Lady na sociedade, puta na cama…

Todas as mulheres tem fetiches, mesmo as que parecem mais recatadas…

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Sexo quente, com pegada e regado a uma sacanagem gostosa… é assim que eu gosto, é assim que me excita. Sempre tive uma safadeza enorme dentro de mim, mas apenas entre quatro paredes, porque em minha opinião, toda mulher deve comportar-se como uma lady na sociedade e como uma puta na cama.

Branca, com 1,72m e 60 kg, eu sempre tive pernas grossas e bumbum grande, como uma legítima baiana que sou. Nasci e resido, em Salvador. Na verdade, me considero “baiúcha”, pois meu pai é baiano e minha mãe, gaúcha… e foi dela que herdei os cabelos lisos, volumosos e castanho escuros, que vão até abaixo da cintura.

O Jasper era um homem maravilhoso, de 1, 85m, 75 kg, cabelos castanhos claros e olhos verdes… com um defeito: morava em SP, longe demais de mim. Sentia uma atração absurda por ele e sempre que o imaginava, meu corpo tremia e eu ficava toda molhadinha. E o pior: ele tinha consciência, dos efeitos que causava em mim.

Até por telefone, Jasper me fazia gozar como uma cadela no cio. Ele me chamava de cachorrinha e aquilo me deixava ensandecida de tesão.

Precisei viajar para SP, a trabalho. Como ele é Advogado e eu, estudante de direito… acabei convidando-o para participar de um coquetel da empresa, que com certeza, seria uma boa oportunidade de contatos profissionais pro Jasper. Enviei o convite para seu e-mail e na hora marcada, ele estava na recepção do hotel me aguardando. Desci às 20hs e nos encontramos no saguão. O coquetel aconteceria, em uma sala de festas do próprio hotel onde eu estava hospedada. Ele estava de terno e gravata e aquela visão, recheou meus pensamentos de sacanagens e afins. A minha vontade era rasgar aquele terno em seu corpo e enlouquecer em seus braços ali mesmo. Eu estava de vestido longo cor de vinho, formal, com um decote generoso nas costas, o que fez com que o Jasper me comesse com os olhos.

Tudo correu tranquilamente bem, durante o coquetel e trocávamos olhares de desejo. Eu não via a hora de sair dali e me entregar inteira. Pouco antes de terminar o evento, dei a desculpa de que acompanharia o Jasper até o carro, para nos despedirmos. Quando estávamos nos direcionando para a saída… ele me pede que espere um momento e pega uma caixa que havia deixado na recepção. Fomos até seu carro e antes de abrir a porta, Jasper me entrega a caixa e quando eu abro, encontro uma coleira preta e grossa… de cadela mesmo, daquelas compradas no supermercado. Ficamos calados, ele pegou a coleira e colocou em meu pescoço. Segurou pela correia…. me puxou para si e beijou-me de maneira quente e excitante. Entrei no carro, com o Jasper segurando a coleirinha. Senti minha buceta escorrer e estava adorando aquele joguinho. Imaginei mil coisas… todas relacionadas à mais indecente putaria, que pode ocorrer entre duas pessoas.

Ele liga o carro e permanecemos calados. Eu olhava e aquela situação dele estar dirigindo, passando a marcha do carro com a coleira em sua mão… me deixava encharcada. Eu estava explodindo de vontade de dar minha bucetinha. Precisava ser “preenchida” naquele instante. Entramos em um motel e eu apenas aguardava suas instruções, toda molhada. Ele agia como se nada tivesse acontecendo e aquela sensação de não saber o que estava por vir, me dava medo e um tesão incontrolável.

Entramos na garagem, ele desligou o carro, veio para meu lado, abriu a porta do passageiro e novamente segurou a coleira. Quando ele parou em minha frente, eu ainda sentada no banco do carona, abri sua calça e comecei a alisar seu pau, que logo deu sinal de vida. Iniciei uma mamada deliciosa e ele, apoiado com a cabeça no teto do carro, fechou os olhos e gemeu. Eu colocava aquele cacete inteiro em minha boca e o sentia na garganta. Os movimentos de Jasper para frente e para trás, faziam com que minha boca fosse fodida de uma maneira vigorosa.

Nesse momento, achei que eu deveria entrar no jogo pra valer, pois a excitação que tomava conta de mim, era maior que tudo. Ele estende sua mão, para me ajudar a levantar do carro e para sua surpresa, desci escorregando pelo banco e fiquei de quatro no chão, engatinhando. Jasper me olhava, sem acreditar no que via: ele segurando a coleira e eu de quatro no chão, esperando ser guiada pelo meu “dono”. Eu sabia que quando engatinhasse à sua frente, meu vestido que era justo na cintura, deixaria uma visão excitante do meu rabo. E não deu outra… Jasper enlouqueceu. Fechou a porta do carro e foi me levando. No capô do carro, ele puxa a correia, me fazendo levantar e ficar com as mãos apoiadas toda empinada para ele. Iniciamos uma sessão de “roça-roça” e seu cacete era pressionado em meu cuzinho. O que mais me deixava ensandecida, era que ele não soltava a coleira hora nenhuma e puxava meu pescoço para trás sussurrando “Cadela gostosa!” em meu ouvido.

Senti o zíper atrás do meu vestido, ser completamente aberto e eu rebolava como uma puta. Sabia, antes mesmo do coquetel, que seria traçada e como sempre, eu estava “preparada” com uma calcinha vinho de renda, toda enfiadinha. Fiquei apenas de calcinha, salto alto e coleira. Eu estava me sentindo a mais vagabunda das mulheres e minha buceta contraía, pedindo. Meus seios foram agarrados por trás e seu pau entrou no meio das minhas pernas. Com uma mão na correia da coleirinha e a outra segurando meus cabelos com força, perto da minha nuca, ele me mordia nas costas e eu gemia como uma vadia. O tesão era tanto, que não deu tempo nem de subirmos para a suíte. Minha calcinha foi puxada pro ladinho e senti seu pau latejando, adentrar em minha buceta, até sumir completamente. Que tesão! Fiquei maluca!

“Era isso que você queria sua vagabunda?” – Essas palavras, me deixavam enlouquecida. Jasper me fodeu gostoso naquela posição, sempre com a coleirinha. Quando puxava e eu sentia a pressão da coleira em meu pescoço… aí que eu ficava com mais vontade de trepar ainda. Nossos gemidos se misturavam e nossa respiração ficava cada vez mais descompassada. Que delícia! Que homem!

