Incesto: Tesão (com trepada) entre irmãos

As vezes o tesão fala muito mais alto que a razão!
Este é um desses casos. E, sem culpa nenhuma, os irmãos agora trepam toda a noite.

Como tudo começou? Dá uma lida!

 

Incesto: Tesão (com trepada) entre irmãos

Sou Tatiana, uma menina tímida e apesar de me achar muito gostosa, não sou provida de muita beleza. Todos me acham linda, menos eu. Tenho muitas sardas e frequentemente aparecem espinhas e cravos no meu rosto. Tenho verdadeiro horror a isso. Sou uma menina sonhadora e meu sonho maior é ser arrebatada nos braços de um príncipe, num cavalo branco.

Tudo bem, acordemos pra realidade. Se bem que sonhar é que move o nosso espírito. O homem mais lindo do mundo não pode ser meu. Porque é meu irmão Fábio. Tenho verdadeira adoração por ele. Às vezes me pego observando sua “mala” logo pela manhã quando ele acorda, uma amiga me contou que isso é “tesão de urina”. Assim que ele mija passa. Divago a imaginar meu irmão cavalão de pernas abertas no banheiro, mijando. Sempre escuto o barulho e parece uma cachoeira desabando do morro. Pelo barulho, ele deve ter um cacete enorme.

Apesar dos meus pensamentos obscenos, eu nunca dei trela a ele e isso tudo aqui é apenas um desabafo. Mas esta semana eu tive uma surpresa. Sentia-me incomodada durante o sono da noite, acordava sempre, assim que pegava outra vez o sono tinha sensações estranhas. Na última vez que acordei, senti um clima esquisito no quarto, talvez um cheiro ou um vulto. Sei lá. Fiquei a espreita e fingi dormir. Fingi ressonar e senti algo apalpar minhas tetinhas. É sim. Costumo dormir só de calcinha. E às vezes nem isso. Abri o canto do olho e vi meu irmão ao pé da minha cama de cacete em punho e alisando meus mamilos. Os biquinhos enrijeceram e me deu um tesão maluco. Minha xoxota virou um rio caudaloso de tanto néctar a escorrer. Ressonei novamente e ele se recolheu e ficou em silencio. Aproveitei pra mudar de posição. Antes eu puxei o lençol e cobri minha calcinha e aproveite e puxei a calcinha de lado, deixando os beicinhos da bocetinha a mostra. Pelo menos os imaginei assim. Esperei uns segundos, ressonei de novo e abri as pernas e fiquei de barriguinha pra cima. Entrei em sono profundo.

Lá vem o tesudo do meu irmão de novo. O cacete até brilhava de tão duro. Estava a menos de trinta centímetros da minha cara. Ai que vontade louca de enfiar aquilo tudo na boca. Logo ele se interessou pela minha xaninha. A essa altura era uma lagoa, de tão meladinha que eu tava. Logo ele passou os dedos por ela toda. Depois carinhosamente se inclinou e começou a passar a língua quente pelos lábios vaginais. Não me aguentei de desejo, gemi e chupei cana. Delirei gostoso e me trai. Fábio olhou nos olhos e eles estavam tronchos de desejos. Ele se assustou e quis se recolher, mas rapidamente alcancei seu membro rígido e segurei com força desproporcional. Fábio se contorceu de dor e se jogou na cama sobre mim tentando aliviar a pressão. Coloquei todo aquele colosso de Rhodes dentro da boca. E papei tudo feito bebê. Mastigava, chupava, e lambia tudo ao mesmo tempo. Enlouquecida de desejo nem pensei nas conseqüências. Fábio estirou ainda mais o cacete e retirando e enfiando tudo na minha boquinha. Endoidou. Gemeu, inflou o peito, retraiu-se todo e soltou toda porra do mundo na minha boquinha. Engasguei com a primeira esguichada direto na minha garganta. Mesmo assim dei conta de engolir tudo. Estava tomada de tesão. Fábio saiu do quarto e eu fiquei a ver navios.

Retirei a calcinha e fiquei nua em pelo jogada na cama. Contorcia-me feito cobra. Parei de bundinha pra cima e sentia minha boceta arder em chamas. De repente sinto-me invadida por trás. Fábio debruçou seu corpo sobre o meu e me enterrou num golpe duro metade da vara dura na minha bocetinha. Senti o drama, mas não recuei de tudo. Apenas me pus de quatro e ofereci minha xoxota toda pra ele. Ele novamente me invade por trás e pacientemente me cavalga. Em estocadas vigorosas vai preenchendo todos os espaços vazios de minha grutinha. Acompanhando seu ritmo quente, balançava tresloucadamente minha bunda pra frente e pra trás. Fui sendo metida impiedosamente até alcançar o clímax. Gozei bastante.

Fábio se alongava numa foda interminável. Eu babava de prazer. Fui me deitando aos poucos na cama e Fábio acompanhava meu corpo. Fui torcendo o corpo e passei uma perna pro cima da cabeça dele e sem deixar o cacete escapar por completo, fiquei na posição de papai e mamãe. Abraçamos-nos e nos beijamos sofregamente. Gozava ainda quando Fábio ameaçou gozar. Retirei a pica de dentro de mim e levei sobre os meus peitinhos. Lambuzei-os de porra. Metemos a madrugada toda. E tem sido assim desde então. Só o cuidado de evitar um flagra de algum curioso.

O resto é desejo. O resto é tesão. Irmão com irmão a foda é muito mais tranquila e gostosa.

autora: Sandra Salto 15

créditos do contos: Jardim do Prazer

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Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Eles são um casal extremamente safado!
Mesmo no motel, já cheios de tesão, se exibem pra quem entra. Fodendo e chamando os outros pra ver..

Confere aí essa história bem sacana;

 

Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Olá amigos, aqui vai mais um conto e fotos verídicos vividos por mim e uma amante putinha, a safada tem 23 aninhos é morena e bem magrinha, uma noite fomos ao motel e como de praxe para bons exibicionistas já a despi no caminho e ao cruzar o portão de entrada a fiz descer do carro e ir até a suíte caminhando nua a vadiazinha já chegou ensopada pela possibilidade de alguém a ver nua e ali já a esperava de pau duríssimo, depois de uns beijos ela tirou minha camisa na garagem e abriu meu zíper já pulando pra fora minha verga duríssima e começou a me masturbar até que ouvi o barulho de um carro entrando e foi ai que a mandei me chupar com a bunda virada para a passagem.
Ela dobrou seu corpinho magrinho e começou a me chupar o casal que entrava olhou assustado e seguiu e ela continuou a chupeta até que logo em seguida ouço outro barulho e a mando abrir a bunda com as duas mãos enquanto mamava em mim e ao se aproximar a caminhonete vi que o cara reduziu e ele e sua companheira riam, o cara tinha uns 47 anos e parou de frente a garagem e ficou vendo, ai abriu a porta desceu e deixou a porta aberta pra sua companheira ver também, sua companheira era loira de saia curtinha e umas coxas grossíssimas e um sorriso de largar a família.

