Dogging você sabe o que é?

Dogging

Dogging
Dogging

O nome bonitinho, politicamente correto, é dogging, que significa a prática de sexo em locais públicos, geralmente, com desconhecidos. É mais antigo que andar para trás e, por incrível que pareça, tem muitos adeptos

Uma prática erótica que começou na década de 1970, na Inglaterra, está se consolidando no Brasil. O “dogging” é um misto de voyeurismo e swing e se baseia no prazer do sexo alcançado com mais intensidade devido ao fato de desconhecidos estarem olhando tudo de muito perto. O nome traz diferentes abordagens, seja pelo fato de ser como levar o cachorro para passear e observar tudo ou mesmo pela similaridade dos cães de rua, que acasalam na hora e local que querem.

As relações acontecem, geralmente, em lugares públicos um tanto ermos, com pouca iluminação, abandonados e sempre tarde da noite. Com a internet, as pessoas interessadas nesse tipo de relação conseguem se organizar através de fóruns e até mesmo de sites para que os encontros sejam marcados.

Pioneira do “dogging”, a Inglaterra tem até uma espécie de federação, o Dogging After Dark, que dá informações, promove debates e até indica mais de 5.000 lugares para transar sob as diretrizes da prática. Ao acessar o site da DAD (www.dogging-afterdark.co.uk), fica claro de cara que o barato é se exibir. Já na página inicial, o internauta se depara com diversas fotos de “doggers”, como são conhecidos, fazendo sexo em parques e estacionamentos.

No Brasil, principalmente em São Paulo, a moda está pegando. E como está! Grupos têm se reunido constantemente em locais como os parques do Ibirapuera e Villa-Lobos, nas ruas Cerro Corá (Lapa), Curitiba (Moema) e Oscar Rodrigues (Morumbi) e na Praça do Pôr do Sol (Alto de Pinheiros). Aos interessados, é importante se informar com relação às regras de aproximação de cada lugar.

Dogging
Dogging

Outro ponto conhecido de “dogging” é a rua Achilles Masetti, uma travessa da avenida 23 de Maio. O produtor de cinema P. F, que prefere manter sua identidade em sigilo, conta como as pessoas buscam o prazer no local. Ele deixa claro que sua condição é de voyeur.
“Um amigo que já tinha me levado até uma casa de swing me falou de uma outra prática sexual que tem como principal atrativo o voyeurismo. Pelo que eu percebi, se tratava de um passo além do swing. Fomos de carro e, primeiramente, passamos pela rua, bastante escura. Mas dava pra ver uns dez homens parados à espera de casais, que chegavam em seus veículos. Os interessados param e ficam esperando alguém se aproximar do carro e trocar uma ideia. É como se o ‘marido, noivo ou namorado’ oferecesse favores sexuais àquelas pessoas que estão ali só aguardando um sinal positivo para tal”, relatou.

Segundo P.J, havia muitas árvores na calçada, o que dava um clima um pouco nebuloso à situação.

“Eu fui apenas pra ver, já que não tinha o menor interesse em transar ali, até porque isso não me atrai. Porém, fiquei curioso para ver o tesão que aquilo causa naquelas pessoas. Eu observei, assim que cheguei, no último domingo, alguns carros parados e o pessoal se aproximando. Um dos sujeitos já estava transando com uma mulher, que estava acompanhada do seu parceiro em um veículo grande, tipo uma Pajero. Ela basicamente usava a porta do carro como apoio para o ato sexual. E a cena era essa: eles transando e outros caras olhando, sendo que alguns já estavam perto, na expectativa de também participarem”, contou o produtor.

Em São Paulo, o blog “Negroprazer_sp®” traz várias informações para quem tiver interesse em se aventurar no dogging: http://negroprazers.blogspot.com.br/2012/01/dogging-quer-experimentar.html?zx=1cc5f9bc8689d85e. E para quem quiser saber um pouco como funciona, mas não tem coragem de se aproximar, pode assistir ao filme “Dogging: A Love Story”, de 2009.

 

Dogging
Dogging

O dogging consiste em ter sexo com um desconhecido em lugares públicos enquanto outros são testemunhas, em maior ou menor medida do ato. Uma experiência cheia de adrenalina da qual muitos se consideram adeptos, inclusive os casais mais conservadores.

Bem como os swingers, aqueles que praticam o dogging também contam com uma série de regras que você deve conhecer e respeitar muito bem.
A Internet está cheia de fóruns e páginas especializadas onde antes de cada encontro se estabelece o lugar, data e hora do mesmo, costuma-se escolher espaços apertados onde não se corra o risco de ser descoberto por quem não tenha sido convidado. Ao mesmo tempo, os participantes decidem até que grau os voyeurs podem observar.
Normalmente o lugar predileto para praticar o dogging é dentro do carro e realiza-se todo um jogo com o mesmo para indicar aos que observam o que está acontecendo.
As luzes intermitentes externas indicam aos outros que nesse carro há ação. Se a luz interna acender, convidam os de fora para que vejam o que estes fazem e sejam testemunhas do ato sexual (algo que muitas pessoas desfrutam, ver outros fazer sexo).

