Te conto um conto: A primeira mulher a gente nunca esquece

Taradinhos e taradinhas,

Na sessão de hoje temos um lindo conto lésbico!
Duas mulheres que nunca se viram com outras mulheres, mas que sentiam um tesão enorme uma pela outra.

Tudo em segredo…

Confiram: Te conto um conto: A primeira mulher a gente nunca esquece

Hoje eu vi quando você chegou, mas resolvi fazer de conta que dormia. Meus olhos entre abertos te acompanhavam, de um lado para o outro da sala. Nunca tivemos nada mais íntimo, já te conheço a um bom tempo, você tem as minhas chaves, você entra e sai quando quer, posso dizer que és a minha mão direita. Quando eu preciso de algo, você está ali e se não está, basta-me deixar um bilhete, o pegar o telefone e te falar das minhas necessidades. Logo e sem demora, você vem e me abastece, você torna as minhas idéias realidade, dá vida a elas e faz tudo do jeitinho que eu pedi.

Quantas vezes você veio, entrou e me viu dormindo, fez tudo o que havia para fazer e quando acordei, tudo estava lindo e nos seus devidos lugares. Quantas vezes, você me viu deitada em sono profundo, encolhida de frio, me cobriu, saiu do quarto, fechou a porta e foi embora.
Houveram vezes que te peguei chorando e te estendi os braços para que chorasse em meu ombro, mesmo sem te perguntar por quê? Outras vezes abatida, decepcionada, com saudades ou com raiva, desabafaste comigo e eu apenas te ouvi, sem nada te dizer, porque eu sabia que querias apenas falar.
Nunca entre nós trocamos confidências, mas você sabe que sou, você vê quem eu sou e mesmo assim nunca vi em você algo que me condenasse.
Enfim, entre nós há uma amizade, que não necessita de palavras e ela se tornou forte apenas no olhar e em pequenos gestos. Faz algum tempo que eu te observo, faz algum tempo que eu corro os olhos pelo teu corpo e isso tem me deixado louca de desejos, ao mesmo tempo que, tem me causado medo, talvez pelo medo de perder esta amizade. Já pensei muitas vezes em te falar das minhas vontades, muitas vezes eu até decidi que da próxima vez que te visse não passaria, mas o medo me fez recuar.
Ontem eu deitei na cama e mais uma vez resolvi que hoje seria o dia, para pelo menos saber o que eu causo em você. Custei para dormir, acordei diversas vezes na noite, que por sinal foi longa e finalmente eu ouvi as chaves na porta. Eu sabia, você viria ao meu quarto, fazer o que este tempo todo sempre fez. Ajeite-me e fiquei quase nua, fingindo dormir. Você entro e eu com os olhos entre-abertos cuidei as tuas atitudes. Como sempre, você juntou as roupas, limpou o banheiro, mas eu notei o teu interesse no meu corpo desnudo. Notei que teus olhos passearam pelo meu corpo semi-desnudo, para somente depois me cobrir e tive a certeza que pelo menos alguma coisa eu causava em você. Continuei te acompanhando com meus olhos e você saiu o meu quarto, fechando a porta devagar.
Aguardei algum tempo deitada, depois levantei, fui ao banheiro, fiz tudo o que estou acostumada a fazer quando levanto pela manhã, depois sai do meu quarto a tua procura, te encontrei na cozinha lavando a louça. Fui até a geladeira, peguei queijo, presunto e suco, trouxe para a mesa. Faltavam o copo, o prato e os talheres e eles estavam no armário, acima da pia onde você lavava as louças, resolvi ir pegá-los.
Por trás de você estiquei o meu braço e abri o armário, senti tuas costas nos meus seios e a tua bunda roçou o meu púbis, levantei uma perna para ver se alcançava melhor, você se afastou um pouco e o contato da minha coxa com o teu corpo proporcionou uma sensação deliciosa em mim. Desequilibrei-me e me agarrei em você para não cair, acabamos nós duas, abraçadas, caindo no chão da cozinha. Atordoada e rindo tentei levantar, mas as gargalhadas me tiraram as forças. Um instante mágico aconteceu entre nós e nossos olhares se cruzaram, foi o que bastou para que nos aproximássemos mais e eclodisse o que eu tanto desejava.
Nossas bocas se tocaram, o teu gosto invadiu a minha boca e por deliciosos momentos nos beijamos. Depois do beijo, você me confessou, que foi a primeira vez que beijou uma mulher e que havia fantasiado que um dia me beijaria.
Foi apenas um beijo, mas que me satisfez os desejos que sinto por ti, deixemos que o tempo decida o que é melhor para nós duas e o que virá depois, não tenhamos pressa, há tempo para tudo!
E foi assim, que tudo começou!

