Fazer Swing é mais gostoso

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Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

Para quem não sabe, qualquer processo terapêutico no meu consultório começa com um telefonema – momento em que é feito o “pedido de ajuda”. Nessa altura, são recolhidas informações que permitam preparar a primeira consulta. Deste modo, nós, terapeutas, tentamos contextualizar as dificuldades da pessoa/do casal/da família em causa e perceber até que ponto podemos ser úteis. Por outro lado, este primeiro contacto com a natureza dos problemas permite-nos, caso seja necessário, efectuar mais algumas leituras.

Foi exactamente isso que aconteceu aquando do primeiro pedido de ajuda feito por um casal de “swingers”. Confesso que, na altura, nem eu nem o meu co-terapeuta estávamos muito familiarizados com as regras que envolviam esta prática.

As leituras entretanto efectuadas e a experiência clínica permitiram-me conhecer um pouco melhor o conceito.

Ao contrário do que muitas pessoas pensarão, este não é um fenómeno recente. Em Portugal existem casos cujo início remonta aos anos 70 (do século XX) e nos Estados Unidos as primeiras descrições sobre o tema terão surgido nos anos 50/60.

Os casais que aderem ao swing mantêm relações sexuais com outros casais (troca de parceiros) sem investirem em laços emocionais. Não praticam a monogamia do ponto de vista sexual, mas assumem-se como monogâmicos ao nível emocional.

Os estudos efectuados com casais swingers têm demonstrado que estas pessoas encontram neste “estilo de vida” uma forma honesta de explorarem as suas fantasias – experimentando novas “técnicas” com diferentes parceiros. Além disso, e provavelmente ao contrário do que seria de esperar, revelam que esta prática promove a atracção sexual entre os membros do casal e que os níveis de ciúmes são mais baixos do que nos casais em geral. Mais: para muitos, o swing funciona como um afrodisíaco. Ultrapassar as inibições culturais permite que cada um se sinta mais atraente perante o cônjuge.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

No último post exploramos um pouco a questão de mais um homem na jogada. Se bem conduzido isso não é nada de outro mundo e pode ser extremamente prazeroso sem nenhum risco e nenhum sentimento de corno. E isso pode ser uma experiência libertadora para a mulher, transformando-a em uma devoradora sexual, que fará o que você quiser nas suas próximas transas.

Se você está aberto pelo menos a 5% de possibilidade de ter uma relação sexual diferente que envolva outro homem, essa taxa pode ter uma grande salto quando você considerar a possibilidade de fazer swing. Isso significa que você passa a considerar a ideia de eventualmente participar de um encontro de casais!

Como funciona isso exatamente? Bem, existem diversas formar de fazer swing e vai muito do perfil do casal, da cidade onde moram, dos objeitos, etc. Mas de forma geral podemos dizer que fazer swing se trata de uma relação sexual onde dois casais dividem o mesmo ambiente e trocam os parceiros durante a experiência. Isso significa que um homem pode ter relação com a mulher do outro e vice versa, as mulheres podem ter uma relação entre elas ou os 4 terem uma transa simultânea onde há penetração, lambidas, muitas mãos, etc.

Hoje o objetivo é mostrar que essa prática não é nada de outro mundo. O ponto principal é você conseguir realizar essa relação sem sentimentos de traição e culpa. Existem estratégias para conseguir isso. E “comer” outra mulher na frente da sua parceira pode ser uma das experiências mais excitantes que você já teve na sua vida.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

Imagine você penetrando outra mulher enquanto ela está lambendo a vagina da sua parceira. Imagine ver sua parceira gritando de prazer por ter outra mulher a “chupando” toda. A ideia do ménage é essa e se corretamente apresentado a qualquer mulher ela topa. Só depende de executar corretamente a estratégia adequada para o perfil da sua parceira. Ao fazer swing, as coisas ficam um pouco mais apimentadas. Na cena acima, além dos 3 teria também um homem que poderia estar debaixo da sua parceira, penetrando enquanto ela é chupada ao mesmo tempo.

Nunca houve tantos casas para fazer swing no Brasil como hoje em dia. Especialmente nas maiores cidades, parece que a cada mês surge um novo local e muitos novos casais entram para esse mundo. E você, já pensou sobre experimentar fazer swing ou quer começar primeiro só com o ménage?

 

Swing: para quem tem ou está com alguém 

Incrementar o erotismo na relação é uma busca de muitos casais e uma dessas possibilidades é o swing.

