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Nova brincadeira, de mau gosto, “roleta russa da aids” torna-se tendência em festas sexuais na Europa.

Homens estão colocando em risco a própria vida em orgias de “roleta russa” da AIDS.

No grupo que irá praticar relações sexuais, um está infectado com HIV. A revelação impressionante foi feita por um stripper conhecido apenas como Tijana, seu nome artístico.

Ele ainda teria revelado que o príncipe de Iorque, terceiro filho da rainha Elizabeth II do Reino Unido, teria participado de uma dessas orgias.

Através de nota, o príncipe Andrew negou qualquer participação em festas sexuais desse caráter e ainda afirmou nunca ter participado de orgias.

Tijana, que tem 23 anos, apresentou uma série de locais onde as supostas orgias estão acontecendo. Apelidada de “roleta do sexo esloveno”, vários famosos estão participando da brincadeira perigosa em toda a Europa.

Formou-se uma espécie de partido, onde os que pretendem fazer parte do grupo precisam usar máscaras, para que ninguém saiba quem está por trás. A “brincadeira” está no fato de que um dos participantes que usa a máscara tem HIV diagnosticado.

 

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Em entrevista ao jornal Telegraph, ele disse: “Eu posso ver que todo mundo está falando sobre festas de sexo agora, desde que vasou a participação do príncipe Andrew, mas na verdade elas têm sido muito comuns há bastante tempo. Aqui na Sérvia, o que me chocou de verdade, foram essas festas com um participante com HIV. Essa variação me parece extrema e muito bizarra”.

Ele prossegue: Quem organiza são pessoas muito ricas e o prazer parece estar embutido no fato de em uma única relação sexual existirá o potencial risco em sair contaminado”.

Segundo Tijana, a prática teve início na Eslovênia, e causa excitação em pessoas que desejam correr riscos.

 

Vi no Jornal Ciência

BRASILEIRAS PREFEREM SEXO A UMA BOA NOITE DE SONO, APONTA ESTUDO

Um estudo revelou  que entre 60% e 70% das mulheres de Estados Unidos, Reino Unido e China estão satisfeitas com sua vida sexual, mas preferem uma boa noite de sono a fazer sexo. No Brasil, no entanto, apenas 32% das mulheres prefeririam dormir, segundo a pesquisa, feita pela companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard. Esse dado contrasta com as preferências de chinesas (70% preferem o sono ao sexo), britânicas (68%) e americanas (60%).

Além disso, o estudo revelou que se americanas e britânicas tivessem que optar entre abrir mão de fazer sexo ou deixar de usar tecnologia durante três meses, a maioria deixaria de lado sua vida sexual. Outras preferências sobre questões financeiras e qualidade de vida foram mostradas nesse estudo, intitulado “Mulheres, Poder & Dinheiro” que se baseou em 4,3 mil entrevistas realizadas em agosto de 2014 nos EUA, Reino Unido, Brasil e China.

Ao serem perguntadas sobre sua definição de sucesso, as mulheres citaram com mais frequência a segurança financeira, a família e a felicidade, ao invés da riqueza, do luxo e de se tornar uma executiva brilhante. Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família e, especialmente, fazer com que seus filhos tenham acesso à universidade.

O estudo também mostrou que cerca de 90% das mulheres preferem viver dez anos com uma boa qualidade de vida, do que 20 sem poder usufruir de plena autonomia.No entanto, curiosamente, a percepção da idade varia segundo os países.Em média, britânicas, americanas e brasileiras acham que a ‘velhice’ começa aos 70 anos, enquanto na China começa aos 59 anos para as mulheres e aos 60 para os homens.

Além disso, o desejo das mulheres de ter privacidade nas redes sociais supera, cada vez mais, o de compartilhar suas experiências na internet. Dois terços de britânicas e americanas e 80% das brasileiras tomaram medidas específicas para proteger sua privacidade na rede. De fato, em Reino Unido, Estados Unidos e China, um terço das mulheres presta cada vez mais atenção ao que compartilham nas redes sociais, enquanto no Brasil esse número chega a 61%.

Metade das mulheres que participaram do estudo, que têm idades entre 21 e 70 anos, disseram que presenciaram avanços socioeconômicos em sua vida, enquanto 10% das entrevistadas afirmaram que seu status social piorou. Em relação ao futuro, a maioria o vê de forma positiva, com grandes oportunidades e desafios no horizonte que podem ser aproveitados.

