Comendo a tia gostosa

Depois de analisar alguns posts meus e alguns comentários, tenho percebido que o tema incesto é um fetiche que mexe bastante com o imaginário das pessoas e é um tema corrente por aqui.
Quem nunca teve tesão em alguém da família que atire a primeira pedra! Alguma prima, irmã, irmão, um tio ou uma tia gostosa…

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Olá, meu nome é Theo e vou contar a história verídica do dia em que comi a minha Tia Anna. Vou começar me apresentando, tenho 20 anos (na época 16), 183cm e sou moreno. Minha Tia Anna é ruiva, seios médios, bunda redonda e empinada, baixa, 163cm, 37 anos (na época 33) e muito safada.

A história se passa no dia 6/12/2009, dia do último título conquistado pelo Flamengo. Aqui em casa moramos eu, meus pais, meus irmãos, minha tia e meus primos. Nossa casa é bem grande. Minha Tia Anna, tem um restaurante perto do Maracanã, o qual sempre fica lotado de clientes em dia de jogo. Todos aqui em casa somos Flamenguistas.

No dia do jogo contra o Grêmio, sobrou para mim, eu que tive ajudar Tia Anna, assim como todos tinham os seus turnos de ajuda. O restaurante de minha tia estava completamente lotado, não havia nem espaço para se ficar em pé. Ficou tão lotado que a cerveja acabou e tivemos que fechar mais cedo, o que não agradou minha tia, a coitadinha caiu em prantos, chorou muito, nunca tinha visto tia Anna naquele estado emocional. Esperei que todos pagassem suas contas e abaixamos as portas. Quando todos os funcionários saíram, eu fui procurar minha tia, ela estava na cozinha, chorando. Consolei-a e levei pra casa.

Assim que chegamos falei para ela dormir um pouco, porque iria se acalmar. Ela foi para o quarto e eu me sentei no sofá, liguei a TV, e esperei o jogo começar. Perto da hora do jogo, minha tia saiu só de calcinha e com a camisa do Flamengo e se sentou no meu colo. Não resisti e meu pau ficou duro, eu estava de short e logo ela percebeu. Mas, apenas, olhou e deu uma risadinha bem safada e disse: “Sua namorada deve ser bem feliz, hein…” Eu respondi: “Por quê?” Me fazendo de bobo. Ela falou: “Não é qualquer homem que tem um picão desse. Se eu achasse um assim, daria para ele todo dia.” Eu fiquei envergonhado e sem reação. Ela saiu do meu colo e deitou no sofá fazendo a minha coxa de travesseiro. Minha mãe ligou e disse que eu e minha tia ficaríamos sozinhos em casa, pois o resto da família tinha ido ao Maracanã ver o jogo e se o Flamengo ganhasse, iriam ficar até tarde na rua, comemorando.

O jogo começou e eu pensei: “Se ganharmos, vou bater uma punheta pra comemorar. haha” Dito e feito. Flamengo Campeão Brasileiro de 2009. Nos dois gols, abracei minha tia como nunca. Cada roçada na buceta dela que eu quase gozei. Assim que o jogo terminou, minha tia foi pro banho, pois estava muito suada. E eu fui bater a punheta desejada. Depois de uns 3 minutos, Tia Anna sai do banheiro para pegar uma calcinha e me vê na sala com a joba para fora. Ela ficou parada por um tempo, sem que eu percebesse a presença dela. Quando eu estava quase gozando, ela disse: “Theo, que pirocão é esse?!” Eu me assustei, não soube o que fazer. Fiquei parada olhando pra ela semi-nua, só de sutiã e toalha. Quando me dei conta da situação, guardei a joba e me levantei pedindo desculpas. Disse que estava muito envergonhado, e pedi pra não contar a ninguém, pois só pioraria a situação para mim.

Ela me olhou com uma cara de quem estaria pensando em um monte de coisas, mas ela só disse apenas uma: “Eu mandei você guardar esse pau?” Eu, surpreso, respondi: “Não…mas eu te respeito muito, não poderia falar contigo naquele estado.” “Então, quer dizer que você me respeita? Quando estou por perto, você está sempre com esse pau duro. Pensa que eu não percebo? Todas as vezes que você roça essa coisa na minha bunda ou na minha buceta, você acha que eu não sinto? Você tem um pau grande, Theo, tenho que admitir. Para falar a verdade, nunca vi um desse tamanho.” Eu, na minha ingenuidade, não notei a indireta e disse: “Normalmente, as minhas namoradas terminam comigo por causa do meu tamanho, dizem que não conseguem aguentar ou que machuca.” “Oh, jura, Theo? Fico triste por você, vem aqui, vamos conversar.” Eu fui, só que ao invés de irmos para o quarto dela, fomos para o banheiro. Perguntei: “Por que estamos aqui?” Ela respondeu: “Vou tomar um banho, você pode conversar comigo. Se quiser, sente-se no vaso e fale, pode desabafar, vou tentar te ajudar.” Logo depois, ela tirou a toalha, mostrando a sua bela buceta, depiladinha, no momento seguinte, ela virou-se de costas e pediu para que eu tirasse o sutiã dela. Eu estava muito perto daquela bunda, não pude deixar de olhar aquele rabo tão gostoso, como eu sentia tesão naquele cu. Ela chegou mais perto e encostou no meu pau, fui a loucura só de encostar na bunda dela. Tirei o sutiã e ela se virou de frente para mim. Uns peitos lindos, não eram grandes, mas eram lindos. Ela se dirigiu ao box e ficamos conversando sobre o porquê de eu não conseguir namorar muito tempo. Depois, mudamos de assunto e fomos para o futebol, nunca pensei que minha tia entendia tanto de futebol. Para uma mulher, era impressionante, ela sabia até o que era impedimento…enfim, ela saiu do banho e falou que não queria se vestir, e perguntou se eu não queria tomar um banho, pois estava muito suado. Eu tirei minha camisa, ainda sentado no vaso e ela falou: “Nossa, pirocudo e ainda é saradão, que isso…se eu tivesse um namorado assim, ele nunca ia ter problema com falta de sexo.” Fiquei com um pouco de vergonha. Logo tirei minha calça, ficando só de cueca box e o volume era colossal, assim como dizia tia Anna. Então, ela perguntou: “Menino, qual é o seu problema? Eu estou pelada na sua frente, você está de pau duro. Já disse que seu pau é lindo? Não? Então, pois é, sua pica é muito linda. O que eu preciso fazer pra você cair de boca nos meus peitos?” Eu virei para o lado e disse: “Só tomar um banho comigo.” Ela tem titubeou, entro no box num piscar de olhos, e eu entrei atrás dela, ainda de cueca.

