Século XXI?

Sério, pessoal, em que século estamos vivendo? Cada dia aparece uma coisa mais bizarra que a outra…
Estava navegando pela internet quando li a notícia que o filme “Azul é a cor mais quente” pode não ter cópias em Blu-Ray distribuídas no Brasil. Para quem não conhece o filme: Azul É a Cor Mais Quente
Só um pequeno adendo sobre este filme: ele foi o vencedor da Palma de Ouro de Cannes de 2013, um dos prêmios mais importantes do cinema internacional, junto ao Oscar.

Dito isso, temos a notícia que talvez o Brasil não tenha cópias deste filme em Blu-Ray. E o por quê? A Imovision, distribuidora do filme, não conseguiu que nenhuma empresa produzisse os discos em solo nacional, todas se recusando e alegando que ninguém vai aceitar fazer este tipo de serviço. Todas alegam que o conteúdo é inadequado devido às cenas de sexo do filme, mesmo ele já tendo sido classificado para maiores de 18 anos e sendo exibido em cinemas de arte pelo Brasil. A distribuidora divulgou isto através de um post na sua página do facebook (https://www.facebook.com/imovision): “O  lançamento do DVD de Azul é a Cor Mais Quente se aproxima, mas temos uma péssima noticia para os fãs do filme: as empresas brasileiras produtoras de blu-ray se negam a produzir o filme devido ao seu “conteúdo”. Ainda estamos batalhando para reverter essa situação, mas não conseguimos acreditar que tratariam dessa forma a história de amor mais linda de 2013, vencedora da Palma de Ouro no Festival de Cannes e diversos outros prêmios. O que vocês acham disso?”

Dito nas entrelinhas, o filme pode não ter cópias aqui no Brasil na verdade por causa de sua história. As cenas de sexo são entre mulheres, o filme trata de um amor lésbico, o “conteúdo” é um relacionamento amoroso entre mulheres.
Duro acreditar que filmes com alto grau de violência, só para pegar um exemplo de filmes para maiores de 18, tenha uma maior aceitação que uma bonita história de amor…

Link para a notícia, vista no G1, aqui.

 

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Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Eles são um casal extremamente safado!
Mesmo no motel, já cheios de tesão, se exibem pra quem entra. Fodendo e chamando os outros pra ver..

Confere aí essa história bem sacana;

 

Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Olá amigos, aqui vai mais um conto e fotos verídicos vividos por mim e uma amante putinha, a safada tem 23 aninhos é morena e bem magrinha, uma noite fomos ao motel e como de praxe para bons exibicionistas já a despi no caminho e ao cruzar o portão de entrada a fiz descer do carro e ir até a suíte caminhando nua a vadiazinha já chegou ensopada pela possibilidade de alguém a ver nua e ali já a esperava de pau duríssimo, depois de uns beijos ela tirou minha camisa na garagem e abriu meu zíper já pulando pra fora minha verga duríssima e começou a me masturbar até que ouvi o barulho de um carro entrando e foi ai que a mandei me chupar com a bunda virada para a passagem.
Ela dobrou seu corpinho magrinho e começou a me chupar o casal que entrava olhou assustado e seguiu e ela continuou a chupeta até que logo em seguida ouço outro barulho e a mando abrir a bunda com as duas mãos enquanto mamava em mim e ao se aproximar a caminhonete vi que o cara reduziu e ele e sua companheira riam, o cara tinha uns 47 anos e parou de frente a garagem e ficou vendo, ai abriu a porta desceu e deixou a porta aberta pra sua companheira ver também, sua companheira era loira de saia curtinha e umas coxas grossíssimas e um sorriso de largar a família.

Ele se aproximou pediu licença para assistir, eu consenti e quando a putinha foi reclamar a puxei pelos cabelos contra meu pau e a mandei calar a boca, ele pos a mão na bunda dela e ela chupando foi ai que abriu o zíper e tirou seu pau e começou a se masturbar, o pau dele era pequeno e ai eu lhe disse:
– Tá curtindo?
– Muito!
-Quer uma chupeta?
Ele gritou pra moça da caminhonete:
– Posso, amor?
– Só se virarem de lado pra eu ver!
Foi ai que mandei a cadelinha se virar e mamar o pau do cara enquanto eu a enrabava ela com lagrimas nos olhos atendeu e começou a chupar o cara enquanto isso a mina do cara ergueu a saia e se masturbava e tirava fotos quando anunciei o gozo e gozei no seu cuzinho o amigo também disse que ia gozar e foi ai que mandei que gozasse na boca dela e ele o fez com gosto.