Jasper se desencaixa de mim e me vira de frente. Deita minhas costas no capô e me coloca de “frango-assado”. Minha vontade era gritar. Queria ser fodida com vontade. Minha buceta escorria, de tão encharcada. Socando gostoso, ele de vez em quando, me puxava para frente pela coleira e chupava minha língua com volúpia. Não demorou muito e eu explodi em um orgasmo inacreditável. Ele sorria e dava tapas em meu rosto, enquanto eu gozava. Que gozada indescritível!

Deitou-se sobre meu corpo e me beijou deliciosamente por alguns minutos. Demonstrando que mesmo me tratando do jeito que eu gostava, nutria um carinho sem palavras por mim. Nos encaixávamos de uma maneira sem igual. Percebendo que seu pau ainda estava “à postos”, afastei-o de mim e escorreguei pelo capô… até ficar agachadinha em sua frente, apoiada no salto alto. Voltei a mamar e ele apoiou suas mãos no capô. Eu mamava e acariciava suas bolas, arrancando gemidos do Jasper. Chupava a linha entre o pênis e os testículos, e sempre dava um jeito de olhar em seus olhos, demonstrando o quanto eu estava realizada. Sentia que seu gozo estava por vir e parei de chupá-lo. Subi, lambi sua orelha e sussurrei: “Sua cachorrinha quer leite no cuzinho… Me enraba?!”.

Jasper me virou de uma forma bruta, afastou minhas pernas com seu pé… e posicionou. Enfiou de uma vez e me fez gritar. Acho que os nossos vizinhos de quarto, ouviam toda a putaria que ali acontecia. Eu estava descontrolada. Senti cada estocada e toda a “raiva” dele por eu ter interrompido a mamada. Que delícia! Sendo puxada pela coleira e com um cacete no rabo.. fui enrabada e tive meu cuzinho arrombado, por quem eu mais queria que fizesse isso. Jasper gozou me xingando inteira. Com as pernas tremendo, ele deslizou pro chão e eu, fiz o mesmo. Ficamos agarrados na frente do carro, no chão, extasiados do prazer que proporcionamos um ao outro.

Óbvio que subimos depois para a suíte, tomamos um banho delicioso e descansamos na cama. O que aconteceu depois? Isso fica pra outro conto. Espero que gostem. Beijos…

via casadoscontos

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Sexo anal é uma arte (e uma moeda de troca)

Leia, imagine, goze (o conto foi retirado daqui). E excelente sexxxta para todos (lembrando que sexo anal é uma moeda de troca hein meninos rs)!

Beijinhos,

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– Hoje você vai deixar, não vai?

Já decidi que vou. Até usei a bisnaguinha, fazendo uma ducha higiênica no reto. Mas, tenho que valorizar isso. Acabo de sair do banho e estou nua, à espera, deitada de bruços na cama.

Meu marido todo animado, pegando o gel no criado mudo. Faz dias que ele quer me sodomizar. Na ultima transa ele pediu, tentou, implorou e eu não dei. Me faço de difícil:

– Hoje não, amor. Não estou a fim. Talvez na próxima, tá?

Elevo o quadril, deixando a bunda farta mais empinada do que já é naturalmente. Na ultima semana, meu marido ficou me encoxando, agarrando por trás, cobiçando meu traseiro. Que eu libero só de vez em quando.

Nem preciso olhar para saber que ele está ali, ao pé da cama, nu e com o pênis rijo, louco para me enrabar. E insiste:

– Deixa, Mallu, vá! Faz um tempão que você não dá o cuzinho prá mim. Olha, vai ser bem rapidinho, tá? Eu gozo logo, prometo!

Melhorou. Ele começou a prometer. Sei que depois vai jurar. Tem uma coisa que eu quero. Ele sabe o que é e vive enrolando. Me disse que daria. O tempo vai passando e nada. Levanto, me sento na borda da cama e para aumentar o clima, pego em sua vara.

Beijo a cabeça, coloco o falo inteiro na boca, até onde dá. Chupo como se fosse o mais delicioso dos picolés. Depois, vou passeando com os lábios em toda sua extensão, até chegar no saco. Os pelos me incomodam. Eles estão até mesmo nas bolas, alvo das lambidas. Olho em seu rosto e digo:

– Amor, goza na minha boquinha, goza. Vou beber todo o seu leitinho, viu?

Abocanho de novo sua piroca. E prendendo com a língua e o céu da boca, inicio o vai e vem. Moacir solta um gemido de prazer. Recua o quadril e tira o pênis. Ele está mais inchado ainda, a glande toda retraída, expondo a ponta vermelha, molhada pela minha saliva. E volta a pedir, num tom de voz mais suplicante:

– Deixa, querida, deixa, vai! Só um pouquinho, Mallu. Bem rapidinho, tá?

– Ah, amor, hoje não. Você sabe que dói, né? Quem sabe na próxima, tá bom?

– Mas eu quero agora, Mallu. O gel é anestésico. Tô louco prá comer teu cu, benzinho. Olha, eu coloco só a cabecinha. E meto bem devagarinho. Assim não vai doer, tá?

Pronto, lá veio o velho chavão de por ¨só a cabecinha¨. Sinto que Moacir está ficando exasperado. Me deito de costas e abro as pernas oferecendo a bocetinha. Sei que ele não vai meter ali. Cai de boca me chupando. Quer quebrar minha resistência. Enquanto sua língua passeia pelos grandes lábios da vagina, raspa no grelho e penetra na gruta, ele repete:

– Você vai deixar, né querida. Só um pouquinho, tá? Juro que gozo logo, juro! Não custa nada deixar, né?

– Custa sim, amor. Não é você que fica com o cu ardido o dia inteiro, né!

– Já falei que vou fazer com cuidado, bem devagarinho! Você vai dar prá mim, não vai? Diga que vai, querida, diga!

O prazer toma conta do meu corpo. Sou daquelas que depois de uma boa mamada na xoxotinha, me ofereço por inteira. Ela já está encharcada de tesão. A cada penetrada da língua, arranca de mim fortes suspiros. Com as mãos puxo sua cabeça ao encontro do meu ventre. Estou tendo um orgasmo fortíssimo.