Ela tirou a minha cueca e caiu de boca na minha rola, que boquinha de veludo era aquela, sempre desejei aquela cena, e havia se concretizado, que maravilha. Ela fez um boquete maravilhoso, mas não senti vontade de gozar. Quando ela parou, foi a minha vez, lambi aquela bucetinha, que thequinha gostosa, ela gemia, segurava na minha nuca, acho até que ela gozou…Acabei de lamber e ela virou-se para a parede e empinou aquele rabão pra mim, não pensei duas vezes, coloquei a pica na boceta dela, de uma só vez, ela urrou: “AAIIII, CARALHO, THEO!!! SEU PAU É GRANDE, CÊ NÃO PODE FAZER ISSO DUMA SÓ VEZ…PUTA QUE PARIU, AIII PORRA!!!” Eu tirei o pau e pedi desculpas, ela falou: “EU MANDEI VOCÊ TIRAR ESSE CARALHO DAI? BOTA ESSA PORRA DE NOVO, MAS BOTA DEVAGAR E COM JEITINHO.” Fiz o que ela pediu, botei primeiro só a cabecinha, depois fui socando o resto, devagar e sempre, ela gemia de prazer. “CARALHO, THEO, AAIIINNNN, QUE PICA GOSTOSAAAA, UUUIIIHNNN, QUE COISA BOA, QUERO TUDINHO, SOCA TUUDOOOOO, AAAIIIHEENNN…” Enquanto eu botava tudo, devagar, mais ela gritava e gemia. Quando chegou na metade, ela falou: “PODE SOCAR COM FORÇA AGORA, SEM PENA, SEM DÓ NEM PIEDADE, BOTA COM VONTADE.” Era tudo que eu precisava ouvir, soquei tudo, até o talo, ela urrou: “AAAAIIIEHN, ERA DISSO QUE EU TAVA FALANDO, PORRA. METE ESSE CARALHO, TODO, SEU CACHORRO. VAI, SEU FILHA DA PUTA, SOCA ESSA PORRA TODA, ARREBENTA ESSA BUCETA!!!!!!!” Eu ouviu aquilo e quanto mais alto ela gritava, mais forte e mais insanamente, eu metia. Que buceta gostosa era aquela, e aquela vista, aquele bundão empinado pra mim, ela na ponta do pé, com as pernas juntas, a buceta dela envolvendo totalmente o meu pau, foi o melhor momento da minha vida. Eu estava prestes a gozar quando ela disse: “Theo, vamos para o meu quarto.” Ela desligou a água e saiu do box, segurou na minha rola e me conduziu até o quarto, ela na frente e eu atrás sendo guiado pelo pau. Chegamos no quarto e Tia Anna me empurrou na cama, e não pensou duas vezes, e abocanhou meu pau. Chupou muito, colocou tudo na garganta, foi mágico. Nunca tinham feito isso comigo.

Eu estava quase gozando, mas segurei. Pedi para que ela sentasse no meu pau e ela sentou. Ela se ajoelhou e cavalgou na minha rola. Quicava muito gostoso, gemia e gritava: “AII, THEO, QUE PIROCÃO, QUE ROLA GOSTOSAAAAAAAA. NÃO POSSO MAIS VIVER SEM ESSE PAU, QUERO DAR PRA VOCÊ TODO DIA, NÃO VOU SUPORTAR FICAR SEM ESSA ROLA, UUUUHIEEEEEEEEEN, VAI CACHORRO, QUERO QUE VOCÊ ME COMA AGORA!!!” Então, ela parou de sentar e se apoiou nos pés, como se estivesse agachada, mas meu pau ainda estava metade dentro da sua buceta. E eu comecei a sequência, no início metia devagar e depois fui aumentando a força e a velocidade, chegou o momento em que ela berrou: “NÃO PARA, FILHO DA PUTA, METE, METE, METE CACHORRO, VAI PORRA, METE ESSE CARALHO, METE PORRAAAAAA, METE QUE EU TO GOZANDO, EU VOU…EU…EU TO GOZANDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, AIIIIIHEEEEN, HAAAANNNN, UUUUIHEN, QUE ROLA GOSTOSA!!” Ela caiu pro lado e falou: “Foi a melhor gozada da minha vida. Agora, você pode gozar aonde quiser, pode gozar até dentro, que eu deixo, tomo pílula mesmo…” Eu ouvi aquilo e meu tesão subiu até o teto, eu iria gozar dentro da minha tia. Botei ela de ladinho, alojei a rola na portinha e botei só a cabecinha, fiquei com ela paradinha ali um tempo e Tia Anna sussurrou: “Vai, safado, mete nessa xoxotinha, quero sentir a sua porra quentinha, vai soca tudinho, bota até o talo, quero tudo. Vai, seu cachorro…ahiienn, uuhhieen.” Quanto mais ela sussurava, meu tesão dobrava e mais perto eu chegava do gozo. Parei num momento e botei ela de quatro, queria gozar olhando para aquela rabão. Tia Anna implorou: “Goza agora, safado, quero sentir sua porra quente. Vai, seu cachorro. Comendo a titia, né?! É isso mesmo, é isso que eu gosto, vou dar pra você sempre. Seu pau é o melhor de todos. Goza, pirocudo, goza pra mim!!”