Meu corpo amoleceu, quando ela abraçou-me por trás e segurando-me os seios, apertou-me contra ela. Corpo quente, mãos firmes e uma respiração deliciosa no meu ouvido.
Seus lábios macios, deslizaram suavemente pelo meu pescoço e me arrepiei por todo o meu corpo. Suas mãos passearam pelos meus seios, me apertaram a barriga e sua boca mordiscou a minha nuca. Era tudo o que eu queria e precisava naquele momento e aconteceu muito rápido.
Meus mamilos entumesceram e pareciam querer atravessar o tecido da blusa, minha calcinha molhou de imediato e abundantemente, meu corpo inteiro pegou fogo e meu coração acelerou.

Apertando-me contra ela, disse-me, ao ouvido, palavras doces e maliciosas:
– Eu não conseguia parar de pensar em você, fiquei excitada imaginando estar contigo. Você me deixa louca!
– Eu? Não fiz nada! – respondi sarcasticamente.
– Santinha – disse-me ela – você é um delírio, mesmo se fazendo de inocente. Desde a primeira vez que te vi, fiquei fascinada e tive certeza que você seria minha.
– Sabia… Que foi a mesma coisa comigo? Sempre tive atração por outras mulheres, mas nunca havia me envolvido com uma. Naquele dia, que li o anúncio no jornal e vim atrás de emprego, não poderia imaginar o que o destino me reservava. Quando apertei o botão do porteiro eletrônico e subi as escadas, não imaginava que encontraria uma mulher maravilhosa, achava que seria apenas mais uma patroa ranzinza. Mas, quando você abriu a porta, meu coração disparou. Ao contrário de outras patroas, você foi extremamente delicada e atenciosa comigo. Depois que comecei a trabalhar e vi que você estava com outra pessoa, resolvi deixar de lado e afastar os pensamentos da minha cabeça. No dia, que eu abri aquela porta e vi no chão desta sala as malas e as coisas que ela levou quando foi embora, comecei a sonhar novamente. Nunca te falei, mas eu sonhava, todas as vezes que arrumava o teu quarto, deitar contigo na cama e te amar. Mesmo eu sabendo dos teus casos com mulheres, você nunca tentou algo comigo. Até o dia que eu te peguei me comendo com os olhos e tentou disfarçar, minhas esperanças aumentaram. Minhas mãos suaram e eu senti misto de excitação e medo do que poderia acontecer dali pra frente. O tempo passou e você não dizia nada, eu te desejava cada vez mais. Lembra do dia que caímos no piso da cozinha e que deitadas no chão, pela primeira vez nos beijamos? Foi o dia mais feliz da minha vida!
– Medo eu também sentia, você era a minha empregada e poderia soar como assédio. Procurei esperar o momento certo, enfim… ter certeza. No dia do tombo, uns minutos antes, notei no seu olhar, que a hora havia chegado. O tombo… Não foi acidental, eu o provoquei! Teu olhar me disse que a porta estava aberta. Nosso destino sempre esteve escrito nas estrelas!
– Você tem razão, sinto-me realizada. Destino ou não… Aqui estamos!
As coxas torneadas dela roçaram as minhas e ela mordia carinhosamente meus ombros e costas, enquanto suas unhas riscavam as minhas coxas. Tirou-me a blusa, deixando meus seios desnudos, desceu a minha calça jeans e deixou-a cair sobre o meu salto. Despiu-se, livrando-se da camiseta branca e da calcinha minúscula e colou o seu corpo no meu. Segurando meus ombros, virou-me para ela e beijou-me ardentemente. Minhas pernas amoleceram! Beijando meu corpo, ajoelhou-se a minha frente, retirou-me a calça caída aos pés e descalçou-me dos saltos e abaixou a minha calcinha, livrando-a pelos pés, um após o outro. Somente consegui suspirar e minha excitação escorreu, assim que senti sua respiração tangenciar minha pela. Eu fiquei ensopada e escorei-me na mesa da sala de jantar. Ela abriu minhas pernas, pousou sua boca em meu púbis e o beijou várias vezes, logo sua língua encarregou-se do meu clitóris e sem nenhuma demora me invadiu. O frescor da sua língua fazia-me delirar! A ponta do nariz arrebitado tocava-me o clitóris e os seus seios roçavam nas minhas pernas. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e abriam-me totalmente. A cada beijo, lambida e sugada, eu me arrepiava e sem cessar contrações me tomavam. Não aguentaria muito tempo daquele jeito. Segurei sua cabeça e puxei para mim, trazendo à minha boca e a beijei novamente. Ela me abraçou e correspondeu-me ao beijo, depois pegou minha mão e levou-me ao quarta, para a cama macia, arrumada com lençóis brancos e belas almofadas cor de rosa.
– Um dia você não estava em casa, deitei nessa cama e cheirando teu cheiro, sonhei que te amava!
– Vem, hoje não é preciso sonhar!
Beijamo-nos loucamente e rolamos sobre o lençol branco e trocamos carícias entre as almofadas rosadas. Os beijos tornaram-se cada vez mais quentes e vorazes. Respiração e salivas se misturaram sem parar. Línguas manhosas se entrelaçaram sedentas!
Ela deslizou pelas minhas orelhas, pescoço e ombros. Desceu aos meus seios e saboreou meus mamilos. Traçou o meu ventre com os lábios. Beijou cada centímetro das minhas pernas, até chegar aos dedos dos pés.
Lentamente subiu pelas coxas, passou ligeiramente em meu sexo e subiu novamente pelo ventre aos seios, mas não se deteve e voltou à minha boca faminta.
Deitou sobre meu corpo e amassou meus seios com os seus, enlaçou suas pernas nas minhas e forçou o meu clitóris com sua coxa. Com os corpos colados nos beijamos novamente, enquanto nos beijávamos, movimentávamos os quadris. Eu sentia o calor e a sua umidade na minha coxa e acredito que ela sentia o mesmo, pois os movimentos ficavam a cada segundo mais intensos. Bocas unidas, seios se amassando e clitóris roçando.
Muito excitada ela afastou-se da minha boca e erguendo-se rapidamente deitou-se na cama ao contrário e sua gruta de amor encontrou-se com a minha. Segurando-me as mãos puxou-me com força e começamos mover os quadris. Eu sentia o seu calor e o seu líquido me molhar, ao mesmo tempo eu ficava cada vez mais molhada e vertia prazer entre as pernas. Suávamos, gemiamos e gritávamos de tesão e nos abandonamos uma à outra, exalando perfumes corporais e nos embriagando de prazer. Olhos ora abertos e ora fechados, ao ritmo das sensações! Gargantas secas e respirações ofegantes e finalmente chegaram, os tremores no corpo, o coração disparado, a falta de ar e a sensação de flutuar, num orgasmo intenso e louco.

