Novas fotos da Miley Cyrus pelada

Miley Cyrus pelada

O fotógrafo Terry Richardson publicou mais imagens da Miley Cyrus pelada para a revista Candy. Nas fotos ela apareceu completamente nua e em variadas posições, incluindo fumando e usando roupas do estilo bondage. Confira abaixo as fotos.

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Sobra mulher no Brasil!

Sobram mulheres na sociedade brasileira. Uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (17) indica que elas são 51,4% da população, contra 48,6% do sexo masculino. Considerando a divisão por estados, as mulheres são maioria sobre os homens em 20 unidades da Federação conforme o quadro.

O Rio de Janeiro é o estado brasileiro que mais concentra mulheres, de acordo com o IBGE. São 53,2% de cariocas do sexo feminino contra 46,8% do masculino. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, a diferença é ainda maior: 53,6% de mulheres contra 46,4% de homens.

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Na segunda posição, aparece o Distrito Federal, onde a população é formada por 53,1% de mulheres e 46,9% de homens. O terceiro lugar pertence a dois estados nordestinos, Pernambuco e Alagoas, onde 52,5% da população é feminina e 47,5%, masculina.

Em São Paulo, estado mais populoso do Brasil, 51,5% da população é formada por mulheres e 48,5%, por homens. Na região metropolitana, a diferença é maior: 52,1% de mulheres e 47,9% de homens.

Em três estados brasileiros, existe um empate entre o percentual de homens e de mulheres — é exatamente meio a meio, segundo o IBGE. São os casos do Acre, Mato Grosso e Goiás.

Maioria de homens

Os homens são maioria em apenas quatro estados: Rondônia, Roraima, Amazonas e Pará. Em Rondônia, 50,7% da população é do sexo masculino. Na segunda posição, aparece Roraima, com 50,2% de homens. Dividem a terceira posição Amazonas e Pará, com 50,2% de homens cada.

As informações estão na Síntese de Indicadores Sociais 2014, feita com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013, no Censo Demográfico 2010, na Projeção da População do Brasil por sexo e idade 2013, em dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), do Ministério da Educação, e SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), do Ministério da Saúde.

O estudo traz informações sobre demografia, famílias, educação, trabalho, rendimento e domicílios, apresentando novas abordagens, como a análise das diferenças por gênero, cor e raça e idade.

Matéria do R7

BRASILEIRAS PREFEREM SEXO A UMA BOA NOITE DE SONO, APONTA ESTUDO

Um estudo revelou  que entre 60% e 70% das mulheres de Estados Unidos, Reino Unido e China estão satisfeitas com sua vida sexual, mas preferem uma boa noite de sono a fazer sexo. No Brasil, no entanto, apenas 32% das mulheres prefeririam dormir, segundo a pesquisa, feita pela companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard. Esse dado contrasta com as preferências de chinesas (70% preferem o sono ao sexo), britânicas (68%) e americanas (60%).

Além disso, o estudo revelou que se americanas e britânicas tivessem que optar entre abrir mão de fazer sexo ou deixar de usar tecnologia durante três meses, a maioria deixaria de lado sua vida sexual. Outras preferências sobre questões financeiras e qualidade de vida foram mostradas nesse estudo, intitulado “Mulheres, Poder & Dinheiro” que se baseou em 4,3 mil entrevistas realizadas em agosto de 2014 nos EUA, Reino Unido, Brasil e China.

Ao serem perguntadas sobre sua definição de sucesso, as mulheres citaram com mais frequência a segurança financeira, a família e a felicidade, ao invés da riqueza, do luxo e de se tornar uma executiva brilhante. Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família e, especialmente, fazer com que seus filhos tenham acesso à universidade.

O estudo também mostrou que cerca de 90% das mulheres preferem viver dez anos com uma boa qualidade de vida, do que 20 sem poder usufruir de plena autonomia.No entanto, curiosamente, a percepção da idade varia segundo os países.Em média, britânicas, americanas e brasileiras acham que a ‘velhice’ começa aos 70 anos, enquanto na China começa aos 59 anos para as mulheres e aos 60 para os homens.

Além disso, o desejo das mulheres de ter privacidade nas redes sociais supera, cada vez mais, o de compartilhar suas experiências na internet. Dois terços de britânicas e americanas e 80% das brasileiras tomaram medidas específicas para proteger sua privacidade na rede. De fato, em Reino Unido, Estados Unidos e China, um terço das mulheres presta cada vez mais atenção ao que compartilham nas redes sociais, enquanto no Brasil esse número chega a 61%.