Quando o carro conta com janelas e portas entreabertas é um convite para se aproximar e tocar um pouco, enquanto que uma das portas completamente aberta significa claramente: Se quiser um trio ou uma orgia, você está convidado. É o voyeur que decidirá se deixa de espiar e passa à ação.
Ainda que para muitos o dogging possa ser uma pratica depravada, há outros que o consideram como uma grande forma de sair da rotina, inclusive muitos casais fingem não se conhecer e se inscrevem nos fóruns para ficar e ter sexo enquanto outros espiam.
Também alguns casais recorrem ao anonimato do dogging para realizar sua fantasia em trio, intercâmbio de casais, ou simplesmente para serem olhados por outros enquanto desfrutam do sexo juntos plenamente.
É importante que, além de usar preservativos, você se informe muito bem das regras de cada grupo e siga as recomendações de segurança que oferecem, lembre-se de que o sexo em público não é legal, por isso é importante seguir as normas.
O dogging é uma pratica diferente cheia de adrenalina e excitação que pode ser inocente se somente o casal deseja ser visto até bem mais complexa quando se permite a participação de outros.

 

dogging
dogging

 

1 – O que é o Dogging?

– O termo dogging designa tanto o ter, como o observar, sexo exibicionista num local público ou semi-público, normalmente ao ar livre. Às vezes os voyeurs são convidados a participar, mas normalmente assistem das proximidades.

2 – Porque é que se chama Dogging?

-Existem várias explicações possíveis. Dogging (termo inglês) pode significar buscar, ou observar. Ou poderá referir-se a ter sexo na rua como cães (dogs). A teoria mais popular diz-nos que o termo virá do álibi “passear o cão” para esconder as aventuras no exterior.

3 – Como é que o Dogging começou?

– Embora o Dogging já seja praticado há muito tempo, só começou a chamar à atenção ultimamente devido ao advento da internet, dos telemoveis e SMS’s, que facilitam em muito a marcação de sessões.

4 – O Dogging é como o Swing?

– Muitos casais que praticam dogging são também adeptos do Swing (troca de casais, sexo em grupo, etc.), mas também há casais que só recorrem ao dogging como forma de “apimentar” a relação.

5 – Porque é o Dogging tão popular?

– Porque é divertido e proibido! Há pessoas que adoram ver e ser vistas a fazer sexo. Há também um elemento de aventura e fantasia em encontrar um bom sitio para o fazer e em planear um bom encontro.

6 – Que tipo de pessoas pratica Dogging?

– Os casais exibicionistas situam-se, normalmente, entre os 30 e os 50 anos, podendo, claro, ser mais novos ou mais velhos. Os observadores são normalmente homens.

7 – Quais são os melhores lugares para o Dogging?

– A maioria do doggers escolhe o ar livre, sempre fora dos sítios comuns e muito frequentados, normalmente em parques ou zonas verdes. Os parques de estacionamento também costumam ser lugares de reunião de doggers, ou, embora menos frequente, salas de cinema.

8 – Quão divulgado é o Dogging?

– Sexo em público acontece praticamente em todo o lado. Contudo o fenómeno do dogging parece ter aparecido no Reino Unido, embora se tenha expandido rapidamente no Canadá, Estados Unidos e Nova Zelândia. Agora podemos dizer que está praticamente em todo o lado, com um crescimento muito acentuado na Europa.

9 – Eu quero experimentar o dogging, como é que começo?

– Uma opção é procurar sites, foruns,grupos de Dogging na internet,vou colocar alguns lugares aqui em São Paulo onde o pessoal do Doggin se encontra.

10 – Como é que os Doggers marcam encontros?

– Actualmente, os contactos são estabelecidos online, através de forums, news groups, salas de chat ou indo ao locais onde geralmente esse pessoal se encontra.

11 – O Dogging é perigoso?

– Há alguns riscos que envolvem o dogging. Sempre que lidamos com pessoas que só conhecemos online ou vamos a sítios isolados ou nos colocamos em posições comprometedoras, estamos a tornar-nos de certa forma vulneráveis a perigos. Normalmente as pessoas só estão à procura de passar um bom momento, mas os crimes podem acontecer, como tal deverás sempre ser cuidadoso e estar de olho nas proximidades.
Outro perigo bem evidente é o da contracção de doenças sexualmente transmissíveis (DST’s). Segura-te quando te envolves com estranhos, usando preservativos luvas e outras formas de contracepção.

DOGGING E SEXO SEGURO.

