após dizer isso, Paulo meteu o pau em mim. Como é bom se sentir preenchida.

Sentia as bolas do saco dele batendo em minha bunda. E ouvia as respirações ofegantes dos dois.

– Fode mais! – gritei e coloquei o pau do Rodrigo novamente na boca.

Rodrigo, sem tirar o pau da minha boca, com as mãos fortes, abriu a minha bunda para que o cacete do Paulo entrasse ainda mais fundo em mim.

– Fode ela! – ordenou Rodrigo.

E parece que o Paulo gostou da ideia. Pois ele começou a me comer bem rápido. Sentia o cacete dele entrando e saindo de mim. Penetrava fácil. Eu estava muito molhada.

Então, quando achei que nada mais poderia me deixar com tesão…

– Come o cuzinho dela! – ordenou Rodrigo.

E, poucos segundos depois, bem devagarzinho, eu senti o cacete grosso do Paulo invadindo meu rabo. Ele, com muita calma, bem lentamente, entrou em mim. Entrava um pouco e saía. Depois, entrava mais um pouco e saía um pouco menos. Até que, quando vi, estava com pau todo dentro do cu.

– Pela carinha dela ela está gostando, não acha Paulão? – falou Rodrigo.

Paulo apenas respirou fundo e continuou a socar o pau em mim.

Foi aí que o Rodrigo mostrou extrema agilidade e, quase sem me tirar do lugar, deitou-se sob meu corpo. Não só isso: ele meteu em minha boceta. E, pela primeira vez na vida, senti-me realmente completa. O pau do Paulo dentro do meu cuzinho e o do Rodrigo em minha boceta.

– Gosta disso, sua putinha?

– Prefere no cu ou na boceta? Ou assim, nos dois?

– Quer mais fundo, quer?

– Fode ela, vai!

– Come essa gostosa!

– Enfia tudo, sem dó!

– Vai, come ela!

– Já fizeram isso com você antes?

– Come essa putinha!

– Ela está pedindo mais, come sem dó! Enfia tudo!

– Gosta de dois paus em você?

– Gosta, né?

– Gosta quando enfiam no seu cu?

– Quer mais?

Foram as ultimas frases que ouvi antes de gozar. Frases que, neste momento, já nem sei mais de qual boca saíram. Se é que um dia soube. Só sei que gozei gostoso e que não tive coragem de cobrar nem os R$ 500,00 que havia combinado pela revisão. Acho que nem uma puta cobraria por um dia tão bom quanto aquele.

 

Fonte: Quarto 69 – Escrito por Ricardo Coiro

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Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Eles são um casal extremamente safado!
Mesmo no motel, já cheios de tesão, se exibem pra quem entra. Fodendo e chamando os outros pra ver..

Confere aí essa história bem sacana;

 

Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Olá amigos, aqui vai mais um conto e fotos verídicos vividos por mim e uma amante putinha, a safada tem 23 aninhos é morena e bem magrinha, uma noite fomos ao motel e como de praxe para bons exibicionistas já a despi no caminho e ao cruzar o portão de entrada a fiz descer do carro e ir até a suíte caminhando nua a vadiazinha já chegou ensopada pela possibilidade de alguém a ver nua e ali já a esperava de pau duríssimo, depois de uns beijos ela tirou minha camisa na garagem e abriu meu zíper já pulando pra fora minha verga duríssima e começou a me masturbar até que ouvi o barulho de um carro entrando e foi ai que a mandei me chupar com a bunda virada para a passagem.
Ela dobrou seu corpinho magrinho e começou a me chupar o casal que entrava olhou assustado e seguiu e ela continuou a chupeta até que logo em seguida ouço outro barulho e a mando abrir a bunda com as duas mãos enquanto mamava em mim e ao se aproximar a caminhonete vi que o cara reduziu e ele e sua companheira riam, o cara tinha uns 47 anos e parou de frente a garagem e ficou vendo, ai abriu a porta desceu e deixou a porta aberta pra sua companheira ver também, sua companheira era loira de saia curtinha e umas coxas grossíssimas e um sorriso de largar a família.