Nisso desce a loira da caminhonete com a saia levantada e vai beijar a boca da minha cadelinha, então entra outro carro no motel e o amigo foi tirar a caminhonete enquanto as duas se beijavam me ajoelhei e fui lamber a buceta e o cuzão da loira que quando ia gozar chorava como uma boa puta. Ela gozou só de ser chupada no cú enquanto beijava a minha vadiazinha.

Trocamos telefone pra ela me enviar as fotos por watts-up e nos despedimos, marcamos uma foda a quatro mas só depois de eu foder a loira sozinho no escritório do coroa, em outra oportunidade conto pra vocês, abraço.

 

créditos do conto: contoerótico.com.br

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Desvirginando um cú no menàge

Olá, meu nome é Marcos e o da minha esposa é Regiane. Somos um casal normal, transamos umas três vezes por semana. Certo dia estávamos combinando uma viagem para o litoral de Ubatuba. Como não temos filhos, resolvemos convidar um casal de amigos nossos, mas infelizmente, ou felizmente, somente a esposa do André, Valéria pode ir com a gente. Ele só iria no final de semana. Valéria e uma mulher muito recatada, mas tem um corpo muito bonito. Minha esposa também tem um corpinho muito bonito para sua idade, 38 anos.
Meu apartamento só tem um quarto, mas é muito grande. Tem duas camas de casal e duas de solteiro. Não tivemos opção a não ser dormir os três no mesmo quarto. Sou louco por sexo e naquela noite senti uma vontade enorme de dar uma trepadinha, mas minha esposa me alertou que a Valéria estaria no quarto junto. Eu disse para fazermos bem baixinho, então ela aceitou.
Esperamos ela dormir e demos uma rapidinha. Mas ao olhar para o lado, percebi que ela estava acordada. Não falei nada para minha esposa. Gozei gostoso só de imaginar outra pessoa nos olhando. No dia seguinte fomos para a praia. Para minha surpresa a Valéria estava com biquini bem sexy, principalmente para ela, que é recatada. Minha esposa, como de costume, com seu biquini atolado no seu rabo gostoso, percebi que muitas vezes era observada pela Valéria com um olhar meio estranho, de apreciação. Voltamos para o apartamento por volta das 18h, pois estávamos na praia há bastante tempo. Chegamos e fomos dormir um pouco para irmos a uma balada mais tarde.
Curtimos a noite toda na balada. Então percebi que a Valéria estava de olho na minha esposa. Percebia que as duas dançavam com os corpos se esfregando. Certo momento minha esposa veio até mim e disse que a Valéria bebeu de mais e que tinha tentado passar a mão em sua boceta. “Deve estar mesmo”, imaginei.
Fomos embora para casa. Ao chegar, Valéria ligou o som e começou a dançar como uma louca. Minha esposa entrou no embalo. Eu fiquei sentado no sofá, só olhando as duas agarradas dançando como se não tivesse ninguém ali. Meu pau começou a ficar duro só de imaginar as duas peladinhas na minha frente. De repente, Valéria puxou minha esposa pelo pescoço e deu-lhe um beijo de língua. Regiane olhou para mim assustada, mas só dei uma piscada dando-lhe permissão para que continuasse. As duas esqueceram de mim ali. Não acreditava no que estava vendo. Valéria começou a tirar a roupa. Que boceta linda! Toda raspada. Regiane acompanhando despiu-se também. Para minha agradável surpresa, Valéria pediu para que Regiane me chamasse para a brincadeira. Minha esposa olhou bem para mim e disse: “vem meu amor”.
Não pensei duas vezes, começamos a dançar os três juntos. Tirei minha roupa num piscar de olhos e logo já estávamos pelados. Valéria deitou no tapete da sala e disse: “vocês me deixaram louca a noite passada, agora vão ter que apagar meu fogo”. Minha esposa, que nunca tinha beijado sequer uma mulher, caiu de boca na boceta da Valéria e começou a lambuzá-la. Enquanto isso, Valéria olhou pra mim pediu para mamar no meu pinguelo. Antes de ela terminar de falar, já tinha em sua boca meu delicioso cacete.
Ficamos ali os três por um bom tempo revezando, até Valéria me olhar e dizer que seu marido nunca comeu seu cu. Regiane ficou espantada e deu risada. Falou pra ela ficar de quatro então ela teria o maior prazer de sua vida. Então deu uma boa lambida naquele cuzinho virgem — lindo mesmo—, me puxou perto dela e ficou passando a minha chapeleta na portinha da Valéria. Ela dava gritos de prazer. Fui colocando aos poucos até entrar tudo. Ela rebolava e dizia que estava adorando. Gozei umas duas vezes sem tirar de dentro. Minha esposa só ficou olhando e se masturbando gostoso na minha frente.