Swing, troca de casais, ou atualmente, balada sensual… Não importa, para muitos casais essa prática ainda é um tabu devido à formação moral/religiosa ou ao “contrato” de fidelidade.

Em São Paulo e na maioria das capitais existem casas destinadas à prática onde o ambiente é de sedução explicita e com sexo ao vivo. Você pode manifestar seu desejo por outra pessoa sem receber crítica; embora possa receber um “não tô a fim”.

Para muitos é excitante estar num ambiente onde possa se sentir desejado (a). Na fantasia essa ideia ajuda a promover um alto nível de excitabilidade em casais – casados ou namorados.

E aí entra uma questão fundamental: uma coisa é fantasiar, imaginar a cena e se excitar com o erotismo fruto da imaginação, outra coisa é trazer para a realidade essas fantasias e torná-las uma prática sexual.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

O que buscam os casais numa casa de swing ou balada sensual? 

Todo mundo que vai numa casa de swing busca a troca de parceria?

Não é o que tenho conhecimento, muitos casais encaram o swing como fonte de erotismo e excitação, mas não encaram a troca, por dificuldade de um ou do casal e acabam usando o espaço da casa de swing como fonte de excitação, onde se masturbam ou transam entre eles naquele contexto. Ou seja, vão para as baladas sensuais só para aquecer a libido, como muitos dizem: “é sentir-se fazendo parte de um filme de sexo explicito”.

Outros estão em busca de quebrar a rotina ou a mesmice que tomou conta da relação, o que pode ajudar a trazer uma excitabilidade a mais. Alguns permitem viver a masturbação – troca de carícias com outro casal ou com um single – ou seja, homens sozinhos podem entrar, mas pagam mais caro. Mulheres também podem, mas ainda são em menor número. Daí pode acontecer o ménage com uma troca de carícias ou até, quem sabe, uma troca sexual efetiva.

Para outros casais que tiveram poucas experiências sexuais é a possibilidade de variar, experimentar/aprender /sentir com alguém diferente. Nessa “traição consentida”, há a ideia de que ambos possam se experimentar e até melhorar a performance sexual e a autoestima.

Há casais que buscam no swing uma satisfação sem impor limites

Uma prática frequente é encontrar homens que sentem prazer em assistir sua parceira transar com um homem ou uma mulher. Trata-se de uma relação de poder em relação à mulher: ‘ela é minha e vai ficar comigo’; há o desejo excitante de vê-la em uma ‘situação de traição’, pois dá a essa mulher um caráter de ser experiente, ousada, sem vergonha ou safada. Para outros pode trazer uma excitação até de caráter bissexual, ou seja, a fantasia de um ménage com dois homens e uma mulher.

A maioria dos homens se excita em ver duas mulheres transando. Para muitos essa experiência homossexual traz um erotismo maior, pela delicadeza. O homem também tem o desejo de fazer parte dessa cena.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

Mas será isso tudo sempre dá certo?

Aí vem uma questão importante, o problema não é o swing enquanto espaço ou proposta, é as pessoas estarem psicológica e emocionalmente preparadas para viverem essas múltiplas oportunidades.

Para muitas pessoas a ideia é que é difícil ter coragem de ir, mas para muitos casais ir ao swing é deliciosamente excitante, mas… viver a experiência ou presenciar a vivência da troca de parceria é que muitas vezes traz o conflito. Isso porque muitas pessoas – na maioria mulheres -, ainda topa ir ao swing para agradar o parceiro ou por receio que ele vá sozinho, e não por desejarem viver efetivamente essa experiência.

Para muitos ver o parceiro (a) trocando caricias e demonstrando tesão por outra pessoa traz conflitos, medos, sensação de rejeição e uma enorme queda na autoestima.

Por isso a orientação é que respeitem mais que o desejo do parceiro (a), mas também respeitem o seu próprio limite pessoal. Alguns casais vão juntos e tentam ver ate onde os dois conseguem chegar. Assim aproveitam do ambiente erotizado e da sensualidade despertada para incrementar suas fantasias. Mas forçar a barra e exigir que o parceiro aceite essa vivência, sem respeitar o seu limite, pode trazer grandes prejuízos à relação.

Se a busca é de erotização, ela deve ser realizada numa crescente de experiências que os dois deem conta de viver, senão haverá mais prejuízos e mágoas do que um ambiente de prazer.

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