Ele se aproximou pediu licença para assistir, eu consenti e quando a putinha foi reclamar a puxei pelos cabelos contra meu pau e a mandei calar a boca, ele pos a mão na bunda dela e ela chupando foi ai que abriu o zíper e tirou seu pau e começou a se masturbar, o pau dele era pequeno e ai eu lhe disse:
– Tá curtindo?
– Muito!
-Quer uma chupeta?
Ele gritou pra moça da caminhonete:
– Posso, amor?
– Só se virarem de lado pra eu ver!
Foi ai que mandei a cadelinha se virar e mamar o pau do cara enquanto eu a enrabava ela com lagrimas nos olhos atendeu e começou a chupar o cara enquanto isso a mina do cara ergueu a saia e se masturbava e tirava fotos quando anunciei o gozo e gozei no seu cuzinho o amigo também disse que ia gozar e foi ai que mandei que gozasse na boca dela e ele o fez com gosto.

Nisso desce a loira da caminhonete com a saia levantada e vai beijar a boca da minha cadelinha, então entra outro carro no motel e o amigo foi tirar a caminhonete enquanto as duas se beijavam me ajoelhei e fui lamber a buceta e o cuzão da loira que quando ia gozar chorava como uma boa puta. Ela gozou só de ser chupada no cú enquanto beijava a minha vadiazinha.

Trocamos telefone pra ela me enviar as fotos por watts-up e nos despedimos, marcamos uma foda a quatro mas só depois de eu foder a loira sozinho no escritório do coroa, em outra oportunidade conto pra vocês, abraço.

 

créditos do conto: contoerótico.com.br

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Desvirginando um cú no menàge

Olá, meu nome é Marcos e o da minha esposa é Regiane. Somos um casal normal, transamos umas três vezes por semana. Certo dia estávamos combinando uma viagem para o litoral de Ubatuba. Como não temos filhos, resolvemos convidar um casal de amigos nossos, mas infelizmente, ou felizmente, somente a esposa do André, Valéria pode ir com a gente. Ele só iria no final de semana. Valéria e uma mulher muito recatada, mas tem um corpo muito bonito. Minha esposa também tem um corpinho muito bonito para sua idade, 38 anos.
Meu apartamento só tem um quarto, mas é muito grande. Tem duas camas de casal e duas de solteiro. Não tivemos opção a não ser dormir os três no mesmo quarto. Sou louco por sexo e naquela noite senti uma vontade enorme de dar uma trepadinha, mas minha esposa me alertou que a Valéria estaria no quarto junto. Eu disse para fazermos bem baixinho, então ela aceitou.
Esperamos ela dormir e demos uma rapidinha. Mas ao olhar para o lado, percebi que ela estava acordada. Não falei nada para minha esposa. Gozei gostoso só de imaginar outra pessoa nos olhando. No dia seguinte fomos para a praia. Para minha surpresa a Valéria estava com biquini bem sexy, principalmente para ela, que é recatada. Minha esposa, como de costume, com seu biquini atolado no seu rabo gostoso, percebi que muitas vezes era observada pela Valéria com um olhar meio estranho, de apreciação. Voltamos para o apartamento por volta das 18h, pois estávamos na praia há bastante tempo. Chegamos e fomos dormir um pouco para irmos a uma balada mais tarde.
Curtimos a noite toda na balada. Então percebi que a Valéria estava de olho na minha esposa. Percebia que as duas dançavam com os corpos se esfregando. Certo momento minha esposa veio até mim e disse que a Valéria bebeu de mais e que tinha tentado passar a mão em sua boceta. “Deve estar mesmo”, imaginei.
Fomos embora para casa. Ao chegar, Valéria ligou o som e começou a dançar como uma louca. Minha esposa entrou no embalo. Eu fiquei sentado no sofá, só olhando as duas agarradas dançando como se não tivesse ninguém ali. Meu pau começou a ficar duro só de imaginar as duas peladinhas na minha frente. De repente, Valéria puxou minha esposa pelo pescoço e deu-lhe um beijo de língua. Regiane olhou para mim assustada, mas só dei uma piscada dando-lhe permissão para que continuasse. As duas esqueceram de mim ali. Não acreditava no que estava vendo. Valéria começou a tirar a roupa. Que boceta linda! Toda raspada. Regiane acompanhando despiu-se também. Para minha agradável surpresa, Valéria pediu para que Regiane me chamasse para a brincadeira. Minha esposa olhou bem para mim e disse: “vem meu amor”.
Não pensei duas vezes, começamos a dançar os três juntos. Tirei minha roupa num piscar de olhos e logo já estávamos pelados. Valéria deitou no tapete da sala e disse: “vocês me deixaram louca a noite passada, agora vão ter que apagar meu fogo”. Minha esposa, que nunca tinha beijado sequer uma mulher, caiu de boca na boceta da Valéria e começou a lambuzá-la. Enquanto isso, Valéria olhou pra mim pediu para mamar no meu pinguelo. Antes de ela terminar de falar, já tinha em sua boca meu delicioso cacete.
Ficamos ali os três por um bom tempo revezando, até Valéria me olhar e dizer que seu marido nunca comeu seu cu. Regiane ficou espantada e deu risada. Falou pra ela ficar de quatro então ela teria o maior prazer de sua vida. Então deu uma boa lambida naquele cuzinho virgem — lindo mesmo—, me puxou perto dela e ficou passando a minha chapeleta na portinha da Valéria. Ela dava gritos de prazer. Fui colocando aos poucos até entrar tudo. Ela rebolava e dizia que estava adorando. Gozei umas duas vezes sem tirar de dentro. Minha esposa só ficou olhando e se masturbando gostoso na minha frente.