Ele se aproximou pediu licença para assistir, eu consenti e quando a putinha foi reclamar a puxei pelos cabelos contra meu pau e a mandei calar a boca, ele pos a mão na bunda dela e ela chupando foi ai que abriu o zíper e tirou seu pau e começou a se masturbar, o pau dele era pequeno e ai eu lhe disse:
– Tá curtindo?
– Muito!
-Quer uma chupeta?
Ele gritou pra moça da caminhonete:
– Posso, amor?
– Só se virarem de lado pra eu ver!
Foi ai que mandei a cadelinha se virar e mamar o pau do cara enquanto eu a enrabava ela com lagrimas nos olhos atendeu e começou a chupar o cara enquanto isso a mina do cara ergueu a saia e se masturbava e tirava fotos quando anunciei o gozo e gozei no seu cuzinho o amigo também disse que ia gozar e foi ai que mandei que gozasse na boca dela e ele o fez com gosto.

Nisso desce a loira da caminhonete com a saia levantada e vai beijar a boca da minha cadelinha, então entra outro carro no motel e o amigo foi tirar a caminhonete enquanto as duas se beijavam me ajoelhei e fui lamber a buceta e o cuzão da loira que quando ia gozar chorava como uma boa puta. Ela gozou só de ser chupada no cú enquanto beijava a minha vadiazinha.

Trocamos telefone pra ela me enviar as fotos por watts-up e nos despedimos, marcamos uma foda a quatro mas só depois de eu foder a loira sozinho no escritório do coroa, em outra oportunidade conto pra vocês, abraço.

 

créditos do conto: contoerótico.com.br

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Minha prima, meu tesão

Cheguei na casa de minha tia, entrei e fui até a cozinha para tomar um copo de água. Uma visão paradisíaca para meus olhos: minha prima Teodora com uma blusa e uma calcinha, mexia algo na panela. A blusa era do pijama, bem justa, o que salientava os peitinhos dela e a calcinha atolada no reguinho, deixava as popinhas dela à mostra. Virou o rosto, me viu, deu um largo sorriso.
Cheguei perto dela, com cara de bravo:
– Isso são trajes de me receber, Teodora?
– Uai, gostou não? Tá bom, vou lá dentro me vestir de modo mais comportado…
Fez menção de sair, mas eu a segurei e rindo falei:
– Não foi isso que eu quis dizer… acho que você está vestida em excesso… devia estar sem nada!!!
– Ah, priminho safado…
E ai ela me beijou, começou a desabotoar minha camisa. Não pensei duas vezes para colocar as mãos nos peitinhos dela e arrancar a camisetinha do pijama. Nessa altura, minha camisa já saira de mim e minha calça já estava nos calcanhares. Tirei para não tomar um belo tombo. E assim que tirei ela já veio segurando meu pau e me fazendo uma bela chupeta.
Tirei a calcinha dela e não havia mais nada a tirar. Coloquei-a sentada na bancada da pia e comecei a lamber a bucetinha de Teodora e depois de bem lubrificada, enfiei meu pau nela. Escandalosa, ela gritava pedindo mais e mais. Tirei-a da bancada e coloquei-a ajoelhada numa cadeira, metendo por trás, depois fui eu a sentar na cadeira e ela, sentada em meu pau, pulava com todas as forças, gemendo alto.
Quando eu disse a ela que já estava quase gozando, ela levantou-se e ficou me chupando até eu explodir de gozo, enchendo a cara dela com minha porra. Ela esfregou o rosto em meu peito e eu tive de tomar um banho.
Quando sai do chuveiro e entrei no quarto, ela já estava lá, nuazinha.
– Quero mais, quero mais… vem cá!
Me jogou na cama e já veio sentando em cima, com os peitinhos bem perto da minha boca, e eu os chupei enquanto ela rebolava com meu pau dentro dela. Depois ela ajoelhou-se na cama e quando fui penetrar sua xotinha, ela falou:
– Meu cu… come meu cu…
Uau… serviço completo… enfiei o dedo no cu da priminha, depois outro e finalmente encostei a cabeça e fui enfiando bem devagar. Curioso que ela foi levantando o corpo e quando terminei de entrar ela estava praticamente de pé e assim ficou por um tempo. Depois me falou para não tirar e acompanhar seus movimentos, foi descendo até deitar-se na cama e eu com o pau dentro do cu dela. Gozei logo, era impossível segurar…
Naquele dia ela não quis saber de mais nada.
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a cozinha, sem fazer barulho, eu a vi só de calcinha e camiseta, preparando uma banana com aveia. Sem que ela me visse, abaixei-me e fiquei sob a mesa. Dali a pouco ela veio e sentou-se. E quase a matei de susto quando segurei as pernas dela. E fui puxando, e ela saiu da cadeira e sentou-se no chão e eu fui puxando sempre até ela ficar do meu lado e eu levantar sua camiseta e mamar nos peitinhos dela.
– Hoje eu quero café com leite, mas o leite é o seu, viu?
– Mama à vontade, sabe que eu adoro te ver mamando em mim, não sabe?
Virei o corpo e ela entendeu o que eu queria, tirou minha calça de pijama e mamou em meu pau. Ai saímos de debaixo da mesa, continuei deitado e lá veio ela sentar-se em meu pau, me cavalgando, de novo aos gritos. Ergui meu corpo e a beijei, enquanto ela ainda continuava engolindo meu pau com sua bucetinha quentinha. Tornei a deitar e ela se deitou em cima de mim, me beijando com volúpia enquanto mexia com a bunda e fazia meu pau deslizar dentro dela, até eu gozar.
Com uma prima assim…nem dá vontade de sair de casa!

por Kaplan no Conto Erótico

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O Boquete (por ela)

Reproduzo (na íntegra) um texto maravilhoso, da sensacional Lena Lopez.

 

