Mais de 70% das mulheres são apaixonadas por futebol – diz pesquisa.

Sim, elas gostam de futebol. Claro que entendem. Sabem a escalação do time, sim. Do delas, do meu, do seu. A mulherada representa 33% dos super fãs de futebol e 72% elegeu o esporte como primeira paixão, segundo o Ibope – derrubamos o clichê machista de que futebol não é para mulheres.

FAN

“Futebol é coisa de homem”

Homens são mesmo loucos por futebol. E quem diz isso são os números: 82% dos brasileiros citaram o esporte como a primeira paixão, em pesquisa feita pelo Ibope em 2013. Nenhuma surpresa, certo? Mas os números também revelam uma realidade que talvez você não conhecia: 72% das mulheres também elegeram o futebol como primeira paixão. Pois bem. Elas estão cada vez mais se interessando ou assumindo gosto por esportes em geral: 47% dos fãs de MMA são mulheres, também segundo o Ibope.

Mulher não entende nada de futebol”

É uma frase famosíssima, culturalmente propagada por pais, mães, avós, homens e mulheres machistas. A própria produção cultural do país costuma considerar as mulheres como parte desse meio com papeis de torcedoras, mães, namoradas, e raramente como jogadoras.

Os esteriótipos são conhecidos, como a masculinização das mulheres que entendem de futebol e a ideia de que mulheres bonitas não entendem nada ou não podem ser levadas a sério. O que é uma grande besteira, visto que podemos citar inúmeros nomes conhecidos de mulheres ligadas ao esporte que representam muito bem os dois times. As jornalistas e apresentadoras Renata Fan (que foi modelo e Miss), Glenda Kozlowski (em programas de esporte há 22 anos), Michelle Giannella (do Mesa Redonda, na TV Gazeta, o mais antigo programa do gênero), Gabriela Pasqualin (da RedeTV!), entre muitas outras.

Maria Clara Ciasca é a única mulher na redação do GloboEsporte.com. A redação tem cerca de 20 homens, mas ela não sofre preconceito por ser mulher: “No meu caso, é super tranquilo. Desde o primeiro dia, o pessoal me trata com muito respeito e eu nunca me senti mal com nenhum tipo de brincadeira. Pelo contrário, eu entro na deles e brinco também”, conta.

Camila Mattoso, repórter da ESPN, conta que a redação tem apenas quatro mulheres. E além de escrever, Camila também joga futebol: “Comecei quando era criancinha, ficava jogando no meu prédio sempre só com meninos, porque não tinha mais ninguém para me acompanhar. Tentei ajudar as meninas a jogarem bola também, mas não deu muito certo”, brinca.

O pior, para Camila, não são as brincadeiras, mas sim as situações constrangedoras com entrevistados: “Já aconteceu e ainda acontece de eu ligar para o cara e ele chamar para sair, para jantar; já tive que dizer que tenho marido e filhos; explicar que eu não queria nada além de notícias. É complicado”, revela

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Lugar de mulher é na cozinha”

É outra frase clássica. E Maria Clara conta que já ouviu uma dessa: “Comigo, só aconteceu uma vez de um torcedor na arquibancada gritar para mim que lugar de mulher é atrás do fogão e não no estádio. Eu dei risada”. É verdade que muitas mulheres evitam frequentar os estádios por ainda considerarem um lugar perigoso – o que também não deixa de ser verdade, em partes.

Certa vez li um texto da jornalista Fernanda Zaffari falando da relação entre mulheres e futebol, com humor, e tomei a liberdade de citar um trecho aqui: “Estádio de futebol ainda não é teatro ou cinema e é preciso se adaptar a certas especificidades. Afinal, eles chegaram primeiro.

Um tapinha não dói?

Bom, o post de hoje vai ser sobre um assunto polêmico…na hora do sexo, um tapinha não dói?