– Use sempre o preservativo. Compre caixas grandes e leve sempre a contar com mais alguém.
– Lembre-se que se alguém parece limpinho, isto não significa que não tenha doenças sexualmente transmissíveis
– Se o companheiro de uma mulher não está a usar preservativo, isto é mais uma razão para você usar .
– Lubrificantes tornam o sexo mais confortável e já se vendem nos supermercados.
– As mulheres devem levar as coisas com calma e conhecer os seus limites. Não devem ter vergonha de mandar parar alguém que esteja a ir longe demais.
– Os casais devem falar antecipadamente no que querem fazer e quais serão as regras. Combinem um sinal ou senha no caso de algum dos dois pretender terminar a cena.

SEGURANÇA PESSOAL

– Seja cauteloso e use o bom senso quando conhece estranhos na Internet. Não ceda informações pessoais.
– Combine encontros em locais longe do olhar do público em geral, mas não tão longe que não possa pedir ajuda se necessitar.
– Familiarize-se com os locais dos encontros e certifique-se de que existem pelo menos duas saídas do local e que você as conhece.
– Proteja a sua identidade e privacidade criando uma “alcunha” sexual só para estes encontros.
– Mulheres deverão ir sempre com o companheiro, ou junto com um amigo com que se sintam seguras.
– Evite riscos desnecessários e nunca publique online a hora e local exactos de um encontro de dogging. Anuncie as suas intenções e um contacto pessoal, de preferência criado só para o efeito, através do qual marcará futuramente a hora e o local.
– Afaste-se de zonas “mal frequentadas” normalmente associadas a prostituição e tráfico de droga.
– Proteja os seus valores como celulares, carteira, etc. no porta luvas ou outro sitio seguro enquanto estiver ocupado. Se sair do carro, tenha sempre as chaves consigo.
– Quando voltar para casa, dê umas voltas ou pare por um bocado para se certificar que não está a ser seguido.

 

REGRAS PARA QUEM ASSISTE:

– Higiene acima de tudo. Aspecto sujo e mau cheiro espantão qualquer um. Assim, se pretende juntar-se a um casal vá “apresentável” e limpo.
– Não espreite em carros insuspeitos. Nem todos os casais que namoram em carros procuram atenção.
– Deixe-os aquecer. Não se precipite em direção a um casal assim que chegam, isto pode tornar difícil o começo. Deixe a ação iniciar antes de avançar.
– Observe bem os sinais, a luz interior acesa pode querer dizer que querem ser vistos e a janela do carro aberta, que querem que se aproximem, mas também pode querer dizer que procuram alguma coisa perdida no carro ou que precisam de ar fresco…
– Mantenha-se à distância até ser convidado. não se junte ao casal se este não o chamar.
– Saiba apreciar mas com respeito. Sem ofensas, berros, ou palavras insultuosas.
– Não importune o casal, se não gosta do que está a ver retire-se sem reclamar.
– Retire-se se lhe pedirem. Se um casal quiser ter a sua privacidade, não faça disso um problema e procure outro local.
– Não se meta com outros  doggers. A sorte de um dogger não é um convite aberto a toda a gente, e até se poderá tratar de uma sessão privada.
– Atenção aos faróis do carro. Use-os para conduzir em segurança, mas quando chegar ao local desligue as luzes.
– Não ande à volta de parques de estacionamentos ansiosamente à procura de ação. Saiba antes onde vai, e quando lá chegar seja paciente. A acção nem sempre surge num clique.
– Seja um bom vizinho e não tape a vista a outros doggers nem lhes obstrue a passagem do carro.
– Recolha o seu lixo e não deixe nada para trás.
– Ponha-se a andar assim que o show terminar. Não fique a empatar.

 

 LOCAIS  DA PRÁTICA DO DOGGING em SÃO PAULO:

IBIRAPUERA

Existem 3 locais de exibição dentro do Parque do Ibirapuera,

O primeiro fica bem na entrada, conhecido como danoninho. Lugar muito movimentado e frequentado não só por casais.

Os outros 2 pontos ficam dentro do Parque, lembrando que o Parque fica aberto até a Meia Noite e reabre às 5 da manhã, os melhores horários

O Estacionamento da Marquise não há muitos Voyeurs, local ideal para encontrar outros casais, mas sempre lembrando que poucos ficam parados lá, geralmente os casais ficam rodando entrando e saindo do parque.

O segundo é o estacionamento perto da OCA, muito tranquilo e não há voyeurs, apenas casais. Sendo que é um ponto para marcar encontros, não ficam casais ali esperando Voyuers. Neste ponto além da exibição dentro dos carros há locais para CarPark também, pois há uma região do parque onde se pode transar e exibir-se ao ar livre.

Lembrando sempre que, casais tem sinais para pararem os carros. Pisca Alerta e farol são utilizados para alertar que existe outro casal querendo brincar.

Os melhores horários todos os dias das 22:00 até fechar à meia noite, sextas, sábados e domingos é mais movimentado ou às 5 da manhã logo que o parque abre.