Você sempre sabe o que quero, quando quero e como eu quero! As vezes me perco, olhando para o teu corpo e deixando as fantasias rolarem soltas na minha cabeça. Quando te olho assim, sei que você também se excita, porque os nossos olhos falam um com o outros.
Há dias que não estou a fim de sexo, isto é, sexo comum e convencional e eu quero inovar, até mesmo fazer algo diferente. Há dias que o cansaço fala alto, mas como eu não vivo sem você e o contato com o teu corpo é inadiável para mim, eu tenho que lançar mão das minhas fantasias extravagantes, acalmar esse fogo que você acende dentro de mim, para quem sabe me animar e fazer sexo loucamente com você… E, isso sempre me acontece!
As vezes eu sou direta e sento à tua frente, não preciso te dizer nada, você sabe muito bem o que eu quero! Eu adoro ver a tua cara quando faço isso! Então te abraço pela cintura e com meu rosto acaricio o teu pau amolecido, ainda sob as calças e creio eu, apesar de mole, provavelmente ansioso pelo que eu tenho nos meus pensamentos.
Minha boca já conhece muito bem o gosto, e por isso se enche de saliva, minha língua já distingue cada uma das tuas dobras e meus lábios sabem a intensidade do calor que ele tem! Basta-me apenas pensar para ficar excitada, trazer à tona as minhas memórias, que não são tão antigas assim, ontem mesmo te fiz um boquete delicioso.
Você sabe! Você sabe muito bem o que eu desejo! E eu estou aqui, sentada a tua frente.
Deixe-me abrir o cinto, descer o zíper e levantar a tua camisa e baixar as tuas calças até os pés. Sim eu sei, só de imaginar a minha boca no teu pau, você ficou excitado e endureceu. Deixe-me vasculhar as possibilidades, medir o teu tesão por cima da cueca e sentir a glande, que está saltando para fora, já com uma gota brotando do orifício e escorrendo.
Fecho os olhos, desejando o teu gosto, puxo a cueca para baixo, involuntariamente passo a língua nos meus lábios. Num ato instintivo, minha boca faminta, de uma só vez, envolve teu pau e o suga com ânsia, querendo muito mais do que aquela gota solitária. Sinto que tuas pernas tremem, um gemido louco denunciou-me teu prazer.
Sem usar as mãos, ocupadas com a camisa, você descalça o sapato, desfaz-se das calças e joga tudo para o lado, ficando completamente nu. Não é necessário te pedir, te quero sentado no sofá e você sabe o que fazer, com cuidado, devagar, por que não gosto de retirar da boca e ter que recomeçar.
Vestido preto e decotado, meus seios apoiados nas tuas pernas e sinto neles a tua mão, procurando introduzir-se por baixo do tecido, tentando tirá-los para fora. Sinto uma das alças cair do ombro e a tua mão segurando um dos meus seios, procurando pelo bico intumescido. O calor me faz suspirar, a sensação me arrepia e perco a concentração. Empurro a tua mão, recoloco a alça ao ombro. Você sabe que eu gosto de ficar vestida nessa hora, então por que a teimosia?
Olho para você e engulo o teu pau até a base. Vejo-te estremecer e respirar fundo. Teu pau alcança a minha garganta, sinto teus testículos tocar-me o queixo. Lentamente retiro-o da boca e ao chagar na glande lambo o freio. Novamente abocanho até o fundo e permaneço assim um pouco, sentindo-o latejar dentro da minha boca. Isso me excita mais e começo lentamente o vai-e-vem. Sinto que você segura meus cabelos, proporcionando melhor visão e ao mesmo tempo ajudando-me a continuar os movimentos. Tua ansiedade te faz perder o controle e força a minha cabeça para baixo, fazendo-me engasgar. Sinto falta de ar, você foi além dos meus limites, te olho com reprovação, como pedindo que me você deixe à vontade.
Retomo com mais sede, acelero os movimentos, teu corpo estremece, você geme e urra sem nenhuma vergonha e nem mesmo lembra que as paredes do apartamento tem ouvidos. Você abraça meu corpo com as pernas, me aperta entre as coxas. sinto meus seios espremidos e as costelas doídas, mas continuo lambendo e chupando chupar. Paro os movimentos e fico somente com a glande dentro da boca, dedicando-lhe caricias com a ponta da língua, lambendo o orifício e vibrando-a no freio. Teu pau enrijece mais e torna-se mais quente.
A língua trêmula varre teu pau, de cima para baixo rumo aos testículos, ao alcançá-los, chupo um e depois o outro. Volto à varredura, de baixo para cima e ao chegar na glande, te chupa muito mais forte. Enterro-o na boca e faço vai-e-vem, você se contorce e perde o controle. Te vendo explodir, continuo incansável, acelero mais ainda e ajudo com as mãos, ao mesmo tempo chupo e te soco uma punheta. Dentro da minha boca teu pau incha e lateja, finalmente jorra e enche a minha boca com teu jatos quentes.
– PUTA QUE PARIU, GOZADA DO CARALHO!
– Te prepara, estou muito excitada e a noite… apenas começou!

créditos: Lena Lopez

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Te conto um conto: Quem não dá conta, assiste

Safadinhos e safadinhas,

SEXXXta chegou e com ela toda a sensualidade do fim de semana!

Eu, por exemplo, espero me acabar! Esse promete!
E nada melhor pra inspirar do que um conto erótico bem sacana. ;)

No conto de hoje, um corno mais que assumido.
Ele não dá conta da gata, então gosta de ver a mulher trepando com outros. Que corninho!

Quem não dá conta, assiste

Esta história é verdadeira e compartilho com vocês uma experiência fantástica. No mês passado, uma aluna de condicionamento físico, Luana (loirinha, 33 anos, +/- 1,60m, 68Kg, seios volumosos, coxas e bunda bem moldadas) buscava perder alguns quilinhos e entrar em forma… solicitou acompanhamento individual com personal para sessões 3 vezes por semana… nosso primeiro contato já foi bem descontraído, ela falando sobre melhorar a aparência, ficar mais sexy, entre outras coisas. Programei um circuito de exercícios com as repetições necessárias e demos inicio as aulas… a cada exercício Luana pedia ajuda meio que posicionando minhas mão nas partes de seu corpo, dizendo: – Aqui dói no movimento!,… Está certo desse jeito?, … Me ajuda a forçar mais!!… O que sei é que nosso constante contato foi me dando um tesão por aquela mulher e um dia não agüentei e lhe tasquei um beijo molhado de tirar o fôlego… ela correspondeu e disse: – Estava muito precisando disso. Terminei minhas aulas, tomei um banho e quando sai da academia, lá estava Luana me esperando… entrei em seu carro e fomos direto para seu apartamento. Chegando lá fiquei surpreso com o tamanho e a beleza do imóvel, saquei que ela tinha muita grana e só então descobri que ela era casada…. ela disse que o marido, muito mais velho que ela (51 anos) já não transava muito (ela estava há 1 mês sem uma foda)… perguntei por ele e Luana disse que o mesmo estava no trabalho e só volta à noite, que teríamos umas 4 horas para uma boa transa. Fomos para o quarto do casal e tiramos as roupas… ela tinha um belo corpo, curvas definidas, suas tetas apresentavam bicos rijidos e rosados, sua xoxota peludinha e bem aparada, uma tatuagem nas costas na altura do ombro direito representava Vênus a deusa do amor… nos beijamos e quando a deitei de costas para um sexo oral me deparei com piercing na xoxota… lambi com vontade enquanto enfiava um dedo ora na buceta ora em seu cuzinho…. insiste até fazer Luana gozar na minha boca a qual toda lambuzada, direcionei para um beijo de língua dando a ela o saber de seu gozo. A coloquei deitada de lado na cama, levantei uma de suas pernas e de joelhos (um de cada lado de sua outra perna), enfiei minha pica naquela buça encharcada…. revezei movimento rápidos e lentos prorrogando ao máximo a foda, até que não resistindo e percebendo que ela iria gozar, despejei minha porra dentro daquela xoxota. Tomamos banho juntos e ela me fez uma chupeta deliciosa, engolia pinha rola inteira (tenho 17cm de cacete bem grosso) enquanto massageava minha bolas, até eu gozar em sua boca. Refeitos voltamos para cama, Luana ficou de 4 na beira da cama e eu de pé enfiando minha vara naquela buceta, ela gemia, choramingava e me chamava de pauzudo gostoso…. quando vi que ela estava bem excitada, tirei a pica de sua buça e como estava bem lubrificada meti de uma única vez em seu cú…. ela deu um grito e me chamou de cachorro… quando ameacei tirar ela fortaleceu sua rosquinha e segurou meu pau dentro de seu cú…. pedindo: – Mete…mete forte… arregassa meu cuzinho…. enche ele de porra. Como já havia gozado…. a ereção demorou bastante tempo e fudi aquela bunda deliciosa…. quanto direi o cacete daquele buraco, veio todo babado num misto de porra e sangue, de tanto que esfolei o rabo de Luana. Naquele momento ouvi um barulho e me assustei… ela me tranqüilizou e me levou a um quarto de hospedes onde estava seu marido pelado, tocando uma punheta e assistindo num sistema de circuito fechado de TV a nossa foda, na cama, no banheiro…. ele se virou para mim e disse… venha quando quiser…. coma minha Lú com vontade, pois é uma gata selvagem bem gostosa e puta!
Tenho mantido relações constantes com Luana, mas em motéis pois não gosta dessa história de ter um marido me espionando enquanto fodo sua mulherzinha.