Metade das mulheres que participaram do estudo, que têm idades entre 21 e 70 anos, disseram que presenciaram avanços socioeconômicos em sua vida, enquanto 10% das entrevistadas afirmaram que seu status social piorou. Em relação ao futuro, a maioria o vê de forma positiva, com grandes oportunidades e desafios no horizonte que podem ser aproveitados.

Em média, as mulheres de classe média acreditam que seria necessário um aumento de cerca de 75% em sua renda para que possam ascender à classe média alta, enquanto as mulheres deste último status social acreditam que deveriam ter um patrimônio duas vezes maior para chegar à classe alta.

Fonte: G1

Entendendo o orgasmo feminino.

O sexo para a mulher, começa muito antes da cama e termina muito depois dela. Apesar de alguns homens estarem conscientes desse fato, poucos realmente o levam a sério. Mal sabem quantas oportunidades estão desperdiçando. Sempre conto esse segredo para os homens que atendo no meu consultório, inclusive me apoiando em depoimentos preciosos dados por mulheres com quem já conversei, como os abaixo:

“Não foi o tamanho do pau dele que me impressionou, mas a maneira como de manhã ele tratou aquela senhora que mal conseguia atravessar a rua. Sua delicadeza me deixou super-excitada.”

 “Ele se esforçou como um guerreiro, até broxou, mas foi a dignidade de olhar nos meus olhos e dizer que estava ansioso por me deixar molhada que me cativou para ter mais sexo com ele.”

 “Quando ele colocou gentilmente minha cabeça sobre o braço dele sem me fazer correr dali como uma vagabunda eu soube que ele seria o pai dos meus filhos. E foi.”

Não quero dizer que os corpos, as línguas, os toques e a força não contam para impressionar, mas a qualidade determinante está muito longe dos lençóis. A mulher goza, primeiramente, pela mente. É pela personalidade dele que elas se apaixonam. Pintos existem muitos, mas pessoas incomuns são raras. Ela até pode querer saborear uma foda incrível com um cara patético, mas entre essa rapidinha e o caráter de um aprendiz, ela prefere trabalhar em cima do valor que o principiante tem. E esse pequeno fator que faz a mente de uma mulher gozar é negligenciado pela maioria dos homens.

A mulher transa com uma narrativa que vai sendo tecida para além do desejo sexual –ela não é fisgada pela potência genital do homem, mas pela sua capacidade de penetrar o mundo. Não é da broxada, da falência e do erro que ela foge, mas dá incapacidade de reagir, retomar e se soerguer. A possibilidade de poder viver uma jornada ao lado de um homem incrível, a excita mais do que bombadas dadas por um cara de pinto grande. É por isso que, na maioria das vezes em que uma mulher recusa o sexo, ela está procurando o algo mais naquele homem. É um desafio para que ele tire a venda que está em seu coração e a penetre com o corpo todo, não só com o penis.

Ela se aborrece não pela ejaculação precoce, mas pelos olhos desconcentrados e a preocupação em parecer poderoso só para si mesmo. Ela fica seca com o egoísmo que a desconsidera como parte essencial do prazer do casal. Ela esfria quando ele tenta romper a meia luz envergonhada, por conta de uma dobrinha a mais, só para ver pornograficamente tudo as claras. Ela broxa se a mão dele está desatentamente gelada na hora do toque ou se ele nem se deu ao trabalho de aparar as unhas para masturbá-la. Não é com o tapa da bunda que ela se ofende, mas com a cegueira emocional de um homem tão autocentrado que nem a si mesmo enxerga. Degustar cada espaço, reparar no detalhe comum da dobra atrás do joelho, brincar com a água que espirra debaixo do chuveiro são êxtases silenciosos e superficialmente não sexuais. Para um olhar condicionado é apenas um ato comum.

O que esfria a mulher é quando a cama é só cama, de madeira, molas, espuma, genitais e movimento. O que a incendeia, ainda que ela diga que também gosta de sexo impessoal, é perceber pelo brilho nos olhos dele, que ele a enxergou por trás da bunda grande ou das coxas torneadas.

CASAL SEM VERGONHA

 

 

Pesquisa diz: jovens brasileiras são as mais infiéis do mundo!

Antes que a polêmica seja instaurada, vamos ao que interessa. O site de relacionamento extraconjugal AshleyMadison.com – ou seja, um site dedicado especialmente a pessoas que estão em um relacionamento, mas procuram outros parceiros – divulgou uma pesquisa apontando que as mulheres brasileiras são as mais jovens quando o assunto é infidelidade.

