atriz-libanesa-1

MIA KHALIFA, A ATRIZ PORNÔ QUE DESBANCOU LISA ANN E DIVIDIU O LÍBANO

Menos de um mês após o anúncio de sua aposentadoria, Lisa Ann já foi ultrapassada do posto de atriz pornô mais popular do mundo. De acordo com o ranking do Pornhub, Lisa foi destronada por Mia Khalifa, uma libanesa de 21anos que vem causando grandes polêmicas pela internet.

atriz libanesa 1

Enquanto Lisa tem 42 anos e 385 vídeos do site relacionados a ela, Mia iniciou sua carreira há poucos meses. O que fez a libanesa atingir popularidade tão rápido? As milhares de tretas que ela arrumou quando decidiu ser atriz pornô e contrariar a maioria religiosa de sua terra natal. O Líbano não é um país com tradição na indústria sexual ou pornográfica, muito devido ao conservadorismo de grande parte da população. Mas morando em Miami e com contrato com a BangBros.(produtora pornô), Mia tem a liberdade de seguir a carreira de atriz e passa boa parte do tempo rebatendo as críticas e ameaças que chegam pelo Twitter. libanesa

O ódio que parte do Oriente Médio sente por Mia não é apenas por ela seguir a carreira pornográfica. Para os muçulmanos, a atriz passou dos limites quando fez uma cena vestindo um hijab, o véu usado pelas mulheres na cultura islâmica. Mia não segue o Islamismo — e isso ela mostra em suas tatuagens. Ela tem em sua pele o logo das Forças Libanesas, um dos principais partidos cristãos do país, que surgiu de um grupo na guerra civil iraniana. “Eu nasci e fui criada lá. Eu tenho o direito de ter uma opinião política como qualquer outro”, ela diz ao ser questionada sobre o assunto.

(Crédito: Reprodução)

Com o debate em aberto, a pornstar tem sido assunto de diversos jornais locais que questionam a profissão da jovem. Enquanto isso, ela posta umas fotos bem mais interessantes nas redes sociais. Para acompanhar Mia Khalifa rebatendo os paladinos da internet, siga-a no Twitter e noInstagram.

 Por: Revista VIP

mulheres-sobrando

Sobra mulher no Brasil!

Sobram mulheres na sociedade brasileira. Uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (17) indica que elas são 51,4% da população, contra 48,6% do sexo masculino. Considerando a divisão por estados, as mulheres são maioria sobre os homens em 20 unidades da Federação conforme o quadro.

O Rio de Janeiro é o estado brasileiro que mais concentra mulheres, de acordo com o IBGE. São 53,2% de cariocas do sexo feminino contra 46,8% do masculino. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, a diferença é ainda maior: 53,6% de mulheres contra 46,4% de homens.

mulheres sobrando

Na segunda posição, aparece o Distrito Federal, onde a população é formada por 53,1% de mulheres e 46,9% de homens. O terceiro lugar pertence a dois estados nordestinos, Pernambuco e Alagoas, onde 52,5% da população é feminina e 47,5%, masculina.

Em São Paulo, estado mais populoso do Brasil, 51,5% da população é formada por mulheres e 48,5%, por homens. Na região metropolitana, a diferença é maior: 52,1% de mulheres e 47,9% de homens.

Em três estados brasileiros, existe um empate entre o percentual de homens e de mulheres — é exatamente meio a meio, segundo o IBGE. São os casos do Acre, Mato Grosso e Goiás.

Maioria de homens

Os homens são maioria em apenas quatro estados: Rondônia, Roraima, Amazonas e Pará. Em Rondônia, 50,7% da população é do sexo masculino. Na segunda posição, aparece Roraima, com 50,2% de homens. Dividem a terceira posição Amazonas e Pará, com 50,2% de homens cada.

