Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Eles são um casal extremamente safado!
Mesmo no motel, já cheios de tesão, se exibem pra quem entra. Fodendo e chamando os outros pra ver..

Confere aí essa história bem sacana;

 

Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Olá amigos, aqui vai mais um conto e fotos verídicos vividos por mim e uma amante putinha, a safada tem 23 aninhos é morena e bem magrinha, uma noite fomos ao motel e como de praxe para bons exibicionistas já a despi no caminho e ao cruzar o portão de entrada a fiz descer do carro e ir até a suíte caminhando nua a vadiazinha já chegou ensopada pela possibilidade de alguém a ver nua e ali já a esperava de pau duríssimo, depois de uns beijos ela tirou minha camisa na garagem e abriu meu zíper já pulando pra fora minha verga duríssima e começou a me masturbar até que ouvi o barulho de um carro entrando e foi ai que a mandei me chupar com a bunda virada para a passagem.
Ela dobrou seu corpinho magrinho e começou a me chupar o casal que entrava olhou assustado e seguiu e ela continuou a chupeta até que logo em seguida ouço outro barulho e a mando abrir a bunda com as duas mãos enquanto mamava em mim e ao se aproximar a caminhonete vi que o cara reduziu e ele e sua companheira riam, o cara tinha uns 47 anos e parou de frente a garagem e ficou vendo, ai abriu a porta desceu e deixou a porta aberta pra sua companheira ver também, sua companheira era loira de saia curtinha e umas coxas grossíssimas e um sorriso de largar a família.

Ele se aproximou pediu licença para assistir, eu consenti e quando a putinha foi reclamar a puxei pelos cabelos contra meu pau e a mandei calar a boca, ele pos a mão na bunda dela e ela chupando foi ai que abriu o zíper e tirou seu pau e começou a se masturbar, o pau dele era pequeno e ai eu lhe disse:
– Tá curtindo?
– Muito!
-Quer uma chupeta?
Ele gritou pra moça da caminhonete:
– Posso, amor?
– Só se virarem de lado pra eu ver!
Foi ai que mandei a cadelinha se virar e mamar o pau do cara enquanto eu a enrabava ela com lagrimas nos olhos atendeu e começou a chupar o cara enquanto isso a mina do cara ergueu a saia e se masturbava e tirava fotos quando anunciei o gozo e gozei no seu cuzinho o amigo também disse que ia gozar e foi ai que mandei que gozasse na boca dela e ele o fez com gosto.

Nisso desce a loira da caminhonete com a saia levantada e vai beijar a boca da minha cadelinha, então entra outro carro no motel e o amigo foi tirar a caminhonete enquanto as duas se beijavam me ajoelhei e fui lamber a buceta e o cuzão da loira que quando ia gozar chorava como uma boa puta. Ela gozou só de ser chupada no cú enquanto beijava a minha vadiazinha.

Trocamos telefone pra ela me enviar as fotos por watts-up e nos despedimos, marcamos uma foda a quatro mas só depois de eu foder a loira sozinho no escritório do coroa, em outra oportunidade conto pra vocês, abraço.

 

créditos do conto: contoerótico.com.br

Powered by WPeMatico

Minha prima, meu tesão

Cheguei na casa de minha tia, entrei e fui até a cozinha para tomar um copo de água. Uma visão paradisíaca para meus olhos: minha prima Teodora com uma blusa e uma calcinha, mexia algo na panela. A blusa era do pijama, bem justa, o que salientava os peitinhos dela e a calcinha atolada no reguinho, deixava as popinhas dela à mostra. Virou o rosto, me viu, deu um largo sorriso.
Cheguei perto dela, com cara de bravo:
– Isso são trajes de me receber, Teodora?
– Uai, gostou não? Tá bom, vou lá dentro me vestir de modo mais comportado…
Fez menção de sair, mas eu a segurei e rindo falei:
– Não foi isso que eu quis dizer… acho que você está vestida em excesso… devia estar sem nada!!!
– Ah, priminho safado…
E ai ela me beijou, começou a desabotoar minha camisa. Não pensei duas vezes para colocar as mãos nos peitinhos dela e arrancar a camisetinha do pijama. Nessa altura, minha camisa já saira de mim e minha calça já estava nos calcanhares. Tirei para não tomar um belo tombo. E assim que tirei ela já veio segurando meu pau e me fazendo uma bela chupeta.
Tirei a calcinha dela e não havia mais nada a tirar. Coloquei-a sentada na bancada da pia e comecei a lamber a bucetinha de Teodora e depois de bem lubrificada, enfiei meu pau nela. Escandalosa, ela gritava pedindo mais e mais. Tirei-a da bancada e coloquei-a ajoelhada numa cadeira, metendo por trás, depois fui eu a sentar na cadeira e ela, sentada em meu pau, pulava com todas as forças, gemendo alto.
Quando eu disse a ela que já estava quase gozando, ela levantou-se e ficou me chupando até eu explodir de gozo, enchendo a cara dela com minha porra. Ela esfregou o rosto em meu peito e eu tive de tomar um banho.
Quando sai do chuveiro e entrei no quarto, ela já estava lá, nuazinha.
– Quero mais, quero mais… vem cá!
Me jogou na cama e já veio sentando em cima, com os peitinhos bem perto da minha boca, e eu os chupei enquanto ela rebolava com meu pau dentro dela. Depois ela ajoelhou-se na cama e quando fui penetrar sua xotinha, ela falou:
– Meu cu… come meu cu…
Uau… serviço completo… enfiei o dedo no cu da priminha, depois outro e finalmente encostei a cabeça e fui enfiando bem devagar. Curioso que ela foi levantando o corpo e quando terminei de entrar ela estava praticamente de pé e assim ficou por um tempo. Depois me falou para não tirar e acompanhar seus movimentos, foi descendo até deitar-se na cama e eu com o pau dentro do cu dela. Gozei logo, era impossível segurar…
Naquele dia ela não quis saber de mais nada.
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a cozinha, sem fazer barulho, eu a vi só de calcinha e camiseta, preparando uma banana com aveia. Sem que ela me visse, abaixei-me e fiquei sob a mesa. Dali a pouco ela veio e sentou-se. E quase a matei de susto quando segurei as pernas dela. E fui puxando, e ela saiu da cadeira e sentou-se no chão e eu fui puxando sempre até ela ficar do meu lado e eu levantar sua camiseta e mamar nos peitinhos dela.
– Hoje eu quero café com leite, mas o leite é o seu, viu?
– Mama à vontade, sabe que eu adoro te ver mamando em mim, não sabe?
Virei o corpo e ela entendeu o que eu queria, tirou minha calça de pijama e mamou em meu pau. Ai saímos de debaixo da mesa, continuei deitado e lá veio ela sentar-se em meu pau, me cavalgando, de novo aos gritos. Ergui meu corpo e a beijei, enquanto ela ainda continuava engolindo meu pau com sua bucetinha quentinha. Tornei a deitar e ela se deitou em cima de mim, me beijando com volúpia enquanto mexia com a bunda e fazia meu pau deslizar dentro dela, até eu gozar.
Com uma prima assim…nem dá vontade de sair de casa!

