Minha prima, meu tesão

Cheguei na casa de minha tia, entrei e fui até a cozinha para tomar um copo de água. Uma visão paradisíaca para meus olhos: minha prima Teodora com uma blusa e uma calcinha, mexia algo na panela. A blusa era do pijama, bem justa, o que salientava os peitinhos dela e a calcinha atolada no reguinho, deixava as popinhas dela à mostra. Virou o rosto, me viu, deu um largo sorriso.
Cheguei perto dela, com cara de bravo:
– Isso são trajes de me receber, Teodora?
– Uai, gostou não? Tá bom, vou lá dentro me vestir de modo mais comportado…
Fez menção de sair, mas eu a segurei e rindo falei:
– Não foi isso que eu quis dizer… acho que você está vestida em excesso… devia estar sem nada!!!
– Ah, priminho safado…
E ai ela me beijou, começou a desabotoar minha camisa. Não pensei duas vezes para colocar as mãos nos peitinhos dela e arrancar a camisetinha do pijama. Nessa altura, minha camisa já saira de mim e minha calça já estava nos calcanhares. Tirei para não tomar um belo tombo. E assim que tirei ela já veio segurando meu pau e me fazendo uma bela chupeta.
Tirei a calcinha dela e não havia mais nada a tirar. Coloquei-a sentada na bancada da pia e comecei a lamber a bucetinha de Teodora e depois de bem lubrificada, enfiei meu pau nela. Escandalosa, ela gritava pedindo mais e mais. Tirei-a da bancada e coloquei-a ajoelhada numa cadeira, metendo por trás, depois fui eu a sentar na cadeira e ela, sentada em meu pau, pulava com todas as forças, gemendo alto.
Quando eu disse a ela que já estava quase gozando, ela levantou-se e ficou me chupando até eu explodir de gozo, enchendo a cara dela com minha porra. Ela esfregou o rosto em meu peito e eu tive de tomar um banho.
Quando sai do chuveiro e entrei no quarto, ela já estava lá, nuazinha.
– Quero mais, quero mais… vem cá!
Me jogou na cama e já veio sentando em cima, com os peitinhos bem perto da minha boca, e eu os chupei enquanto ela rebolava com meu pau dentro dela. Depois ela ajoelhou-se na cama e quando fui penetrar sua xotinha, ela falou:
– Meu cu… come meu cu…
Uau… serviço completo… enfiei o dedo no cu da priminha, depois outro e finalmente encostei a cabeça e fui enfiando bem devagar. Curioso que ela foi levantando o corpo e quando terminei de entrar ela estava praticamente de pé e assim ficou por um tempo. Depois me falou para não tirar e acompanhar seus movimentos, foi descendo até deitar-se na cama e eu com o pau dentro do cu dela. Gozei logo, era impossível segurar…
Naquele dia ela não quis saber de mais nada.
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a cozinha, sem fazer barulho, eu a vi só de calcinha e camiseta, preparando uma banana com aveia. Sem que ela me visse, abaixei-me e fiquei sob a mesa. Dali a pouco ela veio e sentou-se. E quase a matei de susto quando segurei as pernas dela. E fui puxando, e ela saiu da cadeira e sentou-se no chão e eu fui puxando sempre até ela ficar do meu lado e eu levantar sua camiseta e mamar nos peitinhos dela.
– Hoje eu quero café com leite, mas o leite é o seu, viu?
– Mama à vontade, sabe que eu adoro te ver mamando em mim, não sabe?
Virei o corpo e ela entendeu o que eu queria, tirou minha calça de pijama e mamou em meu pau. Ai saímos de debaixo da mesa, continuei deitado e lá veio ela sentar-se em meu pau, me cavalgando, de novo aos gritos. Ergui meu corpo e a beijei, enquanto ela ainda continuava engolindo meu pau com sua bucetinha quentinha. Tornei a deitar e ela se deitou em cima de mim, me beijando com volúpia enquanto mexia com a bunda e fazia meu pau deslizar dentro dela, até eu gozar.
Com uma prima assim…nem dá vontade de sair de casa!

por Kaplan no Conto Erótico

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O Boquete (por ela)

Reproduzo (na íntegra) um texto maravilhoso, da sensacional Lena Lopez.