A vontade é de admitir que entreguei os pontos. De dizer que dou sim. Dou tudo! De dizer que ele pode meter no cuzinho, na boceta, na boca, na orelha, onde ele quiser! Enquanto me viro de bruços e empino as nádegas polpudas, exibindo o traseiro, com a voz de safada, consigo dizer:

– Vou pensar, tá? Não sei se dou…tô pensando, amor, tô pensando, viu?

Com ânimos renovados, Moacir se posiciona por trás, subindo em cima. Seu pinto duro roçando no meu rego, deslizando entre a xoxota e o botãozinho do cu. Sinto seu hálito quente no cangote. Ele beija o meu pescoço, logo abaixo da nuca. A respiração arfante, tal qual um cachorro excitado e a sua genitália viril acomodada entre minhas nádegas macias, me fez lembrar aquela vez…

Era menina ainda. Minha melhor amiga era a Diolete. Ela e seu primo, o Marlon, dois anos mais velho que nós, me convidando para conhecer o esconderijo dele. Uma barraca feita com lona de plástico, no fundo do pomar da sua casa. Para onde ela já havia levado nossas panelas com a qual brincávamos de casinha.

Mal entramos, Marlon já foi cobrando o ¨pedágio¨:

– Agora tira e me mostra. Você também!

Disse dirigindo a mim. ¨-Tirar o que?¨, pensei. Diolete ergueu o vestidinho e foi tirando a calcinha de algodão. Como eu continuava imóvel, o garoto enfiou as mãos por baixo da minha saia e abaixou a peça íntima até os pés. Fez eu erguê-los, retirando-a de forma desajeitada, levando junto até os chinelinhos.

Nós duas, com as xaninhas expostas. Minha amiga então cobrou:

– É a sua vez. Tira também!

Seu primo não se fez de rogado e abaixou o calção. Foi a primeira vez que vi um orgão masculino. Entre os pelos ralos e as bolotas, um cilindro de carne duro e ereto. Comprido e grossinho. E o Marlon ordenando:

– Pega nele!

Diolete já devia ter feito isso outras vezes. Pegou e começou o movimento de vai e vem. A cabeça redonda que estava meio escondida, aparecia então por inteiro. O garoto veio para o meu lado, e disse:

– Agora você!

Hesitei. Já tinha ouvido falar que os meninos eram diferentes de nós. E a mamãe já havia me alertado que essas coisas entre homens e mulheres, só podia serem feitas depois de casar. E que quem fizesse isso antes, nunca iria se casar. Mas a curiosidade foi mais forte.

Peguei e senti que era macio. Imitei a minha amiga e no tato, uma agradável sensação de que pulsava, como tivesse vida própria. Ele veio por trás. Queria a mim. Tinha combinado isso com a prima. Passou bastante cuspe na piroca. Me fez apoiar as mãos num caixote, erguendo a saia e expondo a bunda.

Tentou me enrabar. Não conseguia, porque eu piscava a cada tentativa, contraindo o anel do cu. Tanto fustigou, até que a cabeça entrou. Urrei de dor! Ao reabrir os olhos fortemente cerrados, só vi milhares de pontinhos luminosos. Mesmo agarrada firme, consegui desenganchar. Ele insistiu e eu não deixei. Sua respiração era agora ofegante, bufando na minha nuca.

– Ai! Dói! Para, Marlon! Para!

– Fica quieta, Mallu! Depois que entra, não dói.

– Não, não quero!

– Só um pouquinho, tá? Só um pouquinho! Depois eu deixo você brincar com meu game, tá? Deixa, vai, olha, você pode usar até os meus patins! Olha, eu faço o que você quiser, tá? É só deixar um pouquinho!

Ofereceu até sua coleção de gibis. Entendi então, porque a danada da Diolete conseguia tudo o que queria do primo. Marlon continuava com sua rola dura tentando me penetrar. E eu impedia, contraindo o cu. Sem outra opção, o menino ficou bombando entre as coxas, na entrada da boceta, até que gozou, me lambuzando toda de gala. Assustada, corri para casa, com a virilha melada…

Essa experiência talvez foi a causa do meu trauma com o anal. Cuja superação foi morosa. Demorou mais de vinte anos para eu dar o rabo. E agora, quem arfava nas minhas costas, com a pica dura, louco para me sodomizar era Moacir, o meu marido. Que já tinha azeitado o mastro e derramava gel no meu ânus.

– Posso colocar, né querida. Bem rapidinho, tá?

– Não sei não, amor. O que é que eu ganho com isso?

Nessa hora, o Moacir estava tal qual o menino. Sem tirar e nem por, como o Marlon. Faria qualquer coisa para comer o meu cuzinho. E prometeu:

– Olha, eu deixo você fazer as plásticas, tá?

– Deixa mesmo? Quando, amor, quando?

– Quando você quiser! Amanhã mesmo, tá?

– De verdade, amor? Amanhã?

– Juro querida, eu juro! Agora dá esse cuzinho prá mim, dá!

– Humm… Olha, promessa é dívida, viu? E eu deixo só se eu for por cima, tá bom?

Mais que depressa, ele deita de costas. Fico de cócoras. Relaxo o esfincter. Me preparo para ser enrabada. Vou abaixando, e sinto a cabeça do pau forçar a entradinha. Respiro fundo. Sinto a pressão da ponta que vai, pouco a pouco alargando a argolinha. E a cabeça entra, trazendo junto a parte grossa do pau, que me invade, escorregando para dentro do ânus.

Doeu menos do que sempre. Dou uma piscadela, sentindo a grossura do invasor. Moacir continua metendo. Cada vez mais, dilatando meu buraquinho apertado, abrindo caminho, pouco a pouco, acompanhado dos meus lamentos. Dar atrás, sempre me faz suar frio. Teve uma vez que a visão até escureceu, como se estivesse prestes a desmaiar.

Mas não desta vez. Me sinto preenchida. Apesar de certo incômodo inicial, meu cuzinho conseguiu acomodar bem o cacete inchado. Devo admitir que estou gostando… Mas não pode ser fácil assim. Mais adiante posso precisar de algo novo. Aproveito para protestar numa estocada mais forte:

– Aaaiii, tá doendo! Aaaii!