por Kaplan no Conto Erótico

Powered by WPeMatico

Desvirginando um cú no menàge

Olá, meu nome é Marcos e o da minha esposa é Regiane. Somos um casal normal, transamos umas três vezes por semana. Certo dia estávamos combinando uma viagem para o litoral de Ubatuba. Como não temos filhos, resolvemos convidar um casal de amigos nossos, mas infelizmente, ou felizmente, somente a esposa do André, Valéria pode ir com a gente. Ele só iria no final de semana. Valéria e uma mulher muito recatada, mas tem um corpo muito bonito. Minha esposa também tem um corpinho muito bonito para sua idade, 38 anos.
Meu apartamento só tem um quarto, mas é muito grande. Tem duas camas de casal e duas de solteiro. Não tivemos opção a não ser dormir os três no mesmo quarto. Sou louco por sexo e naquela noite senti uma vontade enorme de dar uma trepadinha, mas minha esposa me alertou que a Valéria estaria no quarto junto. Eu disse para fazermos bem baixinho, então ela aceitou.
Esperamos ela dormir e demos uma rapidinha. Mas ao olhar para o lado, percebi que ela estava acordada. Não falei nada para minha esposa. Gozei gostoso só de imaginar outra pessoa nos olhando. No dia seguinte fomos para a praia. Para minha surpresa a Valéria estava com biquini bem sexy, principalmente para ela, que é recatada. Minha esposa, como de costume, com seu biquini atolado no seu rabo gostoso, percebi que muitas vezes era observada pela Valéria com um olhar meio estranho, de apreciação. Voltamos para o apartamento por volta das 18h, pois estávamos na praia há bastante tempo. Chegamos e fomos dormir um pouco para irmos a uma balada mais tarde.
Curtimos a noite toda na balada. Então percebi que a Valéria estava de olho na minha esposa. Percebia que as duas dançavam com os corpos se esfregando. Certo momento minha esposa veio até mim e disse que a Valéria bebeu de mais e que tinha tentado passar a mão em sua boceta. “Deve estar mesmo”, imaginei.
Fomos embora para casa. Ao chegar, Valéria ligou o som e começou a dançar como uma louca. Minha esposa entrou no embalo. Eu fiquei sentado no sofá, só olhando as duas agarradas dançando como se não tivesse ninguém ali. Meu pau começou a ficar duro só de imaginar as duas peladinhas na minha frente. De repente, Valéria puxou minha esposa pelo pescoço e deu-lhe um beijo de língua. Regiane olhou para mim assustada, mas só dei uma piscada dando-lhe permissão para que continuasse. As duas esqueceram de mim ali. Não acreditava no que estava vendo. Valéria começou a tirar a roupa. Que boceta linda! Toda raspada. Regiane acompanhando despiu-se também. Para minha agradável surpresa, Valéria pediu para que Regiane me chamasse para a brincadeira. Minha esposa olhou bem para mim e disse: “vem meu amor”.
Não pensei duas vezes, começamos a dançar os três juntos. Tirei minha roupa num piscar de olhos e logo já estávamos pelados. Valéria deitou no tapete da sala e disse: “vocês me deixaram louca a noite passada, agora vão ter que apagar meu fogo”. Minha esposa, que nunca tinha beijado sequer uma mulher, caiu de boca na boceta da Valéria e começou a lambuzá-la. Enquanto isso, Valéria olhou pra mim pediu para mamar no meu pinguelo. Antes de ela terminar de falar, já tinha em sua boca meu delicioso cacete.
Ficamos ali os três por um bom tempo revezando, até Valéria me olhar e dizer que seu marido nunca comeu seu cu. Regiane ficou espantada e deu risada. Falou pra ela ficar de quatro então ela teria o maior prazer de sua vida. Então deu uma boa lambida naquele cuzinho virgem — lindo mesmo—, me puxou perto dela e ficou passando a minha chapeleta na portinha da Valéria. Ela dava gritos de prazer. Fui colocando aos poucos até entrar tudo. Ela rebolava e dizia que estava adorando. Gozei umas duas vezes sem tirar de dentro. Minha esposa só ficou olhando e se masturbando gostoso na minha frente.

 

créditos do conto Jardim do Prazer

Powered by WPeMatico

Te conto um conto: De tia e mulher fiel à devassa incestuosa

Taradinhos e taradinhas,

Mais uma SEXXXta batendo (ui!) na porta. E nada melhor que começar com um conto erótico. ;)

E esse é quente! Uma tia que resolveu realizar o sonho do sobrinho tarado e cara-de-pau.