 

créditos do conto Jardim do Prazer

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Como vovó já fazia: Trepando e fotografando no início do século passado

Temos sempre a impressão de que falamos e fazemos muito mais sexo do que nossas avós e bisavós. É até estranho pensar na boa velhinha mandando ver em uma rola.

Principalmente se lembrarmos de como a sociedade era na época, cheia de regras e etiquetas.

Mas como em toda sociedade, existem os safados e os nem tanto. E os safados, da época do guaraná de rolha, eram tão safados quanto os safados de hoje em dia.
Claro, não tinham a mesma informação — em tempos de internet, um fim de semana hoje, equivale a uma vida de informação naquela época.

Talvez, e só talvez, eles tivessem menos imaginação. Mas em termos de sacanagem são iguais.
Ah! Não acredita, né? Pois bem…

Um site juntou 45 imagens (beeem antigas) onde jovens da época estavam fazendo sexo, ou melhor, trepando!
Não sei dizer a época exata, mas parece algo entre o início e meio do século 20.

Quando digo trepando, quero dizer sacanagem mesmo, que tem gente por aí, hoje em dia, que nunca fez.
São fotos de lésbicas, menàge, fetiche… Enfim, tudo que conhecemos como sexo.











 

Aposto que no próximo almoço de domingo vocês vão olhar bem diferente pras vós e pros vôs.

E vocês aí, achando o máximo aquela posição nova que fizeram ontem.
É… Vovó já fazia!

 

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Te conto um conto: A primeira mulher a gente nunca esquece

Taradinhos e taradinhas,

Na sessão de hoje temos um lindo conto lésbico!
Duas mulheres que nunca se viram com outras mulheres, mas que sentiam um tesão enorme uma pela outra.

Tudo em segredo…

Confiram: Te conto um conto: A primeira mulher a gente nunca esquece

Hoje eu vi quando você chegou, mas resolvi fazer de conta que dormia. Meus olhos entre abertos te acompanhavam, de um lado para o outro da sala. Nunca tivemos nada mais íntimo, já te conheço a um bom tempo, você tem as minhas chaves, você entra e sai quando quer, posso dizer que és a minha mão direita. Quando eu preciso de algo, você está ali e se não está, basta-me deixar um bilhete, o pegar o telefone e te falar das minhas necessidades. Logo e sem demora, você vem e me abastece, você torna as minhas idéias realidade, dá vida a elas e faz tudo do jeitinho que eu pedi.