As informações estão na Síntese de Indicadores Sociais 2014, feita com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013, no Censo Demográfico 2010, na Projeção da População do Brasil por sexo e idade 2013, em dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), do Ministério da Educação, e SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), do Ministério da Saúde.

O estudo traz informações sobre demografia, famílias, educação, trabalho, rendimento e domicílios, apresentando novas abordagens, como a análise das diferenças por gênero, cor e raça e idade.

Matéria do R7

9572.30136-Pornografia-online

PESSOAS SE CASAM MENOS PORQUE HÁ PORNÔ DE GRAÇA NA INTERNET, DIZ ESTUDO

O aumento da pornografia gratuita é responsável pela diminuição do número de casamentos, de acordo com pesquisadores do Instituto Alemão para o Estudo do Trabalho.

Os cientistas estudaram as tendências nos números de casamentos e na proliferação de filmes pornô e concluíram que o aumento da disponibilidade e o custo reduzido da pornografia na internet tiveram um efeito “casual”, fazendo com que as pessoas optassem por não subir ao altar.

“Tradicionalmente, uma das razões para se casar é satisfação sexual. Mas conforme as opções de satisfação sexual fora do casamento cresceram, a necessidade de se casar para atender a essa necessidade está diminuindo”, concluíram os pesquisadores, que perceberam uma rápida ascensão da pornografia na internet no mesmo período em que o casamento perdeu popularidade.

A internet não apenas barateou a pornografia, como o custo social de consumi-la, defende ainda o estudo. Isso porque as pessoas teriam menos chances de serem “estigmatizadas” por acessar um website, com privacidade, do que comprando revistas em uma loja.

9572.30136-Pornografia-online

A pesquisa também descobriu que consumidores de pornografia, em geral, frequentam menos a igreja e têm mais chances de trair o parceiro, ou de pagar por sexo. Um estudo anterior também havia identificado que o aumento na pornografia pode ser associado com o declínio nas ocorrências de estupro.

Por: Testosterona

BRASILEIRAS PREFEREM SEXO A UMA BOA NOITE DE SONO, APONTA ESTUDO

Um estudo revelou  que entre 60% e 70% das mulheres de Estados Unidos, Reino Unido e China estão satisfeitas com sua vida sexual, mas preferem uma boa noite de sono a fazer sexo. No Brasil, no entanto, apenas 32% das mulheres prefeririam dormir, segundo a pesquisa, feita pela companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard. Esse dado contrasta com as preferências de chinesas (70% preferem o sono ao sexo), britânicas (68%) e americanas (60%).

Além disso, o estudo revelou que se americanas e britânicas tivessem que optar entre abrir mão de fazer sexo ou deixar de usar tecnologia durante três meses, a maioria deixaria de lado sua vida sexual. Outras preferências sobre questões financeiras e qualidade de vida foram mostradas nesse estudo, intitulado “Mulheres, Poder & Dinheiro” que se baseou em 4,3 mil entrevistas realizadas em agosto de 2014 nos EUA, Reino Unido, Brasil e China.

Ao serem perguntadas sobre sua definição de sucesso, as mulheres citaram com mais frequência a segurança financeira, a família e a felicidade, ao invés da riqueza, do luxo e de se tornar uma executiva brilhante. Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família e, especialmente, fazer com que seus filhos tenham acesso à universidade.

O estudo também mostrou que cerca de 90% das mulheres preferem viver dez anos com uma boa qualidade de vida, do que 20 sem poder usufruir de plena autonomia.No entanto, curiosamente, a percepção da idade varia segundo os países.Em média, britânicas, americanas e brasileiras acham que a ‘velhice’ começa aos 70 anos, enquanto na China começa aos 59 anos para as mulheres e aos 60 para os homens.

Além disso, o desejo das mulheres de ter privacidade nas redes sociais supera, cada vez mais, o de compartilhar suas experiências na internet. Dois terços de britânicas e americanas e 80% das brasileiras tomaram medidas específicas para proteger sua privacidade na rede. De fato, em Reino Unido, Estados Unidos e China, um terço das mulheres presta cada vez mais atenção ao que compartilham nas redes sociais, enquanto no Brasil esse número chega a 61%.