Confiram…

——————————————————————————————————

De tia e mulher fiel à devassa incestuosa

O que passarei a relatar a seguir ocorreu há bem pouco tempo, menos de seis meses. Ainda vivo sob a tensão dos fatos, pelos quais jamais imaginei passar.
Tomei a iniciativa de falar sobre o que aconteceu, aqui nesta página, depois de ler a experiência vivida por um rapaz que se denominou James e suas tias Sônia e Elisa. Fiquei muito impressionada com o que li e como as coisas que aconteceram comigo foram bastante semelhantes cheguei a remeter-lhe uma mensagem, para que pudesse conversar, com ele ou com suas tias, a respeito de nossa situação, mas não obtive resposta, infelizmente.
De qualquer maneira, haver tomado conhecimento do que aconteceu entre eles me fez bem pois, além de me encorajar a contar o que passei, me mostrou que não sou a única pessoa a cometer o que considero um erro, e o que me faz sentir-me uma mulher bastante confusa.
Meu nome é Magda, tenho 43 anos, advogada. Jamais, em meus 21 anos de casada havia tido qualquer experiência fora do casamento. Sempre fui uma mulher séria, recatada, dedicada esposa e mãe. Por esses motivos, o que houve, apesar de haver me envolvido complemente, me faz sentir sensações incomodas, como medo, culpa e vergonha.
Em meu escritório de advocacia trabalhamos entre três profissionais, uma delas minha irmã mais velha, Joyce, residente em Canoas, cidade vizinha a Porto Alegre, onde moro. Joyce tem 49 anos e é mãe de três filhos: Francisco, 28 anos, Adriana, 24 anos e André, o caçula, com 17 anos. Há um tempo atras, cerca de seis meses, em um domingo, em função de nosso trabalho, fui passar o dia na casa dela. Meu marido me levou de manhã cedo e passamos o dia trabalhando.
Quase ao final da tarde, meu marido telefonou dizendo que estava com dificuldades para me buscar e combinamos que alguém me levaria para casa. André, meu sobrinho, nem carteira de motorista tem, mas na sua ânsia de dirigir acabou convencendo Joyce e Pedro (meu cunhado) de que por, ser domingo e quase noite, não haveria problemas e eles acabaram permitindo. Era o destino preparando a peça que iria me aplicar.
Quando saímos percebi que ele estava eufórico, por poder dirigir. Passamos a conversar e ele dizia que sua idade era uma fase ruim, pois já tinha conhecimentos de muitas coisas sobre a vida, mas que a menoridade não lhe permitia viver.
No início falou sobre dirigir automóveis, viajar, etc, sobre namoradas e mulheres em geral, até desferir, como uma flecha, a frase que quase me fez desmaiar de surpresa e susto: – Não me sinto mais adolescente, tia Magda. A única coisa que me ata a adolescência é uma fantasia que tenho com a senhora. Coisa de sobrinho com tia. Fiquei perplexa: Como assim, André? que tipo de fantasia? o que você quer dizer, menino… – Fantasia sexual, tia Magda… e passou a dizer coisas sobre meu corpo, principalmente os seios e pernas. Fiquei apavorada, sem reação ao ouvir aquelas palavras. Jamais me imaginei naquela situação. Talvez pensando que meu silêncio era de aprovação ele passou a fazer afirmações mais arrojadas., inclusive dizendo que se masturbava pensando em mim. “Varias vezes, tia Magda, quando estou com a Vanessa (namorada dele) e nos acariciamos, penso ser a senhora e não ela que está ali.”.
Eu permanecia paralisada. Completamente apavorada com o que ouvia. Na entrada da cidade de Porto Alegre há um bairro industrial, passagem obrigatória para quem vem de Canoas. Como era domingo e noite, as ruas estavam absolutamente desertas. Ele estacionou o carro em um lugar mais escuro, e demonstrando certo temor com o momento falou: – Tia Magda, se a senhora quiser eu ligo o carro e vamos embora. Só lhe peço que não fale ao tio Sérgio e à mãe sobre o que aconteceu, mas gostaria de ficar um minuto e conversar sobre isso. -Esta bem, André. Mas seja rápido. Você sabe a loucura que significa tudo o que esta me dizendo. Fale tudo que tem a falar e depois vamos. E depois esqueceremos tudo que falamos. Certo? – Certo, Tia Magda. É importante para mim terminar de falar sobre isso. Me liberar e dizer o que tenho pra lhe dizer significa muito para mim, principalmente significa que apesar de jovem sou maduro o suficiente para enfrentar situações como essa. Por isso parei aqui. Por isso quero falar tudo. – Seja breve, André. A Joyce vai se preocupar com tua demora. E eu tenho medo destas ruas escuras e desertas. – O tudo não é muito, tia Magda. O tudo é que nem a Vanessa, nem a Giselle (minha filha), nem a Dihoga (prima dele, filha de minha outra irmã) que são gurias da minha idade, nem nenhuma outra guria da minha idade me desperta os desejos que a senhora me desperta. Desculpa o termo, tia Magda, mas tenho que dizer: tudo em ti me dá uma “tesão” incontrolável… tuas pernas, teus seios, tua boca…
Eu não conseguia olhar para ele. Um carro passou por nós. Segui o carro com o olhar, mas uma frase me fez fitá-lo com um misto de indignação e surpresa: – A tua boca, tia Magda… mil vezes, escondido no banheiro, beijei tua boca. Mil vezes senti teus labios beijando meu peito….tua lingua molhando…..meu pescoço….minha barriga…meu… – Andre….murmurei… – Mil vezes, tia Magda, no silêncio do meu quarto beijei teus seios… mil vezes, demoradamente mamei em teus seios, acariciando tuas pernas, tuas coxas, tuas nádegas. Mil vezes, tia Magda, gozei demoradamente sentindo tuas mãos tocarem meu membro duro, quente e latejante, que eu mesmo massageava… Mil vezes, Tia Magda, te ofendi com palavras xulas e grosseiras. Mil vezes, te imaginando com meu membro inteiro em tua boca, te chamei de puta, vagabunda, chupadora de piça. “Tia, me chupa”, muitas vezes murmurei baixinho, sob as minhas cobertas, te imaginando ali comigo. Muitas vezes, imaginando tuas pernas abertas e tua vagina totalmente umedecida, esperando minha penetração, te ouvi dizer “me fode, André… me fode cachorrinho da tia…”.
Ele desligou o rádio que tocava baixinho uma música instrumental e fez um estranho pedido: – fala isso, tia… fala assim… para eu guardar o som das tuas palavras e usa-lo nas minhas noites de fantasia. – O que você quer que eu fale, Andre? – Aquelas palavras que eu disse que imaginava a senhora falando…pedindo.
Olhei no fundo dos seus olhos e senti que não havia desrespeito em seu pedido. Havia um grande devaneio. Quase instintiva e automaticamente, a meia voz, procurando dar a entonação que imaginei que ele gostaria, olhando-o firmemente, falei: “- me fode, André… me fode cachorrinho da tia…”.
Seus olhos brilharam…faiscaram e disse: “como eu gostaria que a senhora estivesse pedindo isso de verdade. Repete, tia… repete, por favor…”. “… me fode, André… me fode cachorrinho da tia..”, repeti.