 

CERRO CORÁ

Existe uma  Praça entre a Cerro Cora e a Rua São Gualter, na Rua Japuanga, onde muitos casais se encontram para se exibir e transar o lugar é muito bom, mas com poucos voyuers e alguns Gaviões. Vale a pena conhecer o lugar. a iluminação é fraca, mas o lugar seguro, os carros ficam parados debaixo das árvores e os voyeurs circulando com seus carros, muitos taxistas frequentam o local, aliás se tem uma profissão com alto número de voyuers, são taxistas

O local é de fácil acesso e com bastante movimento, lá as coisas são mais abertas que no Ibirapuera, não é necessário marcar…

embora não tenha o mesmo espaço do Ibirapuera é um local bastante agradável

Melhor horário depois da meia noite.

 RUA CURITIBA

Na Rua Curitiba é um local onde vão muitos casais, existem dois pontos onde os casais e voyeurs param os carros:

O primeiro é atrás do Círculo Militar numa praça, lá ficam alguns voyeurs de carro parados esperando casais ou a chance de poder ver algo.

O segundo local é no Final da Rua Curitiba, lá sim o movimento é muito grande e as regras são respeitadas.

A noite inteira e de madrugada rola os Voyeurs e Casais na região.

 

  MORUMBI

Ao lado do shopping Morumbi tem uma praça na Rua Oscar Rodrigues, lá é um lugar bastante simpático e agradável, mas só marcando com voyeurs ou outros casais. Mas realmente um lugar interessante.

Outro local é na Avenida que corta os Shop. Morumbi e o MarketPlace.

Quem quiser conhecer pode passar pelo local.

Melhor horário de madrugada.

VILLA LOBOS

Logo na Av. Prof. Francisco Rodrigues tem uma área com algumas barracas onde os carros param, para comer e beber ali é um excelente ponto, seguro e com espaço, vale a pena ir até lá e conferir, um pouco mais a frente fica a academia da polícia militar o que torna o lugar cheio de policiamento.

Mas também é um local, para marcar, ir lá pensando que vai encontrar pessoas se exibindo para qualquer um, não vai encontrar nada.

Mas, vale a pena o local, se tiverem oportunidade marquem lá com outros casais ou voyeurs.

Melhor horário depois da meia noite.

 

PRAÇA DO PÔR DO SOL

Já foi um dos melhores points de Dogging, hoje já não é mais. Mesmo assim é um local cheio de casais. Vale a pena passar lá e conferir

Melhor horário de madrugada

Fazer Swing é mais gostoso

Fazer Swing é mais gostoso

 

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

Para quem não sabe, qualquer processo terapêutico no meu consultório começa com um telefonema – momento em que é feito o “pedido de ajuda”. Nessa altura, são recolhidas informações que permitam preparar a primeira consulta. Deste modo, nós, terapeutas, tentamos contextualizar as dificuldades da pessoa/do casal/da família em causa e perceber até que ponto podemos ser úteis. Por outro lado, este primeiro contacto com a natureza dos problemas permite-nos, caso seja necessário, efectuar mais algumas leituras.

Foi exactamente isso que aconteceu aquando do primeiro pedido de ajuda feito por um casal de “swingers”. Confesso que, na altura, nem eu nem o meu co-terapeuta estávamos muito familiarizados com as regras que envolviam esta prática.

As leituras entretanto efectuadas e a experiência clínica permitiram-me conhecer um pouco melhor o conceito.

Ao contrário do que muitas pessoas pensarão, este não é um fenómeno recente. Em Portugal existem casos cujo início remonta aos anos 70 (do século XX) e nos Estados Unidos as primeiras descrições sobre o tema terão surgido nos anos 50/60.

Os casais que aderem ao swing mantêm relações sexuais com outros casais (troca de parceiros) sem investirem em laços emocionais. Não praticam a monogamia do ponto de vista sexual, mas assumem-se como monogâmicos ao nível emocional.

Os estudos efectuados com casais swingers têm demonstrado que estas pessoas encontram neste “estilo de vida” uma forma honesta de explorarem as suas fantasias – experimentando novas “técnicas” com diferentes parceiros. Além disso, e provavelmente ao contrário do que seria de esperar, revelam que esta prática promove a atracção sexual entre os membros do casal e que os níveis de ciúmes são mais baixos do que nos casais em geral. Mais: para muitos, o swing funciona como um afrodisíaco. Ultrapassar as inibições culturais permite que cada um se sinta mais atraente perante o cônjuge.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

No último post exploramos um pouco a questão de mais um homem na jogada. Se bem conduzido isso não é nada de outro mundo e pode ser extremamente prazeroso sem nenhum risco e nenhum sentimento de corno. E isso pode ser uma experiência libertadora para a mulher, transformando-a em uma devoradora sexual, que fará o que você quiser nas suas próximas transas.