 

créditos do conto Jardim do Prazer

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Como vovó já fazia: Trepando e fotografando no início do século passado

Temos sempre a impressão de que falamos e fazemos muito mais sexo do que nossas avós e bisavós. É até estranho pensar na boa velhinha mandando ver em uma rola.

Principalmente se lembrarmos de como a sociedade era na época, cheia de regras e etiquetas.

Mas como em toda sociedade, existem os safados e os nem tanto. E os safados, da época do guaraná de rolha, eram tão safados quanto os safados de hoje em dia.
Claro, não tinham a mesma informação — em tempos de internet, um fim de semana hoje, equivale a uma vida de informação naquela época.

Talvez, e só talvez, eles tivessem menos imaginação. Mas em termos de sacanagem são iguais.
Ah! Não acredita, né? Pois bem…

Um site juntou 45 imagens (beeem antigas) onde jovens da época estavam fazendo sexo, ou melhor, trepando!
Não sei dizer a época exata, mas parece algo entre o início e meio do século 20.

Quando digo trepando, quero dizer sacanagem mesmo, que tem gente por aí, hoje em dia, que nunca fez.
São fotos de lésbicas, menàge, fetiche… Enfim, tudo que conhecemos como sexo.











 

Aposto que no próximo almoço de domingo vocês vão olhar bem diferente pras vós e pros vôs.

E vocês aí, achando o máximo aquela posição nova que fizeram ontem.
É… Vovó já fazia!

 

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Te conto um conto: Com a e um sexo à três

Taradinhos e taradinhas,

Chegamos, SEXXXta-feira! Dia de por o pé na jaca e acordar amanhã pensando em porque eu fiz aquilo ontem… :)

E pra começar bem o fim de semana, nada melhor que uma história inspiradora.
Confiram;