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É muito corno mesmo. Mas vamos respeitar, tem gente que curte!
Bom fim de semana, muito sexo pra vocês!

Beijinhos

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Te conto um conto: Troca troca de irmãs

Taradinhos e taradinhas,

Mais uma SEXXXta-feira chegou e com ela toda a alegria do fim de semana!
E como vocês sabem, hoje também é dia de conto erótico!

 

Que delícia! O conto de hoje tá um tesão. Duas irmãs muito safadinhas propuseram um troca-troca com os respectivos namorados, e transaram todos juntos no mesmo quarto!
Ufa… Já to até sentindo um calorzinho.

Vai, dá uma lida e me diz o que achou ;)

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Troca troca de irmas

Olá leitores, meu nome é Julia (vou usar nomes fictícios nessa história), sou do interior de São Paulo. Namoro com o Guilherme, curtimos muito a vida, muito ativos sexualmente, deu uma oportunidade, transamos. Como ia dizendo, tenho 23 anos, 1,62m de altura, peso quase 54kg, tenho olhos claros e cabelos ruivos, não naturais…rsss… o Gui, tem 26 anos, 1,80m, pesa 81kg, olhos e cabelos castanhos. Resolvemos passar um final de semana no litoral e chamamos minha irmã Bianca e o namorado dela, o Lucas. A Bianca, mais nova do que eu, tem 19 anos e é mais baixa do que eu, mais magrinha, mas também tem olhos azuis e é loirinha. O Lucas mais magro do que o Gui, olhos escuros também, bonitinho até.
Fomos pro litoral, ficamos num apartamento no centro, ótimo lugar e tudo mais, os rapazes foram comprar umas bebidas pra gente e algo pra beliscar e nós duas ficamos no ap pra ajeitar tudo, colocamos uma roupa mais a vontade, eu de vestidinho de saída de praia e ela com uma sainha soltinha e uma blusinha, eles chegaram e foram tomar um banho, quando saíram eu a Bih estávamos jogando baralho, nada demais, apenas uma rodada de buraco, o Gui como sempre, só usando uma bermuda, e o Lucas usando uma bermuda e uma camiseta regata. As vezes eu dava uma reparada no Lucas, até que ele é bonitinho, se fosse solteira eu com certeza daria uma chance pra ele, e sempre notei que minha irmã da umas secadas grandes no Gui e ele nela, e quando ele veio só de bermuda eu notei a secada que ela deu nele, de cima em baixo, como eu já tinha tomado uma dose de tequila nem liguei, até porque eu também dei uma boa olhada no Lucas, estava gostosinho, eu tava pegando fogo, cheia de fogo… fazia 4 dias que não via nada, tava subindo pelas paredes de tesão, e ver os dois com a bermuda soltinha, o Gui sem camisa, nossa, me deixou com a mente cheia de besteira. Já tinha notado que o Gui da uma reparada a na Bih as vezes, principalmente quando ela coloca umas roupinhas tipo pijaminha soltinho, pra provocar mesmo, safadinha ela, de bobinha só a carinha.
O Gui deu a ideia de jogarmos baralho, em duplas, a dupla que perdesse teria q beber uma dose de vodka ou tequila. Sorteamos as duplas, a maior carta iria jogar com a menor, caiu eu e a Bih contra os dois. Soltamos as cartas ne mesa, e fomos jogando, os dois ganharam a primeira e ai eu a Bih fomos de vodka pra dentro. Fomos alternando em vitórias e derrotas, até acabar a bebida.
Os 4 estávamos bem altinhos, mas como tinha acabado a bebida, mas queríamos continuar o jogo, e eu a Bih parece que cruzamos pensamentos, propusemos juntas que perdesse pagava um desafio dado pela outra dupla. Continuamos meninas contra meninos…rsss
Na primeira rodada quem ganhou fomos nos e eu desafiei os dois a ficarem só de sunga.
– Os dois ai, usando só uma sunga!
– Sunga? Isso não é desafio, eu quero os dois de cueca!!!… atravessou a Bih sem pensar.
– De cueca é sacanagem. Falou o Lucas
– Relaxa, é como se fosse uma sunga…rsss… falei pra eles
O Gui tirou primeiro, era uma cueca preta, boxer, adoro ele assim. O Lucas baixou e também ficou de cueca, meio tímido, mas ficou, cueca branquinha, normal, sem ser boxer.
Deu pra notar o volume na cueca deles, o pau do Gui eu já conheço de velha, mas do Lucas, nunca tinha visto, pelo menos por baixo da cueca parecia ser interessante.
Na segunda rodada a gente ganhou de novo. Deixei a Bih no comando pra pedir o que ela quisesse.
– Eu quero que o Lucas fique de pé e de uma encoxada em mim por trás e você faz o mesmo com a Julia. Beleza?
Na mesma hora vieram os 2 e chegaram junto, o Gui veio por trás de mim e deu uma pegada gostosa na minha cintura e deu uma mordida na minha nuca, enquanto eu olhava pro lado e via a Bih só rebolando e esfregando no pau do Lucas. A brincadeira estava esquentando.
– Eu quero transar junto com os dois, no mesmo quarto. Sussurrei no ouvido do Gui.
Quando falei isso, na hora senti o pau dele aumentando esfregando na minha bundinha empinada.
Na terceira rodada eles ganharam e ai o Gui tomou a frente.
– Já que nós estamos de cueca, vamos igualar, quero as duas de calcinha e sutiã!!! Agora!
– Calma ai Guilherme, não quero que a Bih fique na sua frente de calcinha e sutiã. Falou o Lucas meio que com medo da situação….rsss
– Poxa morzinho, a Jú ta vendo você de cueca, e por sinal, viu o tamanho do seu brinquedo ai, deixa eu brincar também, to toda cheia de vontade. Disse a Bih, já levantando a blusinha dela. Logo em seguida tirou a sainha dela, ficou de sutiã, um branco normal e a calcinha pretinha, de algodão, bem cavadinha na bundinha dela.
Na minha vez levantei o vestidinho e tirei, só que estava sem sutiã, então fiquei com os seios a mostra.
– Ta vendo Lucas, saiu ganhando, ta vendo a Jú de peitos de fora. Gostosa não!? Falou o Gui.
– É, não tem como negar. Respondeu ele ajeitando o pau dentro da cueca.
Ficou de pau durinho me vendo só de calcinha. Uma calcinha branca, com detalhes de renda e totalmente enfiadinha na bunda, quase transaparente. Dava pra ver que eu estava com tesão e molhadinha. Ficou uma marca de babinha na calcinha, por ser branca.
Estava ficando cada vez mais animado o jogo, e esquentando tudo, os dois de pau duro, eu e a Bih louquinhas pra deixar eles peladinhos e também pra provocar muito os dois. Na mão seguinte quem ganhou foram os 2 de novo.
