Comendo a tia gostosa

Depois de analisar alguns posts meus e alguns comentários, tenho percebido que o tema incesto é um fetiche que mexe bastante com o imaginário das pessoas e é um tema corrente por aqui.
Quem nunca teve tesão em alguém da família que atire a primeira pedra! Alguma prima, irmã, irmão, um tio ou uma tia gostosa…

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Olá, meu nome é Theo e vou contar a história verídica do dia em que comi a minha Tia Anna. Vou começar me apresentando, tenho 20 anos (na época 16), 183cm e sou moreno. Minha Tia Anna é ruiva, seios médios, bunda redonda e empinada, baixa, 163cm, 37 anos (na época 33) e muito safada.

A história se passa no dia 6/12/2009, dia do último título conquistado pelo Flamengo. Aqui em casa moramos eu, meus pais, meus irmãos, minha tia e meus primos. Nossa casa é bem grande. Minha Tia Anna, tem um restaurante perto do Maracanã, o qual sempre fica lotado de clientes em dia de jogo. Todos aqui em casa somos Flamenguistas.

No dia do jogo contra o Grêmio, sobrou para mim, eu que tive ajudar Tia Anna, assim como todos tinham os seus turnos de ajuda. O restaurante de minha tia estava completamente lotado, não havia nem espaço para se ficar em pé. Ficou tão lotado que a cerveja acabou e tivemos que fechar mais cedo, o que não agradou minha tia, a coitadinha caiu em prantos, chorou muito, nunca tinha visto tia Anna naquele estado emocional. Esperei que todos pagassem suas contas e abaixamos as portas. Quando todos os funcionários saíram, eu fui procurar minha tia, ela estava na cozinha, chorando. Consolei-a e levei pra casa.

Assim que chegamos falei para ela dormir um pouco, porque iria se acalmar. Ela foi para o quarto e eu me sentei no sofá, liguei a TV, e esperei o jogo começar. Perto da hora do jogo, minha tia saiu só de calcinha e com a camisa do Flamengo e se sentou no meu colo. Não resisti e meu pau ficou duro, eu estava de short e logo ela percebeu. Mas, apenas, olhou e deu uma risadinha bem safada e disse: “Sua namorada deve ser bem feliz, hein…” Eu respondi: “Por quê?” Me fazendo de bobo. Ela falou: “Não é qualquer homem que tem um picão desse. Se eu achasse um assim, daria para ele todo dia.” Eu fiquei envergonhado e sem reação. Ela saiu do meu colo e deitou no sofá fazendo a minha coxa de travesseiro. Minha mãe ligou e disse que eu e minha tia ficaríamos sozinhos em casa, pois o resto da família tinha ido ao Maracanã ver o jogo e se o Flamengo ganhasse, iriam ficar até tarde na rua, comemorando.

O jogo começou e eu pensei: “Se ganharmos, vou bater uma punheta pra comemorar. haha” Dito e feito. Flamengo Campeão Brasileiro de 2009. Nos dois gols, abracei minha tia como nunca. Cada roçada na buceta dela que eu quase gozei. Assim que o jogo terminou, minha tia foi pro banho, pois estava muito suada. E eu fui bater a punheta desejada. Depois de uns 3 minutos, Tia Anna sai do banheiro para pegar uma calcinha e me vê na sala com a joba para fora. Ela ficou parada por um tempo, sem que eu percebesse a presença dela. Quando eu estava quase gozando, ela disse: “Theo, que pirocão é esse?!” Eu me assustei, não soube o que fazer. Fiquei parada olhando pra ela semi-nua, só de sutiã e toalha. Quando me dei conta da situação, guardei a joba e me levantei pedindo desculpas. Disse que estava muito envergonhado, e pedi pra não contar a ninguém, pois só pioraria a situação para mim.