Em média, as mulheres de classe média acreditam que seria necessário um aumento de cerca de 75% em sua renda para que possam ascender à classe média alta, enquanto as mulheres deste último status social acreditam que deveriam ter um patrimônio duas vezes maior para chegar à classe alta.

Fonte: G1

Mais de 70% das mulheres são apaixonadas por futebol – diz pesquisa.

Sim, elas gostam de futebol. Claro que entendem. Sabem a escalação do time, sim. Do delas, do meu, do seu. A mulherada representa 33% dos super fãs de futebol e 72% elegeu o esporte como primeira paixão, segundo o Ibope – derrubamos o clichê machista de que futebol não é para mulheres.

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“Futebol é coisa de homem”

Homens são mesmo loucos por futebol. E quem diz isso são os números: 82% dos brasileiros citaram o esporte como a primeira paixão, em pesquisa feita pelo Ibope em 2013. Nenhuma surpresa, certo? Mas os números também revelam uma realidade que talvez você não conhecia: 72% das mulheres também elegeram o futebol como primeira paixão. Pois bem. Elas estão cada vez mais se interessando ou assumindo gosto por esportes em geral: 47% dos fãs de MMA são mulheres, também segundo o Ibope.

Mulher não entende nada de futebol”

É uma frase famosíssima, culturalmente propagada por pais, mães, avós, homens e mulheres machistas. A própria produção cultural do país costuma considerar as mulheres como parte desse meio com papeis de torcedoras, mães, namoradas, e raramente como jogadoras.

Os esteriótipos são conhecidos, como a masculinização das mulheres que entendem de futebol e a ideia de que mulheres bonitas não entendem nada ou não podem ser levadas a sério. O que é uma grande besteira, visto que podemos citar inúmeros nomes conhecidos de mulheres ligadas ao esporte que representam muito bem os dois times. As jornalistas e apresentadoras Renata Fan (que foi modelo e Miss), Glenda Kozlowski (em programas de esporte há 22 anos), Michelle Giannella (do Mesa Redonda, na TV Gazeta, o mais antigo programa do gênero), Gabriela Pasqualin (da RedeTV!), entre muitas outras.

Maria Clara Ciasca é a única mulher na redação do GloboEsporte.com. A redação tem cerca de 20 homens, mas ela não sofre preconceito por ser mulher: “No meu caso, é super tranquilo. Desde o primeiro dia, o pessoal me trata com muito respeito e eu nunca me senti mal com nenhum tipo de brincadeira. Pelo contrário, eu entro na deles e brinco também”, conta.

Camila Mattoso, repórter da ESPN, conta que a redação tem apenas quatro mulheres. E além de escrever, Camila também joga futebol: “Comecei quando era criancinha, ficava jogando no meu prédio sempre só com meninos, porque não tinha mais ninguém para me acompanhar. Tentei ajudar as meninas a jogarem bola também, mas não deu muito certo”, brinca.

O pior, para Camila, não são as brincadeiras, mas sim as situações constrangedoras com entrevistados: “Já aconteceu e ainda acontece de eu ligar para o cara e ele chamar para sair, para jantar; já tive que dizer que tenho marido e filhos; explicar que eu não queria nada além de notícias. É complicado”, revela

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Lugar de mulher é na cozinha”

É outra frase clássica. E Maria Clara conta que já ouviu uma dessa: “Comigo, só aconteceu uma vez de um torcedor na arquibancada gritar para mim que lugar de mulher é atrás do fogão e não no estádio. Eu dei risada”. É verdade que muitas mulheres evitam frequentar os estádios por ainda considerarem um lugar perigoso – o que também não deixa de ser verdade, em partes.

Certa vez li um texto da jornalista Fernanda Zaffari falando da relação entre mulheres e futebol, com humor, e tomei a liberdade de citar um trecho aqui: “Estádio de futebol ainda não é teatro ou cinema e é preciso se adaptar a certas especificidades. Afinal, eles chegaram primeiro.

Ruivas em extinção?

Dias de Ruivo é o nome de um festival na Holanda. Morenos, louros, negros e asiáticos são até bem-vindos, mas a ideia é que os tipos de pele clara, sardentos e de cabelos vermelhos se encontrem para conversar, trocar impressões. E lá não acontecem apenas debates: há jogos, brincadeiras e, segundo os participantes, todas essas dinâmicas são importantes para que eles não se sintam tão isolados.