Baseado na idade média das inscritas no serviço, de 26 anos, o diretor geral do site no Brasil, Eduardo Borges, cravou: “Dados recentes representam que as brasileiras já iniciam seus relacionamentos extraconjugais com apenas 1 ou 2 anos de casamento”. Segundo ele, a “culpa” da insatisfação das jovens brasileiras pode ser da própria cultura sensual do País, que não suprime o desejo sexual.

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Feita com mais de 2.500 mulheres, uma outra pesquisa mostra que 57% delas admitem ter dois ou mais amantes ao mesmo tempo. De acordo com 46%, o desejo de variedade é o principal motivador da traição e 14% se queixam da falta de sexo no casamento.

A pesquisa também faz um “top 5″ das cidades que tiveram as mulheres mais jovens entrevistadas, que admitiram ser infiéis. Goiânia e Florianópolis tiveram uma maioria de 25 anos, Belo Horizonte de 26, Salvador de 27 e São Paulo de 28 anos.

 

Notícia do Terra

Maravilhosamente Lola…

Vinte dois anos, formada em Letras pela Universidade Federal de São Carlos, redatora de blog, escritora, prostituta. Isso mesmo, prostituta! E qual o problema? Autora de “O prazer é todo nosso”, como já contamos aqui em outra ocasião, Lola Benvenutti relata em seu livro suas vivências como prostituta. Mas, dessa vamos falar menos e mostrar um pouco mais da prostituta mais cult (e desejada) do Brasil no momento. Chega de conversa, vamos apreciar mais um pouco essa maravilha que se chama “Lola”.

lola1 lola22 lolla 3 lola 334   lola4 Estou errado em ser apaixonado por Lola? Comente! Por: Dom Ricardon

Os maiores mitos sobre sexo em que você precisa parar de acreditar

Todo mundo deve lembrar daqueles boatos sobre o sexo que são contados na época do colégio e, com o tempo, assimilados como se fossem verdade absoluta pelo nosso subconsciente. A boa notícia é que o “Institute For The Study of Neurologic Deseases” (ISUD), nos EUA, desmentiu a maioria dos mitos sexuais. Pode respirar com alívio: o tamanho do pênis não importa, masturbação é normal e não é sinal de falta de amor e pornografia pode ser uma experiência positiva.

“O tamanho do pênis é o que determina o prazer da mulher”

Muita gente difundiu o mito de que o tamanho o órgão genital do homem é responsável pelo prazer. Mas o ISUD explica que apenas 1% das mulheres classificam o tamanho do pênis como “muito importante” na hora do sexo, ou seja, uma parcela muito pequena.

Outros resultados também apontam que 32% do público feminino prefere grossura a comprimento. Não precisa ser bem dotado como o Jared Leto.

“A masturbação diminui depois que você começa um relacionamento”

O Divando já falou que a masturbação é algo natural e sem restrição de idade. E essa constatação também é feita pela “Social Organization Of Sexuality”, da Universidade de Chicago, que falou com pessoas que estavam namorando e descobriu que 85% dos homens e 45% das mulheres se masturbam com frequência.

Os números podem mudar, já que enquanto os homens se masturbam mais durante a juventude, as mulheres tendem a se masturbar mais depois dos 30 anos. Ou seja, é natural e todo mundo faz, aceita que dói menos.

“A escolha do parceiro se baseia na performance sexual”

Uma série de estudos feita pelo “Journal of Personality and Social Psychology” em 37 países mostra que as mulheres escolhem um parceiro que tenha condições de criar uma criança ou formar uma família (dentro desse meio estão aspectos financeiros, ambição e criatividade). Já os homens procuram uma parceira que simbolize fertilidade (e juventude). Quem diria que a escolha de um parceiro para a vida se basearia em… Capacidade de ter e criar crianças.

É claro que estamos cientes que existam casais que não querem ter filhos, o mundo está cheio de exceções às regras. Mas esse foi o resultado do estudo.

“Homens devem estar sempre prontos para fazer sexo”

Assim como as mulheres, às vezes os homens não sentem vontade de fazer sexo. Os motivos podem ser variados, como simplesmente não ter vontade em algum momento, cansaço ou até o desejo de construir mais intimidade antes da transa.

Fun Fact: O “Journal Of Sex Research” descobriu que homens que acreditam que ~devem~ sempre estar prontos para o sexo geralmente apresentam problemas, como disfunção erétil, por exemplo. Agora muita coisa faz sentido!! Rsrsrs

“A pornografia pode prejudicar o relacionamento”

Como diria Inês Brasil, isso é “uma pornô”! Assim como ela, o ISUD afirma que o uso ocasional de material pornográfico não prejudica nenhum relacionamento. Pelo contrário, pode até ajudar.