Quantas vezes você veio, entrou e me viu dormindo, fez tudo o que havia para fazer e quando acordei, tudo estava lindo e nos seus devidos lugares. Quantas vezes, você me viu deitada em sono profundo, encolhida de frio, me cobriu, saiu do quarto, fechou a porta e foi embora.
Houveram vezes que te peguei chorando e te estendi os braços para que chorasse em meu ombro, mesmo sem te perguntar por quê? Outras vezes abatida, decepcionada, com saudades ou com raiva, desabafaste comigo e eu apenas te ouvi, sem nada te dizer, porque eu sabia que querias apenas falar.
Nunca entre nós trocamos confidências, mas você sabe que sou, você vê quem eu sou e mesmo assim nunca vi em você algo que me condenasse.
Enfim, entre nós há uma amizade, que não necessita de palavras e ela se tornou forte apenas no olhar e em pequenos gestos. Faz algum tempo que eu te observo, faz algum tempo que eu corro os olhos pelo teu corpo e isso tem me deixado louca de desejos, ao mesmo tempo que, tem me causado medo, talvez pelo medo de perder esta amizade. Já pensei muitas vezes em te falar das minhas vontades, muitas vezes eu até decidi que da próxima vez que te visse não passaria, mas o medo me fez recuar.
Ontem eu deitei na cama e mais uma vez resolvi que hoje seria o dia, para pelo menos saber o que eu causo em você. Custei para dormir, acordei diversas vezes na noite, que por sinal foi longa e finalmente eu ouvi as chaves na porta. Eu sabia, você viria ao meu quarto, fazer o que este tempo todo sempre fez. Ajeite-me e fiquei quase nua, fingindo dormir. Você entro e eu com os olhos entre-abertos cuidei as tuas atitudes. Como sempre, você juntou as roupas, limpou o banheiro, mas eu notei o teu interesse no meu corpo desnudo. Notei que teus olhos passearam pelo meu corpo semi-desnudo, para somente depois me cobrir e tive a certeza que pelo menos alguma coisa eu causava em você. Continuei te acompanhando com meus olhos e você saiu o meu quarto, fechando a porta devagar.
Aguardei algum tempo deitada, depois levantei, fui ao banheiro, fiz tudo o que estou acostumada a fazer quando levanto pela manhã, depois sai do meu quarto a tua procura, te encontrei na cozinha lavando a louça. Fui até a geladeira, peguei queijo, presunto e suco, trouxe para a mesa. Faltavam o copo, o prato e os talheres e eles estavam no armário, acima da pia onde você lavava as louças, resolvi ir pegá-los.
Por trás de você estiquei o meu braço e abri o armário, senti tuas costas nos meus seios e a tua bunda roçou o meu púbis, levantei uma perna para ver se alcançava melhor, você se afastou um pouco e o contato da minha coxa com o teu corpo proporcionou uma sensação deliciosa em mim. Desequilibrei-me e me agarrei em você para não cair, acabamos nós duas, abraçadas, caindo no chão da cozinha. Atordoada e rindo tentei levantar, mas as gargalhadas me tiraram as forças. Um instante mágico aconteceu entre nós e nossos olhares se cruzaram, foi o que bastou para que nos aproximássemos mais e eclodisse o que eu tanto desejava.
Nossas bocas se tocaram, o teu gosto invadiu a minha boca e por deliciosos momentos nos beijamos. Depois do beijo, você me confessou, que foi a primeira vez que beijou uma mulher e que havia fantasiado que um dia me beijaria.
Foi apenas um beijo, mas que me satisfez os desejos que sinto por ti, deixemos que o tempo decida o que é melhor para nós duas e o que virá depois, não tenhamos pressa, há tempo para tudo!
E foi assim, que tudo começou!

Meu corpo amoleceu, quando ela abraçou-me por trás e segurando-me os seios, apertou-me contra ela. Corpo quente, mãos firmes e uma respiração deliciosa no meu ouvido.
Seus lábios macios, deslizaram suavemente pelo meu pescoço e me arrepiei por todo o meu corpo. Suas mãos passearam pelos meus seios, me apertaram a barriga e sua boca mordiscou a minha nuca. Era tudo o que eu queria e precisava naquele momento e aconteceu muito rápido.
Meus mamilos entumesceram e pareciam querer atravessar o tecido da blusa, minha calcinha molhou de imediato e abundantemente, meu corpo inteiro pegou fogo e meu coração acelerou.