Dou um salto, com minhas contrações ajudando expulsar a vara. A dor era até suportável. Nem chegava a ser dor. Mais uma ardência. Estou respirando com dificuldade. Ao menos nisso, não estou simulando. Dar o cuzinho sempre me faz gemer. Dramatizo, soltando um suspiro de alívio.

– Calma, querida. Já passa. Vamos de novo, bem devagarinho, tá?

– Não, chega, amor. Você falou que era só um pouquinho, né? Já tá bom, não tá?

É claro para ele não está nada bom. Vejo sua rola dura, até pulsando. A cabeça inchada, vermelha e brilhando com o gel. A vontade só aumenta e o tesão só vai passar, depois de gozar, soltando jatos de gala dentro do meu cuzinho estreito. E implora, repetindo a ladainha.

– Tá bom, amor. Só vou deixar, por causa da plástica, tá? Ó, bem rapidinho, viu?

Digo isso deitando de costas, com um travesseiro sob o quadril. Abro bem as pernas e com as mãos, os montes da minha bunda farta e macia. Ele joga mais gel na vara e na posição de franguinho assado, deixo ele fustigar as preguinhas arrombadas. Enfia de novo. Tento relaxar, segurando as contrações involuntárias.

Coloco os pés em seus ombros, buscando mais conforto. A penetração não é profunda. Seu mastro sai a cada bombada. E a cada escapada, novamente seu membro grosso força a entradinha do meu cu. Ele me beija e sugere:

– Vamos mudar? Fica de quatro, querida!

Fico de bruços, com dois travesseiros na barriga, pernas abertas. Ergo o quadril para facilitar. Ele mete de novo. Entra fácil desta vez. O avanço é rápido e logo ele está com metade atolado dentro do meu traseiro. Mesmo sabendo que ainda falta outro tanto, pergunto:

– Já entrou tudo, amor?

– Tudo, tudinho, querida. Está doendo?

Para uma mentira, nada melhor que complementar com uma inverdade:

– Claro que dói!

E respiro forte para reforçar, contraindo o cuzinho, apertando sua rola. Ambos imóveis. Sei que ele está com vontade louca de bombar. Eu também, que ele faça isso. Sinto que meu grelho pede para ser tocado. Coloco a mão por baixo e começo a manipulá-lo. Um prazer diferente toma conta de mim. E levada pelas sensações, passo a rebolar, movendo lentamente o quadril.

Moacir começa a meter. Agora sei que seu mastro está inteiro no meu rabinho. A cada empurrada, seu ventre bate nas minhas nádegas, fazendo barulho e as bolas açoitam os lábios da xaninha. Sinto que o orgasmo está vindo. Tenho vontade de pedir ¨-Mais rápido, mete, mete tudo, me rasga inteira¨, mas me contenho.

Coloco a boca na costa da outra mão para abafar meus gemidos roucos. Em alguns lampejos de lucidez, percebo meus ¨ais e ãiins¨, acompanhando o ritmo do pênis inchado, quando quase sai e volta a entrar fundo. Ele imagina que estou aguentando estoicamente.

Segura firme minhas ancas, na posição de macho dominador. Se meu marido soubesse que estou próxima do clímax… E peço com voz embargada:

– Ai, ai, amor, goza logo, ai, goza amor, vai!

Ele acelera suas estocadas, metendo sem dó. Sua vara sai vai e vem, de forma descontrolada. Ele está arrebatado pelo tesão. Pronto para gozar. Ainda bem, porque eu já não conseguia me controlar. Quando ele dá a empurrada final, soltando ¨ahnns¨ roucos, eu solto um grito e me deixo cair mole, com seu corpo dobrando o peso em mim.

Meus orifícios piscam descontrolados. Tenho um orgasmo intenso, duradouro. E a piroca dele, ejacula forte, soltando jatos de porra quente e depois, continuando a cada pulsada que sinto, ao prender o pedaço de carne invasor. Seu pau, profundamente enterrado, ainda lateja, depositando mais gala nas minhas entranhas.

Moacir beija agradecido minhas costas, dizendo o quanto eu fui incrível. E vai saindo de dentro de mim. Meus músculos anais ajudam a expelir seu pau meio amolecido, que ao sair por inteiro, ainda goteja esperma. Da entrada arrombada, mina o sêmen do meu marido, que escorre pelas minhas partes íntimas. Peço para ele ir pegar papel higiênico no banheiro.

Demorei para entender essa fixação dos homens pelo sexo anal. Dizem até que seria um desejo inconfessável de de serem estimulados ali. Prefiro acreditar que sejam por outras razões, tais como por ser ainda um tabu, algo que poucas mulheres dão, pelo cu ser mais apertado que a vagina, uma prova de amor ou até mesmo um troféu.

De qualquer modo, deve ser algo especial. E por uns tempos, vamos fazer o sexo convencional. Até que ele vai querer meu cuzinho de novo. E começar tudo outra vez. Sei que vou querer também, mas, até lá, tenho que deixar pensado no que vou pedir em troca…

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Música + Asa Akira

Todo mundo escuta música, certo? Eu por exemplo, no dia-a-dia, não consigo ficar sem escutar um bom rock. E sou bem flexível se tratando de rock (aliás, acho que sou bem flexível em quase tudo na vida…). Gosto desde os clássicos, como AC/DC, Led Zeppelin, The Beatles (como não gostar dos Beatles), Rolling Stones, David Bowie (posso confessar uma coisa? Sou louca nesse cara, desde adolescente…sempre me imaginava transando com ele enquanto escutava seus discos) até bandas mais contemporâneas, como Franz Ferdinand, Arcade Fire, Artic Monkeys, Foo Fighters, Jack White e todos os seus projetos, e por ai vai. Também não dispenso um bom jazz – tem coisa melhor do que trepar escutando jazz?

Mas bem, esse post não é só sobre o meu gosto musical. Se eu começasse a discorrer aqui sobre isso e a listar tudo o que gosto de escutar, esse post nunca terminaria…estamos aqui para falar de sexo, pornografia e tudo mais. Como sou viciada em música, nada como botar uma boa canção para tocar (para me inspirar) e colocar um pouco do tema também no blog.

E como relacionar sexo com música? Descobrindo os gostos musicais das pornstars! Elas também são pessoas normais, quando não estão trabalhando – transando por ai – elas também escutam músicas, vão ao cinema, assistem programas de televisão, etc. E, para estrear essa (bem, vou chamar de coluna) coluna no blog, nada melhor do que conhecer um pouco do gosto musical da que seria a minha pornstar favorita (e aposto que de muita gente também), Asa Akira.