Tia Anna sabia como fazer um homem sentir tesão. Eu meti nela, botava com raiva e ela gritava de prazer. Eu senti o gozo chegando e falei: “Tia, vou gozar dentro de você. Vou gozaaaaaaaaaaar…” “Isso cachorro, goza dentro de mim, quero tua porra quentinha na minha buceta, vai seu filho da puta. Cachorro, safado. Gozar pra titia, vai…” “Ai, tia, você é muito gostosa, eu to gozando, eu to…aaaaaaaaaaaaaaaahh, gozeei…” Eu dei uns 6 ou 7 jatos de porra lá dentro, tava tão gostoso que eu não queria tirar lá de dentro, meu pau estava caindo. Tia Anna deitou-se e eu deitei ao seu lado, minha porra estava escorrendo de dentro de sua buceta, para sua perna, descendo pela coxa…Que tesão. Ela virou pra mim e falou: “Vou tomar um banho, quer vir junto?” Nem respondi, já estava de pé na porta e fomos. Namoramos durante o banho, trocamos uns beijos e umas mãos, foi bem demorado, mas ficou por ai, ninguém tinha mais fôlego. Quando saímos, pelados, nossos parentes chegaram em casa. Eu fui correndo para o meu quarto e ela para o dela, nos vestimos e saímos quase ao mesmo tempo. Só ai que fui ver que horas eram, 1 hora da madrugada. Meus parentes passaram por nós e foram cada um para o seu quarto, fiquei calado, todos estavam bêbados. Olhei para Tia Anna e ela fez um sinal bem safado com o dedinho me chamando para o seu quarto, ela tirou a roupa de falou: “Deite-se e durma, quero dormir com essa pica quente perto do meu cuzinho, amanhã de manhã, ele será todo seu.” Fiz o que ela pediu. Estava ansioso para comer aquele cu. Mas isso é uma outra história…

via casadoscontos

 

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Ninfomaníaca, tarada, incestuosa…

Existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia. Leila Maria é um desses casos…

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Este é o principio de meus contos. Meu nome é Leila Maria, sou casada, tenho filhos e mais de 35 anos. Nunca imaginei que tudo isso que vou narrar aconteceria um dia de fato. Mas, aconteceu e vou narrar para vocês minha história.

Sou uma enorme mulata, desculpe a falta de modéstia. Mas, sou do tipo de parar o transito, gostosa, bonita e muito boazuda, uma MILF BBW muito bem distribuída. Resolvi contar minha versão sobre minhas atitudes devassas e neste caso como me tornei amante da meu pai. Não é novidade, sou uma ninfomaníaca, e que fiquei completamente louca por sexo, neste sentido a palavra que melhor me define é que realmente eu, Leila sou uma verdadeira PUTA, no sentido explicito de seu significado.

Eu posso dizer que faço sexo pelo simples prazer de sentir um pau entrando na minha imensa buceta, ou o latejar inchado de um pau dentro de meu cú, ou puramente me deliciar em porra abundante na minha boca e corpo. Neste ponto devo salientar três peculiaridades as quais me realizo e me deixam louca de tesão:

A primeira é que não é qualquer pau. Gosto e dou preferência a picões grandes e grossos, graúdos mesmo, muito avantajados, pois tenho uma buceta excepcionalmente farta e funda, por isso gosto de senti-la recheada em um pau de verdade e de grandes proporções. Mas apesar disso não dispenso menores, pois quando estou com tesão a coisa pega fogo mesmo.

A segunda é que aprendi durante meus mais de 20 anos transando é que adoro um picão preto. Esses não só são atendem ao primeiro requisito, pois são normalmente enormes e fazem uma mulher tremer na vara. Se for pau então, de negro velho, melhor ainda, pois são grandes, grossos e toscos e eles sabem mesclar sua potencia e experiência dando a mulher horas de sexo animalesco. Eu adoro levar pau de negrão coroa. Talvez isso seja uma tara minha, justamente por desejar meu pai! Que seja. Mas que fique claro, não dispenso e não tenho preconceito. O que vale mesmo é saber transar.

Em último e mais desafiador é o prazer nefasto e proibido, adoro neste sentido duas coisas, chifrar meus companheiros, desde namorados, amantes e especialmente hoje meu marido e a maior devassidão de todas que é praticar cometer incesto.

Ter o prazer de seduzir e levar alguém a libertinagem é ótimo, mas especialmente se esse alguém pertence a minha família, para mim é o máximo. Não há nada melhor que aliciar um familiar para foder. E é nesse sentido que meu pai entrou nesta história, pois ele atende a tudo e todos os requisitos que eu admiro e me da um prazer quase diabólico. Pois meu pai o Dr. Adão tem um pau absurdo e bizarro de grande e grosso, como vim a descobrir, é negro e velho e o principal, é o mais insano, pois cometo um incesto com meu próprio pai, e chifro outros amantes.

É claro, é sempre bom relembrar eu sou uma tesuda e gostosa mulata de 1,85 m de altura, sou alta, vistosa e imponente. Me visto para provocar meu marido e amantes. O coitado do meu marido fica louco quando me vê saindo para academia minhas malhas e suplex de ginástica de tênis brancos de solados altos e com meiões até os joelhos, ou no clube de biquíni ou maiô , ou mesmo vestida com elegante com salto alto quando vou trabalhar, ele não sabe que quando me visto assim é por que vou provocar alguém, sei que me percebem.

Se não for vestida assim, vou de qualquer outra forma perturbadora, ou desde que me pareça bem sexy, o que me faz sentir grande e poderosa do tipo boazuda. Ademais tenho enormes seios voluptuosos e fartos, para não dizer gigantescos, às vezes saltam da parte de cima do biquíni e uma cintura extremamente fina contrastante com um belo quadril e uma bunda desmesurada e fenomenal, redonda e encorpada, coxas e panturrilhas grossas. Sou uma típica mulata gostosa e sedutora e de hábitos sexuais extremos e bizarros.

Como citei várias vezes que me sinto como uma verdadeira devassa, quero antes de contar meu incesto, esclarecer essa questão. Não me confundam com uma prostituta, que são digníssimas senhoras que ganham sua vida, negociando seus corpos para o prazer de seus clientes. Estas dão duro e o fazem pela necessidade de dinheiro. Eu, não. Eu trepo por prazer e de graça, sinto-me as vezes bem puta porque gosto de ver paus entrando e mim, dou pelo simples escárnio ou pelo próprio prazer de gozar. Transo de todo jeito e faço coisas que prostituta nenhuma e por dinheiro nenhum o faria.

Isto me classifica e me qualifica como um legitima puta e vagabunda, pois desde a adolescência levo vara, desde meus colegas, namorados e professores. Ganhei minha vida profissional, antes de ser empresária, oferecendo os serviços e dotes de minha grande bunda e agora sirvo, a meus familiares ou a qualquer bem apessoado que tenha vontade de foder.

Mas, não confundam, sou assim em quatro paredes, em sociedade sou uma muito comportada empresária e mãe de família. Bem…

Tudo começou a acontecer a anos atrás, eu já era uma grande vagabunda. Pensei que casando as coisas iriam esfriar, mas o calor na minha buceta falou mais forte. Mesmo casada dava para meus chefes, vizinhos, até estranhos e principalmente quando descobri o tamanho do pau de nosso advogado e como passei a foder rotineiramente com ele.