Se você está aberto pelo menos a 5% de possibilidade de ter uma relação sexual diferente que envolva outro homem, essa taxa pode ter uma grande salto quando você considerar a possibilidade de fazer swing. Isso significa que você passa a considerar a ideia de eventualmente participar de um encontro de casais!

Como funciona isso exatamente? Bem, existem diversas formar de fazer swing e vai muito do perfil do casal, da cidade onde moram, dos objeitos, etc. Mas de forma geral podemos dizer que fazer swing se trata de uma relação sexual onde dois casais dividem o mesmo ambiente e trocam os parceiros durante a experiência. Isso significa que um homem pode ter relação com a mulher do outro e vice versa, as mulheres podem ter uma relação entre elas ou os 4 terem uma transa simultânea onde há penetração, lambidas, muitas mãos, etc.

Hoje o objetivo é mostrar que essa prática não é nada de outro mundo. O ponto principal é você conseguir realizar essa relação sem sentimentos de traição e culpa. Existem estratégias para conseguir isso. E “comer” outra mulher na frente da sua parceira pode ser uma das experiências mais excitantes que você já teve na sua vida.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

Imagine você penetrando outra mulher enquanto ela está lambendo a vagina da sua parceira. Imagine ver sua parceira gritando de prazer por ter outra mulher a “chupando” toda. A ideia do ménage é essa e se corretamente apresentado a qualquer mulher ela topa. Só depende de executar corretamente a estratégia adequada para o perfil da sua parceira. Ao fazer swing, as coisas ficam um pouco mais apimentadas. Na cena acima, além dos 3 teria também um homem que poderia estar debaixo da sua parceira, penetrando enquanto ela é chupada ao mesmo tempo.

Nunca houve tantos casas para fazer swing no Brasil como hoje em dia. Especialmente nas maiores cidades, parece que a cada mês surge um novo local e muitos novos casais entram para esse mundo. E você, já pensou sobre experimentar fazer swing ou quer começar primeiro só com o ménage?

 

Swing: para quem tem ou está com alguém 

Incrementar o erotismo na relação é uma busca de muitos casais e uma dessas possibilidades é o swing.

Swing, troca de casais, ou atualmente, balada sensual… Não importa, para muitos casais essa prática ainda é um tabu devido à formação moral/religiosa ou ao “contrato” de fidelidade.

Em São Paulo e na maioria das capitais existem casas destinadas à prática onde o ambiente é de sedução explicita e com sexo ao vivo. Você pode manifestar seu desejo por outra pessoa sem receber crítica; embora possa receber um “não tô a fim”.

Para muitos é excitante estar num ambiente onde possa se sentir desejado (a). Na fantasia essa ideia ajuda a promover um alto nível de excitabilidade em casais – casados ou namorados.

E aí entra uma questão fundamental: uma coisa é fantasiar, imaginar a cena e se excitar com o erotismo fruto da imaginação, outra coisa é trazer para a realidade essas fantasias e torná-las uma prática sexual.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

O que buscam os casais numa casa de swing ou balada sensual? 

Todo mundo que vai numa casa de swing busca a troca de parceria?

Não é o que tenho conhecimento, muitos casais encaram o swing como fonte de erotismo e excitação, mas não encaram a troca, por dificuldade de um ou do casal e acabam usando o espaço da casa de swing como fonte de excitação, onde se masturbam ou transam entre eles naquele contexto. Ou seja, vão para as baladas sensuais só para aquecer a libido, como muitos dizem: “é sentir-se fazendo parte de um filme de sexo explicito”.

Outros estão em busca de quebrar a rotina ou a mesmice que tomou conta da relação, o que pode ajudar a trazer uma excitabilidade a mais. Alguns permitem viver a masturbação – troca de carícias com outro casal ou com um single – ou seja, homens sozinhos podem entrar, mas pagam mais caro. Mulheres também podem, mas ainda são em menor número. Daí pode acontecer o ménage com uma troca de carícias ou até, quem sabe, uma troca sexual efetiva.

Para outros casais que tiveram poucas experiências sexuais é a possibilidade de variar, experimentar/aprender /sentir com alguém diferente. Nessa “traição consentida”, há a ideia de que ambos possam se experimentar e até melhorar a performance sexual e a autoestima.

Há casais que buscam no swing uma satisfação sem impor limites

Uma prática frequente é encontrar homens que sentem prazer em assistir sua parceira transar com um homem ou uma mulher. Trata-se de uma relação de poder em relação à mulher: ‘ela é minha e vai ficar comigo’; há o desejo excitante de vê-la em uma ‘situação de traição’, pois dá a essa mulher um caráter de ser experiente, ousada, sem vergonha ou safada. Para outros pode trazer uma excitação até de caráter bissexual, ou seja, a fantasia de um ménage com dois homens e uma mulher.

A maioria dos homens se excita em ver duas mulheres transando. Para muitos essa experiência homossexual traz um erotismo maior, pela delicadeza. O homem também tem o desejo de fazer parte dessa cena.

