“Oficializei o meu P.A. (pênis amigo)”


P… amigo: se você só quiser comer, não pode ser fofo assim…

Sexo sem compromisso não era novidade para a publicitária C., de 25 anos. Mas, há poucas semanas, ela oficializou seu primeiro P.A. Você já deve ter ouvido essa sigla para “Pênis Amigo” nas conversas de bar ou de banheiro feminino. É possível até que você tenha ou seja um P.A. sem saber. Se ela só te liga de madrugada, bêbada e cheia de amor para dar… SIGNIFICA. Se ela não faz questão de conversa, prefere ir direto ao ponto e nunca dorme com você depois… SIGNIFICA. Se ela desaparece até você sacar, pelas redes sociais, que ela está carente… SIGNIFICA. Para esclarecer a função, as vantagens e as desvantagens de um P.A., o Sexpedia pediu à C. que contasse sua experiência:

Desde a primeira vez que a gente transou, ficou claro que não rolaria aquela ligação no dia seguinte. Somos da mesma turma de amigos há muito tempo. Sempre rolou uma tensão sexual forte e quase incontrolável entre nós dois. Não era sentimento, mas alguma coisa química que carregava o ambiente. Fizemos sexo no segundo encontro, três anos atrás. E continuamos nos pegando esporadicamente em viagens e festas. Ele já era meu p… amigo, mas esse título não era verbalizado. Talvez existissem frescuras e certos pudores. Agora é oficial. E isso faz muita diferença.

O sexo, até então, acontecia como uma consequência de nos esbarrarmos em algum lugar. Como assumimos essa relação de “friendly fuck” (ou “transa amiga”, em tradução livre), o sexo virou a causa de nos encontrarmos. É mais honesto. Somos amigos e temos consideração um pelo outro, mas não temos um caso sério ou um namoro. Adoro a liberdade e a informalidade do nosso esquema. Não ficamos encanados se o outro vai se decepcionar com uma opinião ou atitude. A gente costuma se ver na minha casa porque moro sozinha. As intenções são bem claras. Ele não me liga com o xaveco furado de “posso passar aí pra gente trocar ideia?”. Ok, a gente conversa. Mas sempre rola sexo. Principalmente naquele sábado a noite em que você não tem nada pra fazer, sabe?

Ter um p… amigo é divertido e bem conveniente. Não há espaço para hipocrisia. Por exemplo, no começo acho que ele se sentia na obrigação de levar um vinho. Não sei se pelo romantismo, mas para seguir um protocolo. Eu ria por dentro – com ou sem vinho, a gente ia transar do mesmo jeito. Hoje já topo até delivery para agilizar as coisas! O sexo com um p… amigo não tem “mimimi” ou pudor. A gente fala mesmo: “olha, fica nessa ou naquela posição”. É mais livre para exercitar as fantasias. Nós dois estamos satisfeito só com essa ligação sexual.

Não tenho ciúmes dele, mas também não quero saber de detalhes das aventuras sexuais com outras mulheres. Uma vez ele começou a contar e eu lancei: “Ah, não. Pelo menos finge que não sai com mais ninguém, né?”. Ele ficou sem graça e eu caí na risada. Ter um p… amigo leva tempo e maturidade. Não pode envolver uma carga emocional, sabe? Dormir de conchinha, por exemplo, leva a outro grau de intimidade. Melhor evitar se você não quer que a relação evolua para outra condição.

Na internet, existem até manuais para que o pênis amigo não se transforme numa galinha da angola, cacarejando por aí “tô fraco, tô fraco” porque se apaixonou pela moça. E vice-versa. A principal regra: balançou o coração, corta o pênis e fica só com o amigo.

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Maldita sociedade, cantadas e Ariane

Mulheres não cansam de reclamar que os homens não sabem passar uma boa cantada.
Homens não cansam de reclamar que a mulherada é muito exigente.

Recentemente uma amiga me passou um bom texto sobre cantadas aprovadas pelas mulheres. Fiquei pensando…
Realmente, nós sofremos com cada cantada mal dada, sejam aquelas machistas — ô lá em casa! — ou as desreipeitosas — e aí, gostosa? — e ainda é pior quando eles vem cheios de dedos, querendo tocar, mexer. Não toca se eu não dei abertura!

Sabem o que seria interessante ver? Esses machões, olhando no fundo dos olhos da moça e, com um sorriso doce, soltassem um simples “Oi”. Não, eles não fariam isso, porque não passa o atestado de macheza. E ele tem que ser macho, senão é bicha!
Maldita sociedade!

Nós gostamos de ser cortejadas, sim, quem não gosta? Mas tudo depende da ‘chegada’. E olha, as vezes você nem precisa falar nada, seu olhar e sua atitude já dizem tudo.
Outra coisa que entra nessa conta, que o texto, inclusive, começa abordando, é essa cultura de que os homens SEMPRE tem que tomar a atitude. E a mulherada também acabou ficando confortável nessa posição, distribuindo ‘foras’, ‘cortes’ e ‘tocos’.
Maldita sociedade!

Portanto aqui fica o apelo dessa moça que vos escreve: Homens, sejam educados, simples e encarem a situação sem machismo. E se ela disse não, paciência, não é xingando ou puxando que ela vai resolver te beijar. Mulheres, se permitam, se tá com vontade, respire fundo e faça sua parte. Não fiquem passivas dando foras atrás de foras esperando que alguém acerte de primeira tudo o que você queria ouvir naquele momento. As vezes é bom tomar as rédeas.