Metade das mulheres que participaram do estudo, que têm idades entre 21 e 70 anos, disseram que presenciaram avanços socioeconômicos em sua vida, enquanto 10% das entrevistadas afirmaram que seu status social piorou. Em relação ao futuro, a maioria o vê de forma positiva, com grandes oportunidades e desafios no horizonte que podem ser aproveitados.

Em média, as mulheres de classe média acreditam que seria necessário um aumento de cerca de 75% em sua renda para que possam ascender à classe média alta, enquanto as mulheres deste último status social acreditam que deveriam ter um patrimônio duas vezes maior para chegar à classe alta.

Fonte: G1

Pesquisa diz: jovens brasileiras são as mais infiéis do mundo!

Antes que a polêmica seja instaurada, vamos ao que interessa. O site de relacionamento extraconjugal AshleyMadison.com – ou seja, um site dedicado especialmente a pessoas que estão em um relacionamento, mas procuram outros parceiros – divulgou uma pesquisa apontando que as mulheres brasileiras são as mais jovens quando o assunto é infidelidade.

Baseado na idade média das inscritas no serviço, de 26 anos, o diretor geral do site no Brasil, Eduardo Borges, cravou: “Dados recentes representam que as brasileiras já iniciam seus relacionamentos extraconjugais com apenas 1 ou 2 anos de casamento”. Segundo ele, a “culpa” da insatisfação das jovens brasileiras pode ser da própria cultura sensual do País, que não suprime o desejo sexual.

jovensbrasileirastraemmais

 

 

Feita com mais de 2.500 mulheres, uma outra pesquisa mostra que 57% delas admitem ter dois ou mais amantes ao mesmo tempo. De acordo com 46%, o desejo de variedade é o principal motivador da traição e 14% se queixam da falta de sexo no casamento.

A pesquisa também faz um “top 5″ das cidades que tiveram as mulheres mais jovens entrevistadas, que admitiram ser infiéis. Goiânia e Florianópolis tiveram uma maioria de 25 anos, Belo Horizonte de 26, Salvador de 27 e São Paulo de 28 anos.

 

Notícia do Terra

Pesquisa diz: Homens acham as mulheres de salto mais sexy!

Um novo estudo publicado na revista “Archives of Sexual Behaviour” prova que os homens realmente acham mais sexy mulheres de salto alto. O autor do estudo, Nicholas Gueguen, no departamento de comportamento social na Universidade de Bretagne, conduziu três experimentos com mulheres francesas morenas, vestidas com tailleurs pretos idênticos, com saias retas e camisas brancas. As únicas diferenças entre as mulheres estavam seus sapatos. Na série de experimentos, Gueguen fez as mulheres de isca para homens desavisados.

mulher de salto

Primeiro, as mulheres usavam sapatilhas pretas sem salto, sapatos pretos com um salto de 5 centímetros ou escarpins pretos com salto de 9 centímetros. Todas se aproximavam de várias pessoas pedindo assistência e trocavam de sapato a cada 10 pessoas. Uma mulher de 19 anos se aproximou de homens entre as idades de 25 e 50, pedindo sua ajuda com uma pesquisa sobre a igualdade de gênero, e recebeu o maior número de respostas quando usava saltos mais altos: 83% dos homens que se aproximaram concordaram em passar de três a quatro minutos respondendo suas perguntas, em comparação com quase metade desse número (47%) quando ela usava sapatos baixos.

Mas e as mulheres, como reagiram às outras de salto alto? Para descobrir, quatro mulheres pediram a homens e mulheres para participar de uma pesquisa sobre alimentação. Mais uma vez, os homens eram mais propensos a responder quando as mulheres usavam saltos mais altos — 82% concordaram em fazer o levantamento quando as mulheres usavam salto 9, em comparação com 42% que responderam quando elas usavam sapatos baixos.