Fazer Swing é mais gostoso
Fazer Swing é mais gostoso

Mas será isso tudo sempre dá certo?

Aí vem uma questão importante, o problema não é o swing enquanto espaço ou proposta, é as pessoas estarem psicológica e emocionalmente preparadas para viverem essas múltiplas oportunidades.

Para muitas pessoas a ideia é que é difícil ter coragem de ir, mas para muitos casais ir ao swing é deliciosamente excitante, mas… viver a experiência ou presenciar a vivência da troca de parceria é que muitas vezes traz o conflito. Isso porque muitas pessoas – na maioria mulheres -, ainda topa ir ao swing para agradar o parceiro ou por receio que ele vá sozinho, e não por desejarem viver efetivamente essa experiência.

Para muitos ver o parceiro (a) trocando caricias e demonstrando tesão por outra pessoa traz conflitos, medos, sensação de rejeição e uma enorme queda na autoestima.

Por isso a orientação é que respeitem mais que o desejo do parceiro (a), mas também respeitem o seu próprio limite pessoal. Alguns casais vão juntos e tentam ver ate onde os dois conseguem chegar. Assim aproveitam do ambiente erotizado e da sensualidade despertada para incrementar suas fantasias. Mas forçar a barra e exigir que o parceiro aceite essa vivência, sem respeitar o seu limite, pode trazer grandes prejuízos à relação.

Se a busca é de erotização, ela deve ser realizada numa crescente de experiências que os dois deem conta de viver, senão haverá mais prejuízos e mágoas do que um ambiente de prazer.

Por Que Participar de Swing?

Por Que Participar de Swing?

 

Participar de Swing
Participar de Swing

Ao contrário do que muita gente pensa, swingers são casais que trocam de parceiros, mas que não necessariamente são freqüentadores de casas de swing. O mais indicado é praticar swing numa casa de swing, mas se o swinger prefere locais mais discretos, pode muito bem os fazer em um outro lugar, como um motel, por exemplo.

Há outras formas de se fazer um swing sem ser através das casas, como, por exemplo, pela internet, cadastrando-se em sites especializados em trocas. Sempre dou a sugestão de que se o casal apenas se conhece pela internet, que o primeiro encontro seja feito numa casa de swing. Um casal só deve levar outro a sua casa depois que muita confiança já estiver adquirida entre eles. Vale até ir conhecer pessoalmente as pessoas sem compromisso (que isso fique sempre bem claro durante as conversas entre as partes).

Os casais também têm muita curiosidade em saber como os outros casais transam e isso pode ser saciado visitando-se uma dessas casas. É saudável ter curiosidade e todo mundo afinal quer saber se faz de maneira certa e se tem outra maneira melhor de se fazer. Então o negócio é ir àbusca!

Liberdade à rodo

As casas de swing são as mais indicadas pelo fator segurança, por terem uma estrutura física destinada a esses encontros e também por permitir que haja um contato mais direto entre os casais, sem contar que os ambientes costumam ser para lá de animados.

Lembro-me de eu visitando as casas junto com meus clientes, era sempre muito divertido, aprende-se um monte de posições e de técnicas. Lá se conversa abertamente sobre sexo com outros casais. É o assunto principal! E algo bem importante de se notar é que as pessoas não têm vergonha do seu corpo, mesmo que sejam bastante imperfeitos, é como uma praia de nudismo, só que a céu fechado.

É necessário que eu faça também aqui, um esclarecimento inicial: casas de swing não são lugares de libertinagem, mas de liberdade e muitos são os casais adeptos dessa prática, que poderíamos até mesmo chamar de filosofia de vida. Caso você tenha vontade de freqüentar uma, a primeira coisa a fazer é falar com seu parceiro. Nessas casas só entram casais. Lá dentro você pode separar-se da outra pessoa, mas a entrada é sempre acompanhada. Essa decisão deve ser feita pelos dois, ambos devem estar em comum acordo de que querem estar lá juntos. Não pode ocorrer de um ir apenas para agradar ao outro, a decisão é unânime entre o casal. Para swingers, a unidade é o casal.

Ciumentas, fiquem longe!

Uma outra dica que dou, se você ou ele tem ciúmes em excesso, evite ir, já ocorreu de casais estragarem a relação por falta de confiança mútua e o que era para ser uma evolução no relacionamento acabou sendo um retrocesso. É importante que o casal esteja forte, seguro e resolvido em detalhes para que não sofram pequenos e até grandes problemas, em relação ao ciúme. Se vocês forem um casal liberal em relação ao sexo, se confiarem totalmente um no outro e se têm vontade de experimentar coisas novas, participar de um clube de swing pode ser uma boa opção para quebrar a rotina. Pode ser uma novidade bem legal!