Por que gosto tanto da Asa? Bem, além dela ser linda e ter um corpo fenomenal, Asa possui um senso de humor único, bem ácido e irônico (quem segue ela no twitter sabe muito bem disso). Além disso, ela acabou de escrever um livro que está em fase de pré-lançamento e parece ser bem interessante. E, além disso tudo, ela gosta muito de sexo anal.

Bom, navegando por ai, achei uma entrevista onde Asa abre um pouco para os seus fãs uma parte da intimidade dela (já que a outra todos conhecem muito bem). Vou transcrever a entrevista, mas para quem quiser, a original – em inglês – pode ser vista aqui.

Que tipo de música você gosta? Quais são suas bandas favoritas?
Eu gosto muito de música boa, tipo hip hop underground e hip hop antigo, mas eu também curto música ruim, como Britney Spears e Justin Bieber. Eu praticamente escuto os mesmos artistas desde a escola: Biggie, Big L, Jay-Z, Atmosphere, Cage, Necro, Eminem, Fugees, Pharcyde, Nas. Alguns novos músicos que eu gosto são, por exemplo, Kendrick Lamar e o Hopsin.

O que você escuta para te animar quando você está se preparando para uma cena?
Eu não diria que me anima, mas Wicked Games, do The Weeknd é uma música tão sexy! Quando faço striptease em cena, eu sempre, sempre escuto essa música.

Outra música que me deixa animada, não importa o quão cansada eu esteja me sentindo é Your Fucking Head Split, do Necro. Essa me faz parecer que estou usando coisas bem doidas, mas não estou. Só se você achar que dupla penetração anal é uma coisa bem doida.

Quais músicas são boas para transar?
Eu quase não transo escutando música. Mas uma vez, um cara me fodeu bem forte, estilo “prisão” enquanto Adele tocava ao fundo. Foi super romântico.

Qual dica você daria sobre sair/transar com músicos?
Eu acho que nunca transei com nenhum músico. Um cara tocou guitarra e cantou para mim depois que a gente transou. Foi super estranho, e tudo o que eu conseguia pensar foi que tipo de expressão facial  eu deveria estar fazendo.

Você é hilária no Twitter. Quais são as pessoas que você mais gosta de seguir?
Obrigada! Minha pessoa favorita no twitter é provavelmente @keishacakesxxx, que é um fake BBW (Big Beautiful Woman, assunto pornô para garotas gordas). A conta é fake, mas quem está por trás dela é alguém do pornô. Quem? Ninguém sabe. É um segredo já por 3 a 4 anos. Estou determinada em saber quem é. Tudo o que eu sei dela é que ela é de gêmeos.

Se você pudesse transar com um músico, quem seria e por quê?
Taylor Swift. Entretanto, não só transar. Eu iria fazer a corte, dar em cima dela, criar um romance. Eu faria ela se apaixonar por mim. E então, eu cagaria todo o coração dela, para que ela escrevesse uma música sobre mim, e ai eu ficaria super famosa e os meus filmes pornô iriam vender que nem água, ficariam super famosos. Tipo os filmes pornô da Kim Kardashian e da Paris Hilton.

Você gosta muito de brincadeiras anais. Qual foi a coisa mais doida que você já colocou na sua bunda?
Eu não diria que amo brincar com a minha bunda. Eu amo sexo anal. Existe uma diferença, brincar é explorar o ânus usando brinquedos, mexendo com ele até ele arregaçar, machucar, etc. Sexo anal é um pênis no ânus. Resumindo, eu simplesmente amo pau. Explicado e dito isso, a coisa mais doida que eu já enfiei e tive no meu cu foi uma bolinha antistress chinesa.

Por último, qual foi a coisa mais engraçada (ou estranha) que já aconteceu com você em um set?
Uma vez eu estava trepando com um cara perto de um narguilé e ele acabou chegando perto demais, pegando fogo e se queimando. Eu acho que isso não é engraçado…quer dizer, vamos admitir que, de uma forma ou de outra, é sim.

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11 Dicas para o Sexo Anal ficar mais Prazeroso

11 dicas para que o sexo anal seja mais prazeroso

Sexo anal ainda é um tabu na vida de muitas pessoas, mas dizem que quem prova uma vez, não consegue mais parar. Se você ainda não teve a oportunidade de experimentar, ou está cogitando fazer pela primeira vez, a dica essencial é que você esteja relaxada e excitada.

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Além disso, confira 11 dicas essenciais para a sua experiência com sexo anal ser prazerosa:

1) Psicológico

O mais importante de tudo: você realmente está a fim de experimentar? Muitas mulheres acabam fazendo só para satisfazer o parceiro e esquecem de seu próprio prazer. Só faça sexo anal quando tiver certeza que você quer mesmo, afinal, nada pior do que fazer esse tipo de coisa sem vontade.

dicas para o sexo anal ser prazeroso

2) Pessoa certa

O.K, sabemos que é apenas sexo anal; não estamos aconselhando você a esperar pelo príncipe encantado. A dica é saber com quem você está fazendo – no mínimo alguém de confiança e que você tenha intimidade… Afinal, né?

3) Tesão

Decidiu fazer sexo anal? Então lembre que não dá para ir direto aos finalmentes; a melhor fórmula para o sucesso é você estar com muito prazer e caprichar nas preliminares antes da penetração em si. É prazer na certa!

dicas para o sexo anal ser prazeroso

4) Preliminares

Preliminares? Mas que preliminares? Além de masturbação e sexo oral vaginal, perca a vergonha e vá fundo na hora de explorar o seu corpo: sexo oral no ânus e preparar o terreno com os dedos são a melhor alternativa e fazem toda a diferença.

dicas para que o sexo anal seja prazeroso

5) Relax

Isso mesmo: tente relaxar o máximo que você conseguir. Quanto mais tensa você estiver, mais vai doer a penetração.

dicas para o sexo anal ser prazeroso

6) Higiene

Sexo anal requer um pouco mais de higiene e alguns cuidados essenciais; não faça logo após a refeição ou com vontade de ir ao banheiro – você já sabe o que pode acontecer, né? E para você se sentir mais segura, procure fazer a limpeza anal mais conhecida como “xuca” (limpeza do ânus com chuveirinho).