Agora vamos ao que realmente interessa. A partir da lista de cantadas elaborada pelo AreaH, tirei minhas conclusões e resumi tudo em algumas pequenas atitudes a serem tomadas que podem (e vão) fazer toda a diferença na hora de chegar na sua escolhida!

Sigam-me os bons…

  1. Sinceridade. Nada de frases prontas e de efeito. Repare na moça, nos detalhes, eles fazem a diferença. Queremos ser únicas, então note o que ninguém mais notou.
  2. Olhar. Como eu disse mais pra cima do texto, um olhar as vezes fala mais que muitas palavras. Deixe-a nua com os olhos, meu caro, é tiro e queda!
  3. Bom humor. Sabemos o quão difícil é abordar uma pessoa estranha (tá, algumas de nós não, mas isso vale outro post). Então fazê-la rir é um ótimo jeito de quebrar o gelo, e a maioria fica boba e acaba baixando a guarda.
  4. Mistério. Exalar aquele ar de mistério, não entregar o ouro de uma vez. elas ficam loucas pra saber o que você quer realmente.
  5. Surpreenda. Nos fazer reparar em você. Seja duvidando da gente, seja questionando, ou seja nos fazendo pensar.

Gente, tentei não me ater a exemplos, pois cada um é diferente e tem seu jeitinho próprio de se fazer notar. Então, caprichem na criatividade e boas abordagens!

Pra finalizar, já que estamos falando de cantadas, achei muito interessante um jogo na internet, que você deve conquistar uma mulher, a Ariane. É um jogo ‘apontar e clicar’, só usa o mouse e você clica onde/como quer agir. Tem uma descriçãozinha da ação logo abaixo.
Já deixo um dica, ela é jogo duro.

Dating Ariane Game

Quem conseguir, deixa nos comentários quantas vezes precisou tentar. ;)

Beijinhos

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“Oficializei o meu P.A. (pênis amigo)”


P… amigo: se você só quiser comer, não pode ser fofo assim…

Sexo sem compromisso não era novidade para a publicitária C., de 25 anos. Mas, há poucas semanas, ela oficializou seu primeiro P.A. Você já deve ter ouvido essa sigla para “Pênis Amigo” nas conversas de bar ou de banheiro feminino. É possível até que você tenha ou seja um P.A. sem saber. Se ela só te liga de madrugada, bêbada e cheia de amor para dar… SIGNIFICA. Se ela não faz questão de conversa, prefere ir direto ao ponto e nunca dorme com você depois… SIGNIFICA. Se ela desaparece até você sacar, pelas redes sociais, que ela está carente… SIGNIFICA. Para esclarecer a função, as vantagens e as desvantagens de um P.A., o Sexpedia pediu à C. que contasse sua experiência:

Desde a primeira vez que a gente transou, ficou claro que não rolaria aquela ligação no dia seguinte. Somos da mesma turma de amigos há muito tempo. Sempre rolou uma tensão sexual forte e quase incontrolável entre nós dois. Não era sentimento, mas alguma coisa química que carregava o ambiente. Fizemos sexo no segundo encontro, três anos atrás. E continuamos nos pegando esporadicamente em viagens e festas. Ele já era meu p… amigo, mas esse título não era verbalizado. Talvez existissem frescuras e certos pudores. Agora é oficial. E isso faz muita diferença.

O sexo, até então, acontecia como uma consequência de nos esbarrarmos em algum lugar. Como assumimos essa relação de “friendly fuck” (ou “transa amiga”, em tradução livre), o sexo virou a causa de nos encontrarmos. É mais honesto. Somos amigos e temos consideração um pelo outro, mas não temos um caso sério ou um namoro. Adoro a liberdade e a informalidade do nosso esquema. Não ficamos encanados se o outro vai se decepcionar com uma opinião ou atitude. A gente costuma se ver na minha casa porque moro sozinha. As intenções são bem claras. Ele não me liga com o xaveco furado de “posso passar aí pra gente trocar ideia?”. Ok, a gente conversa. Mas sempre rola sexo. Principalmente naquele sábado a noite em que você não tem nada pra fazer, sabe?

Ter um p… amigo é divertido e bem conveniente. Não há espaço para hipocrisia. Por exemplo, no começo acho que ele se sentia na obrigação de levar um vinho. Não sei se pelo romantismo, mas para seguir um protocolo. Eu ria por dentro – com ou sem vinho, a gente ia transar do mesmo jeito. Hoje já topo até delivery para agilizar as coisas! O sexo com um p… amigo não tem “mimimi” ou pudor. A gente fala mesmo: “olha, fica nessa ou naquela posição”. É mais livre para exercitar as fantasias. Nós dois estamos satisfeito só com essa ligação sexual.

Não tenho ciúmes dele, mas também não quero saber de detalhes das aventuras sexuais com outras mulheres. Uma vez ele começou a contar e eu lancei: “Ah, não. Pelo menos finge que não sai com mais ninguém, né?”. Ele ficou sem graça e eu caí na risada. Ter um p… amigo leva tempo e maturidade. Não pode envolver uma carga emocional, sabe? Dormir de conchinha, por exemplo, leva a outro grau de intimidade. Melhor evitar se você não quer que a relação evolua para outra condição.

Na internet, existem até manuais para que o pênis amigo não se transforme numa galinha da angola, cacarejando por aí “tô fraco, tô fraco” porque se apaixonou pela moça. E vice-versa. A principal regra: balançou o coração, corta o pênis e fica só com o amigo.

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