Ela me olhou com uma cara de quem estaria pensando em um monte de coisas, mas ela só disse apenas uma: “Eu mandei você guardar esse pau?” Eu, surpreso, respondi: “Não…mas eu te respeito muito, não poderia falar contigo naquele estado.” “Então, quer dizer que você me respeita? Quando estou por perto, você está sempre com esse pau duro. Pensa que eu não percebo? Todas as vezes que você roça essa coisa na minha bunda ou na minha buceta, você acha que eu não sinto? Você tem um pau grande, Theo, tenho que admitir. Para falar a verdade, nunca vi um desse tamanho.” Eu, na minha ingenuidade, não notei a indireta e disse: “Normalmente, as minhas namoradas terminam comigo por causa do meu tamanho, dizem que não conseguem aguentar ou que machuca.” “Oh, jura, Theo? Fico triste por você, vem aqui, vamos conversar.” Eu fui, só que ao invés de irmos para o quarto dela, fomos para o banheiro. Perguntei: “Por que estamos aqui?” Ela respondeu: “Vou tomar um banho, você pode conversar comigo. Se quiser, sente-se no vaso e fale, pode desabafar, vou tentar te ajudar.” Logo depois, ela tirou a toalha, mostrando a sua bela buceta, depiladinha, no momento seguinte, ela virou-se de costas e pediu para que eu tirasse o sutiã dela. Eu estava muito perto daquela bunda, não pude deixar de olhar aquele rabo tão gostoso, como eu sentia tesão naquele cu. Ela chegou mais perto e encostou no meu pau, fui a loucura só de encostar na bunda dela. Tirei o sutiã e ela se virou de frente para mim. Uns peitos lindos, não eram grandes, mas eram lindos. Ela se dirigiu ao box e ficamos conversando sobre o porquê de eu não conseguir namorar muito tempo. Depois, mudamos de assunto e fomos para o futebol, nunca pensei que minha tia entendia tanto de futebol. Para uma mulher, era impressionante, ela sabia até o que era impedimento…enfim, ela saiu do banho e falou que não queria se vestir, e perguntou se eu não queria tomar um banho, pois estava muito suado. Eu tirei minha camisa, ainda sentado no vaso e ela falou: “Nossa, pirocudo e ainda é saradão, que isso…se eu tivesse um namorado assim, ele nunca ia ter problema com falta de sexo.” Fiquei com um pouco de vergonha. Logo tirei minha calça, ficando só de cueca box e o volume era colossal, assim como dizia tia Anna. Então, ela perguntou: “Menino, qual é o seu problema? Eu estou pelada na sua frente, você está de pau duro. Já disse que seu pau é lindo? Não? Então, pois é, sua pica é muito linda. O que eu preciso fazer pra você cair de boca nos meus peitos?” Eu virei para o lado e disse: “Só tomar um banho comigo.” Ela tem titubeou, entro no box num piscar de olhos, e eu entrei atrás dela, ainda de cueca.

Ela tirou a minha cueca e caiu de boca na minha rola, que boquinha de veludo era aquela, sempre desejei aquela cena, e havia se concretizado, que maravilha. Ela fez um boquete maravilhoso, mas não senti vontade de gozar. Quando ela parou, foi a minha vez, lambi aquela bucetinha, que thequinha gostosa, ela gemia, segurava na minha nuca, acho até que ela gozou…Acabei de lamber e ela virou-se para a parede e empinou aquele rabão pra mim, não pensei duas vezes, coloquei a pica na boceta dela, de uma só vez, ela urrou: “AAIIII, CARALHO, THEO!!! SEU PAU É GRANDE, CÊ NÃO PODE FAZER ISSO DUMA SÓ VEZ…PUTA QUE PARIU, AIII PORRA!!!” Eu tirei o pau e pedi desculpas, ela falou: “EU MANDEI VOCÊ TIRAR ESSE CARALHO DAI? BOTA ESSA PORRA DE NOVO, MAS BOTA DEVAGAR E COM JEITINHO.” Fiz o que ela pediu, botei primeiro só a cabecinha, depois fui socando o resto, devagar e sempre, ela gemia de prazer. “CARALHO, THEO, AAIIINNNN, QUE PICA GOSTOSAAAA, UUUIIIHNNN, QUE COISA BOA, QUERO TUDINHO, SOCA TUUDOOOOO, AAAIIIHEENNN…” Enquanto eu botava tudo, devagar, mais ela gritava e gemia. Quando chegou na metade, ela falou: “PODE SOCAR COM FORÇA AGORA, SEM PENA, SEM DÓ NEM PIEDADE, BOTA COM VONTADE.” Era tudo que eu precisava ouvir, soquei tudo, até o talo, ela urrou: “AAAAIIIEHN, ERA DISSO QUE EU TAVA FALANDO, PORRA. METE ESSE CARALHO, TODO, SEU CACHORRO. VAI, SEU FILHA DA PUTA, SOCA ESSA PORRA TODA, ARREBENTA ESSA BUCETA!!!!!!!” Eu ouviu aquilo e quanto mais alto ela gritava, mais forte e mais insanamente, eu metia. Que buceta gostosa era aquela, e aquela vista, aquele bundão empinado pra mim, ela na ponta do pé, com as pernas juntas, a buceta dela envolvendo totalmente o meu pau, foi o melhor momento da minha vida. Eu estava prestes a gozar quando ela disse: “Theo, vamos para o meu quarto.” Ela desligou a água e saiu do box, segurou na minha rola e me conduziu até o quarto, ela na frente e eu atrás sendo guiado pelo pau. Chegamos no quarto e Tia Anna me empurrou na cama, e não pensou duas vezes, e abocanhou meu pau. Chupou muito, colocou tudo na garganta, foi mágico. Nunca tinham feito isso comigo.