De novo o Gui tomou a frente e eu sabia que vinha sacanagem por parte dele.
– Pra começar eu quero que a Bih também tire o sutiã pra ficar igual a Jú, e pra compensar a raivinha e a preocupação do Lucas, se a Bih permitir, quero que a Jú faça algo que me deixe com muito ciúmes.
– Por mim esta liberado tudo, to aqui pra me divertir. Já respondeu de bate pronto a Bih.
Ela tirou o sutiã e ficou com os peitinhos dela de fora, pequenos, mas redondinhos e com bicos rosinha, assim como os meus, só que eu tenho silicone, então é grande.
Seguindo o desafio, mandei o Lucas ficar de pé e cheguei por trás dele arranhando o peitoral dele, e passando a língua e dando umas mordidinhas nas costas dele, só fui olhando pra cara do Gui e da Bih, os dois olhando e adorando o que estavam vendo, desci a mão pra cima da cueca dele.
– Pode? Perguntei.
– Faz o que você quiser linda, você pode fazer o que você quiser. Respondeu o Gui.
– Aproveita ai morzinho, aproveita. Disse a Bih.
Coloquei a mão por dentro da cueca e segurei o pau dele, que pau quente, grande, todo raspado, uma delicia, apenas dei uma alisada com as mãos e fiquei dando umas lambidas no pescoço dele, encostando meus peitos nas costas dele. Deixei ele com o pau babando de tesão. Não vou mentir que minha bucetinha ficou mais melada ainda. O Gui só ajeitava o pau dele duro na cueca, e a Bih, só olhando e mordendo os lábios de tesão.
Quando voltamos ao jogo, eu e a Bih ganhamos a mão e foi a nossa vez. Perguntei pra ela se tinha algo que ela gostaria que fosse feito.
– Então Bih, você manda!!! Falou o Lucas, liberando, depois do que eu fiz com pau dele…rsss
– Então quero ver os meninos peladinhos e sentir o que tem debaixo daquela cueca que faz você gemer em casa Jú.
– Vem cá e tira você mesma Bih. Pediu o Gui
Na mesma hora ela foi, ajoelhou na frente do Gui, baixou a cueca dele e viu o pau dele pela primeira vez. O pau dele estava muito duro, fica muito cabeçudo o pau dele. Ela segurou o pau com a mão dela, e ficou admirando o pau dele, deu uma vontade de cair de boca naquele pau grande e grosso.
Então o Gui ficou pelado e o Lucas de cueca e eu e a Bih de calcinha.
Quando os dois ganharam a próxima rodada o Lucas nem esperou e sugeriu.
– Vai lá Guilherme, faz o que você quiser com a Bih, e a Jú vem aqui continuar o que ela estava fazendo.
Aquilo foi o sinal verde pra esquentar de vez, o Gui, foi pra cima da Bih, deu um beijo na boca dela e ela só alisando o pau dele, ajoelhei na frente do Lucas tirei o pau dele pra fora, e cai de boca, lambi todo o pau dele, colocava inteirinho na boca, babava em cima das bolas dele, chamei ele pro quarto deitei ele na cama e subi com a bucetinha na boca dele, fazendo um 69 delicioso. Ele me chupava muito gostoso. A Bih chegou o Gui no quarto deitou de pernas abertas pro Gui e ele caiu de boca na bucetinha dela, ela é toda raspadinha, eu deixo uns pelinhos por cima, bem ralinhos, mas por baixo toda lisinha. Chupando o pau do Lucas e vendo o Gui realizar a vontade de comer a cunhadinha, me deixou cheio de tesão.
– Ahnnn Lucas… me chupa, assim… não para… Gemendo na boca dele e punhetando aquele pau gostoso.
– Vem Bih, chupa meu pau vem… pediu o Gui pra Bih.
Sai de cima do Lucas, fiquei de 4 pra ele e pedi pra ele.
– Come minha bucetinha vai Lucas… vem me foder…
Ele enfio o pau dele na minha xoxotinha quente, nossa, que pau gostoso.
– Safada, fode esse pau… gostosa… hummm…fala o Lucas.
O Gui ficou deitado na cama e Bih veio por cima dele e ficou cavalgando no pau dele, sentava gostoso e gemia. Não sabia que minha irmã metia tanto, mais safada do que eu.
– Me fode Gui, me fode caralho… ahnnnnnnnnnnnnnn…. Ela gritava de tesão em cima dele.
Com o Lucas me fudendo por trás e vendo o Gui arregaçando a Bih não aguentei, gozei no pau dele, escorria pelo pau dele. A Bih ficava esfregando o grelinho dela com o Gui fodendo ela, saiu do pau dele e gozou na barriga dele, caiu todo aquela baba da buceta dela.
Eu gozei e fiquei toda molinha, mas o Lucas ainda estava de pau muito duro, abri a perna pra ele e queria mais pau na minha bucetinha, deitou eu e a Bih uma do ladinho da outra e os dois vieram pra enfiar na gente.
– Ah que buceta linda, vo te fuder Jú, quero gozar na sua boca safada. Falou o Lucas
– Vem Gui, come minha bundinha, quero no cuzinho. Pediu a Bih.
O Lucas enfiava o pau na minha xoxota e o Gui abriu bem as pernas da Bih e forçou a cabecinha no cuzinho dela e ficou metendo.
– Aaaannnn….fode… aiii caralho… come meu cuuuu Gui…ahnnnnnnnnnnnnn….
– Ai gostosaaaa… vou gozar Jú, vou gozarrr… aaaahhhhhhhhhhhhhh.. disse o Lucas
Peguei o pau dele com a mão e bati uma pra ele e ele gozou na minha cara, muita porra saiu do pau dele, encheu minha cara de porra.
O Gui vendo a cena acelerou no cuzinho dela, arregaçou a Bih mesmo.
– Vem Gui, goza pra mim…annnn…fodeee caralho….vo gozar de nvvv… Disse ela, esfregando o grelinho dela. Espirrou em cima do Gui de novo.
– Ahhh Bih… vou gozarrr… vem vagabundinha…vem… chupa meu pau… vo gozar na sua boca…
Ela ajoelhou e ele segurou o pau e despejou toda porra na boca dela, tinha muita porra também.
Depois nós 4 caímos cansados na cama, todos moles. Cansados. Acho que nunca tinha gozado assim num pau gostoso. E ver o Gui metendo na Bih também foi muito bom.
Só sei que depois fui tomar banho junto com o Lucas e a Bih no outro banheiro. Gozei de novo no pau dele no banheiro. Fomos os 4 dormir juntos. Eu, o Gui a Bih e o Lucas.
Desde desse dia as vezes saímos com os 2, sempre trocamos. Estou pensando em fazer uma dp com eles, mas o pau deles é grande…. rsss… quem sabe um dia.
Espero que gostem da história!

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Nooossa, to toda melada gente!
Essas irmãs são mesmo muito taradinhas e os namorados também não perdem tempo!

Bom, um ótimo fim de semana pra vocês e lembrem-se usem camisinha!