 Com a ex um sexo à três

Olá a todos, meu nome é Guilherme, moro no interior de SP, tenho 26 anos, sou solteiro. Minha última namorada foi a Vanessa Uma loira linda, olhos azuis, corpo lindo, seios médios pra grandes, silicone né?!rsss… ela tem corpo lindo, muito gostosa.
Nós tínhamos uma vida sexual muito boa, sempre que possível nós transávamos, já realizamos várias fantasias nossas, transamos no meio de uma boate, na rua, sob a chuva no capo do carro… essa foi a melhor… ela realizou minha maior fantasia, transar com uma amiga dela muito gostosa que na época estudava com ela, a Bruna. Foi muito bom transar com ela e a Bruna, as duas se beijando e tudo mais.
Faz cerca de 3 meses que terminamos, mas ainda temos uma sessão as vezes, e eu tenho saído com uma garota por ai, gostando de curtir junto com ela, e ela, pelo que me falou também esta saindo com um cara, um tal de Diego, estuda com ela. Tudo bem, não temos mais nada e de vez em quando ela me liga e a gente sai.
Ela me diz que o cara não é muito bom de cama, por isso me liga, por ter um tesão em mim ainda, e que eu faço ela gozar. Adoro ouvir quando ela me diz isso e tudo mais. A gente transa pra valer, ela me da o cuzinho, adora que eu goze na boca dela, chupe a bucetinha, enfim, sexo intenso.
Certa vez nós saímos para um barzinho e ficamos bebendo e conversando, ela estava linda, de saia branca bem justa, uma blusinha soltinha preta, salto alto, uma delicia. Papo vai, papo vem, ela levanta e diz que vai ao banheiro. Quando ela volta me diz:
– Gui, essa daqui é pra você me devolver amanhã cedo. Simplesmente ela me deu a calcinha que ela estava usando, ela tirou no banheiro e me deu, ficou sem calcinha. Era uma vermelha de rendinha, um tesão.
E como ela gostava de me provocar, sussurrava muita besteira no meu ouvido, ela sabe que me deixa louco assim, é muito safada, e isso me deixa com mais tesão nela ainda.
Trocamos vários beijos, várias caricias. E fomos embora pra ir pra um motel terminar a noite. Quando a gente estava no carro ela vira e me fala.
– O Diego sabe que eu estou aqui com você.
– Como assim? Perguntei assustado.
– Disse pra ele que tinha uma fantasia de transar com 2 caras e que tinha que ser com você, e ele me liberou pra sair e ver se você toparia! Me disse sem a menor vergonha… kkkkk
– Com certeza eu topo Nessa, você é uma safada, e como te conheço, se não for comigo, vai ser com outro, então que seja comigo. Topo sim. Mas quando??
– Agora, é só eu liga pra ele que ele ta me esperando.
Aquilo tudo tinha me deixado com o pau duro demais, estava com tesão da situação.
– Liga agora então, to cheio de tesão, quero só ver.
E não é que ela ligou mesmo pro cara.
– Morzinho, to com o Gui aqui, ele topou, daqui 15 minutos a gente passa na sua casa pra pegar você, bjoosss.
Passei na casa do tal Diego, pegamos ele, e fomos pro motel. O cara não tinha nada em especial, era normal, quase mesma altura que eu, só que mais magro.
Ela pediu pra deixar ele ir dirigindo e tals. Deixei sem maiores problemas, ela foi pro banco de traz e eu sentei na frente com ele, e não é que a safadinha veio e abriu minha calça e tirou meu pau pra fora e ficou só alisando.
– Pega no meu também safada. Disse o Diego pra ela.
Na mesma hora ela atendeu, abriu a calça dele, tirou o pau dele pra fora e ficou alisando os dois ao mesmo tempo, meu pau tava muito duro, ele fica cabeçudo quando to com muito tesão, ela deu um jeito, não sei como e ficou chupando meu pau, lembendo ele, e ficou alisando o pau do Diego.
– Isso safada, isso que eu queria ver, você chupando outro cacete e me alisando, safada. Falava ele pra ela.
– Você gosta de me ver então é safado? Olha eu chupando então esse pau duro e grosso.
– Não olha muito não senão vai bater o carro… rsss.. Disse pra ele.
Enfim, chegamos ao motel, pegamos uma suíte, e entramos, já cheguei agarrando ela, beijando aquela boca gostosa dela, alisando todo o corpo dela, ela me jogou na cama, e ficou rebolando, dançando num pole dance que tinha no quarto, quando ela abriu bem a perna ela já estava sem calcinha, estava comigo.
– Cade sua calcinha??? Perguntou o Diego.
– Ta aqui cara, ela me deu no bar, ficou sem calcinha o tempo todo. Safada não?!
– Muito safada. Muito.