7) Lubrificação

Não precisa falar nada, né? Sem lubrificação, não existe sexo anal. Esteja munido de lubrificantes íntimos, que sem eles, nada feito – principalmente para quem não tem experiência no assunto.

dica para o sexo anal ser prazeroso

8) Preservativos

Nem pense em fazer sexo anal sem preservativos, por mais que seja com o seu parceiro fixo. O ânus é diferente da vagina e pode acabar transmitindo doenças para o seu parceiro. NUNCA se esqueça de trocar a camisinha quando for penetrar na vagina.
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9) Imprevistos são normais

Pare de noiar e tenha em mente que imprevistos são normais em tudo na vida, não seria diferente com sexo anal. Esteja preparada para imprevistos como o famoso “cheque” e gases. E claro, não se preocupe, pois apesar de constrangedores, não são coisa de outro mundo.

dicas para o sexo anal ser prazeroso

10) Posições

Não comece com posições avançadas; opte por fazer de ladinho ou de bruço, porque além de você conseguir controlar melhor a penetração, dói menos. Deixe para ficar por cima ou fazer de quatro quando você já tiver mais prática na coisa.

posições de sexo anal

11) Ritmo

Ritmo é tudo; se o cara estiver indo muito forte, ou rápido demais, não tenha medo de pedir para ir com calma – aí que entra a questão de escolher a pessoa certa. Não tenha medo de dizer que está doendo, ou pedir para parar, afinal, sexo anal não é das matérias mais fáceis da vida. 

E então, gostaram das dicas?
Agora é só colocar em prática ;)

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Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Eles são um casal extremamente safado!
Mesmo no motel, já cheios de tesão, se exibem pra quem entra. Fodendo e chamando os outros pra ver..

Confere aí essa história bem sacana;

 

Exibicionistas: Sacanagens na garagem do motel

Olá amigos, aqui vai mais um conto e fotos verídicos vividos por mim e uma amante putinha, a safada tem 23 aninhos é morena e bem magrinha, uma noite fomos ao motel e como de praxe para bons exibicionistas já a despi no caminho e ao cruzar o portão de entrada a fiz descer do carro e ir até a suíte caminhando nua a vadiazinha já chegou ensopada pela possibilidade de alguém a ver nua e ali já a esperava de pau duríssimo, depois de uns beijos ela tirou minha camisa na garagem e abriu meu zíper já pulando pra fora minha verga duríssima e começou a me masturbar até que ouvi o barulho de um carro entrando e foi ai que a mandei me chupar com a bunda virada para a passagem.
Ela dobrou seu corpinho magrinho e começou a me chupar o casal que entrava olhou assustado e seguiu e ela continuou a chupeta até que logo em seguida ouço outro barulho e a mando abrir a bunda com as duas mãos enquanto mamava em mim e ao se aproximar a caminhonete vi que o cara reduziu e ele e sua companheira riam, o cara tinha uns 47 anos e parou de frente a garagem e ficou vendo, ai abriu a porta desceu e deixou a porta aberta pra sua companheira ver também, sua companheira era loira de saia curtinha e umas coxas grossíssimas e um sorriso de largar a família.

Ele se aproximou pediu licença para assistir, eu consenti e quando a putinha foi reclamar a puxei pelos cabelos contra meu pau e a mandei calar a boca, ele pos a mão na bunda dela e ela chupando foi ai que abriu o zíper e tirou seu pau e começou a se masturbar, o pau dele era pequeno e ai eu lhe disse:
– Tá curtindo?
– Muito!
-Quer uma chupeta?
Ele gritou pra moça da caminhonete:
– Posso, amor?
– Só se virarem de lado pra eu ver!
Foi ai que mandei a cadelinha se virar e mamar o pau do cara enquanto eu a enrabava ela com lagrimas nos olhos atendeu e começou a chupar o cara enquanto isso a mina do cara ergueu a saia e se masturbava e tirava fotos quando anunciei o gozo e gozei no seu cuzinho o amigo também disse que ia gozar e foi ai que mandei que gozasse na boca dela e ele o fez com gosto.

Nisso desce a loira da caminhonete com a saia levantada e vai beijar a boca da minha cadelinha, então entra outro carro no motel e o amigo foi tirar a caminhonete enquanto as duas se beijavam me ajoelhei e fui lamber a buceta e o cuzão da loira que quando ia gozar chorava como uma boa puta. Ela gozou só de ser chupada no cú enquanto beijava a minha vadiazinha.

Trocamos telefone pra ela me enviar as fotos por watts-up e nos despedimos, marcamos uma foda a quatro mas só depois de eu foder a loira sozinho no escritório do coroa, em outra oportunidade conto pra vocês, abraço.

 