Se fosse só isso, mas não foi, pois naquela época também envolvi minha mãe a foder com o Doutor. Tínhamos uma divida com ele e passamos eu e ela a dar para ele para cobrir parte do que devíamos. Passei inclusive a foder com o Dr. Jorge e com minha mãe ao mesmo tempo chegando finalmente às raias do devaneio e insanidade tendo um caso lésbico com minha genitora. Se soubesse que o advogado tinha um pau gostoso daqueles já teria dado minha bunda para ele há muito tempo.

De qualquer forma, aquilo para mim foi o fim ou inicio de todo o deboche e esplendor. Mas também outras coisas aconteceram e foi o fato de ter encontrado nas coisas de meu marido certas fotos.

Encontrei fotos antigas em preto e branco com coisas muito perturbadoras, pois se tratava de fotos de um jovem negro nu, com uma pica duríssima e enorme, era um pau tão grande que ia até seu peito, junto na foto havia um outro rapaz que agarrava aquela verga titânica. Em outra fotografia estava também um homem a chupar esta imensa rola, mas desta vez não se observava o rosto do negro bem dotado.

O que me perturbou foi à cena homossexual que ali estava registrado, das imensas picas pretas e o fato principal de tê-las encontrado nas coisas do meu marido e dentro de um antigo livro de meu pai, com mais de 50 anos. Também quando vi a foto poderia jurar que era uma foto de meu pai quando adolescente. Além de tudo isto me ocorreu de ver as paginas iniciais do livro onde estava uma dedicatória misteriosa dizendo:

Ao “grande” amigo querido ACM, por sua eterna presença na hora certa, ajuda e consolo vigoroso de quem jamais irá esquecer. Com amor Ass J.

Esta frase era por demais suspeita O ACM, ta na cara que se tratava das iniciais de meu pai. E J. seria o homoafetivo das fotos, quem seria o menino bem dotado, seria meu pai? Todas estas perguntas ficaram na minha cabeça, mas o tempo passou e eu nem as lembrei. Jamais poderia imaginar de fato que meu pai além de mulherengo, também na adolescência havia faturado rapazes, não imaginava que pudesse ter sido um homossexual e que tão pouco que aquele pintão imenso era dele.

O que eu como filha não sabia é que o tempo só transformaria algo gigantesco em algo maior e disforme, e que o Dr. Adão com o avançar da idade engrossaria, ainda mais aquela monstruosidade que eu, sua filha, agora inconscientemente desejava.

O que aconteceu depois deve ter sido obra do destino ou culpa de meu marido. Se for culpa dele foi bem feito, pois agora decoro sua cabeça com imensos chifres quando levo o maravilhoso pau de meu pai. Certa manhã nós fomos ao clube, que fica perto da casa de meus pais. Não me lembro porque, mas tive de dar uma passada lá para resolver algo com minha mãe. Devia ser algo em comum, nossa loja ou com nosso amante o Dr. advogado que nos comia.

No que cheguei ouvi uma grande confusão, foi justamente na hora que uma briga de meus pais tinha começado. Ouvia um bate boca daqueles com ofensas e acusações, não conseguia entender bem o que era, mas pelo jeito parecia que meu pai havia descoberto o nosso caso ou de minha mãe com o Dr. Jorge. Comecei a ficar preocupada quando ouvia o estalar de tapas e gritos de minha mãe, na certa ela estava levando umas boas bordoadas de meu pai.

Em determinado momento se fez silêncio no quarto de meus pais, fiquei aflita achando que algo mais sério poderia estar acontecendo e isto fez com eu que passo a passo ruma-se para lá e ao chegar na porta eu tive a visão mais frenética do mundo. Eu que já havia fodido com todo mundo, jamais pensei na vida que testemunharia uma cena anormal como aquela.

Eu pela fresta da porta via minha mãe ajoelhada na frente de meu pai que estava sentado em uma vasta cadeira de descanso. Meu pai estava com as calças arriadas e minha Mãe Dona Rosa com algo indescritível nas mãos.

Eu nem acreditei quando enxerguei-a com um gigantesco picão preto nas mãos, um pau extremamente anormal de grosso, não era mais comprido que o do meu amante, o Dr. Jorge, mas sem duvida era um pau muito graúdo e bruto, muito enervado e com calombos ao ponto de ser disforme como o pau de um legitimo cavalo. Este era o monstruoso pau de meu próprio pai.

O pior naquele momento, foi que fiquei de boca aberta a assistir mamãe sugando o tosco varão que era a pica de meu pai. Olhando o que se passava fiquei excitada e muito molhada de tesão vendo o que acontecia. Presenciava a mamãe chupando aquele picão bruto e meu pai sem piedade fazia com que Dona Rosa afundasse cada vez mais até a goela engasgada aquele gigante.

Fiquei com tanto tesão que me levei a me masturbar, ali, na porta do quarto, vendo minha mãe a chupar aquela maravilha de pau. Eu que já era uma puta assumida se soubesse esses anos todos que tinha um pau desse tamanho ali do meu lado, já teria com certeza apanhado e mamado no pauzão de meu pai. E essa era minha verdadeira vontade.

Que sensação indescritível, meus dedinhos alisavam freneticamente minha buceta, que juro, estava encharcada.

Foi quando vi meu pai tomando Dona Rosa para cima, levantou-a e a virou fazendo sentar em seu colo, apontando aquele mastro ameaçador para bunda de minha mãe. Vi meu pai pegar o pau todo babado e apontar para o cú da velha gostosa e vi também em todo o esplendor as reais dimensões daquele gigante. Naquele momento não acreditei que mamãe iria conseguir abarcar com o cú aquele dilatado pauzão. Que tesão!

Eu estava louca e atordoada. Masturbava-me com força na porta vendo aquela cena insana, e comecei a me imaginar ali naquela situação sedutora e louca de estar sentada no pau enorme do meu pai. Foi quando aconteceu senti que iria gozar e ao chegar ao orgasmo de súbito bati na porta fazendo chamar a atenção de meu pai que me viu, enquanto enfiava de forma animalesca seu picão na velha gostosa. Minha mãe gozava pelo rabo com as mãos socadas na buceta, e papai com vigor enfiava arrombando a bunda dilatada de minha mãe. Fiquei em delírio vendo meus pais trepando.