A inglesa Louisa Morgan e o marido David levaram a filha de 5 anos até Breda, no sul da Holanda. A viagem tinha um propósito bem claro, além da diversão: mostrar à menina que ter o cabelo vermelho é não nada fora do comum. Ali, desde 2005, uma vez por ano, moradores de diversos países se participam de evento diferente com pessoas bem parecidas. O festival Dias de Ruivos promove um fim de semana com festas, sessões de fotos, exposições e concertos. Uma das atrações mais concorridas é a tenda do encontro rápido. A cada dez minutos, os participantes trocam de lugar para conhecer a pessoa que está sentada na frente. O espaço é aberto a todos os visitantes, não apenas pessoas de cabelos vermelhos.

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Para a estudante alemã Astrid Roth, a experiência de conhecer outros ruivos de um jeito tão rápido emociona. “Realmente gostei da agilidade dos encontros. Foi muito emocionante conhecer outras pessoas que tinham as mesmas experiências que eu”, conta. O estudante de filosofia holandês Bart de Mol afirma que é provável que tenham menos ruivos no planeta a cada ano. Por isso, iniciativas como essa, de um encontro rápido, são uma boa ideia. “É ótimo que a gente tenha esse festival, mas acho que esse encontro rápido deveria ser o objetivo central. É bom para a gente conhecer novas pessoas. Até existe a possibilidade de rolar algo mais”, afirma.

Ele tem razão quando fala em extinção. No laboratório de genética humana de Amsterdã, o doutor Erik Sistermans diz que, em termos genéticos, os ruivos estariam com os dias contados. O perigo estaria associado à circulação cada vez maior de indivíduos pelo planeta. “Isso tem a ver com o fluxo de pessoas de países com poucos ruivos para países com grande população de ruivos. Para nascer uma criança de cabelo vermelho, você precisa que o pai e a mãe tenham o gene para isso, o que é muito raro numa população mais mestiça”, explica o médico.

O aquecimento global também poderia por em risco a permanência dos ruivos entre nós. Segundo os geneticistas, a mutação do gene recessivo responsável por essas características está relacionada à baixa luminosidade. Ou seja, quanto mais dias ensolarados, menos chance de a mutação acontecer.

Atualmente, a Escócia tem o maior percentual de pessoas com cabelos naturalmente avermelhados. Eles representam cerca de 13% dos habitantes. A Irlanda fica em segundo lugar, com 10% da população. No cinema, eles também não são muitos. Mas é difícil esquecê-los. Dos sucessos de Rita Hayworth, às aventuras de Annie, Jessica Rabbit, de Nicole Kidman em diversas versões mas, principalmente, como Satine, de Moulin Rouge.

Fonte: Globo News

Sexo pode deixar 7 anos mais jovem

Sexo rejuvenesce de cinco a sete anos.Palavra do psicólogo David Week, do Hospital Royal Edinburgh. Por dez anos ele perguntou aos seus pacientes de todas as idades sobre a vida sexual. Quem parecia mais jovem, geralmente, fazia até 50% mais sexo do que os outros – entre o pessoal de 40 a 50 anos, os mais ‘jovens’ transavam, em média, 3 vezes por semana.

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É que o sexo desencadeia uma porção de coisas boas no corpo: libera endorfina, substância química que te dá sensação de prazer, e ainda age como um remédio natural contra a dor, diminuindo a ansiedade e facilitando o sono; melhora a circulação sanguínea; pode aumentar a produção de hormônio do crescimento, o que aumenta a elasticidade da pele. “A qualidade do sexo nos adultos mais velhos é um sinal de boa saúde e bem-estar. Além disso, um estudo de 1997 mostrou que o risco de mortalidade diminui 50% nos grupos de homens com alta frequência de orgasmos (no mínimo duas vezes por semana) do que o outro grupo”, explica Week.

Fonte: Super Interessante

A nova moda de “correr pelada”

Pela terceira vez em apenas de 11 dias, uma mulher foi flagrada pelada, pelada nas ruas no Rio Grande do Sul. pós dois casos de nudez registrados no intervalo de uma semana, uma terceira mulher foi flagrada correndo completamente nua neste domingo (9) no centro da capital.