Um carro da Polícia Militar dobrou da esquina, despertando minha atenção. Olhei no relógio e vi que já fazia quase meia hora que estávamos ali. Pedi para irmos. Ele ligou o carro, saiu e depois de um pequeno intervalo de silêncio disse uma coisa que confirmou minha impressão anterior: – Tia, quero que me entenda. Não há nem um pingo de desrespeito no que lhe falei. São coisas da natureza humana, do sexo. Falava de uma forma educada. Me surpreendi, novamentre, com a maneira que tratava o assunto; elegantemente, como um adulto. Continuou: “Por um acaso do destino tu és minha tia. E se o fato de seres minha tia acrescenta uma grande dose de erotismo em tudo, minha fantasia não é apenas por isso. O parentesco me excita, o fato de seres mais velha que eu e casada também me dá tesão. Mas me excita também o teu rosto moreno, tua boca, os teus seios, as tuas pernas, as tuas coxas, as tuas mãos… tudo no teu corpo que pode ser instrumento de sexo e prazer.”.
Eu ouvia aquilo sem compreender onde aquele menino aprendera a falar daquela maneira. Com apenas 17 anos, suas palavras e seu raciocínio eram inteligentes e cultos. Certamente influência da Joyce, que sempre foi inteligente e culta e passou para o filho o hábito da leitura.
Ele parou em uma sinaleira, já estávamos em uma rua movimentada, e falou que iria pedir uma coisa, mas que tinha deixado para pedir quando estivéssemos numa rua movimentada para me mostrar que não estava querendo forçar nada. Fiquei um pouco contrariada pois pensei que aquela situação estava se encaminhando para o final, mas mesmo assim perguntei o que era…
O que ele pediu entrou como um vendaval na minha cabeça, mas ele novamente foi eloqüente ao falar, me envolvendo com argumentos que me levaram a concordar: É que eu tenho no meu cérebro, tia Magda, duas coisas com as quais posso dar mais veracidade às minhas fantasias com a senhora. A primeira delas a senhora não sabe, pois obtive sem teu conhecimento… Fiz uma cara de curiosa… “… é a imagem, tia. Imagem da senhora de biquíni. Guardo como uma fotografia, nas vezes que lhe vi na piscina e na praia, as tuas pernas, as tuas coxas e… a tua bunda… A Segunda a senhora me deu hoje… o som. Guardarei gravadas no meu pensamento aquelas palavras. Assim, tia, tendo a imagem e o som eu queria ter o tato…
A princípio não entendi direito o que ele queria e por isso perguntei: – “ Como assim, André?”… ao que ele respondeu: “eu queria te tocar… para juntar a textura da tua pele ao som das tuas palavras e à visão do teu corpo…”. Mesmo sentindo que estava indo longe demais, concordei.
Ele retornou e tomou o caminho do lugar em que havíamos parado, umas três quadras antes. Foram dois ou três minutos de silencio. Estacionou e desligou o carro. Na penumbra, apenas a luz da rua, num poste um pouco distante, permitiu que eu visse a expressão do seu rosto quando colocou a mão na minha face e, passando o dedo sobre meu lábio, disse: “Tia Magda, hoje é o dia mais feliz da minha vida…”. Dei um leve sorriso e beijei levemente sua mão, respondendo: “Então entenda minha situação e seja rápido.”. Estava um pouco trêmulo. Acariciou minha face, voltou a passar o dedo polegar em meus lábios, entrelaçou meus cabelos; com doçura pegou o lóbulo de minha orelha, tocou com a palma da mão em meu pescoço. Eu estava com o pensamento longe…não sabia o que pensar daquela situação…procurava explicar para mim mesma porque permitia aquilo, quando ele deslizou a mão sobre meu ombro e fez cair a alça de meu vestido, deixando meu seio totalmente a descoberto. Fiz menção de reerguer o vestido, mas antes que pudesse fazer isso ele passou delicadamente a palma da mão no bico do meu seio e perguntou: – Posso ? Sem falar, fiz sinal com a cabeça que sim. Por alguns segundos ele continuou a acariciar o biquinho com a palma da mão até que, fechando-a, apertou meu seio, que é bastante volumoso. Talvez por alguma expressão de meu rosto perguntou-me: – Doeu, tia? – Não… respondi com voz trêmula.
O diálogo que travamos naquele momento pode ter eliminado os temores que ele ainda tivesse de que eu reagisse ao seu assédio: – Agora, André, olhando e tocando nos meus seios você vai ver porque uma mulher de 43 anos não pode lhe despertar mais desejos do que a Vanessa, a Giselle e a Dihoga, ou meninas na idade delas. – Porque? – Porque os seios das meninas entre 16 e 20 anos são mais bonitos do que os de uma mulher na minha idade. Sem contar que amamentei a Giselle até quase dois anos. “- Tia, teu seio parece de uma mocinha…”. Sorri, e ele com a outra mão desceu a outra alça do vestido, passando a acariciar ambos os seios ao mesmo tempo. Após um determinado tempo, segurou meu rosto entre suas mãos e perguntou: – Tia, deixa eu beijar a tua boca? Não tive tempo de dizer nada. Sofregamente ele me beijou de uma maneira que jamais havia sido beijada. Demoramo-nos num beijo ardente. Apenas, por um segundo, ele parou de me beijar, para levantar sua camisa, de maneira que pudesse roçar seu peito em meus seios. Descontrolado, ele beijou meus lábios, meu pescoço, até descer e sugar avidamente meus mamilos. Perdoem a redundância, mas era mesmo descontroladamente a maneira como beijava, mordiscava e sugava meus seios… Tive medo de ficar com marcas. Pedi que parasse. Ele ainda beijou suavemente mais alguns segundos e me olhou…: “tia…eu não acredito que mereci tudo isso…”. – Vamos…, pedi. – Só um segundo mais, tia Magda… deixa eu fazer um carinho nas tuas pernas e nas coxas? – Rápido, André… Já faz quase uma hora que saímos da tua casa… – O tio não sabe que horas nós saímos de lá… – Mas a Joyce sabe… – Tenho muitas desculpas para dar pra mãe e explicar a demora. A última coisa que ela ia imaginar é que eu demorei porque fiquei aqui de amasso com a senhora. Aquela palavra me soou estranhamente. Comentei com ele: “André, isso que você falou, “ficar de amasso comigo”, me fez sentir uma coisa engraçada… me sinto uma adolescente.”. Ele colocou minha perna em seu colo, descalçou meus sapatos e acariciou meu pé, meu tornozelo e foi acariciando minha perna, em silêncio, até chegar na minha coxa.
Nesse momento cometi o maior erro de minha vida: ao acariciar a parte superior da minha coxa ele roçou levemente um dos dedos na minha vagina. Sem me dar conta do que significava o gesto, reclinei-me ainda mais sobre o banco e fiz uma leve abertura de pernas e ele, evidentemente, entendeu que eu estava desejando aquela carícia. Sem hesitar, colocou a mão por baixo da minha calcinha e vi que se surpreendeu com uma coisa. Nem eu havia me dado conta, mas eu estava num estado de excitação tão grande, embora inconsciente, que minha lubrificação vaginal era enorme. Estava totalmente encharcada. André passou varias vezes a mão em minha vagina, aumentando ainda mais a lubrificação e minha excitação.
Quando eu ensaiava uns movimentos para acompanhar sua mão ele a retirou, completamente molhada, do meio de minhas pernas, cheirou e molhando a pontinha do meu nariz com meu próprio líquido vaginal, perguntou: – Tia Magda, isso quer dizer que não esta sendo bom apenas para mim? – Claro, André… – Vamos para um motel, tia? – Não, André… isso não…. – Mas a senhora quer ter prazer? quer gozar? – Eu to tendo prazer, André….faz um pouquinho mais e vamos embora… estamos demorando muito… – Então me diz que a senhora quer um pouco mais…que tá gostando…. que tá bom… – Eu já falei, André….faz um pouquinho mais…. depois vamos… Ao sentir que eu estava envolvida com o momento, ele apressadamente arriou minha calcinha e ai, então, sem o incomodo da roupa, passou a massagear fortemente minha vagina. Intercalando com os movimentos, colocava o dedo médio dentro de mim, fazendo com que eu soltasse pequenos inaudíveis sussurros, claras manifestações de prazer.