Eu estava quase gozando, mas segurei. Pedi para que ela sentasse no meu pau e ela sentou. Ela se ajoelhou e cavalgou na minha rola. Quicava muito gostoso, gemia e gritava: “AII, THEO, QUE PIROCÃO, QUE ROLA GOSTOSAAAAAAAA. NÃO POSSO MAIS VIVER SEM ESSE PAU, QUERO DAR PRA VOCÊ TODO DIA, NÃO VOU SUPORTAR FICAR SEM ESSA ROLA, UUUUHIEEEEEEEEEN, VAI CACHORRO, QUERO QUE VOCÊ ME COMA AGORA!!!” Então, ela parou de sentar e se apoiou nos pés, como se estivesse agachada, mas meu pau ainda estava metade dentro da sua buceta. E eu comecei a sequência, no início metia devagar e depois fui aumentando a força e a velocidade, chegou o momento em que ela berrou: “NÃO PARA, FILHO DA PUTA, METE, METE, METE CACHORRO, VAI PORRA, METE ESSE CARALHO, METE PORRAAAAAA, METE QUE EU TO GOZANDO, EU VOU…EU…EU TO GOZANDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO, AIIIIIHEEEEN, HAAAANNNN, UUUUIHEN, QUE ROLA GOSTOSA!!” Ela caiu pro lado e falou: “Foi a melhor gozada da minha vida. Agora, você pode gozar aonde quiser, pode gozar até dentro, que eu deixo, tomo pílula mesmo…” Eu ouvi aquilo e meu tesão subiu até o teto, eu iria gozar dentro da minha tia. Botei ela de ladinho, alojei a rola na portinha e botei só a cabecinha, fiquei com ela paradinha ali um tempo e Tia Anna sussurrou: “Vai, safado, mete nessa xoxotinha, quero sentir a sua porra quentinha, vai soca tudinho, bota até o talo, quero tudo. Vai, seu cachorro…ahiienn, uuhhieen.” Quanto mais ela sussurava, meu tesão dobrava e mais perto eu chegava do gozo. Parei num momento e botei ela de quatro, queria gozar olhando para aquela rabão. Tia Anna implorou: “Goza agora, safado, quero sentir sua porra quente. Vai, seu cachorro. Comendo a titia, né?! É isso mesmo, é isso que eu gosto, vou dar pra você sempre. Seu pau é o melhor de todos. Goza, pirocudo, goza pra mim!!”

Tia Anna sabia como fazer um homem sentir tesão. Eu meti nela, botava com raiva e ela gritava de prazer. Eu senti o gozo chegando e falei: “Tia, vou gozar dentro de você. Vou gozaaaaaaaaaaar…” “Isso cachorro, goza dentro de mim, quero tua porra quentinha na minha buceta, vai seu filho da puta. Cachorro, safado. Gozar pra titia, vai…” “Ai, tia, você é muito gostosa, eu to gozando, eu to…aaaaaaaaaaaaaaaahh, gozeei…” Eu dei uns 6 ou 7 jatos de porra lá dentro, tava tão gostoso que eu não queria tirar lá de dentro, meu pau estava caindo. Tia Anna deitou-se e eu deitei ao seu lado, minha porra estava escorrendo de dentro de sua buceta, para sua perna, descendo pela coxa…Que tesão. Ela virou pra mim e falou: “Vou tomar um banho, quer vir junto?” Nem respondi, já estava de pé na porta e fomos. Namoramos durante o banho, trocamos uns beijos e umas mãos, foi bem demorado, mas ficou por ai, ninguém tinha mais fôlego. Quando saímos, pelados, nossos parentes chegaram em casa. Eu fui correndo para o meu quarto e ela para o dela, nos vestimos e saímos quase ao mesmo tempo. Só ai que fui ver que horas eram, 1 hora da madrugada. Meus parentes passaram por nós e foram cada um para o seu quarto, fiquei calado, todos estavam bêbados. Olhei para Tia Anna e ela fez um sinal bem safado com o dedinho me chamando para o seu quarto, ela tirou a roupa de falou: “Deite-se e durma, quero dormir com essa pica quente perto do meu cuzinho, amanhã de manhã, ele será todo seu.” Fiz o que ela pediu. Estava ansioso para comer aquele cu. Mas isso é uma outra história…

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Lady na sociedade, puta na cama…

Todas as mulheres tem fetiches, mesmo as que parecem mais recatadas…

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Sexo quente, com pegada e regado a uma sacanagem gostosa… é assim que eu gosto, é assim que me excita. Sempre tive uma safadeza enorme dentro de mim, mas apenas entre quatro paredes, porque em minha opinião, toda mulher deve comportar-se como uma lady na sociedade e como uma puta na cama.