Não suportei. Gozei em jatos de escorrer pernas abaixo e gozei muito. Fiquei e deixei tudo melado. Tive que sair dali, mas não sem antes ver o jorro de esperma que meu pai deu. Vi aquele picão na mão esguichando um mundo de porra pra cima, o tamanhão soberbo da grossa pica de meu pai a balançar e espalhar esperma para todo lado, eram jatos que iam quase a 30 cm de altura e que taparam as costas e a bunda de minha mãe de porra grossa e quente. Que maravilha! O pauzão do meu pai era um chafariz, uma fonte de esperma! Minha Mãe delirava depois que o velho tirou aquele imenso pauzão do seu rabo. Via os olhos de Dona Rosa rodando de prazer e com a bunda e as costas agora banhadas em porra.. Que tesão! Sai dali com minha buceta encharcada e cheia de tesão pelo pau de meu pai e com inveja do banho de porra e que minha mamãe levara.

Nessa parte quando me esgueirei para ir embora tinha certeza que meu pai tinha me visto e também ao passar pela sala tive certeza do que acontecera, pois vi as fotos sobre a mesa e na mesma hora deduzi que minha mãe e havia trepado justamente com meu amado Dr. Jorge.

Na hora eu reconheci aquele pau enorme de meu amante no fundo do rabo de mamãe. Agora sabia o motivo da discussão de meus pais e do corno que papai levara na cabeça. Eu como filha sai encantada com as descobertas, e percebi que minha mãe era realmente uma puta. Diz o ditado que quem sai aos seus não degenera, éramos duas putas, tal mãe e tal filha.

Percebi também conforme tinha dito uma coisa, que meu marido estava por trás disso, ele nem desconfiou o favor que me fez e da vontade que eu tinha agora, naquele momento de me entregar a meu pai e de foder com ele desesperadamente. Fiquei apaixonada pelo picão tosco de meu pai.

Outra coisa também delatou minha presença além do esbarrão na porta, é que gozei feito uma louca, na verdade ejaculei, pois estava com meu maio molhado até os pés, meiões e tênis, tenho certeza de que deva ter ficado uma poça de gozo na lateral da porta.

Sai dali de fininho e voltei ao clube, mas voltei com as pernas bambas de tesão e com a cabeça mexida e virada, pois estava atônita e louca para foder. Estava num tesão infernal. Antes de chegar ao clube telefonei para meu amante, o Dr. Jorge para ver se poderíamos dar uma trepada antes que eu voltasse ao clube, mas meu amante estava viajando.

Fiquei mais puta ainda, o jeito era chegar lá e pegar o coitado de meu marido e dar uma para me saciar ou pelo menos matar minha sede em sua porra. Cheguei e meu esposo nem reparou as manchas de gozo que estavam marcadas nas minhas coxas. Fiquei só de maiô e convidei-o para ir comigo na sauna. Lembro que no que cheguei me grudei de boca no pau dele, fiz meu marido gozar pelo menos duas vezes na minha boca. Ele sentiu-se realizado e eu louca por um pau de verdade, um picão muito maior.

Naquela época eu também tinha minhas aventuras no clube e tive que apelar a um velho funcionário, o seu Zé que de vez em quando eu dava uma colher de chá. Eu mamava seu pau desde que era menina e ele mais jovem. A questão é que o seu Zé era um mulato de 70 anos, mas tinha um pau bem gostoso e razoável ou ao menos bem maior que o do meu marido, e como esse velho trepava muito de vez em quando, tinha no seu pau aquele típico cheiro de pica e quando gozava era um monte de porra grossa e branca. Não deu outra, na primeira chance que tive e no que sai da sauna chamei seu Zé.

Meu maridinho contente, pois já havia dado duas nem se apercebeu quando fui com seu Zé para o almoxarifado do clube para dar uma chupada no seu belo e fedorento pau e levar uma cota de pica preta no meu rabo, que estava doido para foder.

Mas isso é outra história, e contarei como fui me envolver com esse negro velho em uma outra oportunidade.

via casadoscontoseróticos

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Minha prima, meu tesão

Cheguei na casa de minha tia, entrei e fui até a cozinha para tomar um copo de água. Uma visão paradisíaca para meus olhos: minha prima Teodora com uma blusa e uma calcinha, mexia algo na panela. A blusa era do pijama, bem justa, o que salientava os peitinhos dela e a calcinha atolada no reguinho, deixava as popinhas dela à mostra. Virou o rosto, me viu, deu um largo sorriso.
Cheguei perto dela, com cara de bravo:
– Isso são trajes de me receber, Teodora?
– Uai, gostou não? Tá bom, vou lá dentro me vestir de modo mais comportado…
Fez menção de sair, mas eu a segurei e rindo falei:
– Não foi isso que eu quis dizer… acho que você está vestida em excesso… devia estar sem nada!!!
– Ah, priminho safado…
E ai ela me beijou, começou a desabotoar minha camisa. Não pensei duas vezes para colocar as mãos nos peitinhos dela e arrancar a camisetinha do pijama. Nessa altura, minha camisa já saira de mim e minha calça já estava nos calcanhares. Tirei para não tomar um belo tombo. E assim que tirei ela já veio segurando meu pau e me fazendo uma bela chupeta.
Tirei a calcinha dela e não havia mais nada a tirar. Coloquei-a sentada na bancada da pia e comecei a lamber a bucetinha de Teodora e depois de bem lubrificada, enfiei meu pau nela. Escandalosa, ela gritava pedindo mais e mais. Tirei-a da bancada e coloquei-a ajoelhada numa cadeira, metendo por trás, depois fui eu a sentar na cadeira e ela, sentada em meu pau, pulava com todas as forças, gemendo alto.
Quando eu disse a ela que já estava quase gozando, ela levantou-se e ficou me chupando até eu explodir de gozo, enchendo a cara dela com minha porra. Ela esfregou o rosto em meu peito e eu tive de tomar um banho.
Quando sai do chuveiro e entrei no quarto, ela já estava lá, nuazinha.
– Quero mais, quero mais… vem cá!
Me jogou na cama e já veio sentando em cima, com os peitinhos bem perto da minha boca, e eu os chupei enquanto ela rebolava com meu pau dentro dela. Depois ela ajoelhou-se na cama e quando fui penetrar sua xotinha, ela falou:
– Meu cu… come meu cu…
Uau… serviço completo… enfiei o dedo no cu da priminha, depois outro e finalmente encostei a cabeça e fui enfiando bem devagar. Curioso que ela foi levantando o corpo e quando terminei de entrar ela estava praticamente de pé e assim ficou por um tempo. Depois me falou para não tirar e acompanhar seus movimentos, foi descendo até deitar-se na cama e eu com o pau dentro do cu dela. Gozei logo, era impossível segurar…
Naquele dia ela não quis saber de mais nada.
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a cozinha, sem fazer barulho, eu a vi só de calcinha e camiseta, preparando uma banana com aveia. Sem que ela me visse, abaixei-me e fiquei sob a mesa. Dali a pouco ela veio e sentou-se. E quase a matei de susto quando segurei as pernas dela. E fui puxando, e ela saiu da cadeira e sentou-se no chão e eu fui puxando sempre até ela ficar do meu lado e eu levantar sua camiseta e mamar nos peitinhos dela.
– Hoje eu quero café com leite, mas o leite é o seu, viu?
– Mama à vontade, sabe que eu adoro te ver mamando em mim, não sabe?
Virei o corpo e ela entendeu o que eu queria, tirou minha calça de pijama e mamou em meu pau. Ai saímos de debaixo da mesa, continuei deitado e lá veio ela sentar-se em meu pau, me cavalgando, de novo aos gritos. Ergui meu corpo e a beijei, enquanto ela ainda continuava engolindo meu pau com sua bucetinha quentinha. Tornei a deitar e ela se deitou em cima de mim, me beijando com volúpia enquanto mexia com a bunda e fazia meu pau deslizar dentro dela, até eu gozar.
Com uma prima assim…nem dá vontade de sair de casa!