Ela foi tirando tudo, ficando peladinha, tirou a blusinha e o sutiã, deixando aqueles peitos redondos e muito firmes a mostra pra gente, virou de costa pra gente e foi baixando a sainha, bem empinadinha, não aguentei e cheguei por traz dela, essa altura já estava só de cueca, encostei o pau na bunda dela, e ela começou a rebolar nele, deixando ele mais duro ainda, ela chamou o Diego pra vir junto também, ela queria muito dois pra ela.
– Vem Di, vem aqui vem, quero 2, to gulosa hoje.
Na mesma hora que ele chegou ela já tirou o pau dele pra fora e ficou chupando, lambendo ele todinho, o saco, sugando as bolas. Abaixei na bucetinha dela e cai de boca, bucetinha dela linda, lisinha por baixo e com um pouco de pelinhos em cima, bem aparadinhos e curtinhos, lambi ela, passava a língua no grelinho dela, dava uma sugadinha ela se retorcia de tesão.
Foi ai que ela ficou de pé pegou nós dois pela mão e fomos até a cama, deitou os 2 na cama e caiu de boca no meu pau e no pau dele, revezando entre os 2, chupando tudo, lambendo, babado, enfiava tudo na boca, chegava a engasgar e soltar aquela baba no pau.
Ela foi pra cima do Diego com a bucetinha na cara dele pra ela chupar, fiquei de pá do lado dela e dei meu pau pra ela continua chupando, que boquete gostoso, tava com muito tesão.
– Hummm… quero meter… me fode Di, me fode… pediu ela.
– Vem ca, sente no meu pau. Respondeu de bate pronto.
Ela sentou, cavalgando gostoso no pau dele, e batendo uma punheta pra mim e me lambendo.
– Isso safada, queria 2, agora aguenta, safada. Falava pra ela
– Isso me fode…hummm… pau gostoso, quero você Gui… vem me comer…
Ela saiu de cima do Diego, deitou na cama de perna bem aberta pra mim e ficou alisando a bucetinha me chamando com o dedinho. Cheguei perto da bucetinha dela, coloquei a cabeça do meu pau na portinha melada dela e fui entrando de leve, e fui só aumentando a velocidade, fodendo ela com vontade, ela gemendo e pedindo mais… O Diego ficava mamando nos peitos dela e ela batendo uma punheta pra ele.
– Isso Gui, me fode, mefode… sou sua putinha… me fode caralho…hummmmmmmmmmmm… isso….. ahhhnnnnnnnnnnnn…. vou gozarrrrr… ahhh… vou gozarrrrrrr….
E gozou, senti aquela bucetinha ficando quentinha e escorrendo na cama. Caiu de boca no pau do Diego e pediu.
– Quero os dois em mim, juntos, no cuzinho e na bucetinha. Vem, vem Gui, vem no meu rabinho.
Ela ficou de 4 em cima do Diego e sentou no pau dele, e ficou rebolando aquela buceta quente me chamando pra por no rabinho dela. Cheguei perto dela, dei uma lambida no cuzinho dela, e enfiei a cabeça do meu pau, cuzinho apertadinho, enfiei tudo nela, fiquei metendo por traz e o Diego na bucetinha dela.
– Aaaaahhhhnnnnnnnnnn… ai q gostoso… ai q gostoso… me fodeeee… ai caralho…vo gozar de nvvv…. hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm
E gozou no pau dele comigo fodendo o cuzinho dela. Sai do bundinha dela e dei meu pau pra ela chupar, deitei na cama, e o Diego botou ela de ladinho e enfio no rabinho dela de novo, ela ficou me chupando e dando o cu pra ele.
Ele não aguentou muito no cuzinho dela e encheu ele de porra. Gozou la dentro mesmo.
– Ahhh Nessa, vou gozarrr… aaahhhhhh
– Goza no meu cu…goza ai… hummm…nao para de foder… não para…
E gozou. Faltava eu gozar ainda, ela veio em cima de mim, sentou no pau e ficou agachando com a bucetinha nele, muito quente a bucetinha a Vanessa.
– Goza safado, me da porra quente. Me pedia ela.
– Vai vagabundinha, rebola nesse pau, mete caralho, fode meu pau.
Não aguentei muito e disse pra ela que ia gozar.
– Ahhhh…vou gozar Nessa… vou gozarrr caralho…
Ela saiu de cima de mim e caiu de boca no meu pau, bateu uma punheta e pediu porra na cara, na boca dela.
– Me dá leitinho na boca, vai, me deixa sentir essa sua porra quente na minha cara de safada.
– AHhhhhhhhhhhhhh….
E enchi a boca dela de porra. Gozei muito na cara dela, ela babava no pau enquanto eu gozava. O Diego só ficou olhando eu encher a boca da namorada dele, e minha ex, de gozo.
– Caralho, quanta porra. Ele disse.
– Falei pra você morzinho, adorei vocês dois, adorei. Depois vou querer mais. Dizia a Vanessa totalmente mole de canseira que a gente deu nela.
Enfim, os 3 caímos na cama e descansamos um pouco e depois fomos tomar um banho. Eu ganhei um boquete no banho ainda enquanto ele fodia a xoxotinha dela, gozei na boca dela de novo. Muito bom essa noite com minha ex.