Muitas relações já melhoraram com essa experiência, casais de clientes meu já me relataram que acabaram por tornarem-se mais íntimos e cúmplices um do outro após essa experiência. Mas você deve ter em mente que se o casal já tem complicações dentro do casamento, o swing não é uma saída para resolver estes problemas. Um estilo de vida mais liberal deve ser experimentado por pessoas que se amam, que se aceitam como são, que se respeitam e que confiam um no outro.

 

Participar de Swing
Participar de Swing

Vou enfatizar algo: Casais que freqüentam swing não se traem.

“Como é que é?” Você deve ter se perguntado isso agora, mas é verdade. Eles não se traem por dois motivos, o primeiro deles é pelo fato dos dois estarem conscientes de que está havendo a troca de casal e nenhum estar sendo enganado. Segundo que, por terem uma relação liberal já previamente estabelecida, procuram participar dos encontros sempre juntos sem deixar a outra parte de fora da situação.

AMANTE = TRAIÇÃO e SWING = CUMPLICIDADE

Casais que freqüentam casas de swing raramente possuem relacionamentos extraconjugais. O que não deve também ser confundido é swing com amor. Não se faz amor em casas de swing. Faz-se sexo, amor se faz entre os casais que se amam, entre os parceiros que tem um relacionamento mais direto.

Sexo com amor só é feito entre o casal NUNCA ENTRE OS CASAIS. Assim sendo, o ciúme fica deslocado. Sabe-se que o fato de um dos parceiros estar nos braços de outro, não significa um sentimento, é apenas um desejo sexual.

Entre os casais que se trocam, no máximo existirá amizade e sempre respeito. Swing pode ser também, uma forma de amizade que você irá conquistar e algumas serão ótimas.

Ir a uma casa de swing pode ser uma situação interessante. Mas não necessariamente quem vai lá tem que trocar de casal. Há os que vão apenas para olhar e sentirem-se excitados, que são chamados os voyers.

Vou dar dicas para quem deseja conhecer esse lugar diferente:

A vestimenta é livre. Use o que lhe deixa confortável. Mas lembre-se, casa liberal não significa lugar com falta de elegância.

Educação e gentileza: não quebre as regras!

Se você é uma pessoa do tipo exibicionista e/ou gosta de roupas bem ousadas e provocantes, sim, as boates e clubes de swing permitem e incentivam tal liberdade de vestimentas. Se você preferir, pode inclusive sair de casa vestida de maneira reservada e trocar de roupa apenas no local. Geralmente há vestiários e cadeados á disposição dos freqüentadores.

Evite usar muitos acessórios, pois você pode arranhar um swinger com pulseiras e relógios em um momento de maior empolgação. Também existe a possibilidade de perda.

Não se preocupe caso seja a sua primeira vez, com certeza todo mundo que hoje é swinger já passou por essa experiência e provavelmente, no dia em que você for, outros casais também se encontrarão na mesma situação.

A melhor dica aqui é agir naturalmente. Tente fazer aproximação de maneira cordial e educada, da mesma forma como se faz em reuniões sociais. Apresente-se pelo seu nome, apresente quem está lhe acompanhando e converse de maneira agradável. Não necessariamente quem conversa irá fazer parte da troca de casais.

Se for a primeira vez do casal, vale à pena usar da sinceridade como um passo para inserir-se no grupo, diga: Olá, somos novos por aqui e esta é nossa primeira vez ““.

Participar de Swing
Participar de Swing

 

Depois do primeiro casal, tudo se tornará mais fácil.

Nas casas de swing, regra primordial é educação e gentileza. As pessoas que freqüentam esses lugares têm por hábito manter o bom nível. A maioria das pessoas acha que essas casas são lugares de orgia e baderna, engana-se quem pensa assim, são lugares muito bem organizados, freqüentados por pessoas em sua grande maioria classe média alta.

Outra regra também importante que precisa ser percebida por todos os freqüentadores é de que existe liberdade e que isso implica também em você recusar e/ou ser recusado.

Isso é feito de maneira diplomática e objetiva, um simples “não, muito obrigado” é entendido por todos.

Swingar ou não swingar?

Se você decidir freqüentar, seja sempre honesto com seus sentimentos e desejos e explique ao parceiro que lhe acompanha o que está se passando com você. Se um dos dois não estiver á vontade e preferir sair do local, então é hora dos dois retornarem para casa e conversarem sobre o que se passou com uma das partes. Evite tornar traumática a ida a lugares diferentes.

A linha que divide o “eu realmente queria” e o “eu me senti obrigada” a fazer é pequena demais. Um “não” divide as duas situações. Isso fará uma grande diferença no outro dia.

Não tenham pressa em experimentar todas as novidades de uma casa de swing e nem de trocar de casal com todos os freqüentadores. O prazer também consiste em se aproveitar bem cada oportunidade. Calma, as casas de swing não vão sumir! Ao que tudo indica, vão se expandir.

Um casal que começou a conversar com você, não necessariamente irá fazer troca, muitas amizades iniciam-se nesses locais e conhecer pessoas novas torna-se válido também.