Branca, com 1,72m e 60 kg, eu sempre tive pernas grossas e bumbum grande, como uma legítima baiana que sou. Nasci e resido, em Salvador. Na verdade, me considero “baiúcha”, pois meu pai é baiano e minha mãe, gaúcha… e foi dela que herdei os cabelos lisos, volumosos e castanho escuros, que vão até abaixo da cintura.

O Jasper era um homem maravilhoso, de 1, 85m, 75 kg, cabelos castanhos claros e olhos verdes… com um defeito: morava em SP, longe demais de mim. Sentia uma atração absurda por ele e sempre que o imaginava, meu corpo tremia e eu ficava toda molhadinha. E o pior: ele tinha consciência, dos efeitos que causava em mim.

Até por telefone, Jasper me fazia gozar como uma cadela no cio. Ele me chamava de cachorrinha e aquilo me deixava ensandecida de tesão.

Precisei viajar para SP, a trabalho. Como ele é Advogado e eu, estudante de direito… acabei convidando-o para participar de um coquetel da empresa, que com certeza, seria uma boa oportunidade de contatos profissionais pro Jasper. Enviei o convite para seu e-mail e na hora marcada, ele estava na recepção do hotel me aguardando. Desci às 20hs e nos encontramos no saguão. O coquetel aconteceria, em uma sala de festas do próprio hotel onde eu estava hospedada. Ele estava de terno e gravata e aquela visão, recheou meus pensamentos de sacanagens e afins. A minha vontade era rasgar aquele terno em seu corpo e enlouquecer em seus braços ali mesmo. Eu estava de vestido longo cor de vinho, formal, com um decote generoso nas costas, o que fez com que o Jasper me comesse com os olhos.

Tudo correu tranquilamente bem, durante o coquetel e trocávamos olhares de desejo. Eu não via a hora de sair dali e me entregar inteira. Pouco antes de terminar o evento, dei a desculpa de que acompanharia o Jasper até o carro, para nos despedirmos. Quando estávamos nos direcionando para a saída… ele me pede que espere um momento e pega uma caixa que havia deixado na recepção. Fomos até seu carro e antes de abrir a porta, Jasper me entrega a caixa e quando eu abro, encontro uma coleira preta e grossa… de cadela mesmo, daquelas compradas no supermercado. Ficamos calados, ele pegou a coleira e colocou em meu pescoço. Segurou pela correia…. me puxou para si e beijou-me de maneira quente e excitante. Entrei no carro, com o Jasper segurando a coleirinha. Senti minha buceta escorrer e estava adorando aquele joguinho. Imaginei mil coisas… todas relacionadas à mais indecente putaria, que pode ocorrer entre duas pessoas.

Ele liga o carro e permanecemos calados. Eu olhava e aquela situação dele estar dirigindo, passando a marcha do carro com a coleira em sua mão… me deixava encharcada. Eu estava explodindo de vontade de dar minha bucetinha. Precisava ser “preenchida” naquele instante. Entramos em um motel e eu apenas aguardava suas instruções, toda molhada. Ele agia como se nada tivesse acontecendo e aquela sensação de não saber o que estava por vir, me dava medo e um tesão incontrolável.

Entramos na garagem, ele desligou o carro, veio para meu lado, abriu a porta do passageiro e novamente segurou a coleira. Quando ele parou em minha frente, eu ainda sentada no banco do carona, abri sua calça e comecei a alisar seu pau, que logo deu sinal de vida. Iniciei uma mamada deliciosa e ele, apoiado com a cabeça no teto do carro, fechou os olhos e gemeu. Eu colocava aquele cacete inteiro em minha boca e o sentia na garganta. Os movimentos de Jasper para frente e para trás, faziam com que minha boca fosse fodida de uma maneira vigorosa.

Nesse momento, achei que eu deveria entrar no jogo pra valer, pois a excitação que tomava conta de mim, era maior que tudo. Ele estende sua mão, para me ajudar a levantar do carro e para sua surpresa, desci escorregando pelo banco e fiquei de quatro no chão, engatinhando. Jasper me olhava, sem acreditar no que via: ele segurando a coleira e eu de quatro no chão, esperando ser guiada pelo meu “dono”. Eu sabia que quando engatinhasse à sua frente, meu vestido que era justo na cintura, deixaria uma visão excitante do meu rabo. E não deu outra… Jasper enlouqueceu. Fechou a porta do carro e foi me levando. No capô do carro, ele puxa a correia, me fazendo levantar e ficar com as mãos apoiadas toda empinada para ele. Iniciamos uma sessão de “roça-roça” e seu cacete era pressionado em meu cuzinho. O que mais me deixava ensandecida, era que ele não soltava a coleira hora nenhuma e puxava meu pescoço para trás sussurrando “Cadela gostosa!” em meu ouvido.