A última parecia uma corredora comum, se exercitando na rua, com boné para se proteger do sol e do forte calor e tênis apropriados. A não ser pelo fato que ela estava totalmente nua.

Seria uma nova tendência por lá?

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Os outros dois casos:

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E se essa nova moda se espalhar pelo Brasil?

 

Beijinhos!

O que NÃO fazer antes, durante ou depois de um sexo casual

Tomar banho, usar a escova de dentes do cara, se enrolar pra ir embora. Veja as coisas que você não deve fazer durante ou depois do sexo casual.

Sexo é bom e todo mundo gosta. E quando a gente não tem um parceiro fixo, as opções são poucas (ou muitas, dependendo do ponto de vista, né?). Rola ficar nos brinquedinhos, assistir a um filme ~inspirador~, chamar o “amigo com benefícios” ou, de repente, ter uma one night stand – trocando em miúdos, uma noite de sexo casual.

Tá tudo muito bom, a noite foi ótima. Pode ser que role outra dessas. Pode ser que vingue um casinho. Pode ser que tenha sido só uma noite mesmo, mas uma noite legal, pra ficar na memória. Mas para isso tem algumas regrinhas de “etiuqueta do sexo”  que é pra evitar que você seja aquela chata que o cara não quer ver nem do outro lado da rua. Então se liga nas coisas que você NÃO deve fazer durante o sexo casual. Nem depois. Nem antes.

“DIZER TE AMO”

Parece óbvio. Mas vai que, na hora da empolgação, sai um “eu te amo” aleatório? Ou naquela hora de relaxamento pós-sexo? O máximo que você vai conseguir neste caso é assustar o moça

“FALAR DE OUTRAS EXPERIÊNCIAS”

Perguntamos sobre isso a alguns amigos da redação do Divando, como o publicitário Tiago Dutra, que foi bem enfático: “A garota jamais deve falar, citar ou dar a entender sobre outros caras”. A comparação, colega, não tem nenhuma função. Só serve pra você comentar com as amigas. Na cama, com outro cara, é deselegante.

“TOMAR BANHO”

Esta é a opinião de todas as mulheres aqui da redação: tomar banho é algo muito pessoal e não combina com o sexo casual. “Acho que o banho é algo para outro momento, quando você já temcerta intimidade com a pessoa”, segundo as meninas. Deixa a ducha pra hora que chegar em casa.

12 coisas que você não sabe sobre xerekas

Pesquisando sobre sexo, contos, vídeos e tudo sobre o conteúdo, olha o que acho:

“Galere, me mudei pra Inglaterra essa semana, por isso, não teremos vídeos essa semana e provavelmente nem na próxima, para que eu possa me adaptar e agilizar todo o equipamento de gravação que preciso aqui, enquanto isso vou atualizando o blog sempre que der.
Obrigada por entenderem que como qualquer ser humano também preciso de um tempinho de “descanso” do trabalho.”

Fica ai com esse vídeo curioso sobre vaginas:

E aí, você achava que sabia sobre vaginas? E agora?

“Sexy sem ser vulgar”

Desvincular a nudez do pecado e do pornográfico. Esse é o objetivo de uma série de retratos feita por uma fotógrafa de Campinas (SP). O projeto de Andrea de Lima, de 26 anos, pretende libertar o corpo nu do tabu de proibido que ele carrega na sociedade contemporânea. Para despir suas imagens desse ‘fardo’, a artista escolheu mostrar pessoas comuns peladas, em atitudes corriqueiras do próprio cotidiano.

“Todo mundo nasce pelado e esta é uma afirmação impassível de ser contradita. Contudo, mal nascemos e já nos enfiam uma touca na cabeça, nos enrolam num pano e nos cobrem as vergonhas. Afinal, pra que tanta vergonha?”. Esse é o questionamento que serve de ponto de partida para a obra de Andrea e é com ele que a artista embasa as fotos que faz desde que começou a trabalhar com esse gênero.

Ela, que também faz fotografias de eventos, conta que o interesse em trabalhar com o nu surgiu depois de uma experiência como modelo. “Eu posei nua para dois fotógrafos e gostei muito. Achei uma experiência libertadora”, ressalta.

Veja algumas imagens:

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Mais imagens : http://nucotidiano.tumblr.com/

Fonte: Testosterona