Por que os homens são mais receptivos às mulheres de salto alto? Para testar a hipótese, Gueguen disse às mulheres para encontrar homens que serviriam como “presas” e caminhar à frente deles, em seguida, deixar cair uma luva. Noventa e três por cento dos homens pegaram a luva quando as mulheres usavam saltos altos; e 62% fizeram a gentileza para as que usavam sapatos baixos.

Para o grand finale, pesquisadores queriam ver se os saltos altos realmente atraíam romanticamente os homens. Eles estrategicamente colocaram mulheres usando diferentes alturas de salto em três bares, e as posicionaram em mesas perto do bar onde os sapatos eram visíveis aos que estavam no balcão. Em média, foram necessários apenas 7,49 minutos para que os homens abordassem mulheres que usavam salto alto. Para as que usavam sapatos baixos, levou quase duas vezes mais: 13,54 minutos.

O que exatamente é tão sexy sobre saltos altos? Gueguen culpa os meios de comunicação para a forte associação entre saltos e sensualidade. E sim, saltos mais altos podem mudar a forma como uma mulher anda, fazendo balançar os quadris um pouco mais, mas no estudo, mesmo as mulheres que estavam sentadas e usavam saltos foram abordadas por mais homens. Tudo isso confirma que os homens tendem a usar atributos físicos, como forma de avaliar a atratividade das mulheres e para encontrar parceiras em potencial. Não é exatamente uma revelação, mas Gueguen dá alguma credibilidade à escolha aparentemente ilógica. “Como homem eu prefiro minha esposa de saltos altos, e muitos homens na França têm a mesma avaliação”, conta o pesquisador.

Fonte: O Globo

Sexo pode deixar 7 anos mais jovem

Sexo rejuvenesce de cinco a sete anos.Palavra do psicólogo David Week, do Hospital Royal Edinburgh. Por dez anos ele perguntou aos seus pacientes de todas as idades sobre a vida sexual. Quem parecia mais jovem, geralmente, fazia até 50% mais sexo do que os outros – entre o pessoal de 40 a 50 anos, os mais ‘jovens’ transavam, em média, 3 vezes por semana.

sexo-anal-revista-nova

É que o sexo desencadeia uma porção de coisas boas no corpo: libera endorfina, substância química que te dá sensação de prazer, e ainda age como um remédio natural contra a dor, diminuindo a ansiedade e facilitando o sono; melhora a circulação sanguínea; pode aumentar a produção de hormônio do crescimento, o que aumenta a elasticidade da pele. “A qualidade do sexo nos adultos mais velhos é um sinal de boa saúde e bem-estar. Além disso, um estudo de 1997 mostrou que o risco de mortalidade diminui 50% nos grupos de homens com alta frequência de orgasmos (no mínimo duas vezes por semana) do que o outro grupo”, explica Week.

Fonte: Super Interessante

Maravilhosamente Lola…

Vinte dois anos, formada em Letras pela Universidade Federal de São Carlos, redatora de blog, escritora, prostituta. Isso mesmo, prostituta! E qual o problema? Autora de “O prazer é todo nosso”, como já contamos aqui em outra ocasião, Lola Benvenutti relata em seu livro suas vivências como prostituta. Mas, dessa vamos falar menos e mostrar um pouco mais da prostituta mais cult (e desejada) do Brasil no momento. Chega de conversa, vamos apreciar mais um pouco essa maravilha que se chama “Lola”.

lola1 lola22 lolla 3 lola 334   lola4 Estou errado em ser apaixonado por Lola? Comente! Por: Dom Ricardon

A nova moda de “correr pelada”

Pela terceira vez em apenas de 11 dias, uma mulher foi flagrada pelada, pelada nas ruas no Rio Grande do Sul. pós dois casos de nudez registrados no intervalo de uma semana, uma terceira mulher foi flagrada correndo completamente nua neste domingo (9) no centro da capital.