 

Curtiram? ;)

Fiquei molhadinha… Ui ui ui.

Beijinhos molhadinhos e usem camisinha

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Te conto um conto: Inesquecível Menàge Casual

Taradinhos e taradinhas,

SEXXXta-feira tá aí, cheia de fogo e vontade de fazer sacanagem.

E tambem é dia de conto.
O de hoje é uma delícia; um menàge gostoso, onde o coroa garanhão saiu despretensiosamente pra tomar uns drinques e relaxar pelo duro dia de trabalho. Bom, o cara deu a sorte de entrar no mesmo bar onde estavam duas gatas loucas pra trepar e fazer loucuras que até o mais crédulo fica desconfiado.

É ler para crer…

Inesquecível Menàge Casual

A história que eu vou contar é verdadeira e aconteceu recentemente. Sou carioca e, por força do trabalho, costumo ir com frequência à capital paulista, geralmente naquele esquema de bate-e-volta: pego o avião cedo, passo pelas reuniões que estão marcadas na agenda e retorno no mesmo dia, tarde da noite. Desta vez, devido a um atraso no último compromisso do dia, acabei ficando em São Paulo. Tinha sido uma tarde agitada e eu precisava relaxar um pouco antes de me recolher ao meu quarto de hotel. Assim, decidi sair para me distrair um pouco e beber alguma coisa. O hotel ficava em um bairro movimentado e agradável e resolvi sair a pé e parar no primeiro lugar que me chamasse a atenção.

Não havia andado mais do que duas quadras quando passei em frente a um bar bastante sofisticado e repleto de gente bonita. Devia estar acontecendo algum vernissage ou algo do tipo, pois o bar estava realmente lotado, e me pareceu o lugar perfeito para tomar um drink ou dois antes de voltar para o hotel. Entrei e me sentei em uma mesa de canto, uma das poucas que ainda estavam vazias. Pedi uma bebida e, para passar o tempo, fiquei observando a decoração do lugar e as mulheres bonitas que circulavam por ali. Foi quando notei uma garota sentada no bar que parecia me olhar com interesse. Eu sou um homem maduro, bem constituído fisicamente e considerado charmoso pelas mulheres, mas não sou mais nenhum garotão. Por isso, acho estranho quando uma garota muito mais nova do que eu começa a se insinuar para mim. Mas foi exatamente o que aconteceu naquela noite. Era uma morena alta e magra, tipo modelo, extremamente bem vestida e que não aparentava mais do que 25 anos; o tipo de mulher que você só encontra mesmo na noite de São Paulo. A princípio, fiquei na dúvida se ela estava mesmo me olhando, mas tudo indicava que sim. Já ia me levantar para falar com a gata quando uma loira maravilhosa chegou e sentou-se ao lado dela. A loira seguia o mesmo estilo da morena: linda, sofisticada, saída da capa de uma revista de moda. Imediatamente, as duas começaram a conversar animadamente. Como não se cumprimentaram, entendi que a loura já estava no bar; devia ter ido apenas retocar a maquiagem ou coisa do gênero.