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Ui… ficou quente aqui, não?

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Beijinhos e ótimo fim de semana

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Olha, amor, sem as mãos!

Taradinhos e taradinhas,

Com nossas mãos fazemos várias coisas no automático, que nem percebemos. Ninguém pensa em dobrar as falanges dos dedos, juntamente com a flexão de algum ligamento, somado ao curvamento do punho… Não!
Fazemos e pronto.

E essa automaticidade serve para que nos preocupemos com outras coisas e calculemos outros fatores.

Fatores esses que são desde sensações, percepções, até cálculos físicos, como distância, altura…

E na hora do sexo é a mesma coisa, a mão é um agente imprescindível, ou quase!
Alguém já tentou transar sem as mãos?
Fiquei pensando nisso…

Óbvio que você precisa se apoiar e tal, mas não é disso que estou falando e sim usar as mãos para dar aquela pegada.

Bom, existem algumas manobras que você podem tentar para brincar um pouco.
Coisas simples mas que podem aguçar outros sentidos e dar aquela apimentada na hora H.

Vamos a elas:

Gelo;
Não é tãããoo original assim, na verdade é mais velho que guaraná de rolha. Mas tem coisas que não saem de moda!
Coloque um cubo de gelo na boca e faça a mágica. Passe por todo o corpo do(a) parceiro(a), deixe na sua boca o suficiente pra deixa-la dormente e fazer algumas brincadeiras. Aí entra seu charme em sensualizar, que vai de cada um. Mas lembre-se o lance aqui é não usar as mãos.

Dominado;
A brincadeira aqui é a submissão de ficar amarrado(a) e se deixar ser provocado. E pra quem está provocando, é utilizar o máximo de recursos possíveis sem a ajuda das mãos. Pontas dos cabelos, boca, respiração, sussurros, roçar os corpos… Bom, usar a imaginação é imprescindível. Amarre o(a) parceiro(a) com o que tiver à mão e faça a festa!

Rebolando e encaixando;
Essa é exclusividade feminina! E depois de brincar nas preliminares com o gelo e com a submissão, é hora de meter!
As mãos estão fora do jogo, então nem pense em usa-las.
A posição é ela por cima dele, de frente ou de costas (mas já voltamos a isso). Rebole gostoso, até conseguir encaixar o pau e dê aquela provocada. Encaixou? Tá tudo certo? Então não pare, rebole, mas rebole beeem. É da sabedoria popular que uma boa rebolada pode fazer milagres, e (voltando ao frente ou costas) se você estiver de frente vai deixá-lo louco. Homens adoram essa posição, porque tem acesso tanto aos peitos –nessa nossa brincadeira não pode mão, mas a boca tá liberada– quanto ao seu olhar de tesão durante a foda. E o contato visual dá um tesão danado!

Banho;
O sexo foi ótimo, a energia e todos os fluidos foram liberados. Hora daquele banho revigorante (pra quem sabe mais um tempo de jogo), mas o mais importante é se ensaboarem sem usar as mãos. Olha, é divertido demais. No início vai ser um pouco atrapalhado e com aqueles risinhos, mas assim que o clima for esquentando, vocês se esfregando, o tesão vai aumentando e a coisa fica séria. Usem e abusem da boca, dos peitos, pernas… Tudo! Quem sabe o que pode acontecer depois?

Gostaram?
As dicas são de um Casal que eu adoro!

Pratiquem e me contem como foi.
Eu já brinquei e ó, recomendadíssimo!

;)

Beijinhos minhas delícias

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