Jamais senti tamanha sensação de prazer físico. Passava pela minha cabeça a loucura que estava cometendo, mas o sexo foi mais forte. – Aaaiii, André… tu vai me matar…. Andrééé… tu vai me levar à loucura… Ele, sem tirar o dedo de dentro de mim, aproximou-se ainda mais de meu corpo e, aumentando o compasso das estocadas manuais, passou a alternas beijos em meus seios e na boca… “Não me marca, André… não chupa com muita força minhas tetas..”.
Me dei conta de que estava, inclusive adotando outro vocabulário, até que, despudoradamente falei: – Forte, André… mais forte…com a mão….na buceta, André…forte na buceta… mais fundo, André…. eu vou ter orgasmo, André…. faz assim na tia…. aaiii….Aaanndréé….mais…mais forte… ai, meu filho adorado… meu amado… que a Joyce nos perdoe… que o Sérgio me perdoe… forte…forte… esfrega, André… na buceta….aaii… a buceta… ai… é gostoso… ai… assim… faz…. aaaiiii, André…. Giselle, minha filha…. me perdoa… a mãe enlouqueceu… teu primo me enlouqueceu…. aii, André… me faz ter prazer… me dá prazer… eu quero ter prazer…. faz a tia gozar…. faz a tia gozar…meu filho querido…aiiiii…..Andrééé… agooraaa….
Ao ver o banco do carro totalmente manchado com meu gozo me bateu um desespero. -André, olha só a sujeira…..vamos num postos limpar isso aqui… – Tia, não esquenta. esse carro só vão usar amanha…quando já estará seco. Se ficar manchado eu digo que derramei cerveja ou refri. – Tá bem, André, mas não esquece de dar uma limpada no carro, mesmo assim…. pode ficar o cheiro. -Tia Magda, a senhora não é a única mulher no mundo que goza. Se a mãe e o pai notarem algo vão pensar que foi a Vanessa. Afinal, é mais natural que eu tenha transado com ela do que com a senhora. – Fico preocupada. Recoloquei a calcinha e pedi para irmos embora. Tive a impressão de que ele atenderia imediatamente, mas me olhou com olhos de quem implora e perguntou se não merecia um carinho igual ao que me havia feito. Perguntei-lhe o que desejava, ele baixou a bermuda que usava, fazendo saltar aos meus olhos seu membro viril. Segurando minha mão, falou: “agarra, tia…” Segurei, e sem saber o que fazer iniciei um lento movimento de vai-e-vem, como se o estivesse masturbando.
Ao toca-lo senti-o como ele o sentia, segundo me havia dito, quando se masturbava pensando em mim: duro, quente e latejando. Um mastro ereto, a glande roseada e reluzente, abaixo uma haste rígida de veias e sangue. – André, não sei porque estou fazendo isso. Jamais segurei ou olhei um pênis que não fosse o do seu tio. Ele segurou minha cabeça e puxou-a de encontro ao seu colo. Tentei resistir: – não André… isso não… Ele ignorou e delicadamente forçou um pouco mais minha cabeça, até que meu rosto se aproximou de seu membro. Ele levantou-se um pouco do banco do carro, fazendo com que a cabeça do membro tocasse em meus lábios. Sem pensar no que estava fazendo, passei milha língua em torno dela e abocanhei aquele pênis volumoso e quente, arrancando de André uma expressão chula, mas que demonstrou toda sua excitação: – Puta que pariu ! Que tesão, tia… não pára… por favor não pára de chupar.
Foi o que fiz. Fiquei chupando por alguns minutos, até que ele mesmo tirou-o de minha boca e falou: – Tia, o que está acontecendo aqui é a realização da minha fantasia mais impossível…. do meu desejo mais louco… eu queria por em prática tudo o que imaginava quando me masturbava pensando na senhora. – Que mais tu queres além disso, André ? -Quero poder falar aquelas coisas meio agressivas que eu imaginava lhe dizer. Fiquei confortada ao ver que mesmo depois de todas as liberdades que eu havia permitido ele ainda tinha respeito por mim. – Fala, André…pode falar… – Foi como se toda a volúpia daquele rapaz se derramasse sobre mim naquele momento: – Então engole essa piça, puta sem vergonha. – Chupa o pau do teu sobrinho, vagabunda ordinária. – Cadela, chupadora de piça. Senti seu gozo próximo. “ tu vais gozar na minha boca, André?” – Vou, tia… ou a senhora quer outra coisa… Fez-se um segundo de silêncio e ele voltou a falar: – Diz alguma coisa, tia Magda… A frase estava pronta… ele mesmo houvera colado na minha cabeça. Apenas balbuciei: “… me fode, André… me fode cachorinho da tia…”. – Não brinca, tia…diz uma coisa que a senhora quer mesmo… – Me fode, André… me fode, cachorrinho da tia… – Eu quero que a senhora diga algo que esta desejando de verdade. – Não era isso que você queria escutar de mim, de verdade? Me fode, André… me fode, cachorrinho da tia… Estou falando de verdade…
Ele ergue-se rapidamente e com gestos decididos me fez deitar sobre o banco reclinado. Tirou novamente minha calcinha, levantou o vestido, abriu-me as pernas e, com o membro duro, quente e latejando, colocou-se entre elas.
Pela primeira vez na vida eu estava sendo penetrada por um homem que não o meu marido. Pela primeira vez minha gruta vaginal abrigava um pênis que não era do homem com quem casei.
Foram os momentos mais loucos que vivi. Entre beijos e palavras obscenas fazíamos movimentos que aumentavam ainda mais a sensação de prazer carnal que sentiamos. Aquele pequeno carro estava sendo a alcova da mais alucinante cena de sexo que jamais pensei viver. Ele procurava varar minhas entranhas com estocadas fortes, firmes. Cada estocada parecia rasgar minha vagina. Nossos movimentos foram se apressando, até após uma estocada ele soltou um urro “huunnrrr… tia…eu to gozando…”. “Goza, André…goza tudo dentro da tia…. não pára.. não pára… mais…forte… Senti sua ejaculação dentro de mim.
Tivemos um orgasmo demorado e profundo. Ele recostou-se na banco do motorista e tive medo que adormecesse. Pedi que pusesse a roupa para, agora sim, irmos. Também me vesti. Enquanto colocava a calcinha sentia o sêmen escorrendo em minhas coxas…mas agora era tarde para pensar em como limpar tudo aquilo. Seria pior demorarmos mais. – André… nem camisinha a gente usou, ainda comentei.
Embora relatando não pareça, foi tudo muito rápido. Não mais do que 15 ou 20 minutos. Mas esse pequeno espaço de tempo foi suficiente para uma longa viagem de erotismo e de sexualidade. Em minha vida pacata de mulher casada, esposa fiel e mãe dedicada, nunca poderia imaginar o delírio de um gozo proibido, de um orgasmo pecador. É certo, como disse no início, que meus sentimentos com relação ao que aconteceu são confusos e as vezes desconfortáveis O medo de ser descoberta, o arrependimento, a culpa, a vergonha, as vezes pesam sobre mim. Mas é certo, também, que conheci sensações que jamais imaginei existirem. A luxuria, a volúpia e a libidinagem que caracterizam esse inusitado relacionamento entre tia e sobrinho fugiram ao meu controle porque foram momentos de grande lascívia e sensualidade, que me propiciaram como disse antes, orgasmos profundos e demorados, cheios de gozo e prazer.
Sei que não há justificativa para o que fiz, mas é como explico a mim mesma o que levou uma esposa fiel, uma mãe dedicada, uma senhora honrada e séria, a adotar o comportamento de prostituta devassa, despudorada e permissiva.