Senti o zíper atrás do meu vestido, ser completamente aberto e eu rebolava como uma puta. Sabia, antes mesmo do coquetel, que seria traçada e como sempre, eu estava “preparada” com uma calcinha vinho de renda, toda enfiadinha. Fiquei apenas de calcinha, salto alto e coleira. Eu estava me sentindo a mais vagabunda das mulheres e minha buceta contraía, pedindo. Meus seios foram agarrados por trás e seu pau entrou no meio das minhas pernas. Com uma mão na correia da coleirinha e a outra segurando meus cabelos com força, perto da minha nuca, ele me mordia nas costas e eu gemia como uma vadia. O tesão era tanto, que não deu tempo nem de subirmos para a suíte. Minha calcinha foi puxada pro ladinho e senti seu pau latejando, adentrar em minha buceta, até sumir completamente. Que tesão! Fiquei maluca!

“Era isso que você queria sua vagabunda?” – Essas palavras, me deixavam enlouquecida. Jasper me fodeu gostoso naquela posição, sempre com a coleirinha. Quando puxava e eu sentia a pressão da coleira em meu pescoço… aí que eu ficava com mais vontade de trepar ainda. Nossos gemidos se misturavam e nossa respiração ficava cada vez mais descompassada. Que delícia! Que homem!

Jasper se desencaixa de mim e me vira de frente. Deita minhas costas no capô e me coloca de “frango-assado”. Minha vontade era gritar. Queria ser fodida com vontade. Minha buceta escorria, de tão encharcada. Socando gostoso, ele de vez em quando, me puxava para frente pela coleira e chupava minha língua com volúpia. Não demorou muito e eu explodi em um orgasmo inacreditável. Ele sorria e dava tapas em meu rosto, enquanto eu gozava. Que gozada indescritível!

Deitou-se sobre meu corpo e me beijou deliciosamente por alguns minutos. Demonstrando que mesmo me tratando do jeito que eu gostava, nutria um carinho sem palavras por mim. Nos encaixávamos de uma maneira sem igual. Percebendo que seu pau ainda estava “à postos”, afastei-o de mim e escorreguei pelo capô… até ficar agachadinha em sua frente, apoiada no salto alto. Voltei a mamar e ele apoiou suas mãos no capô. Eu mamava e acariciava suas bolas, arrancando gemidos do Jasper. Chupava a linha entre o pênis e os testículos, e sempre dava um jeito de olhar em seus olhos, demonstrando o quanto eu estava realizada. Sentia que seu gozo estava por vir e parei de chupá-lo. Subi, lambi sua orelha e sussurrei: “Sua cachorrinha quer leite no cuzinho… Me enraba?!”.

Jasper me virou de uma forma bruta, afastou minhas pernas com seu pé… e posicionou. Enfiou de uma vez e me fez gritar. Acho que os nossos vizinhos de quarto, ouviam toda a putaria que ali acontecia. Eu estava descontrolada. Senti cada estocada e toda a “raiva” dele por eu ter interrompido a mamada. Que delícia! Sendo puxada pela coleira e com um cacete no rabo.. fui enrabada e tive meu cuzinho arrombado, por quem eu mais queria que fizesse isso. Jasper gozou me xingando inteira. Com as pernas tremendo, ele deslizou pro chão e eu, fiz o mesmo. Ficamos agarrados na frente do carro, no chão, extasiados do prazer que proporcionamos um ao outro.

Óbvio que subimos depois para a suíte, tomamos um banho delicioso e descansamos na cama. O que aconteceu depois? Isso fica pra outro conto. Espero que gostem. Beijos…

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Sexo anal é uma arte (e uma moeda de troca)

Leia, imagine, goze (o conto foi retirado daqui). E excelente sexxxta para todos (lembrando que sexo anal é uma moeda de troca hein meninos rs)!

Beijinhos,

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– Hoje você vai deixar, não vai?

Já decidi que vou. Até usei a bisnaguinha, fazendo uma ducha higiênica no reto. Mas, tenho que valorizar isso. Acabo de sair do banho e estou nua, à espera, deitada de bruços na cama.

Meu marido todo animado, pegando o gel no criado mudo. Faz dias que ele quer me sodomizar. Na ultima transa ele pediu, tentou, implorou e eu não dei. Me faço de difícil:

– Hoje não, amor. Não estou a fim. Talvez na próxima, tá?

Elevo o quadril, deixando a bunda farta mais empinada do que já é naturalmente. Na ultima semana, meu marido ficou me encoxando, agarrando por trás, cobiçando meu traseiro. Que eu libero só de vez em quando.