por Kaplan no Conto Erótico

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Te conto um conto: De tia e mulher fiel à devassa incestuosa

Taradinhos e taradinhas,

Mais uma SEXXXta batendo (ui!) na porta. E nada melhor que começar com um conto erótico. ;)

E esse é quente! Uma tia que resolveu realizar o sonho do sobrinho tarado e cara-de-pau.

Confiram…

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De tia e mulher fiel à devassa incestuosa

O que passarei a relatar a seguir ocorreu há bem pouco tempo, menos de seis meses. Ainda vivo sob a tensão dos fatos, pelos quais jamais imaginei passar.
Tomei a iniciativa de falar sobre o que aconteceu, aqui nesta página, depois de ler a experiência vivida por um rapaz que se denominou James e suas tias Sônia e Elisa. Fiquei muito impressionada com o que li e como as coisas que aconteceram comigo foram bastante semelhantes cheguei a remeter-lhe uma mensagem, para que pudesse conversar, com ele ou com suas tias, a respeito de nossa situação, mas não obtive resposta, infelizmente.
De qualquer maneira, haver tomado conhecimento do que aconteceu entre eles me fez bem pois, além de me encorajar a contar o que passei, me mostrou que não sou a única pessoa a cometer o que considero um erro, e o que me faz sentir-me uma mulher bastante confusa.
Meu nome é Magda, tenho 43 anos, advogada. Jamais, em meus 21 anos de casada havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria, recatada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver me envolvido complemente, me faz sentir sensações incomodas, como medo, culpa e vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas minha irmã mais velha, Joyce, residente em Canoas, cidade vizinha a Porto Alegre, onde moro. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos, Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atras, cerca de seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André, meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite, não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a conversar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez desmaiar de surpresa e susto: – Não me sinto mais adolescente, tia Magda. A única coisa que me ata a adolescência é uma fantasia que tenho com a senhora. Coisa de sobrinho com tia. Fiquei perplexa: Como assim, André? que tipo de fantasia? o que você quer dizer, menino… – Fantasia sexual, tia Magda… e passou a dizer coisas sobre meu corpo, principalmente os seios e pernas. Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei naquela situação. Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações mais arrojadas., inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim. “Varias vezes, tia Magda, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali.”.
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da cidade de Porto Alegre há um bairro industrial, passagem obrigatória para quem vem de Canoas. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas. Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o momento falou: – Tia Magda, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um minuto e conversar sobre isso. -Esta bem, André. Mas seja rápido. Você sabe a loucura que significa tudo o que esta me dizendo. Fale tudo que tem a falar e depois vamos. E depois esqueceremos tudo que falamos. Certo? – Certo, Tia Magda. É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim, principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo. – Seja breve, André. A Joyce vai se preocupar com tua demora. E eu tenho medo destas ruas escuras e desertas. – O tudo não é muito, tia Magda. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle (minha filha), nem a Dihoga (prima dele, filha de minha outra irmã) que são gurias da minha idade, nem nenhuma outra guria da minha idade me desperta os desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia Magda, mas tenho que dizer: tudo em ti me dá uma “tesão” incontrolável… tuas pernas, teus seios, tua boca…
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa: – A tua boca, tia Magda… mil vezes, escondido no banheiro, beijei tua boca. Mil vezes senti teus labios beijando meu peito….tua lingua molhando…..meu pescoço….minha barriga…meu… – Andre….murmurei… – Mil vezes, tia Magda, no silêncio do meu quarto beijei teus seios… mil vezes, demoradamente mamei em teus seios, acariciando tuas pernas, tuas coxas, tuas nádegas. Mil vezes, tia Magda, gozei demoradamente sentindo tuas mãos tocarem meu membro duro, quente e latejante, que eu mesmo massageava… Mil vezes, Tia Magda, te ofendi com palavras xulas e grosseiras. Mil vezes, te imaginando com meu membro inteiro em tua boca, te chamei de puta, vagabunda, chupadora de piça. “Tia, me chupa”, muitas vezes murmurei baixinho, sob as minhas cobertas, te imaginando ali comigo. Muitas vezes, imaginando tuas pernas abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi dizer “me fode, André… me fode cachorrinho da tia…”.
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um estranho pedido: – fala isso, tia… fala assim… para eu guardar o som das tuas palavras e usa-lo nas minhas noites de fantasia. – O que você quer que eu fale, Andre? – Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando…pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido. Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz, procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente, falei: “- me fode, André… me fode cachorrinho da tia…”.
Seus olhos brilharam…faiscaram e disse: “como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete, tia… repete, por favor…”. “… me fode, André… me fode cachorrinho da tia..”, repeti.
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos. Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma coisa que confirmou minha impressão anterior: – Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe falei. São coisas da natureza humana, do sexo. Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamentre, com a maneira que tratava o assunto; elegantemente, como um adulto. Continuou: “Por um acaso do destino tu és minha tia. E se o fato de seres minha tia acrescenta uma grande dose de erotismo em tudo, minha fantasia não é apenas por isso. O parentesco me excita, o fato de seres mais velha que eu e casada também me dá tesão. Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios, as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos… tudo no teu corpo que pode ser instrumento de sexo e prazer.”.
Eu ouvia aquilo sem compreender onde aquele menino aprendera a falar daquela maneira. Com apenas 17 anos, suas palavras e seu raciocínio eram inteligentes e cultos. Certamente influência da Joyce, que sempre foi inteligente e culta e passou para o filho o hábito da leitura.
Ele parou em uma sinaleira, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada. Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era…
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar: É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora não sabe, pois obtive sem teu conhecimento… Fiz uma cara de curiosa… “… é a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e… a tua bunda… A Segunda a senhora me deu hoje… o som. Guardarei gravadas no meu pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o tato…
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei: – “ Como assim, André?”… ao que ele respondeu: “eu queria te tocar… para juntar a textura da tua pele ao som das tuas palavras e à visão do teu corpo…”. Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei.
Ele retornou e tomou o caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio, disse: “Tia Magda, hoje é o dia mais feliz da minha vida…”. Dei um leve sorriso e beijei levemente sua mão, respondendo: “Então entenda minha situação e seja rápido.”. Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha, tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe…não sabia o que pensar daquela situação…procurava explicar para mim mesma porque permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da mão no bico do meu seio e perguntou: – Posso ? Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio, que é bastante volumoso. Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me: – Doeu, tia? – Não… respondi com voz trêmula.