“Tava bom demais pra ser verdade”, pensei lá com meus botões. Acabei meu drink com calma e já estava para pedir a conta quando percebi que as duas garotas estavam me olhando. Conversavam, cochichavam e voltavam a olhar na direção na minha direção, sempre sorrindo. Como atrás de mim só havia a parede, entendi que o negócio era mesmo comigo. Resolvi agir. Ergui meu copo na direção das duas, como que fazendo um brinde e convidando-as para a minha mesa. Confesso que fiquei espantado quando elas retribuíram sem hesitação o meu sorriso, deram uma última cochichada, levantaram-se e vieram caminhando lentamente em minha direção. “Não estou acreditando.”, pensei, “Será que são profissionais?”. Não eram. A morena se chamava Ana, era arquiteta e trabalhava com decoração de interiores. A loura chamava-se Nathália, ou “Nate”, que era como ela gostava de ser chamada, e possuía uma empresa de organização de eventos. Perguntei o que elas estavam bebendo. “Champagne”, respondeu Ana. Pedi ao garçom que trouxesse uma garrafa do mesmo espumante que ele servira às garotas, para manter a conversa animada. Conversamos, bebemos e rimos por quase meia hora e a cada momento eu ficava mais encantado com as duas garotas. Se eu tivesse que escolher uma delas, não saberia qual. Ana era uma beleza de mulher, dentes muito brancos contrastando com a pele morena, uns seios de tirar o fôlego e uma bundinha saliente sob o vestido colado de dar inveja a qualquer. Nate tinha os olhos verdes mais lindos que já vi, pernas longa e bem trabalhadas pelas horas que passava na academia e seios empinados e grandes, que são o meu fraco. Lá pela segunda garrafa de bebida, as duas já estavam bem à vontade e percebi que trocavam carícias entre si por baixo da mesa. Resolvi fazer logo a pergunta que estava até agora sem uma resposta:

— Mas, afinal, o que é que duas mulheres maravilhosas como vocês estão fazendo numa noite de quinta-feira sentadas num bar com um coroa como eu?
As duas caíram na risada. Parecia que eu tinha dito a coisa mais divertida do mundo!

— Bom, em primeiro lugar você não é nenhum coroa… — falou Ana, tomando a iniciativa da resposta.

— Nós achamos você muuuito atraente! Um gatão! — disse Nate interrompendo a amiga.

— E em segundo lugar… — continuou Ana, — nós estamos cansadas de garotos e decidimos que hoje passaríamos a noite com alguém mais experiente. Você não se importa, não é mesmo?
Claro que eu não me importava! Nem um pouco!

— Mas vocês querem passar a noite toda aqui ou preferem ir para outro lugar? — mandei rápido para não perder a oportunidade. Elas riram deliciosamente e Nathália piscou para mim. “Podemos ir para a minha casa…”, disse a garota com o sorriso mais sacana possível no rosto.
Não pensei duas vezes. Pedi a conta, paguei e saímos.

— Alguma de vocês está de carro ou pegamos um táxi?

— Não precisa. — falou Nate, — Eu moro naquele condomínio alí na outra esquina. — disse ela apontando para o belo prédio recuado que estava a menos de 100 metros de nós.
As garotas me abraçaram e fomos os três pela rua, numa linha não muito reta traçada pelos efeitos da bebida.

Entramos no prédio e já começamos a sacanagem no elevador. Nate me deu um beijo na boca que quase arrancou a minha língua enquanto Ana abraçava a amiga por trás e acariciava seus seios com uma das mãos, alisando meu pau por sobre a calça com a outra.
Entramos no apartamento, que era um show.

— Gostou? Fui eu que decorei! — disse Ana me empurrando para o sofá e puxando a amiga para junto de si.
Nem me dei ao trabalho de comentar. Fiquei só ali no sofá observando aquelas duas gatas deslumbrantes se beijando cheias de tesão. Ana lambia o pescoço e mordia a orelhinha de Nate enquanto esta dava gemidinhos e tratava de tirar o vestido da amiga, deixando à mostra dois peitinhos maravilhosos, que ela começou a beijar e morder em seguida.

Ana levantou a saia da amiga e mostrou a bundinha deliciosa de Nate. Comecei a acariciar meu caralho, que a esta altura já parecia um mastro de navio pirata por sob a calça do terno. Coloquei o bicho pra fora, tirei minha roupa e comecei a me masturbar devagar assistindo aquele show maravilhoso das duas se agarrando na minha frente.
A essa altura, as duas já estavam só de calcinha e saltos altos, cada uma com a mãozinha enfiada dentro da calcinha da outra e se chupando loucamente. Foi quando se lembraram de mim. Olharam para mim ao mesmo tempo, com o sorriso mais maroto do mundo, e vieram andando até o sofá. Me imaginei num desfile privado da Victoria’s Secret, com aquelas duas modelos desfilando só de calcinha em minha direção.