A última parecia uma corredora comum, se exercitando na rua, com boné para se proteger do sol e do forte calor e tênis apropriados. A não ser pelo fato que ela estava totalmente nua.

Seria uma nova tendência por lá?

14313292

Os outros dois casos:

mulhernua pelada_manuel1

 

E se essa nova moda se espalhar pelo Brasil?

 

Beijinhos!

Os maiores mitos sobre sexo em que você precisa parar de acreditar

Todo mundo deve lembrar daqueles boatos sobre o sexo que são contados na época do colégio e, com o tempo, assimilados como se fossem verdade absoluta pelo nosso subconsciente. A boa notícia é que o “Institute For The Study of Neurologic Deseases” (ISUD), nos EUA, desmentiu a maioria dos mitos sexuais. Pode respirar com alívio: o tamanho do pênis não importa, masturbação é normal e não é sinal de falta de amor e pornografia pode ser uma experiência positiva.

“O tamanho do pênis é o que determina o prazer da mulher”

Muita gente difundiu o mito de que o tamanho o órgão genital do homem é responsável pelo prazer. Mas o ISUD explica que apenas 1% das mulheres classificam o tamanho do pênis como “muito importante” na hora do sexo, ou seja, uma parcela muito pequena.

Outros resultados também apontam que 32% do público feminino prefere grossura a comprimento. Não precisa ser bem dotado como o Jared Leto.

“A masturbação diminui depois que você começa um relacionamento”

O Divando já falou que a masturbação é algo natural e sem restrição de idade. E essa constatação também é feita pela “Social Organization Of Sexuality”, da Universidade de Chicago, que falou com pessoas que estavam namorando e descobriu que 85% dos homens e 45% das mulheres se masturbam com frequência.

Os números podem mudar, já que enquanto os homens se masturbam mais durante a juventude, as mulheres tendem a se masturbar mais depois dos 30 anos. Ou seja, é natural e todo mundo faz, aceita que dói menos.

“A escolha do parceiro se baseia na performance sexual”

Uma série de estudos feita pelo “Journal of Personality and Social Psychology” em 37 países mostra que as mulheres escolhem um parceiro que tenha condições de criar uma criança ou formar uma família (dentro desse meio estão aspectos financeiros, ambição e criatividade). Já os homens procuram uma parceira que simbolize fertilidade (e juventude). Quem diria que a escolha de um parceiro para a vida se basearia em… Capacidade de ter e criar crianças.

É claro que estamos cientes que existam casais que não querem ter filhos, o mundo está cheio de exceções às regras. Mas esse foi o resultado do estudo.

“Homens devem estar sempre prontos para fazer sexo”

Assim como as mulheres, às vezes os homens não sentem vontade de fazer sexo. Os motivos podem ser variados, como simplesmente não ter vontade em algum momento, cansaço ou até o desejo de construir mais intimidade antes da transa.

Fun Fact: O “Journal Of Sex Research” descobriu que homens que acreditam que ~devem~ sempre estar prontos para o sexo geralmente apresentam problemas, como disfunção erétil, por exemplo. Agora muita coisa faz sentido!! Rsrsrs

“A pornografia pode prejudicar o relacionamento”

Como diria Inês Brasil, isso é “uma pornô”! Assim como ela, o ISUD afirma que o uso ocasional de material pornográfico não prejudica nenhum relacionamento. Pelo contrário, pode até ajudar.

Um estudo feito com 8.376 pessoas mostra que o uso em pouca e média quantidade de pornografia pode ser positivo para a vida amorosa, aumentando a frequência e qualidade do sexo, assim como o nível de intimidade do casal

Agora, na próxima vez que alguém falar algum mito sobre relações sexuais você pode contestar e contribuir para o mundo seja mais livre e ~tenha muitos sexos~.

 

Por: Divando Pop