 

Participar de Swing
Participar de Swing

 Por que um casal gastaria de fazer swing se eles estão felizes juntos? A maioria das pessoas têm dificuldade em entender o porquê de algumas pessoas decidirem fazer troca de casal. Quando perguntam a eles por que eles fazem uma troca de casal, a resposta é, porque somos felizes! A maioria das pessoas neste estilo de vida tem muitas coisas boas acontecendo com elas:

  • Elas amam muito seus respectivos parceiros e têm um forte senso de compromisso para que seus relacionamentos tenham sucesso e uma vida longa.
  • Elas têm habilidades de comunicação excelentes e honestas e boa capacidade de resolver problemas.
  • Elas dão suporte um ao outro e têm o desejo de preencher as necessidades do outro, não apenas as necessidades da vida cotidiana mas também as sexuais.
  • Elas também têm uma boa e saudável atitude sexual.

Quando os casais dividem honestamente seus desejos e fantasias, eles sentem que desenvolveram uma ligação íntima. O sexo é uma das atividades mais importantes que você pode dividir com alguém. Sexo também é um impulso natural, saudável, como comer, beber e dormir. Por que pessoas querem fazer sexo com outras pessoas que mal conhecem? Qual é a atração?

Em primeiro lugar, existe um pouco de exibicionismo e voyerismo em todos nós. Algumas pessoas se assustam com esses sentimentos e fazem o que podem para escondê-los. Outros gostam de ceder a eles. Você certamente pode fazer um ou ambos em uma orgia.

Em segundo lugar, está a promessa de uma estimulação visual poderosa numa troca de casal. Observar novos parceiros e outros casais se envolverem em uma variedade de atividades sexuais pode oferecer um intenso prazer sexual.

Qual deve ser sua primeira preocupação? A pergunta que você precisa se fazer é o que poderia acontecer em seu relacionamento se você realizasse suas fantasias? O desejo de preservar o relacionamento que vocês tem um com o outro deve ser compartilhado em respeito a ambos os parceiros. Acima de tudo, faça sua parceira saber que ela é a número um.

Você consegue separar o amor romântico de sexo recreativo? Para praticantes da troca de casal, os atos físicos de prazer sexual, apenas pelo prazer, são diferentes de fazer amor com seu parceiro principal. Dividir nossos desejos mais profundos e experiências sexuais íntimas pode tornar o casal mais próximo, como afirmam muitos casais que fizeram swing. Se você consegue conversar honestamente sobre sexo e sentimentos, você consegue conversar sobre qualquer coisa.

A troca de casal não significa traição. Traição resulta em dor e perda da confiança. Parceiros que são honestos e abertos podem aumentar sua ligação um com o outro. Os casais podem aproveitar a honestidade emocional e sexual favorecida pelo swing.

Como saber se a troca de casal é algo para você? Pergunte a você mesmo e responda sinceramente essas perguntas:

  • Você entende que amor romântico e sexo recreativo são duas coisas diferentes?
  • Como você vai se sentir ao ver sua parceira sentindo satisfação sexual com outra pessoa?
  • Você está fazendo isso para dar prazer a si mesmo ou a ela?
  • Quais fantasias vocês têm e como vocês se sentem sobre realizar essas fantasias? Vocês podem se satisfazer juntos?
  • Vocês conseguem ser totalmente honestos um com o outro sobre tudo?
  • Você está pronto para aceitar uma resposta honesta sobre sua questão? Mesmo que não seja a resposta que você espera ouvir?
  • Vocês são completamente comprometidos um ao outro?
  • Vocês estão prontos para “ir ao resgate” do outro ou manter o bem estar e os sentimentos como primeiras preocupações em seus pensamentos (perguntar à sua parceira periodicamente – “Você está bem, se divertindo, etc.”) durante as experiências de swing?
  • Você pode parar no meio de uma experiência sexual, se sua parceira realmente precisar de você?
  • Você realmente pode dizer a ela que a ama depois de assistir ela se envolver em atividades sexuais com outra pessoa?
  • Como você se sente sobre bissexualidade para você e para ela? (Existem menos bissexuais homens no swing do que mulheres, mas vocês devem discutir o assunto, vocês podem se surpreender).

O casal toma a decisão consciente de fazer troca de casal com outras pessoas. Esse tipo de comportamento acontece há muito tempo e esperamos que nunca desapareça completamente.

Muitos grandes clubes de swing prosperam, fazendo festas regularmente, embaixo do nariz do mundo que não faz swing. Eles são confortáveis e aconchegantes, ótimos lugares tanto para se começar, como para praticantes da troca de casal já experientes conhecerem pessoas. Saia por aí e comece a explorar sua sexualidade e melhorar seu relacionamento. O grupo de praticantes da troca de casal é composto por muitas pessoas diferentes, fisicamente, emocionalmente e intelectualmente. Abracem as diferenças. Vocês vão se encaixar perfeitamente.