Acredito que na hora do sexo, e com o consentimento de ambos (o mais importante), vale tudo entre 4 paredes. Tudo mesmo, só não vale sair insatisfeito. Se você está com alguém que você curte e vice-versa, rola amor, carinho e companheirismo, por quê não? Desde um tapinha, até coisas polêmicas – para os cuecas de plantão – como um beijo grego ou fio-terra.
Até ai nada muito polêmico e nada que saia muito do lugar comum né. É que, na verdade, gostaria de usar este tema como um ilustrativo para falar de outra coisa: o pudor.

Muitas mulheres gostam de levar um tapinha na hora do sexo. Muitas mesmo, tenho várias amigas que gostam de uma pegada mais forte…mas muitas tem medo de admitir isto. Não querem ser julgadas, não querem olhares tortos, etc. Enquanto isso, homens podem falar e admitirem o que bem entenderem em relação ao sexo, mas só se ele for o macho-alfa-dominante. Se um cara soltar por acaso que na hora do sexo curte um dedinho ali naquele canto escuro, adeus moral e vida social. Ele é gay, veado, gosta de ser dedado (como se ser gay fosse algo depreciativo). Pessoal (pelo menos quem me acompanha no blog, que já é um bom começo) vamos deixar de ser tão preconceituosos!

Sexo é vida. Se tratando de sexo, não devemos ter proibitivos. Não pode rolar um “não vamos tocar neste assunto”. Qual o problema de abordar todos os assuntos na cama? Eu APOSTO que o amor e o companheirismo em relações assim só crescem e tornam os laços mais fortes. Se ele ou ela te julgar, pelo menos serviu para você ver que ele ou ela não te merecia. O machismo é algo ruim para a mulher. É algo terrível. Mas tem seus lados terríveis para homens (tenho amigos que são héteros convictos, pegadores e não largam de mão rolar um dedinho ali). Isso não os torna menos homem, até por que nada em relação a sexo para mim torna ninguém menos que ninguém (sempre, claro, com consentimentos!).

Resumindo: se você gosta de tomar um tapinha, fale. Conversem. Cheguem a um consenso. Se você, homem, quer experimentar coisas diferentes, fale também. Conversem, conversem sempre! Entre um casal não pode existir tabus. Pessoas mais felizes no sexo, plenamente satisfeita, são pessoas mais felizes na vida. E acho que em todos os lugares estamos precisando disto.

Beijinhos!

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Elen; Fran; Somos todos putas

Gente,

Outro dia conversando com amigos, chegamos a conclusão que terça é o dia mais triste da semana.
O fim de semana acabou, e o próximo ainda está longe de começar. “Mas e a segunda?” Vocês estão se perguntando.
Bom, a segunda é o dia em que você conta as peripécias dos dias de folga. Logo ela se torna mais movimentada que a terça, onde não há mais novidades a serem contadas.

Então, isso posto, vamos alegra o dia mais monótono da semana. Com vocês Ellen, por Said Energizer.

Isso que é atitude!
O que nos leva ao segundo ponto do post de hoje. Mulheres de atitude!

Sim, mulheres que metem a cara no mundo. Sem medo de mostrar o que querem, o que sentem, o que pensam…

Seja a Elen do vídeo acima, seja a Fran, ou você aí do outro lado da tela!
Homens tem medo de mulheres de atitude porque eles se sentem menos poderosos, sentem que perdem o controle. Por isso logo tratam de menosprezar, diminuir e rotular!

No caso da menina Fran –que não sai mais de casa, além de visitar o delegado do caso e o advogado– onde quem cometeu a covardia não foi ela, que fez o que deu vontade, fez o que a maioria dos machistas querem, mas não conseguem, fez o que a maioria das machistas querem, mas não tem coragem. O covarde foi o “machão” que espalhou o vídeo, o mesmo que deve pensar que a culpa do estupro é a saia curta, ou estar andando na rua sozinha.

Em quem você confiaria? Na mulher que confiou a você uma fantasia íntima ou no cara que espalhou uma intimidade aos quatro ventos?
É melhor rever suas amizades!

Brasil, o país do falsos moralistas, hipócritas. Porque a puta é sempre a mulher/filha/sobrinha/mãe do vizinho!

SOMOS TODOS PUTAS!

Mulheres de atitude, muito obrigada!
Força Fran!

Beijos

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