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio: – Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a Dihoga, ou meninas na idade delas. – Porque? – Porque os seios das meninas entre 16 e 20 anos são mais bonitos do que os de uma mulher na minha idade. Sem contar que amamentei a Giselle até quase dois anos. “- Tia, teu seio parece de uma mocinha…”. Sorri, e ele com a outra mão desceu a outra alça do vestido, passando a acariciar ambos os seios ao mesmo tempo. Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou: – Tia, deixa eu beijar a tua boca? Não tive tempo de dizer nada. Sofregamente ele me beijou de uma maneira que jamais havia sido beijada. Demoramo-nos num beijo ardente. Apenas, por um segundo, ele parou de me beijar, para levantar sua camisa, de maneira que pudesse roçar seu peito em meus seios. Descontrolado, ele beijou meus lábios, meu pescoço, até descer e sugar avidamente meus mamilos. Perdoem a redundância, mas era mesmo descontroladamente a maneira como beijava, mordiscava e sugava meus seios… Tive medo de ficar com marcas. Pedi que parasse. Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou…: “tia…eu não acredito que mereci tudo isso…”. – Vamos…, pedi. – Só um segundo mais, tia Magda… deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e nas coxas? – Rápido, André… Já faz quase uma hora que saímos da tua casa… – O tio não sabe que horas nós saímos de lá… – Mas a Joyce sabe… – Tenho muitas desculpas para dar pra mãe e explicar a demora. A última coisa que ela ia imaginar é que eu demorei porque fiquei aqui de amasso com a senhora. Aquela palavra me soou estranhamente. Comentei com ele: “André, isso que você falou, “ficar de amasso comigo”, me fez sentir uma coisa engraçada… me sinto uma adolescente.”. Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé, meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha coxa.
Nesse momento cometi o maior erro de minha vida: ao acariciar a parte superior da minha coxa ele roçou levemente um dos dedos na minha vagina. Sem me dar conta do que significava o gesto, reclinei-me ainda mais sobre o banco e fiz uma leve abertura de pernas e ele, evidentemente, entendeu que eu estava desejando aquela carícia. Sem hesitar, colocou a mão por baixo da minha calcinha e vi que se surpreendeu com uma coisa. Nem eu havia me dado conta, mas eu estava num estado de excitação tão grande, embora inconsciente, que minha lubrificação vaginal era enorme. Estava totalmente encharcada. André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou, completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou: – Tia Magda, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim? – Claro, André… – Vamos para um motel, tia? – Não, André… isso não…. – Mas a senhora quer ter prazer? quer gozar? – Eu to tendo prazer, André….faz um pouquinho mais e vamos embora… estamos demorando muito… – Então me diz que a senhora quer um pouco mais…que tá gostando…. que tá bom… – Eu já falei, André….faz um pouquinho mais…. depois vamos… Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte. – Aaaiii, André… tu vai me matar…. Andrééé… tu vai me levar à loucura… Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e, aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus seios e na boca… “Não me marca, André… não chupa com muita força minhas tetas..”.
Me dei conta de que estava, inclusive adotando outro vocabulário, até que, despudoradamente falei: – Forte, André… mais forte…com a mão….na buceta, André…forte na buceta… mais fundo, André…. eu vou ter orgasmo, André…. faz assim na tia…. aaiii….Aaanndréé….mais…mais forte… ai, meu filho adorado… meu amado… que a Joyce nos perdoe… que o Sérgio me perdoe… forte…forte… esfrega, André… na buceta….aaii… a buceta… ai… é gostoso… ai… assim… faz…. aaaiiii, André…. Giselle, minha filha…. me perdoa… a mãe enlouqueceu… teu primo me enlouqueceu…. aii, André… me faz ter prazer… me dá prazer… eu quero ter prazer…. faz a tia gozar…. faz a tia gozar…meu filho querido…aiiiii…..Andrééé… agooraaa….
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero. -André, olha só a sujeira…..vamos num postos limpar isso aqui… – Tia, não esquenta. esse carro só vão usar amanha…quando já estará seco. Se ficar manchado eu digo que derramei cerveja ou refri. – Tá bem, André, mas não esquece de dar uma limpada no carro, mesmo assim…. pode ficar o cheiro. -Tia Magda, a senhora não é a única mulher no mundo que goza. Se a mãe e o pai notarem algo vão pensar que foi a Vanessa. Afinal, é mais natural que eu tenha transado com ela do que com a senhora. – Fico preocupada. Recoloquei a calcinha e pedi para irmos embora. Tive a impressão de que ele atenderia imediatamente, mas me olhou com olhos de quem implora e perguntou se não merecia um carinho igual ao que me havia feito. Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos meus olhos seu membro viril. Segurando minha mão, falou: “agarra, tia…” Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando.
Ao toca-lo senti-o como ele o sentia, segundo me havia dito, quando se masturbava pensando em mim: duro, quente e latejando. Um mastro ereto, a glande roseada e reluzente, abaixo uma haste rígida de veias e sangue. – André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que não fosse o do seu tio. Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir: – não André… isso não… Ele ignorou e delicadamente forçou um pouco mais minha cabeça, até que meu rosto se aproximou de seu membro. Ele levantou-se um pouco do banco do carro, fazendo com que a cabeça do membro tocasse em meus lábios. Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que demonstrou toda sua excitação: – Puta que pariu ! Que tesão, tia… não pára… por favor não pára de chupar.
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de minha boca e falou: – Tia, o que está acontecendo aqui é a realização da minha fantasia mais impossível…. do meu desejo mais louco… eu queria por em prática tudo o que imaginava quando me masturbava pensando na senhora. – Que mais tu queres além disso, André ? -Quero poder falar aquelas coisas meio agressivas que eu imaginava lhe dizer. Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia permitido ele ainda tinha respeito por mim. – Fala, André…pode falar… – Foi como se toda a volúpia daquele rapaz se derramasse sobre mim naquele momento: – Então engole essa piça, puta sem vergonha. – Chupa o pau do teu sobrinho, vagabunda ordinária. – Cadela, chupadora de piça. Senti seu gozo próximo. “ tu vais gozar na minha boca, André?” – Vou, tia… ou a senhora quer outra coisa… Fez-se um segundo de silêncio e ele voltou a falar: – Diz alguma coisa, tia Magda… A frase estava pronta… ele mesmo houvera colado na minha cabeça. Apenas balbuciei: “… me fode, André… me fode cachorinho da tia…”. – Não brinca, tia…diz uma coisa que a senhora quer mesmo… – Me fode, André… me fode, cachorrinho da tia… – Eu quero que a senhora diga algo que esta desejando de verdade. – Não era isso que você queria escutar de mim, de verdade? Me fode, André… me fode, cachorrinho da tia… Estou falando de verdade…
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que sentiamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro “huunnrrr… tia…eu to gozando…”. “Goza, André…goza tudo dentro da tia…. não pára.. não pára… mais…forte… Senti sua ejaculação dentro de mim.
Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas…mas agora era tarde para pensar em como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais. – André… nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Embora relatando não pareça, foi tudo muito rápido. Não mais do que 15 ou 20 minutos. Mas esse pequeno espaço de tempo foi suficiente para uma longa viagem de erotismo e de sexualidade. Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um orgasmo pecador. É certo, como disse no início, que meus sentimentos com relação ao que aconteceu são confusos e as vezes desconfortáveis O medo de ser descoberta, o arrependimento, a culpa, a vergonha, as vezes pesam sobre mim. Mas é certo, também, que conheci sensações que jamais imaginei existirem. A luxuria, a volúpia e a libidinagem que caracterizam esse inusitado relacionamento entre tia e sobrinho fugiram ao meu controle porque foram momentos de grande lascívia e sensualidade, que me propiciaram como disse antes, orgasmos profundos e demorados, cheios de gozo e prazer.
Sei que não há justificativa para o que fiz, mas é como explico a mim mesma o que levou uma esposa fiel, uma mãe dedicada, uma senhora honrada e séria, a adotar o comportamento de prostituta devassa, despudorada e permissiva.