Nem preciso olhar para saber que ele está ali, ao pé da cama, nu e com o pênis rijo, louco para me enrabar. E insiste:

– Deixa, Mallu, vá! Faz um tempão que você não dá o cuzinho prá mim. Olha, vai ser bem rapidinho, tá? Eu gozo logo, prometo!

Melhorou. Ele começou a prometer. Sei que depois vai jurar. Tem uma coisa que eu quero. Ele sabe o que é e vive enrolando. Me disse que daria. O tempo vai passando e nada. Levanto, me sento na borda da cama e para aumentar o clima, pego em sua vara.

Beijo a cabeça, coloco o falo inteiro na boca, até onde dá. Chupo como se fosse o mais delicioso dos picolés. Depois, vou passeando com os lábios em toda sua extensão, até chegar no saco. Os pelos me incomodam. Eles estão até mesmo nas bolas, alvo das lambidas. Olho em seu rosto e digo:

– Amor, goza na minha boquinha, goza. Vou beber todo o seu leitinho, viu?

Abocanho de novo sua piroca. E prendendo com a língua e o céu da boca, inicio o vai e vem. Moacir solta um gemido de prazer. Recua o quadril e tira o pênis. Ele está mais inchado ainda, a glande toda retraída, expondo a ponta vermelha, molhada pela minha saliva. E volta a pedir, num tom de voz mais suplicante:

– Deixa, querida, deixa, vai! Só um pouquinho, Mallu. Bem rapidinho, tá?

– Ah, amor, hoje não. Você sabe que dói, né? Quem sabe na próxima, tá bom?

– Mas eu quero agora, Mallu. O gel é anestésico. Tô louco prá comer teu cu, benzinho. Olha, eu coloco só a cabecinha. E meto bem devagarinho. Assim não vai doer, tá?

Pronto, lá veio o velho chavão de por ¨só a cabecinha¨. Sinto que Moacir está ficando exasperado. Me deito de costas e abro as pernas oferecendo a bocetinha. Sei que ele não vai meter ali. Cai de boca me chupando. Quer quebrar minha resistência. Enquanto sua língua passeia pelos grandes lábios da vagina, raspa no grelho e penetra na gruta, ele repete:

– Você vai deixar, né querida. Só um pouquinho, tá? Juro que gozo logo, juro! Não custa nada deixar, né?

– Custa sim, amor. Não é você que fica com o cu ardido o dia inteiro, né!

– Já falei que vou fazer com cuidado, bem devagarinho! Você vai dar prá mim, não vai? Diga que vai, querida, diga!

O prazer toma conta do meu corpo. Sou daquelas que depois de uma boa mamada na xoxotinha, me ofereço por inteira. Ela já está encharcada de tesão. A cada penetrada da língua, arranca de mim fortes suspiros. Com as mãos puxo sua cabeça ao encontro do meu ventre. Estou tendo um orgasmo fortíssimo.

A vontade é de admitir que entreguei os pontos. De dizer que dou sim. Dou tudo! De dizer que ele pode meter no cuzinho, na boceta, na boca, na orelha, onde ele quiser! Enquanto me viro de bruços e empino as nádegas polpudas, exibindo o traseiro, com a voz de safada, consigo dizer:

– Vou pensar, tá? Não sei se dou…tô pensando, amor, tô pensando, viu?

Com ânimos renovados, Moacir se posiciona por trás, subindo em cima. Seu pinto duro roçando no meu rego, deslizando entre a xoxota e o botãozinho do cu. Sinto seu hálito quente no cangote. Ele beija o meu pescoço, logo abaixo da nuca. A respiração arfante, tal qual um cachorro excitado e a sua genitália viril acomodada entre minhas nádegas macias, me fez lembrar aquela vez…

Era menina ainda. Minha melhor amiga era a Diolete. Ela e seu primo, o Marlon, dois anos mais velho que nós, me convidando para conhecer o esconderijo dele. Uma barraca feita com lona de plástico, no fundo do pomar da sua casa. Para onde ela já havia levado nossas panelas com a qual brincávamos de casinha.

Mal entramos, Marlon já foi cobrando o ¨pedágio¨:

– Agora tira e me mostra. Você também!

Disse dirigindo a mim. ¨-Tirar o que?¨, pensei. Diolete ergueu o vestidinho e foi tirando a calcinha de algodão. Como eu continuava imóvel, o garoto enfiou as mãos por baixo da minha saia e abaixou a peça íntima até os pés. Fez eu erguê-los, retirando-a de forma desajeitada, levando junto até os chinelinhos.

Nós duas, com as xaninhas expostas. Minha amiga então cobrou:

– É a sua vez. Tira também!