——————————————————————————————————

Safadinha!

Semana que vem tem mais. E se quiserem contribuir com suas histórias, mandem para [email protected].

Bom fim de semana minhas delícias!

Beijocas

Powered by WPeMatico

Te conto um conto: Troca troca de irmãs

Taradinhos e taradinhas,

Mais uma SEXXXta-feira chegou e com ela toda a alegria do fim de semana!
E como vocês sabem, hoje também é dia de conto erótico!

 

Que delícia! O conto de hoje tá um tesão. Duas irmãs muito safadinhas propuseram um troca-troca com os respectivos namorados, e transaram todos juntos no mesmo quarto!
Ufa… Já to até sentindo um calorzinho.

Vai, dá uma lida e me diz o que achou ;)

———————————————————————————————————————————————————–

Troca troca de irmas

Olá leitores, meu nome é Julia (vou usar nomes fictícios nessa história), sou do interior de São Paulo. Namoro com o Guilherme, curtimos muito a vida, muito ativos sexualmente, deu uma oportunidade, transamos. Como ia dizendo, tenho 23 anos, 1,62m de altura, peso quase 54kg, tenho olhos claros e cabelos ruivos, não naturais…rsss… o Gui, tem 26 anos, 1,80m, pesa 81kg, olhos e cabelos castanhos. Resolvemos passar um final de semana no litoral e chamamos minha irmã Bianca e o namorado dela, o Lucas. A Bianca, mais nova do que eu, tem 19 anos e é mais baixa do que eu, mais magrinha, mas também tem olhos azuis e é loirinha. O Lucas mais magro do que o Gui, olhos escuros também, bonitinho até.
Fomos pro litoral, ficamos num apartamento no centro, ótimo lugar e tudo mais, os rapazes foram comprar umas bebidas pra gente e algo pra beliscar e nós duas ficamos no ap pra ajeitar tudo, colocamos uma roupa mais a vontade, eu de vestidinho de saída de praia e ela com uma sainha soltinha e uma blusinha, eles chegaram e foram tomar um banho, quando saíram eu a Bih estávamos jogando baralho, nada demais, apenas uma rodada de buraco, o Gui como sempre, só usando uma bermuda, e o Lucas usando uma bermuda e uma camiseta regata. As vezes eu dava uma reparada no Lucas, até que ele é bonitinho, se fosse solteira eu com certeza daria uma chance pra ele, e sempre notei que minha irmã da umas secadas grandes no Gui e ele nela, e quando ele veio só de bermuda eu notei a secada que ela deu nele, de cima em baixo, como eu já tinha tomado uma dose de tequila nem liguei, até porque eu também dei uma boa olhada no Lucas, estava gostosinho, eu tava pegando fogo, cheia de fogo… fazia 4 dias que não via nada, tava subindo pelas paredes de tesão, e ver os dois com a bermuda soltinha, o Gui sem camisa, nossa, me deixou com a mente cheia de besteira. Já tinha notado que o Gui da uma reparada a na Bih as vezes, principalmente quando ela coloca umas roupinhas tipo pijaminha soltinho, pra provocar mesmo, safadinha ela, de bobinha só a carinha.
O Gui deu a ideia de jogarmos baralho, em duplas, a dupla que perdesse teria q beber uma dose de vodka ou tequila. Sorteamos as duplas, a maior carta iria jogar com a menor, caiu eu e a Bih contra os dois. Soltamos as cartas ne mesa, e fomos jogando, os dois ganharam a primeira e ai eu a Bih fomos de vodka pra dentro. Fomos alternando em vitórias e derrotas, até acabar a bebida.
Os 4 estávamos bem altinhos, mas como tinha acabado a bebida, mas queríamos continuar o jogo, e eu a Bih parece que cruzamos pensamentos, propusemos juntas que perdesse pagava um desafio dado pela outra dupla. Continuamos meninas contra meninos…rsss
Na primeira rodada quem ganhou fomos nos e eu desafiei os dois a ficarem só de sunga.
– Os dois ai, usando só uma sunga!
– Sunga? Isso não é desafio, eu quero os dois de cueca!!!… atravessou a Bih sem pensar.
– De cueca é sacanagem. Falou o Lucas
– Relaxa, é como se fosse uma sunga…rsss… falei pra eles
O Gui tirou primeiro, era uma cueca preta, boxer, adoro ele assim. O Lucas baixou e também ficou de cueca, meio tímido, mas ficou, cueca branquinha, normal, sem ser boxer.
Deu pra notar o volume na cueca deles, o pau do Gui eu já conheço de velha, mas do Lucas, nunca tinha visto, pelo menos por baixo da cueca parecia ser interessante.
Na segunda rodada a gente ganhou de novo. Deixei a Bih no comando pra pedir o que ela quisesse.
– Eu quero que o Lucas fique de pé e de uma encoxada em mim por trás e você faz o mesmo com a Julia. Beleza?
Na mesma hora vieram os 2 e chegaram junto, o Gui veio por trás de mim e deu uma pegada gostosa na minha cintura e deu uma mordida na minha nuca, enquanto eu olhava pro lado e via a Bih só rebolando e esfregando no pau do Lucas. A brincadeira estava esquentando.
– Eu quero transar junto com os dois, no mesmo quarto. Sussurrei no ouvido do Gui.
Quando falei isso, na hora senti o pau dele aumentando esfregando na minha bundinha empinada.
Na terceira rodada eles ganharam e ai o Gui tomou a frente.
– Já que nós estamos de cueca, vamos igualar, quero as duas de calcinha e sutiã!!! Agora!
– Calma ai Guilherme, não quero que a Bih fique na sua frente de calcinha e sutiã. Falou o Lucas meio que com medo da situação….rsss
– Poxa morzinho, a Jú ta vendo você de cueca, e por sinal, viu o tamanho do seu brinquedo ai, deixa eu brincar também, to toda cheia de vontade. Disse a Bih, já levantando a blusinha dela. Logo em seguida tirou a sainha dela, ficou de sutiã, um branco normal e a calcinha pretinha, de algodão, bem cavadinha na bundinha dela.
Na minha vez levantei o vestidinho e tirei, só que estava sem sutiã, então fiquei com os seios a mostra.
– Ta vendo Lucas, saiu ganhando, ta vendo a Jú de peitos de fora. Gostosa não!? Falou o Gui.
– É, não tem como negar. Respondeu ele ajeitando o pau dentro da cueca.
Ficou de pau durinho me vendo só de calcinha. Uma calcinha branca, com detalhes de renda e totalmente enfiadinha na bunda, quase transaparente. Dava pra ver que eu estava com tesão e molhadinha. Ficou uma marca de babinha na calcinha, por ser branca.