Beijos minhas delícias

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Te conto um conto: Com a e um sexo à três

Taradinhos e taradinhas,

Chegamos, SEXXXta-feira! Dia de por o pé na jaca e acordar amanhã pensando em porque eu fiz aquilo ontem… :)

E pra começar bem o fim de semana, nada melhor que uma história inspiradora.
Confiram;

 Com a ex um sexo à três

Olá a todos, meu nome é Guilherme, moro no interior de SP, tenho 26 anos, sou solteiro. Minha última namorada foi a Vanessa Uma loira linda, olhos azuis, corpo lindo, seios médios pra grandes, silicone né?!rsss… ela tem corpo lindo, muito gostosa.
Nós tínhamos uma vida sexual muito boa, sempre que possível nós transávamos, já realizamos várias fantasias nossas, transamos no meio de uma boate, na rua, sob a chuva no capo do carro… essa foi a melhor… ela realizou minha maior fantasia, transar com uma amiga dela muito gostosa que na época estudava com ela, a Bruna. Foi muito bom transar com ela e a Bruna, as duas se beijando e tudo mais.
Faz cerca de 3 meses que terminamos, mas ainda temos uma sessão as vezes, e eu tenho saído com uma garota por ai, gostando de curtir junto com ela, e ela, pelo que me falou também esta saindo com um cara, um tal de Diego, estuda com ela. Tudo bem, não temos mais nada e de vez em quando ela me liga e a gente sai.
Ela me diz que o cara não é muito bom de cama, por isso me liga, por ter um tesão em mim ainda, e que eu faço ela gozar. Adoro ouvir quando ela me diz isso e tudo mais. A gente transa pra valer, ela me da o cuzinho, adora que eu goze na boca dela, chupe a bucetinha, enfim, sexo intenso.
Certa vez nós saímos para um barzinho e ficamos bebendo e conversando, ela estava linda, de saia branca bem justa, uma blusinha soltinha preta, salto alto, uma delicia. Papo vai, papo vem, ela levanta e diz que vai ao banheiro. Quando ela volta me diz:
– Gui, essa daqui é pra você me devolver amanhã cedo. Simplesmente ela me deu a calcinha que ela estava usando, ela tirou no banheiro e me deu, ficou sem calcinha. Era uma vermelha de rendinha, um tesão.
E como ela gostava de me provocar, sussurrava muita besteira no meu ouvido, ela sabe que me deixa louco assim, é muito safada, e isso me deixa com mais tesão nela ainda.
Trocamos vários beijos, várias caricias. E fomos embora pra ir pra um motel terminar a noite. Quando a gente estava no carro ela vira e me fala.
– O Diego sabe que eu estou aqui com você.
– Como assim? Perguntei assustado.
– Disse pra ele que tinha uma fantasia de transar com 2 caras e que tinha que ser com você, e ele me liberou pra sair e ver se você toparia! Me disse sem a menor vergonha… kkkkk
– Com certeza eu topo Nessa, você é uma safada, e como te conheço, se não for comigo, vai ser com outro, então que seja comigo. Topo sim. Mas quando??
– Agora, é só eu liga pra ele que ele ta me esperando.
Aquilo tudo tinha me deixado com o pau duro demais, estava com tesão da situação.
– Liga agora então, to cheio de tesão, quero só ver.
E não é que ela ligou mesmo pro cara.
– Morzinho, to com o Gui aqui, ele topou, daqui 15 minutos a gente passa na sua casa pra pegar você, bjoosss.
Passei na casa do tal Diego, pegamos ele, e fomos pro motel. O cara não tinha nada em especial, era normal, quase mesma altura que eu, só que mais magro.
Ela pediu pra deixar ele ir dirigindo e tals. Deixei sem maiores problemas, ela foi pro banco de traz e eu sentei na frente com ele, e não é que a safadinha veio e abriu minha calça e tirou meu pau pra fora e ficou só alisando.
– Pega no meu também safada. Disse o Diego pra ela.
Na mesma hora ela atendeu, abriu a calça dele, tirou o pau dele pra fora e ficou alisando os dois ao mesmo tempo, meu pau tava muito duro, ele fica cabeçudo quando to com muito tesão, ela deu um jeito, não sei como e ficou chupando meu pau, lembendo ele, e ficou alisando o pau do Diego.
– Isso safada, isso que eu queria ver, você chupando outro cacete e me alisando, safada. Falava ele pra ela.
– Você gosta de me ver então é safado? Olha eu chupando então esse pau duro e grosso.
– Não olha muito não senão vai bater o carro… rsss.. Disse pra ele.
Enfim, chegamos ao motel, pegamos uma suíte, e entramos, já cheguei agarrando ela, beijando aquela boca gostosa dela, alisando todo o corpo dela, ela me jogou na cama, e ficou rebolando, dançando num pole dance que tinha no quarto, quando ela abriu bem a perna ela já estava sem calcinha, estava comigo.
– Cade sua calcinha??? Perguntou o Diego.
– Ta aqui cara, ela me deu no bar, ficou sem calcinha o tempo todo. Safada não?!
– Muito safada. Muito.
Ela foi tirando tudo, ficando peladinha, tirou a blusinha e o sutiã, deixando aqueles peitos redondos e muito firmes a mostra pra gente, virou de costa pra gente e foi baixando a sainha, bem empinadinha, não aguentei e cheguei por traz dela, essa altura já estava só de cueca, encostei o pau na bunda dela, e ela começou a rebolar nele, deixando ele mais duro ainda, ela chamou o Diego pra vir junto também, ela queria muito dois pra ela.
– Vem Di, vem aqui vem, quero 2, to gulosa hoje.
Na mesma hora que ele chegou ela já tirou o pau dele pra fora e ficou chupando, lambendo ele todinho, o saco, sugando as bolas. Abaixei na bucetinha dela e cai de boca, bucetinha dela linda, lisinha por baixo e com um pouco de pelinhos em cima, bem aparadinhos e curtinhos, lambi ela, passava a língua no grelinho dela, dava uma sugadinha ela se retorcia de tesão.
Foi ai que ela ficou de pé pegou nós dois pela mão e fomos até a cama, deitou os 2 na cama e caiu de boca no meu pau e no pau dele, revezando entre os 2, chupando tudo, lambendo, babado, enfiava tudo na boca, chegava a engasgar e soltar aquela baba no pau.
Ela foi pra cima do Diego com a bucetinha na cara dele pra ela chupar, fiquei de pá do lado dela e dei meu pau pra ela continua chupando, que boquete gostoso, tava com muito tesão.
– Hummm… quero meter… me fode Di, me fode… pediu ela.
– Vem ca, sente no meu pau. Respondeu de bate pronto.
Ela sentou, cavalgando gostoso no pau dele, e batendo uma punheta pra mim e me lambendo.
– Isso safada, queria 2, agora aguenta, safada. Falava pra ela
– Isso me fode…hummm… pau gostoso, quero você Gui… vem me comer…
Ela saiu de cima do Diego, deitou na cama de perna bem aberta pra mim e ficou alisando a bucetinha me chamando com o dedinho. Cheguei perto da bucetinha dela, coloquei a cabeça do meu pau na portinha melada dela e fui entrando de leve, e fui só aumentando a velocidade, fodendo ela com vontade, ela gemendo e pedindo mais… O Diego ficava mamando nos peitos dela e ela batendo uma punheta pra ele.
– Isso Gui, me fode, mefode… sou sua putinha… me fode caralho…hummmmmmmmmmmm… isso….. ahhhnnnnnnnnnnnn…. vou gozarrrrr… ahhh… vou gozarrrrrrr….
E gozou, senti aquela bucetinha ficando quentinha e escorrendo na cama. Caiu de boca no pau do Diego e pediu.
– Quero os dois em mim, juntos, no cuzinho e na bucetinha. Vem, vem Gui, vem no meu rabinho.
Ela ficou de 4 em cima do Diego e sentou no pau dele, e ficou rebolando aquela buceta quente me chamando pra por no rabinho dela. Cheguei perto dela, dei uma lambida no cuzinho dela, e enfiei a cabeça do meu pau, cuzinho apertadinho, enfiei tudo nela, fiquei metendo por traz e o Diego na bucetinha dela.
– Aaaaahhhhnnnnnnnnnn… ai q gostoso… ai q gostoso… me fodeeee… ai caralho…vo gozar de nvvv…. hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm
E gozou no pau dele comigo fodendo o cuzinho dela. Sai do bundinha dela e dei meu pau pra ela chupar, deitei na cama, e o Diego botou ela de ladinho e enfio no rabinho dela de novo, ela ficou me chupando e dando o cu pra ele.
Ele não aguentou muito no cuzinho dela e encheu ele de porra. Gozou la dentro mesmo.
– Ahhh Nessa, vou gozarrr… aaahhhhhh
– Goza no meu cu…goza ai… hummm…nao para de foder… não para…
E gozou. Faltava eu gozar ainda, ela veio em cima de mim, sentou no pau e ficou agachando com a bucetinha nele, muito quente a bucetinha a Vanessa.
– Goza safado, me da porra quente. Me pedia ela.
– Vai vagabundinha, rebola nesse pau, mete caralho, fode meu pau.
Não aguentei muito e disse pra ela que ia gozar.
– Ahhhh…vou gozar Nessa… vou gozarrr caralho…
Ela saiu de cima de mim e caiu de boca no meu pau, bateu uma punheta e pediu porra na cara, na boca dela.
– Me dá leitinho na boca, vai, me deixa sentir essa sua porra quente na minha cara de safada.
– AHhhhhhhhhhhhhh….
E enchi a boca dela de porra. Gozei muito na cara dela, ela babava no pau enquanto eu gozava. O Diego só ficou olhando eu encher a boca da namorada dele, e minha ex, de gozo.
– Caralho, quanta porra. Ele disse.
– Falei pra você morzinho, adorei vocês dois, adorei. Depois vou querer mais. Dizia a Vanessa totalmente mole de canseira que a gente deu nela.
Enfim, os 3 caímos na cama e descansamos um pouco e depois fomos tomar um banho. Eu ganhei um boquete no banho ainda enquanto ele fodia a xoxotinha dela, gozei na boca dela de novo. Muito bom essa noite com minha ex.