créditos do conto: contoerótico.com.br

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Minha prima, meu tesão

Cheguei na casa de minha tia, entrei e fui até a cozinha para tomar um copo de água. Uma visão paradisíaca para meus olhos: minha prima Teodora com uma blusa e uma calcinha, mexia algo na panela. A blusa era do pijama, bem justa, o que salientava os peitinhos dela e a calcinha atolada no reguinho, deixava as popinhas dela à mostra. Virou o rosto, me viu, deu um largo sorriso.
Cheguei perto dela, com cara de bravo:
– Isso são trajes de me receber, Teodora?
– Uai, gostou não? Tá bom, vou lá dentro me vestir de modo mais comportado…
Fez menção de sair, mas eu a segurei e rindo falei:
– Não foi isso que eu quis dizer… acho que você está vestida em excesso… devia estar sem nada!!!
– Ah, priminho safado…
E ai ela me beijou, começou a desabotoar minha camisa. Não pensei duas vezes para colocar as mãos nos peitinhos dela e arrancar a camisetinha do pijama. Nessa altura, minha camisa já saira de mim e minha calça já estava nos calcanhares. Tirei para não tomar um belo tombo. E assim que tirei ela já veio segurando meu pau e me fazendo uma bela chupeta.
Tirei a calcinha dela e não havia mais nada a tirar. Coloquei-a sentada na bancada da pia e comecei a lamber a bucetinha de Teodora e depois de bem lubrificada, enfiei meu pau nela. Escandalosa, ela gritava pedindo mais e mais. Tirei-a da bancada e coloquei-a ajoelhada numa cadeira, metendo por trás, depois fui eu a sentar na cadeira e ela, sentada em meu pau, pulava com todas as forças, gemendo alto.
Quando eu disse a ela que já estava quase gozando, ela levantou-se e ficou me chupando até eu explodir de gozo, enchendo a cara dela com minha porra. Ela esfregou o rosto em meu peito e eu tive de tomar um banho.
Quando sai do chuveiro e entrei no quarto, ela já estava lá, nuazinha.
– Quero mais, quero mais… vem cá!
Me jogou na cama e já veio sentando em cima, com os peitinhos bem perto da minha boca, e eu os chupei enquanto ela rebolava com meu pau dentro dela. Depois ela ajoelhou-se na cama e quando fui penetrar sua xotinha, ela falou:
– Meu cu… come meu cu…
Uau… serviço completo… enfiei o dedo no cu da priminha, depois outro e finalmente encostei a cabeça e fui enfiando bem devagar. Curioso que ela foi levantando o corpo e quando terminei de entrar ela estava praticamente de pé e assim ficou por um tempo. Depois me falou para não tirar e acompanhar seus movimentos, foi descendo até deitar-se na cama e eu com o pau dentro do cu dela. Gozei logo, era impossível segurar…
Naquele dia ela não quis saber de mais nada.
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a cozinha, sem fazer barulho, eu a vi só de calcinha e camiseta, preparando uma banana com aveia. Sem que ela me visse, abaixei-me e fiquei sob a mesa. Dali a pouco ela veio e sentou-se. E quase a matei de susto quando segurei as pernas dela. E fui puxando, e ela saiu da cadeira e sentou-se no chão e eu fui puxando sempre até ela ficar do meu lado e eu levantar sua camiseta e mamar nos peitinhos dela.
– Hoje eu quero café com leite, mas o leite é o seu, viu?
– Mama à vontade, sabe que eu adoro te ver mamando em mim, não sabe?
Virei o corpo e ela entendeu o que eu queria, tirou minha calça de pijama e mamou em meu pau. Ai saímos de debaixo da mesa, continuei deitado e lá veio ela sentar-se em meu pau, me cavalgando, de novo aos gritos. Ergui meu corpo e a beijei, enquanto ela ainda continuava engolindo meu pau com sua bucetinha quentinha. Tornei a deitar e ela se deitou em cima de mim, me beijando com volúpia enquanto mexia com a bunda e fazia meu pau deslizar dentro dela, até eu gozar.
Com uma prima assim…nem dá vontade de sair de casa!

por Kaplan no Conto Erótico

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Desvirginando um cú no menàge

Olá, meu nome é Marcos e o da minha esposa é Regiane. Somos um casal normal, transamos umas três vezes por semana. Certo dia estávamos combinando uma viagem para o litoral de Ubatuba. Como não temos filhos, resolvemos convidar um casal de amigos nossos, mas infelizmente, ou felizmente, somente a esposa do André, Valéria pode ir com a gente. Ele só iria no final de semana. Valéria e uma mulher muito recatada, mas tem um corpo muito bonito. Minha esposa também tem um corpinho muito bonito para sua idade, 38 anos.
Meu apartamento só tem um quarto, mas é muito grande. Tem duas camas de casal e duas de solteiro. Não tivemos opção a não ser dormir os três no mesmo quarto. Sou louco por sexo e naquela noite senti uma vontade enorme de dar uma trepadinha, mas minha esposa me alertou que a Valéria estaria no quarto junto. Eu disse para fazermos bem baixinho, então ela aceitou.
Esperamos ela dormir e demos uma rapidinha. Mas ao olhar para o lado, percebi que ela estava acordada. Não falei nada para minha esposa. Gozei gostoso só de imaginar outra pessoa nos olhando. No dia seguinte fomos para a praia. Para minha surpresa a Valéria estava com biquini bem sexy, principalmente para ela, que é recatada. Minha esposa, como de costume, com seu biquini atolado no seu rabo gostoso, percebi que muitas vezes era observada pela Valéria com um olhar meio estranho, de apreciação. Voltamos para o apartamento por volta das 18h, pois estávamos na praia há bastante tempo. Chegamos e fomos dormir um pouco para irmos a uma balada mais tarde.
Curtimos a noite toda na balada. Então percebi que a Valéria estava de olho na minha esposa. Percebia que as duas dançavam com os corpos se esfregando. Certo momento minha esposa veio até mim e disse que a Valéria bebeu de mais e que tinha tentado passar a mão em sua boceta. “Deve estar mesmo”, imaginei.
Fomos embora para casa. Ao chegar, Valéria ligou o som e começou a dançar como uma louca. Minha esposa entrou no embalo. Eu fiquei sentado no sofá, só olhando as duas agarradas dançando como se não tivesse ninguém ali. Meu pau começou a ficar duro só de imaginar as duas peladinhas na minha frente. De repente, Valéria puxou minha esposa pelo pescoço e deu-lhe um beijo de língua. Regiane olhou para mim assustada, mas só dei uma piscada dando-lhe permissão para que continuasse. As duas esqueceram de mim ali. Não acreditava no que estava vendo. Valéria começou a tirar a roupa. Que boceta linda! Toda raspada. Regiane acompanhando despiu-se também. Para minha agradável surpresa, Valéria pediu para que Regiane me chamasse para a brincadeira. Minha esposa olhou bem para mim e disse: “vem meu amor”.
Não pensei duas vezes, começamos a dançar os três juntos. Tirei minha roupa num piscar de olhos e logo já estávamos pelados. Valéria deitou no tapete da sala e disse: “vocês me deixaram louca a noite passada, agora vão ter que apagar meu fogo”. Minha esposa, que nunca tinha beijado sequer uma mulher, caiu de boca na boceta da Valéria e começou a lambuzá-la. Enquanto isso, Valéria olhou pra mim pediu para mamar no meu pinguelo. Antes de ela terminar de falar, já tinha em sua boca meu delicioso cacete.
Ficamos ali os três por um bom tempo revezando, até Valéria me olhar e dizer que seu marido nunca comeu seu cu. Regiane ficou espantada e deu risada. Falou pra ela ficar de quatro então ela teria o maior prazer de sua vida. Então deu uma boa lambida naquele cuzinho virgem — lindo mesmo—, me puxou perto dela e ficou passando a minha chapeleta na portinha da Valéria. Ela dava gritos de prazer. Fui colocando aos poucos até entrar tudo. Ela rebolava e dizia que estava adorando. Gozei umas duas vezes sem tirar de dentro. Minha esposa só ficou olhando e se masturbando gostoso na minha frente.