 

Você sempre sabe o que quero, quando quero e como eu quero! As vezes me perco, olhando para o teu corpo e deixando as fantasias rolarem soltas na minha cabeça. Quando te olho assim, sei que você também se excita, porque os nossos olhos falam um com o outros.
Há dias que não estou a fim de sexo, isto é, sexo comum e convencional e eu quero inovar, até mesmo fazer algo diferente. Há dias que o cansaço fala alto, mas como eu não vivo sem você e o contato com o teu corpo é inadiável para mim, eu tenho que lançar mão das minhas fantasias extravagantes, acalmar esse fogo que você acende dentro de mim, para quem sabe me animar e fazer sexo loucamente com você… E, isso sempre me acontece!
As vezes eu sou direta e sento à tua frente, não preciso te dizer nada, você sabe muito bem o que eu quero! Eu adoro ver a tua cara quando faço isso! Então te abraço pela cintura e com meu rosto acaricio o teu pau amolecido, ainda sob as calças e creio eu, apesar de mole, provavelmente ansioso pelo que eu tenho nos meus pensamentos.
Minha boca já conhece muito bem o gosto, e por isso se enche de saliva, minha língua já distingue cada uma das tuas dobras e meus lábios sabem a intensidade do calor que ele tem! Basta-me apenas pensar para ficar excitada, trazer à tona as minhas memórias, que não são tão antigas assim, ontem mesmo te fiz um boquete delicioso.
Você sabe! Você sabe muito bem o que eu desejo! E eu estou aqui, sentada a tua frente.
Deixe-me abrir o cinto, descer o zíper e levantar a tua camisa e baixar as tuas calças até os pés. Sim eu sei, só de imaginar a minha boca no teu pau, você ficou excitado e endureceu. Deixe-me vasculhar as possibilidades, medir o teu tesão por cima da cueca e sentir a glande, que está saltando para fora, já com uma gota brotando do orifício e escorrendo.
Fecho os olhos, desejando o teu gosto, puxo a cueca para baixo, involuntariamente passo a língua nos meus lábios. Num ato instintivo, minha boca faminta, de uma só vez, envolve teu pau e o suga com ânsia, querendo muito mais do que aquela gota solitária. Sinto que tuas pernas tremem, um gemido louco denunciou-me teu prazer.
Sem usar as mãos, ocupadas com a camisa, você descalça o sapato, desfaz-se das calças e joga tudo para o lado, ficando completamente nu. Não é necessário te pedir, te quero sentado no sofá e você sabe o que fazer, com cuidado, devagar, por que não gosto de retirar da boca e ter que recomeçar.
Vestido preto e decotado, meus seios apoiados nas tuas pernas e sinto neles a tua mão, procurando introduzir-se por baixo do tecido, tentando tirá-los para fora. Sinto uma das alças cair do ombro e a tua mão segurando um dos meus seios, procurando pelo bico intumescido. O calor me faz suspirar, a sensação me arrepia e perco a concentração. Empurro a tua mão, recoloco a alça ao ombro. Você sabe que eu gosto de ficar vestida nessa hora, então por que a teimosia?
Olho para você e engulo o teu pau até a base. Vejo-te estremecer e respirar fundo. Teu pau alcança a minha garganta, sinto teus testículos tocar-me o queixo. Lentamente retiro-o da boca e ao chagar na glande lambo o freio. Novamente abocanho até o fundo e permaneço assim um pouco, sentindo-o latejar dentro da minha boca. Isso me excita mais e começo lentamente o vai-e-vem. Sinto que você segura meus cabelos, proporcionando melhor visão e ao mesmo tempo ajudando-me a continuar os movimentos. Tua ansiedade te faz perder o controle e força a minha cabeça para baixo, fazendo-me engasgar. Sinto falta de ar, você foi além dos meus limites, te olho com reprovação, como pedindo que me você deixe à vontade.
Retomo com mais sede, acelero os movimentos, teu corpo estremece, você geme e urra sem nenhuma vergonha e nem mesmo lembra que as paredes do apartamento tem ouvidos. Você abraça meu corpo com as pernas, me aperta entre as coxas. sinto meus seios espremidos e as costelas doídas, mas continuo lambendo e chupando chupar. Paro os movimentos e fico somente com a glande dentro da boca, dedicando-lhe caricias com a ponta da língua, lambendo o orifício e vibrando-a no freio. Teu pau enrijece mais e torna-se mais quente.
A língua trêmula varre teu pau, de cima para baixo rumo aos testículos, ao alcançá-los, chupo um e depois o outro. Volto à varredura, de baixo para cima e ao chegar na glande, te chupa muito mais forte. Enterro-o na boca e faço vai-e-vem, você se contorce e perde o controle. Te vendo explodir, continuo incansável, acelero mais ainda e ajudo com as mãos, ao mesmo tempo chupo e te soco uma punheta. Dentro da minha boca teu pau incha e lateja, finalmente jorra e enche a minha boca com teu jatos quentes.
– PUTA QUE PARIU, GOZADA DO CARALHO!
– Te prepara, estou muito excitada e a noite… apenas começou!

créditos: Lena Lopez

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