 

Curtiram? ;)

Fiquei molhadinha… Ui ui ui.

Beijinhos molhadinhos e usem camisinha

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Te conto um conto: Inesquecível Menàge Casual

Taradinhos e taradinhas,

SEXXXta-feira tá aí, cheia de fogo e vontade de fazer sacanagem.

E tambem é dia de conto.
O de hoje é uma delícia; um menàge gostoso, onde o coroa garanhão saiu despretensiosamente pra tomar uns drinques e relaxar pelo duro dia de trabalho. Bom, o cara deu a sorte de entrar no mesmo bar onde estavam duas gatas loucas pra trepar e fazer loucuras que até o mais crédulo fica desconfiado.

É ler para crer…

Inesquecível Menàge Casual

A história que eu vou contar é verdadeira e aconteceu recentemente. Sou carioca e, por força do trabalho, costumo ir com frequência à capital paulista, geralmente naquele esquema de bate-e-volta: pego o avião cedo, passo pelas reuniões que estão marcadas na agenda e retorno no mesmo dia, tarde da noite. Desta vez, devido a um atraso no último compromisso do dia, acabei ficando em São Paulo. Tinha sido uma tarde agitada e eu precisava relaxar um pouco antes de me recolher ao meu quarto de hotel. Assim, decidi sair para me distrair um pouco e beber alguma coisa. O hotel ficava em um bairro movimentado e agradável e resolvi sair a pé e parar no primeiro lugar que me chamasse a atenção.

Não havia andado mais do que duas quadras quando passei em frente a um bar bastante sofisticado e repleto de gente bonita. Devia estar acontecendo algum vernissage ou algo do tipo, pois o bar estava realmente lotado, e me pareceu o lugar perfeito para tomar um drink ou dois antes de voltar para o hotel. Entrei e me sentei em uma mesa de canto, uma das poucas que ainda estavam vazias. Pedi uma bebida e, para passar o tempo, fiquei observando a decoração do lugar e as mulheres bonitas que circulavam por ali. Foi quando notei uma garota sentada no bar que parecia me olhar com interesse. Eu sou um homem maduro, bem constituído fisicamente e considerado charmoso pelas mulheres, mas não sou mais nenhum garotão. Por isso, acho estranho quando uma garota muito mais nova do que eu começa a se insinuar para mim. Mas foi exatamente o que aconteceu naquela noite. Era uma morena alta e magra, tipo modelo, extremamente bem vestida e que não aparentava mais do que 25 anos; o tipo de mulher que você só encontra mesmo na noite de São Paulo. A princípio, fiquei na dúvida se ela estava mesmo me olhando, mas tudo indicava que sim. Já ia me levantar para falar com a gata quando uma loira maravilhosa chegou e sentou-se ao lado dela. A loira seguia o mesmo estilo da morena: linda, sofisticada, saída da capa de uma revista de moda. Imediatamente, as duas começaram a conversar animadamente. Como não se cumprimentaram, entendi que a loura já estava no bar; devia ter ido apenas retocar a maquiagem ou coisa do gênero.

“Tava bom demais pra ser verdade”, pensei lá com meus botões. Acabei meu drink com calma e já estava para pedir a conta quando percebi que as duas garotas estavam me olhando. Conversavam, cochichavam e voltavam a olhar na direção na minha direção, sempre sorrindo. Como atrás de mim só havia a parede, entendi que o negócio era mesmo comigo. Resolvi agir. Ergui meu copo na direção das duas, como que fazendo um brinde e convidando-as para a minha mesa. Confesso que fiquei espantado quando elas retribuíram sem hesitação o meu sorriso, deram uma última cochichada, levantaram-se e vieram caminhando lentamente em minha direção. “Não estou acreditando.”, pensei, “Será que são profissionais?”. Não eram. A morena se chamava Ana, era arquiteta e trabalhava com decoração de interiores. A loura chamava-se Nathália, ou “Nate”, que era como ela gostava de ser chamada, e possuía uma empresa de organização de eventos. Perguntei o que elas estavam bebendo. “Champagne”, respondeu Ana. Pedi ao garçom que trouxesse uma garrafa do mesmo espumante que ele servira às garotas, para manter a conversa animada. Conversamos, bebemos e rimos por quase meia hora e a cada momento eu ficava mais encantado com as duas garotas. Se eu tivesse que escolher uma delas, não saberia qual. Ana era uma beleza de mulher, dentes muito brancos contrastando com a pele morena, uns seios de tirar o fôlego e uma bundinha saliente sob o vestido colado de dar inveja a qualquer. Nate tinha os olhos verdes mais lindos que já vi, pernas longa e bem trabalhadas pelas horas que passava na academia e seios empinados e grandes, que são o meu fraco. Lá pela segunda garrafa de bebida, as duas já estavam bem à vontade e percebi que trocavam carícias entre si por baixo da mesa. Resolvi fazer logo a pergunta que estava até agora sem uma resposta:

— Mas, afinal, o que é que duas mulheres maravilhosas como vocês estão fazendo numa noite de quinta-feira sentadas num bar com um coroa como eu?
As duas caíram na risada. Parecia que eu tinha dito a coisa mais divertida do mundo!