Seu primo não se fez de rogado e abaixou o calção. Foi a primeira vez que vi um orgão masculino. Entre os pelos ralos e as bolotas, um cilindro de carne duro e ereto. Comprido e grossinho. E o Marlon ordenando:

– Pega nele!

Diolete já devia ter feito isso outras vezes. Pegou e começou o movimento de vai e vem. A cabeça redonda que estava meio escondida, aparecia então por inteiro. O garoto veio para o meu lado, e disse:

– Agora você!

Hesitei. Já tinha ouvido falar que os meninos eram diferentes de nós. E a mamãe já havia me alertado que essas coisas entre homens e mulheres, só podia serem feitas depois de casar. E que quem fizesse isso antes, nunca iria se casar. Mas a curiosidade foi mais forte.

Peguei e senti que era macio. Imitei a minha amiga e no tato, uma agradável sensação de que pulsava, como tivesse vida própria. Ele veio por trás. Queria a mim. Tinha combinado isso com a prima. Passou bastante cuspe na piroca. Me fez apoiar as mãos num caixote, erguendo a saia e expondo a bunda.

Tentou me enrabar. Não conseguia, porque eu piscava a cada tentativa, contraindo o anel do cu. Tanto fustigou, até que a cabeça entrou. Urrei de dor! Ao reabrir os olhos fortemente cerrados, só vi milhares de pontinhos luminosos. Mesmo agarrada firme, consegui desenganchar. Ele insistiu e eu não deixei. Sua respiração era agora ofegante, bufando na minha nuca.

– Ai! Dói! Para, Marlon! Para!

– Fica quieta, Mallu! Depois que entra, não dói.

– Não, não quero!

– Só um pouquinho, tá? Só um pouquinho! Depois eu deixo você brincar com meu game, tá? Deixa, vai, olha, você pode usar até os meus patins! Olha, eu faço o que você quiser, tá? É só deixar um pouquinho!

Ofereceu até sua coleção de gibis. Entendi então, porque a danada da Diolete conseguia tudo o que queria do primo. Marlon continuava com sua rola dura tentando me penetrar. E eu impedia, contraindo o cu. Sem outra opção, o menino ficou bombando entre as coxas, na entrada da boceta, até que gozou, me lambuzando toda de gala. Assustada, corri para casa, com a virilha melada…

Essa experiência talvez foi a causa do meu trauma com o anal. Cuja superação foi morosa. Demorou mais de vinte anos para eu dar o rabo. E agora, quem arfava nas minhas costas, com a pica dura, louco para me sodomizar era Moacir, o meu marido. Que já tinha azeitado o mastro e derramava gel no meu ânus.

– Posso colocar, né querida. Bem rapidinho, tá?

– Não sei não, amor. O que é que eu ganho com isso?

Nessa hora, o Moacir estava tal qual o menino. Sem tirar e nem por, como o Marlon. Faria qualquer coisa para comer o meu cuzinho. E prometeu:

– Olha, eu deixo você fazer as plásticas, tá?

– Deixa mesmo? Quando, amor, quando?

– Quando você quiser! Amanhã mesmo, tá?

– De verdade, amor? Amanhã?

– Juro querida, eu juro! Agora dá esse cuzinho prá mim, dá!

– Humm… Olha, promessa é dívida, viu? E eu deixo só se eu for por cima, tá bom?

Mais que depressa, ele deita de costas. Fico de cócoras. Relaxo o esfincter. Me preparo para ser enrabada. Vou abaixando, e sinto a cabeça do pau forçar a entradinha. Respiro fundo. Sinto a pressão da ponta que vai, pouco a pouco alargando a argolinha. E a cabeça entra, trazendo junto a parte grossa do pau, que me invade, escorregando para dentro do ânus.

Doeu menos do que sempre. Dou uma piscadela, sentindo a grossura do invasor. Moacir continua metendo. Cada vez mais, dilatando meu buraquinho apertado, abrindo caminho, pouco a pouco, acompanhado dos meus lamentos. Dar atrás, sempre me faz suar frio. Teve uma vez que a visão até escureceu, como se estivesse prestes a desmaiar.

Mas não desta vez. Me sinto preenchida. Apesar de certo incômodo inicial, meu cuzinho conseguiu acomodar bem o cacete inchado. Devo admitir que estou gostando… Mas não pode ser fácil assim. Mais adiante posso precisar de algo novo. Aproveito para protestar numa estocada mais forte:

– Aaaiii, tá doendo! Aaaii!

Dou um salto, com minhas contrações ajudando expulsar a vara. A dor era até suportável. Nem chegava a ser dor. Mais uma ardência. Estou respirando com dificuldade. Ao menos nisso, não estou simulando. Dar o cuzinho sempre me faz gemer. Dramatizo, soltando um suspiro de alívio.