 

créditos do conto Jardim do Prazer

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Te conto um conto: Quem não dá conta, assiste

Safadinhos e safadinhas,

SEXXXta chegou e com ela toda a sensualidade do fim de semana!

Eu, por exemplo, espero me acabar! Esse promete!
E nada melhor pra inspirar do que um conto erótico bem sacana. ;)

No conto de hoje, um corno mais que assumido.
Ele não dá conta da gata, então gosta de ver a mulher trepando com outros. Que corninho!

Quem não dá conta, assiste

Esta história é verdadeira e compartilho com vocês uma experiência fantástica. No mês passado, uma aluna de condicionamento físico, Luana (loirinha, 33 anos, +/- 1,60m, 68Kg, seios volumosos, coxas e bunda bem moldadas) buscava perder alguns quilinhos e entrar em forma… solicitou acompanhamento individual com personal para sessões 3 vezes por semana… nosso primeiro contato já foi bem descontraído, ela falando sobre melhorar a aparência, ficar mais sexy, entre outras coisas. Programei um circuito de exercícios com as repetições necessárias e demos inicio as aulas… a cada exercício Luana pedia ajuda meio que posicionando minhas mão nas partes de seu corpo, dizendo: – Aqui dói no movimento!,… Está certo desse jeito?, … Me ajuda a forçar mais!!… O que sei é que nosso constante contato foi me dando um tesão por aquela mulher e um dia não agüentei e lhe tasquei um beijo molhado de tirar o fôlego… ela correspondeu e disse: – Estava muito precisando disso. Terminei minhas aulas, tomei um banho e quando sai da academia, lá estava Luana me esperando… entrei em seu carro e fomos direto para seu apartamento. Chegando lá fiquei surpreso com o tamanho e a beleza do imóvel, saquei que ela tinha muita grana e só então descobri que ela era casada…. ela disse que o marido, muito mais velho que ela (51 anos) já não transava muito (ela estava há 1 mês sem uma foda)… perguntei por ele e Luana disse que o mesmo estava no trabalho e só volta à noite, que teríamos umas 4 horas para uma boa transa. Fomos para o quarto do casal e tiramos as roupas… ela tinha um belo corpo, curvas definidas, suas tetas apresentavam bicos rijidos e rosados, sua xoxota peludinha e bem aparada, uma tatuagem nas costas na altura do ombro direito representava Vênus a deusa do amor… nos beijamos e quando a deitei de costas para um sexo oral me deparei com piercing na xoxota… lambi com vontade enquanto enfiava um dedo ora na buceta ora em seu cuzinho…. insiste até fazer Luana gozar na minha boca a qual toda lambuzada, direcionei para um beijo de língua dando a ela o saber de seu gozo. A coloquei deitada de lado na cama, levantei uma de suas pernas e de joelhos (um de cada lado de sua outra perna), enfiei minha pica naquela buça encharcada…. revezei movimento rápidos e lentos prorrogando ao máximo a foda, até que não resistindo e percebendo que ela iria gozar, despejei minha porra dentro daquela xoxota. Tomamos banho juntos e ela me fez uma chupeta deliciosa, engolia pinha rola inteira (tenho 17cm de cacete bem grosso) enquanto massageava minha bolas, até eu gozar em sua boca. Refeitos voltamos para cama, Luana ficou de 4 na beira da cama e eu de pé enfiando minha vara naquela buceta, ela gemia, choramingava e me chamava de pauzudo gostoso…. quando vi que ela estava bem excitada, tirei a pica de sua buça e como estava bem lubrificada meti de uma única vez em seu cú…. ela deu um grito e me chamou de cachorro… quando ameacei tirar ela fortaleceu sua rosquinha e segurou meu pau dentro de seu cú…. pedindo: – Mete…mete forte… arregassa meu cuzinho…. enche ele de porra. Como já havia gozado…. a ereção demorou bastante tempo e fudi aquela bunda deliciosa…. quanto direi o cacete daquele buraco, veio todo babado num misto de porra e sangue, de tanto que esfolei o rabo de Luana. Naquele momento ouvi um barulho e me assustei… ela me tranqüilizou e me levou a um quarto de hospedes onde estava seu marido pelado, tocando uma punheta e assistindo num sistema de circuito fechado de TV a nossa foda, na cama, no banheiro…. ele se virou para mim e disse… venha quando quiser…. coma minha Lú com vontade, pois é uma gata selvagem bem gostosa e puta!
Tenho mantido relações constantes com Luana, mas em motéis pois não gosta dessa história de ter um marido me espionando enquanto fodo sua mulherzinha.

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É muito corno mesmo. Mas vamos respeitar, tem gente que curte!
Bom fim de semana, muito sexo pra vocês!

Beijinhos

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Tatuando o terceiro olho

Gente, que nesse mundo tem maluco pra tudo, disso não tenho dúvidas.

E há um tempo atrás escrevi sobre um menina que tinha tatuado o ânus e disse que tinha sentido prazer com toda aquela maluquice.
A tatuagem anal ficou famosa pelo vídeo da moça, em uma feira de tatuadores, enquanto estava sendo marcada. Para ver o post clique aqui.

Pois bem, como no vídeo dela não mostra o tatuador trabalhando (se é que vocês me entendem) de fato, fiquei curiosa em ver, quase que in loco, esse rabisco no asterisco. Mas deixei pra lá e a vida continuou…

Mas não é que essa semana, navegando por essa grande rede, me deparo com um vídeo de uma outra mulher (olha a menina fazendo escola aí) tatuando o cu. Mas dessa vez alguém ouviu minhas preces e resolveu filmar tudo, do jeito que eu queria ver! :)

Ela chega tranquila, somente ansiosa — segundo a mesma. Mas depois que o camarada começa a tatuar, ela descobre que não vai ser tão fácil assim. Confiram abaixo…

Sweet asshole tattooing

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E, desse dia em diante, quando ela der a porta dos fundos, vai poder dizer que quem a comeu viu ESTRELA! rá.
Não consigo não pensar na sensacional sessão do Treta, o ‘Dica de tatuagem para a sua filha’.
Vale a pena!

É isso, meus taradinhos.
Beijinhos

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