Estava ficando cada vez mais animado o jogo, e esquentando tudo, os dois de pau duro, eu e a Bih louquinhas pra deixar eles peladinhos e também pra provocar muito os dois. Na mão seguinte quem ganhou foram os 2 de novo.
De novo o Gui tomou a frente e eu sabia que vinha sacanagem por parte dele.
– Pra começar eu quero que a Bih também tire o sutiã pra ficar igual a Jú, e pra compensar a raivinha e a preocupação do Lucas, se a Bih permitir, quero que a Jú faça algo que me deixe com muito ciúmes.
– Por mim esta liberado tudo, to aqui pra me divertir. Já respondeu de bate pronto a Bih.
Ela tirou o sutiã e ficou com os peitinhos dela de fora, pequenos, mas redondinhos e com bicos rosinha, assim como os meus, só que eu tenho silicone, então é grande.
Seguindo o desafio, mandei o Lucas ficar de pé e cheguei por trás dele arranhando o peitoral dele, e passando a língua e dando umas mordidinhas nas costas dele, só fui olhando pra cara do Gui e da Bih, os dois olhando e adorando o que estavam vendo, desci a mão pra cima da cueca dele.
– Pode? Perguntei.
– Faz o que você quiser linda, você pode fazer o que você quiser. Respondeu o Gui.
– Aproveita ai morzinho, aproveita. Disse a Bih.
Coloquei a mão por dentro da cueca e segurei o pau dele, que pau quente, grande, todo raspado, uma delicia, apenas dei uma alisada com as mãos e fiquei dando umas lambidas no pescoço dele, encostando meus peitos nas costas dele. Deixei ele com o pau babando de tesão. Não vou mentir que minha bucetinha ficou mais melada ainda. O Gui só ajeitava o pau dele duro na cueca, e a Bih, só olhando e mordendo os lábios de tesão.
Quando voltamos ao jogo, eu e a Bih ganhamos a mão e foi a nossa vez. Perguntei pra ela se tinha algo que ela gostaria que fosse feito.
– Então Bih, você manda!!! Falou o Lucas, liberando, depois do que eu fiz com pau dele…rsss
– Então quero ver os meninos peladinhos e sentir o que tem debaixo daquela cueca que faz você gemer em casa Jú.
– Vem cá e tira você mesma Bih. Pediu o Gui
Na mesma hora ela foi, ajoelhou na frente do Gui, baixou a cueca dele e viu o pau dele pela primeira vez. O pau dele estava muito duro, fica muito cabeçudo o pau dele. Ela segurou o pau com a mão dela, e ficou admirando o pau dele, deu uma vontade de cair de boca naquele pau grande e grosso.
Então o Gui ficou pelado e o Lucas de cueca e eu e a Bih de calcinha.
Quando os dois ganharam a próxima rodada o Lucas nem esperou e sugeriu.
– Vai lá Guilherme, faz o que você quiser com a Bih, e a Jú vem aqui continuar o que ela estava fazendo.
Aquilo foi o sinal verde pra esquentar de vez, o Gui, foi pra cima da Bih, deu um beijo na boca dela e ela só alisando o pau dele, ajoelhei na frente do Lucas tirei o pau dele pra fora, e cai de boca, lambi todo o pau dele, colocava inteirinho na boca, babava em cima das bolas dele, chamei ele pro quarto deitei ele na cama e subi com a bucetinha na boca dele, fazendo um 69 delicioso. Ele me chupava muito gostoso. A Bih chegou o Gui no quarto deitou de pernas abertas pro Gui e ele caiu de boca na bucetinha dela, ela é toda raspadinha, eu deixo uns pelinhos por cima, bem ralinhos, mas por baixo toda lisinha. Chupando o pau do Lucas e vendo o Gui realizar a vontade de comer a cunhadinha, me deixou cheio de tesão.
– Ahnnn Lucas… me chupa, assim… não para… Gemendo na boca dele e punhetando aquele pau gostoso.
– Vem Bih, chupa meu pau vem… pediu o Gui pra Bih.
Sai de cima do Lucas, fiquei de 4 pra ele e pedi pra ele.
– Come minha bucetinha vai Lucas… vem me foder…
Ele enfio o pau dele na minha xoxotinha quente, nossa, que pau gostoso.
– Safada, fode esse pau… gostosa… hummm…fala o Lucas.
O Gui ficou deitado na cama e Bih veio por cima dele e ficou cavalgando no pau dele, sentava gostoso e gemia. Não sabia que minha irmã metia tanto, mais safada do que eu.
– Me fode Gui, me fode caralho… ahnnnnnnnnnnnnnn…. Ela gritava de tesão em cima dele.
Com o Lucas me fudendo por trás e vendo o Gui arregaçando a Bih não aguentei, gozei no pau dele, escorria pelo pau dele. A Bih ficava esfregando o grelinho dela com o Gui fodendo ela, saiu do pau dele e gozou na barriga dele, caiu todo aquela baba da buceta dela.
Eu gozei e fiquei toda molinha, mas o Lucas ainda estava de pau muito duro, abri a perna pra ele e queria mais pau na minha bucetinha, deitou eu e a Bih uma do ladinho da outra e os dois vieram pra enfiar na gente.
– Ah que buceta linda, vo te fuder Jú, quero gozar na sua boca safada. Falou o Lucas
– Vem Gui, come minha bundinha, quero no cuzinho. Pediu a Bih.
O Lucas enfiava o pau na minha xoxota e o Gui abriu bem as pernas da Bih e forçou a cabecinha no cuzinho dela e ficou metendo.
– Aaaannnn….fode… aiii caralho… come meu cuuuu Gui…ahnnnnnnnnnnnnn….
– Ai gostosaaaa… vou gozar Jú, vou gozarrr… aaaahhhhhhhhhhhhhh.. disse o Lucas
Peguei o pau dele com a mão e bati uma pra ele e ele gozou na minha cara, muita porra saiu do pau dele, encheu minha cara de porra.
O Gui vendo a cena acelerou no cuzinho dela, arregaçou a Bih mesmo.
– Vem Gui, goza pra mim…annnn…fodeee caralho….vo gozar de nvvv… Disse ela, esfregando o grelinho dela. Espirrou em cima do Gui de novo.
– Ahhh Bih… vou gozarrr… vem vagabundinha…vem… chupa meu pau… vo gozar na sua boca…
Ela ajoelhou e ele segurou o pau e despejou toda porra na boca dela, tinha muita porra também.
Depois nós 4 caímos cansados na cama, todos moles. Cansados. Acho que nunca tinha gozado assim num pau gostoso. E ver o Gui metendo na Bih também foi muito bom.
Só sei que depois fui tomar banho junto com o Lucas e a Bih no outro banheiro. Gozei de novo no pau dele no banheiro. Fomos os 4 dormir juntos. Eu, o Gui a Bih e o Lucas.
Desde desse dia as vezes saímos com os 2, sempre trocamos. Estou pensando em fazer uma dp com eles, mas o pau deles é grande…. rsss… quem sabe um dia.
Espero que gostem da história!