Não resisti. Tomei Nate pela mão e a puxei para o sofá. Peguei a cabeça da garota e trouxe sua boquinha até o meu pau duro. “Chupa gostoso, chupa, querida?”. Não precisei pedir de novo. Nate era bem gulosa e engoliu meu pau com vontade. Enquanto ela se distraía com o meu caralho, coloquei Ana sentada sobre o meu joelho e comecei a lamber aqueles peitinhos perfeitos. Escorreguei minha mão por entres as coxas de Nate e deslizei meus dedos para dentro de sua calcinha. Como aquela bocetinha era quente! E como estava molhada! Meti meus dedos dentro dela e comecei a fodê-la com a mão enquanto beijava a boquinha e os mamilos durinhos de Ana.

Ana resolveu que era hora de participar mais ativamente da brincadeira. Tirou a calcinha, empurrou a amiga para o lado e sentou em cima do meu caralho babado, que entrou todinho de uma vez na sua xoxotinha molhada. Ana me deu um beijo gostoso e chamou Nate. A loura tirou a calcinha e sentou-se no corpo do sofá, com a boceta lisinha bem do lado do meu rosto. Abriu bem as pernas e ofereceu-nos aquela xoxota linda. Eu e Ana começamos a lamber e a chupar aquela boceta molhada e cheirosa. Nos beijávamos e nos revezávamos chupando a xoxota de Nate enquanto fodíamos gostoso. Ana rebolava deliciosamente sobre o meu caralho enquanto a amiga me estimulava.

— Isso, gostoso! Fode bem essa putinha! Faz ela gozar gostoso! Depois vou dar minha bocetinha pra você também!
Ana gemia e gritava. Nate esfregava a xoxota ora na minha boca, ora na boca de Ana. Quando Nate anunciou aos gritos que iria gozar, gozamos os três! Gozamos juntinhos, no mesmo instante, em perfeito sincronismo. Foi uma delícia!

Nem bem acabamos, Ana saiu do meu colo e caiu de boca no meu pau, lambendo ele todo e não deixando que amolecesse. Agora seria a vez de Nate. A linda loura desceu do encosto do sofá e ficou de quatro sobre o estofado.

— Agora você me come enquanto a Aninha me chupa. — disse a loura me olhando por cima do ombro e abrindo a bocetinha com os dedos para que eu apreciasse melhor a delícia que ela me oferecia.
Enquanto Ana se colocava debaixo de Nate para chupar gostoso a xoxota da amiga, eu aproveitei para lamber um pouco o cuzinho lindo e rosado de Nate, que havia me atraído desde o início.

— Ai, que gostoso! — disse a garota. — Sabia que eu nunca dei minha bundinha pra ninguém?

— Sempre há uma primeira vez. — disse eu encostando a cabeça do caralho naquele buraquinho virgem e começando a meter devagarinho.
Nathália começou a gemer e a rebolar gostoso no meu pau, que começava a entrar com dificuldade. Enquanto isso, Ana chupava a boceta da amiga e de vez em quando dava uma lambida no meu saco. Aproveitei que Aninha estava com a boca ali bem pertinho, tirei meu pau do cú de Nate e coloquei o coloquei na boquinha de Ana. Ela chupou com vontade.

— Isso! Deixa ele bem molhadinho pra ele conseguir entrar nesse cú apertado! — falei para a menina.

— Ai! — disse ela. — Então tira o cabacinho desse cuzinho gostoso que depois vai ser a minha vez!
Tirei da boquinha de Ana e meti de uma vez no cú da Nathália. A garota gritou “Ai! Que delícia!” e caiu de boca na boceta de Ana. Fiquei fodendo aquele cuzinho delicioso e assistindo aquele 69 alucinante até gozarmos os três novamente juntos, aos gritos e em perfeita sincronia.

A noite não acabou aí. Depois fomos para o quarto e começamos tudo novamente.

Hoje, quando vou à São Paulo, não fico mais em hotel: tem sempre um lugarzinho reservado pra mim na cama dessas duas amigas deliciosas que ficaram minha amigas também.

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Ui… Ui… Ui…
Quanta libertinagem, e que camarada sortudo! Saiu pra relaxar, comeu duas beldades e de bônus deflorou dois cuzinhos.

Aproveitem esse fim de semana, que promete ser bem sacana.
E lembrem-se, usem camisinha.

Beijocas molhadinhas

 

conto publicado e retirado de contoerotico.com.br

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