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Safadinha!

Semana que vem tem mais. E se quiserem contribuir com suas histórias, mandem para [email protected].

Bom fim de semana minhas delícias!

Beijocas

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Te conto um conto: Boquinha incestuosa

Taradinhos e taradinhas,

–Ela chegou! Corre… Corre…
–Quem?
SEXXXta-feira!
–Então calma… Calma, que vai começar a PUTARIA!

Meus amores, hoje é dia de conto erótico e é muito especial.
Desde que começamos a sessão de sexta só com contos, ainda não tinhamos nenhum enviado por um leitor, até hoje!

O nome dele é Alex e ele teve uma aventura beeem controversa pros dias de hoje. Não vou falar mais nada.
Confiram…

Boquinha incestuosa

Olá, tenho 31 anos sou meio forte (meio gordinho). Tenho uma irmã de 24 anos, (Luciana) Uma garota loira linda, sempre fomos confidentes, falávamos sobre tudo. Certo dia eu estava no meu quarto vendo uns vídeos e eu estava me masturbando, e ela me pegou de surpresa, fiquei todo sem graça, mas para minha surpresa ela se sentou do meu lado e pediu:
– Tira o vídeo da pausa! Quero ver! Nunca fiquei tão constrangido na minha vida, rs falávamos sobre sexo e tal, nossas aventuras, mas nunca tinha chegado a esse ponto, e o pior é q eu estava com a mão no meu pau e como fiquei sem jeito ele acabou amolecendo ai ela começou a rir e disse:
– Agora a gente vai assistir junto mais pode continuar batendo punheta, quero ver ele duro!
Não pensava que minha irmã pudesse ser tão safada assim, ela sempre me falava das aventuras dela e eu falava as minhas, mas nesse dia nossa relação tinha chegado num nível totalmente inesperado pra mim.
O vídeo recomeçou e comecei a me masturbar, ela começou a olhar pra mim com desejo, colocou a mão no meu ombro e começou a prestar atenção no meu pau ao invés do vídeo.
– Que isso Ale, (ela sempre me chama assim). Seu pau é muito gostoso, não gosto de pau muito grande, o seu é na medida certa pra mim!
Quando me dei conta ela já caiu de boca nele, nossa foi uma sensação incrível!
Ela tinha uma boca tão macia, meu pau com poucas chupadas dela estava latejando, minha irmã chupava bem melhor que todas as outras que eu já tinha ficado!
Ela olhou pra mim e perguntou:
– Alex se você quiser sempre faço isso pra você, ninguém vai desconfiar, você quer?
– Como eu ia recusar Leka (dei esse apelido pra ela), nossa você chupa gostoso demais, continua vai.
Ela abaixou a cabeça e começou novamente.
– Ai vou gozar, me deixa gozar na sua boca?
– Vai, goza safado, adoro engolir porra!
Ela aumentou o ritmo, quando dei por mim gozei horrores na boca dela, e ela engoliu tudo sem o menor pudor.
– Sua porra é docinha Ale, gostei demais! Depois nos beijamos, e ela saiu do meu quarto, atualmente sempre que da ela me chupa, adorei fazer isso com minha irmãzinha.
Depois passamos a fazer mais coisas, coisas que vou contar numa próxima vez!

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Gente, quem quiser enviar algum conto ou relato é só mandar para [email protected].
Aguardo essas histórias safadas.

Beijocas

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