Um estudo feito com 8.376 pessoas mostra que o uso em pouca e média quantidade de pornografia pode ser positivo para a vida amorosa, aumentando a frequência e qualidade do sexo, assim como o nível de intimidade do casal

Agora, na próxima vez que alguém falar algum mito sobre relações sexuais você pode contestar e contribuir para o mundo seja mais livre e ~tenha muitos sexos~.

 

Por: Divando Pop

12 coisas que você não sabe sobre xerekas

Pesquisando sobre sexo, contos, vídeos e tudo sobre o conteúdo, olha o que acho:

“Galere, me mudei pra Inglaterra essa semana, por isso, não teremos vídeos essa semana e provavelmente nem na próxima, para que eu possa me adaptar e agilizar todo o equipamento de gravação que preciso aqui, enquanto isso vou atualizando o blog sempre que der.
Obrigada por entenderem que como qualquer ser humano também preciso de um tempinho de “descanso” do trabalho.”

Fica ai com esse vídeo curioso sobre vaginas:

E aí, você achava que sabia sobre vaginas? E agora?

“Sexy sem ser vulgar”

Desvincular a nudez do pecado e do pornográfico. Esse é o objetivo de uma série de retratos feita por uma fotógrafa de Campinas (SP). O projeto de Andrea de Lima, de 26 anos, pretende libertar o corpo nu do tabu de proibido que ele carrega na sociedade contemporânea. Para despir suas imagens desse ‘fardo’, a artista escolheu mostrar pessoas comuns peladas, em atitudes corriqueiras do próprio cotidiano.

“Todo mundo nasce pelado e esta é uma afirmação impassível de ser contradita. Contudo, mal nascemos e já nos enfiam uma touca na cabeça, nos enrolam num pano e nos cobrem as vergonhas. Afinal, pra que tanta vergonha?”. Esse é o questionamento que serve de ponto de partida para a obra de Andrea e é com ele que a artista embasa as fotos que faz desde que começou a trabalhar com esse gênero.

Ela, que também faz fotografias de eventos, conta que o interesse em trabalhar com o nu surgiu depois de uma experiência como modelo. “Eu posei nua para dois fotógrafos e gostei muito. Achei uma experiência libertadora”, ressalta.

Veja algumas imagens:

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Mais imagens : http://nucotidiano.tumblr.com/

Fonte: Testosterona

Qual o problema em homens gostarem demais de mulheres?

Praticando meu exercício diário que é ler coisas relacionadas a sexo na internet: achei esse post muito bem escrito, por sinal Nem machista, nem para machão! Apenas para homens, para homens que como eu, gosta muito de mulheres. A autoria é de Ivan Martins, para a Revista Época.

Fiquem à vontade!

Virou moda falar mal dos homens que têm muitas parceiras. Num mundo em que a opinião das mulheres é cada vez mais importante, o sujeito comedor, galinha, cafajeste e sem vergonha tornou-se uma espécie de inimigo público número 1. É o tipo de homem que as mulheres não desejam para a sua amiga, odiariam ver ao lado da filha, mas, quem sabe, talvez ficasse bem no sofá da sua própria sala, ou naquela mesa firme da cozinha… Mas, bem, eu estou me adiantando.

O que eu queria dizer, primeiro, é que esse julgamento severo contra os sedutores esconde moralismo raso e uma forma utilitária de ver o mundo.

Qual o problema com o sujeito que se relaciona com várias mulheres e não se fixa em nenhuma delas? Não existe lei ou código de ética que obrigue o sujeito a namorar, casar e montar família se ele não se sente inclinado a isso. É uma questão de estilo de vida e de escolha pessoal. Há quem goste de viver acasalado, há quem goste de ser livre. Isso não deveria ser material de debate ou julgamento. É um direito elementar.

Mas a recusa masculina em se domesticar, sobretudo se parte de homens atraentes, desperta reações emocionais violentas. Coletivamente, a solteirice deles é vista como um desperdício social e genético. Como um cara desses se recusa a ser o meu príncipe encantado? Pessoalmente, algumas mulheres ficam ofendidas porque o sujeito seduz e envolve, mas não se deixa envolver e seduzir na mesma proporção. A recusa dele magoa e faz sofrer as mulheres que ele conquista – e isso tornaria o sedutor uma espécie de criminoso emocional. No mínimo, um predador de moças incautas. Será?

Mesmo com boa vontade em relação às mulheres, não consigo vê-las como vítimas nessa situação.