— Bom, em primeiro lugar você não é nenhum coroa… — falou Ana, tomando a iniciativa da resposta.

— Nós achamos você muuuito atraente! Um gatão! — disse Nate interrompendo a amiga.

— E em segundo lugar… — continuou Ana, — nós estamos cansadas de garotos e decidimos que hoje passaríamos a noite com alguém mais experiente. Você não se importa, não é mesmo?
Claro que eu não me importava! Nem um pouco!

— Mas vocês querem passar a noite toda aqui ou preferem ir para outro lugar? — mandei rápido para não perder a oportunidade. Elas riram deliciosamente e Nathália piscou para mim. “Podemos ir para a minha casa…”, disse a garota com o sorriso mais sacana possível no rosto.
Não pensei duas vezes. Pedi a conta, paguei e saímos.

— Alguma de vocês está de carro ou pegamos um táxi?

— Não precisa. — falou Nate, — Eu moro naquele condomínio alí na outra esquina. — disse ela apontando para o belo prédio recuado que estava a menos de 100 metros de nós.
As garotas me abraçaram e fomos os três pela rua, numa linha não muito reta traçada pelos efeitos da bebida.

Entramos no prédio e já começamos a sacanagem no elevador. Nate me deu um beijo na boca que quase arrancou a minha língua enquanto Ana abraçava a amiga por trás e acariciava seus seios com uma das mãos, alisando meu pau por sobre a calça com a outra.
Entramos no apartamento, que era um show.

— Gostou? Fui eu que decorei! — disse Ana me empurrando para o sofá e puxando a amiga para junto de si.
Nem me dei ao trabalho de comentar. Fiquei só ali no sofá observando aquelas duas gatas deslumbrantes se beijando cheias de tesão. Ana lambia o pescoço e mordia a orelhinha de Nate enquanto esta dava gemidinhos e tratava de tirar o vestido da amiga, deixando à mostra dois peitinhos maravilhosos, que ela começou a beijar e morder em seguida.

Ana levantou a saia da amiga e mostrou a bundinha deliciosa de Nate. Comecei a acariciar meu caralho, que a esta altura já parecia um mastro de navio pirata por sob a calça do terno. Coloquei o bicho pra fora, tirei minha roupa e comecei a me masturbar devagar assistindo aquele show maravilhoso das duas se agarrando na minha frente.
A essa altura, as duas já estavam só de calcinha e saltos altos, cada uma com a mãozinha enfiada dentro da calcinha da outra e se chupando loucamente. Foi quando se lembraram de mim. Olharam para mim ao mesmo tempo, com o sorriso mais maroto do mundo, e vieram andando até o sofá. Me imaginei num desfile privado da Victoria’s Secret, com aquelas duas modelos desfilando só de calcinha em minha direção.

Não resisti. Tomei Nate pela mão e a puxei para o sofá. Peguei a cabeça da garota e trouxe sua boquinha até o meu pau duro. “Chupa gostoso, chupa, querida?”. Não precisei pedir de novo. Nate era bem gulosa e engoliu meu pau com vontade. Enquanto ela se distraía com o meu caralho, coloquei Ana sentada sobre o meu joelho e comecei a lamber aqueles peitinhos perfeitos. Escorreguei minha mão por entres as coxas de Nate e deslizei meus dedos para dentro de sua calcinha. Como aquela bocetinha era quente! E como estava molhada! Meti meus dedos dentro dela e comecei a fodê-la com a mão enquanto beijava a boquinha e os mamilos durinhos de Ana.

Ana resolveu que era hora de participar mais ativamente da brincadeira. Tirou a calcinha, empurrou a amiga para o lado e sentou em cima do meu caralho babado, que entrou todinho de uma vez na sua xoxotinha molhada. Ana me deu um beijo gostoso e chamou Nate. A loura tirou a calcinha e sentou-se no corpo do sofá, com a boceta lisinha bem do lado do meu rosto. Abriu bem as pernas e ofereceu-nos aquela xoxota linda. Eu e Ana começamos a lamber e a chupar aquela boceta molhada e cheirosa. Nos beijávamos e nos revezávamos chupando a xoxota de Nate enquanto fodíamos gostoso. Ana rebolava deliciosamente sobre o meu caralho enquanto a amiga me estimulava.

— Isso, gostoso! Fode bem essa putinha! Faz ela gozar gostoso! Depois vou dar minha bocetinha pra você também!
Ana gemia e gritava. Nate esfregava a xoxota ora na minha boca, ora na boca de Ana. Quando Nate anunciou aos gritos que iria gozar, gozamos os três! Gozamos juntinhos, no mesmo instante, em perfeito sincronismo. Foi uma delícia!

Nem bem acabamos, Ana saiu do meu colo e caiu de boca no meu pau, lambendo ele todo e não deixando que amolecesse. Agora seria a vez de Nate. A linda loura desceu do encosto do sofá e ficou de quatro sobre o estofado.

— Agora você me come enquanto a Aninha me chupa. — disse a loura me olhando por cima do ombro e abrindo a bocetinha com os dedos para que eu apreciasse melhor a delícia que ela me oferecia.
Enquanto Ana se colocava debaixo de Nate para chupar gostoso a xoxota da amiga, eu aproveitei para lamber um pouco o cuzinho lindo e rosado de Nate, que havia me atraído desde o início.

— Ai, que gostoso! — disse a garota. — Sabia que eu nunca dei minha bundinha pra ninguém?

— Sempre há uma primeira vez. — disse eu encostando a cabeça do caralho naquele buraquinho virgem e começando a meter devagarinho.
Nathália começou a gemer e a rebolar gostoso no meu pau, que começava a entrar com dificuldade. Enquanto isso, Ana chupava a boceta da amiga e de vez em quando dava uma lambida no meu saco. Aproveitei que Aninha estava com a boca ali bem pertinho, tirei meu pau do cú de Nate e coloquei o coloquei na boquinha de Ana. Ela chupou com vontade.

— Isso! Deixa ele bem molhadinho pra ele conseguir entrar nesse cú apertado! — falei para a menina.

— Ai! — disse ela. — Então tira o cabacinho desse cuzinho gostoso que depois vai ser a minha vez!
Tirei da boquinha de Ana e meti de uma vez no cú da Nathália. A garota gritou “Ai! Que delícia!” e caiu de boca na boceta de Ana. Fiquei fodendo aquele cuzinho delicioso e assistindo aquele 69 alucinante até gozarmos os três novamente juntos, aos gritos e em perfeita sincronia.

A noite não acabou aí. Depois fomos para o quarto e começamos tudo novamente.

Hoje, quando vou à São Paulo, não fico mais em hotel: tem sempre um lugarzinho reservado pra mim na cama dessas duas amigas deliciosas que ficaram minha amigas também.

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Ui… Ui… Ui…
Quanta libertinagem, e que camarada sortudo! Saiu pra relaxar, comeu duas beldades e de bônus deflorou dois cuzinhos.

Aproveitem esse fim de semana, que promete ser bem sacana.
E lembrem-se, usem camisinha.

Beijocas molhadinhas

 

conto publicado e retirado de contoerotico.com.br

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