Apertando-me contra ela, disse-me, ao ouvido, palavras doces e maliciosas:
– Eu não conseguia parar de pensar em você, fiquei excitada imaginando estar contigo. Você me deixa louca!
– Eu? Não fiz nada! – respondi sarcasticamente.
– Santinha – disse-me ela – você é um delírio, mesmo se fazendo de inocente. Desde a primeira vez que te vi, fiquei fascinada e tive certeza que você seria minha.
– Sabia… Que foi a mesma coisa comigo? Sempre tive atração por outras mulheres, mas nunca havia me envolvido com uma. Naquele dia, que li o anúncio no jornal e vim atrás de emprego, não poderia imaginar o que o destino me reservava. Quando apertei o botão do porteiro eletrônico e subi as escadas, não imaginava que encontraria uma mulher maravilhosa, achava que seria apenas mais uma patroa ranzinza. Mas, quando você abriu a porta, meu coração disparou. Ao contrário de outras patroas, você foi extremamente delicada e atenciosa comigo. Depois que comecei a trabalhar e vi que você estava com outra pessoa, resolvi deixar de lado e afastar os pensamentos da minha cabeça. No dia, que eu abri aquela porta e vi no chão desta sala as malas e as coisas que ela levou quando foi embora, comecei a sonhar novamente. Nunca te falei, mas eu sonhava, todas as vezes que arrumava o teu quarto, deitar contigo na cama e te amar. Mesmo eu sabendo dos teus casos com mulheres, você nunca tentou algo comigo. Até o dia que eu te peguei me comendo com os olhos e tentou disfarçar, minhas esperanças aumentaram. Minhas mãos suaram e eu senti misto de excitação e medo do que poderia acontecer dali pra frente. O tempo passou e você não dizia nada, eu te desejava cada vez mais. Lembra do dia que caímos no piso da cozinha e que deitadas no chão, pela primeira vez nos beijamos? Foi o dia mais feliz da minha vida!
– Medo eu também sentia, você era a minha empregada e poderia soar como assédio. Procurei esperar o momento certo, enfim… ter certeza. No dia do tombo, uns minutos antes, notei no seu olhar, que a hora havia chegado. O tombo… Não foi acidental, eu o provoquei! Teu olhar me disse que a porta estava aberta. Nosso destino sempre esteve escrito nas estrelas!
– Você tem razão, sinto-me realizada. Destino ou não… Aqui estamos!
As coxas torneadas dela roçaram as minhas e ela mordia carinhosamente meus ombros e costas, enquanto suas unhas riscavam as minhas coxas. Tirou-me a blusa, deixando meus seios desnudos, desceu a minha calça jeans e deixou-a cair sobre o meu salto. Despiu-se, livrando-se da camiseta branca e da calcinha minúscula e colou o seu corpo no meu. Segurando meus ombros, virou-me para ela e beijou-me ardentemente. Minhas pernas amoleceram! Beijando meu corpo, ajoelhou-se a minha frente, retirou-me a calça caída aos pés e descalçou-me dos saltos e abaixou a minha calcinha, livrando-a pelos pés, um após o outro. Somente consegui suspirar e minha excitação escorreu, assim que senti sua respiração tangenciar minha pela. Eu fiquei ensopada e escorei-me na mesa da sala de jantar. Ela abriu minhas pernas, pousou sua boca em meu púbis e o beijou várias vezes, logo sua língua encarregou-se do meu clitóris e sem nenhuma demora me invadiu. O frescor da sua língua fazia-me delirar! A ponta do nariz arrebitado tocava-me o clitóris e os seus seios roçavam nas minhas pernas. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e abriam-me totalmente. A cada beijo, lambida e sugada, eu me arrepiava e sem cessar contrações me tomavam. Não aguentaria muito tempo daquele jeito. Segurei sua cabeça e puxei para mim, trazendo à minha boca e a beijei novamente. Ela me abraçou e correspondeu-me ao beijo, depois pegou minha mão e levou-me ao quarta, para a cama macia, arrumada com lençóis brancos e belas almofadas cor de rosa.
– Um dia você não estava em casa, deitei nessa cama e cheirando teu cheiro, sonhei que te amava!
– Vem, hoje não é preciso sonhar!
Beijamo-nos loucamente e rolamos sobre o lençol branco e trocamos carícias entre as almofadas rosadas. Os beijos tornaram-se cada vez mais quentes e vorazes. Respiração e salivas se misturaram sem parar. Línguas manhosas se entrelaçaram sedentas!
Ela deslizou pelas minhas orelhas, pescoço e ombros. Desceu aos meus seios e saboreou meus mamilos. Traçou o meu ventre com os lábios. Beijou cada centímetro das minhas pernas, até chegar aos dedos dos pés.
Lentamente subiu pelas coxas, passou ligeiramente em meu sexo e subiu novamente pelo ventre aos seios, mas não se deteve e voltou à minha boca faminta.
Deitou sobre meu corpo e amassou meus seios com os seus, enlaçou suas pernas nas minhas e forçou o meu clitóris com sua coxa. Com os corpos colados nos beijamos novamente, enquanto nos beijávamos, movimentávamos os quadris. Eu sentia o calor e a sua umidade na minha coxa e acredito que ela sentia o mesmo, pois os movimentos ficavam a cada segundo mais intensos. Bocas unidas, seios se amassando e clitóris roçando.
Muito excitada ela afastou-se da minha boca e erguendo-se rapidamente deitou-se na cama ao contrário e sua gruta de amor encontrou-se com a minha. Segurando-me as mãos puxou-me com força e começamos mover os quadris. Eu sentia o seu calor e o seu líquido me molhar, ao mesmo tempo eu ficava cada vez mais molhada e vertia prazer entre as pernas. Suávamos, gemiamos e gritávamos de tesão e nos abandonamos uma à outra, exalando perfumes corporais e nos embriagando de prazer. Olhos ora abertos e ora fechados, ao ritmo das sensações! Gargantas secas e respirações ofegantes e finalmente chegaram, os tremores no corpo, o coração disparado, a falta de ar e a sensação de flutuar, num orgasmo intenso e louco.

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Ui… ficou quente aqui, não?

Quem quiser contribuir com contos, envie para [email protected]

Beijinhos e ótimo fim de semana

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