Obviamente, o sujeito que transa com todas as mulheres conta com a cumplicidade delas. Um galinha só consegue ser galinha porque muitas mulheres gostam dele. Elas disputam a sua companhia e lhe abrem a porta da sua intimidade. Em qualquer grupo de amigos ou local de trabalho, todo mundo sabe quem é o cara que pega todas as garotas. Se ele continua pegando é porque elas gostam – então é o caso de assumir a responsabilidade moral por isso, em vez de jogar a culpa no sujeito. O século XXI não é o das coitadinhas.

Aqui começa a segunda coisa que eu gostaria de dizer: os caras que seduzem as mulheres não são todos iguais. Há pelo menos dois tipos básicos, que têm pouco em comum entre si, mas costumam ser injustamente confundidos.

O primeiro, que as mulheres realmente desprezam, é o carente. Ele pode ser bonito e bom de conversa, mas é, fundamentalmente, um cara que precisa patologicamente de atenção. Sexo com ele é secundário e, segundo eu ouço, de segunda linha. O carente corre atrás das mulheres porque não se aguenta sozinho por cinco minutos, não porque goste especialmente delas. Se você deixá-lo no restaurante, vai xavecar a garçonete. Se você for ao banheiro, ele vai dar em cima da sua mulher. O cara é compulsivo, um bebezão desamparado que estica os braços para toda mulher bonita que passa. Diz e faz o que for necessário para ganhar um colinho, depois tchau.

Esse tipo de sujeito, na verdade, não presta muita atenção na mulher dele. Não por muito tempo, ao menos. Ele está preocupado demais consigo mesmo e com a próxima mulher da vida dele, que acabou de passar pela porta. Por isso a fila anda tão rápido. Ele precisa renovar seus objetos de afeto para manter o interesse. E as mulheres também não o aguentam por muito tempo. Na intimidade, esse tipo de cara parece ser um saco de problemas, que elas logo se cansam de carregar. Ou não… Conheço mulheres que ficaram apegadas por longo tempo, sofrendo como personagem de novela. Voluntariamente.

Esse Dom Juan infantil e compulsivo pouco tem a ver com o segundo tipo de sedutor, os caras que gostam muito das mulheres. Esses são minoria em relação aos carentes e herdam parte da má reputação que eles constroem. Mas não deveria ser assim. Como qualquer mulher que já se envolveu com um deles pode atestar, o cara que gosta muito das mulheres costuma ser uma excelente experiência, por várias razões.

A mulher é a prioridade dele. Enquanto os outros homens se distraem com trabalho, futebol e leitura, esse sujeito investe o tempo e a admiração dele no sexo oposto. Liga, frequenta, cultiva. Tem energia para sair de noite, para esticar a conversa, para transar quando os outros já estão dormindo. Ele mantém o foco. Não há risco de que fique no sofá, vidrado na TV, enquanto a gatinha espera na cama de camiseta e calcinha. Nem vai acontecer daquele fim de semana passar em branco porque ele está exausto. O cara gosta demais do corpo, do jeito e do cheiro da mulher para permitir que ela se entedie. Para ele, cada momento de intimidade com ela é uma festa.

Esse tipo de sedutor tem sucesso entre as mulheres porque é autêntico. Ele não finge sentimentos que não tem nem faz promessas que não está disposto a cumprir. Joga limpo e entrega a mercadoria que promete: muita atenção, sexo intenso e, quem sabe, um bom romance.

Por não ser um patológico, ele às vezes se envolve, mas não é fácil mantê-lo por perto na exclusividade. Há muitas mulheres irresistíveis no mundo para quem gosta tanto delas. Há muitas mulheres dando mole para os homens que sabem fazê-las felizes. Eles são concorridos. Mesmo assim, o homem que gosta muito das mulheres se apaixona. Ao contrário do carente, que não sustenta nada emocionalmente, ele fica, participa, constrói. Ainda que não dure para sempre, como quase nada dura. Se durasse para sempre, aliás, talvez ele deixasse de ser o homem que gosta demais das mulheres e se tornasse apenas um marido, com tudo de bom e mau que isso implica.

Logo, eu pediria às mulheres que tirassem esse tipo de sedutor da lista de procurados pela Polícia Federal. Eles são do bem. Podem quebrar um coração ou outro ao longo do caminho, mas quem nunca fez isso? Na conta geral, distribuem muito mais satisfação do que provocam sofrimento. Eles ajudam marcar na régua a intensidade a que pode chegar uma relação. Eles ficam na memória como coisa boa. Eles proporcionam, com todos os seus problemas, um tipo de relação que todo mundo deveria ter algum dia na vida: sem futuro, mas com um presente inesquecível.