———————————————————————————————————————————————————–

Nooossa, to toda melada gente!
Essas irmãs são mesmo muito taradinhas e os namorados também não perdem tempo!

Bom, um ótimo fim de semana pra vocês e lembrem-se usem camisinha!

Beijos minhas delícias

Powered by WPeMatico

Te conto um conto: Boquinha incestuosa

Taradinhos e taradinhas,

–Ela chegou! Corre… Corre…
–Quem?
SEXXXta-feira!
–Então calma… Calma, que vai começar a PUTARIA!

Meus amores, hoje é dia de conto erótico e é muito especial.
Desde que começamos a sessão de sexta só com contos, ainda não tinhamos nenhum enviado por um leitor, até hoje!

O nome dele é Alex e ele teve uma aventura beeem controversa pros dias de hoje. Não vou falar mais nada.
Confiram…

Boquinha incestuosa

Olá, tenho 31 anos sou meio forte (meio gordinho). Tenho uma irmã de 24 anos, (Luciana) Uma garota loira linda, sempre fomos confidentes, falávamos sobre tudo. Certo dia eu estava no meu quarto vendo uns vídeos e eu estava me masturbando, e ela me pegou de surpresa, fiquei todo sem graça, mas para minha surpresa ela se sentou do meu lado e pediu:
– Tira o vídeo da pausa! Quero ver! Nunca fiquei tão constrangido na minha vida, rs falávamos sobre sexo e tal, nossas aventuras, mas nunca tinha chegado a esse ponto, e o pior é q eu estava com a mão no meu pau e como fiquei sem jeito ele acabou amolecendo ai ela começou a rir e disse:
– Agora a gente vai assistir junto mais pode continuar batendo punheta, quero ver ele duro!
Não pensava que minha irmã pudesse ser tão safada assim, ela sempre me falava das aventuras dela e eu falava as minhas, mas nesse dia nossa relação tinha chegado num nível totalmente inesperado pra mim.
O vídeo recomeçou e comecei a me masturbar, ela começou a olhar pra mim com desejo, colocou a mão no meu ombro e começou a prestar atenção no meu pau ao invés do vídeo.
– Que isso Ale, (ela sempre me chama assim). Seu pau é muito gostoso, não gosto de pau muito grande, o seu é na medida certa pra mim!
Quando me dei conta ela já caiu de boca nele, nossa foi uma sensação incrível!
Ela tinha uma boca tão macia, meu pau com poucas chupadas dela estava latejando, minha irmã chupava bem melhor que todas as outras que eu já tinha ficado!
Ela olhou pra mim e perguntou:
– Alex se você quiser sempre faço isso pra você, ninguém vai desconfiar, você quer?
– Como eu ia recusar Leka (dei esse apelido pra ela), nossa você chupa gostoso demais, continua vai.
Ela abaixou a cabeça e começou novamente.
– Ai vou gozar, me deixa gozar na sua boca?
– Vai, goza safado, adoro engolir porra!
Ela aumentou o ritmo, quando dei por mim gozei horrores na boca dela, e ela engoliu tudo sem o menor pudor.
– Sua porra é docinha Ale, gostei demais! Depois nos beijamos, e ela saiu do meu quarto, atualmente sempre que da ela me chupa, adorei fazer isso com minha irmãzinha.
Depois passamos a fazer mais coisas, coisas que vou contar numa próxima vez!

——————————————————————————–

Gente, quem quiser enviar algum conto ou relato é só mandar para [email protected].
Aguardo essas histórias safadas.

Beijocas

Powered by WPeMatico

Segunda Hot: Russas e a aula de sexo oral

Gente,

O post de hoje é dedicado as safadinhas!
Já dizia o velho Chico, que um boquete e um copo d’água não se nega a ninguém. Pois bem, sabemos que o sexo oral muitas vezes é um turbilhão de emoções, e que quando bem feito leva o parceiro(a) a loucura. Há muitas mulheres (bem resolvidas) que garantem que quando querem gozar mesmo, apelam pra boa e velha chupada.

E o que ouço de homem reclamando da chupetinha alheia é incrível, que ela não pega aqui, não chupa ali… Fica só na cabeça, que a punheta é um misto de parkinson com epilepsia, etc…

Calma meninas, nós também temos muito o que reclamar, e muito mesmo! Posso contar nos dedos quantos homens realmente me chuparam gostoso!

Mas o post de hoje é sobre boquete!

Em algum lugar de Moscou, na Rússia, alunas se inscrevem em um curso que se intitula a ‘Arte do Sexo Oral’. Por um pouco mais do que 100 dólares americanos (3500 rúpias) elas tem um intensivo de 3 horas e meia, com o ensinamento de mais de 50 técnicas, desde a punhetinha até a chupada em si. Elas querem aprender como chupar com maestria! Ponto pra elas, não há vergonha nenhuma nisso!
Alias, a vergonha está em não querer aprender…

Então, minha gente, a sessão de fotos de hoje é sobre essa aula maravilhosa!
E duvido que muito homem aí não está pensando: “Poorra, taí, quando é que esse curso abre aqui no Brasil?!?”
Apreciem o curso ” Arte do Sexo Oral”…


Em um momento da aula, a professora faz as alunas se sentirem como homens, pois, segundo ela, se sentir como homens as fará entender como agradá-los.


Entender como eles tocam punheta, com que pressão apertam o pau…

Hora de partir pra técnicas de chupação…

Abre a garganta, minha filha!

E por fim, ensinando as diferenças do já tão falado ponto G feminino, pro ponto G masculino — sim, ele existe! Olha seu bumbum ali…

E enquanto o curso não chega por aqui, vamos ficar atentos e atentas aos detalhes, onde ela/ele geme mais, e até mesmo perguntar (afinal, não ofende) como gosta, onde gosta…
E se você tá recebendo, dê toques, diga como gosta, onde quer, direcione…

E aí, curtiram? :)

Segunda que vem tem mais sessão de fotos. Se quiserem compartilhar alguma, é só mandar. Escrevam um comentário que eu entro em contato.

Beijinhos

Powered by WPeMatico