– Calma, querida. Já passa. Vamos de novo, bem devagarinho, tá?

– Não, chega, amor. Você falou que era só um pouquinho, né? Já tá bom, não tá?

É claro para ele não está nada bom. Vejo sua rola dura, até pulsando. A cabeça inchada, vermelha e brilhando com o gel. A vontade só aumenta e o tesão só vai passar, depois de gozar, soltando jatos de gala dentro do meu cuzinho estreito. E implora, repetindo a ladainha.

– Tá bom, amor. Só vou deixar, por causa da plástica, tá? Ó, bem rapidinho, viu?

Digo isso deitando de costas, com um travesseiro sob o quadril. Abro bem as pernas e com as mãos, os montes da minha bunda farta e macia. Ele joga mais gel na vara e na posição de franguinho assado, deixo ele fustigar as preguinhas arrombadas. Enfia de novo. Tento relaxar, segurando as contrações involuntárias.

Coloco os pés em seus ombros, buscando mais conforto. A penetração não é profunda. Seu mastro sai a cada bombada. E a cada escapada, novamente seu membro grosso força a entradinha do meu cu. Ele me beija e sugere:

– Vamos mudar? Fica de quatro, querida!

Fico de bruços, com dois travesseiros na barriga, pernas abertas. Ergo o quadril para facilitar. Ele mete de novo. Entra fácil desta vez. O avanço é rápido e logo ele está com metade atolado dentro do meu traseiro. Mesmo sabendo que ainda falta outro tanto, pergunto:

– Já entrou tudo, amor?

– Tudo, tudinho, querida. Está doendo?

Para uma mentira, nada melhor que complementar com uma inverdade:

– Claro que dói!

E respiro forte para reforçar, contraindo o cuzinho, apertando sua rola. Ambos imóveis. Sei que ele está com vontade louca de bombar. Eu também, que ele faça isso. Sinto que meu grelho pede para ser tocado. Coloco a mão por baixo e começo a manipulá-lo. Um prazer diferente toma conta de mim. E levada pelas sensações, passo a rebolar, movendo lentamente o quadril.

Moacir começa a meter. Agora sei que seu mastro está inteiro no meu rabinho. A cada empurrada, seu ventre bate nas minhas nádegas, fazendo barulho e as bolas açoitam os lábios da xaninha. Sinto que o orgasmo está vindo. Tenho vontade de pedir ¨-Mais rápido, mete, mete tudo, me rasga inteira¨, mas me contenho.

Coloco a boca na costa da outra mão para abafar meus gemidos roucos. Em alguns lampejos de lucidez, percebo meus ¨ais e ãiins¨, acompanhando o ritmo do pênis inchado, quando quase sai e volta a entrar fundo. Ele imagina que estou aguentando estoicamente.

Segura firme minhas ancas, na posição de macho dominador. Se meu marido soubesse que estou próxima do clímax… E peço com voz embargada:

– Ai, ai, amor, goza logo, ai, goza amor, vai!

Ele acelera suas estocadas, metendo sem dó. Sua vara sai vai e vem, de forma descontrolada. Ele está arrebatado pelo tesão. Pronto para gozar. Ainda bem, porque eu já não conseguia me controlar. Quando ele dá a empurrada final, soltando ¨ahnns¨ roucos, eu solto um grito e me deixo cair mole, com seu corpo dobrando o peso em mim.

Meus orifícios piscam descontrolados. Tenho um orgasmo intenso, duradouro. E a piroca dele, ejacula forte, soltando jatos de porra quente e depois, continuando a cada pulsada que sinto, ao prender o pedaço de carne invasor. Seu pau, profundamente enterrado, ainda lateja, depositando mais gala nas minhas entranhas.

Moacir beija agradecido minhas costas, dizendo o quanto eu fui incrível. E vai saindo de dentro de mim. Meus músculos anais ajudam a expelir seu pau meio amolecido, que ao sair por inteiro, ainda goteja esperma. Da entrada arrombada, mina o sêmen do meu marido, que escorre pelas minhas partes íntimas. Peço para ele ir pegar papel higiênico no banheiro.

Demorei para entender essa fixação dos homens pelo sexo anal. Dizem até que seria um desejo inconfessável de de serem estimulados ali. Prefiro acreditar que sejam por outras razões, tais como por ser ainda um tabu, algo que poucas mulheres dão, pelo cu ser mais apertado que a vagina, uma prova de amor ou até mesmo um troféu.

De qualquer modo, deve ser algo especial. E por uns tempos, vamos fazer o sexo convencional. Até que ele vai querer meu cuzinho de novo. E começar tudo outra vez. Sei que vou querer também, mas, até lá, tenho que deixar pensado no que vou pedir em troca…

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