Você no Blog Sexy Hot ou A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista (parte 3)

Se você perdeu ou ainda não viu e quer acompanhar, só clicar para ler a parte 1 e a parte 2 dessa história fantástica!

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A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista – Parte 3

Naquela manhã, Jussara chegou mais silenciosa do que de costume pensando no que vivera durante à noite.

Antes trair o marido era fácil, não tinha remorso, pois fazia com homens que ele nem sonhara em conhecer. Porém, agora era diferente.

Vicente além de ser seu vizinho, também se tornara colega de trabalho dele.

A rotina do casal basicamente não foi afetada. Quando Carlos queria manter relações sexuais com a esposa, ele a procurava. Isso era fato raro.

No entanto, se ele tivesse outra pessoa fora do casamento, Jussara não se importava e não queria saber. Não havia nenhuma condição de julgamento, seu desejo agora era ter Vicente colado ao seu corpo.

Vicente astuto como ele era, o que fez?

Ele simplesmente evitara Jussara, nas raras vezes que se encontravam pela rua do bairro. E quando Carlos o convidava para ir a sua casa, lhe contava alguma desculpa esfarrapada.

Isso fazia com que Jussara se definhasse por dentro. Até suas idas para a casa da mãe não eram mais assíduas. E quando dizia que ia pernoitar por lá, Jussara não mais mentira.

Essa situação se arrastou por quase longos dois meses. E Jussara se surpreendeu, pensando que Vicente tivesse desistido de sua chantagem.

À tarde sozinha em casa, o telefone toca.

- Alô… – Disse ele.

- Pois não. – Respondeu ela.

- Esteja pronta hoje à noite. E leve na bolsa um vestidinho bem sexy. – Ordenou Vicente reconhecendo a sua voz e sem ao menos Jussara responder algo, ele desligou.

- O que estaria planejando? Seria mais um encontro entre os três? Alberto, Vicente e ela? – Ficou perguntando a si mesma.

Logo em seguida, ligou para o marido dizendo sobre a ida para a casa de sua mãe. Ele concordou prontamente.

No mesmo esquema, Alberto foi buscá-la e passando em outro lugar se encontraram com Vicente.

Não existiu uma boa noite.

- Trouxe o que lhe pedi. – Quis saber Vicente.

- Sim! – Respondeu ela.

- Então se troque. – Disse ele.

- Mas aqui? – Indagou.

- Não se faça de recatada. Já vimos tudo o que tem aí debaixo dessas roupas. – Disse Alberto.

Dali a alguns minutos, Jussara ficou da maneira que eles desejavam.

E ficaram rodando pelas ruas do Centro da cidade para que passasse a hora e chegarem até onde queriam.

O vidro do carro era claro, e para acrescentar algo a mais, Vicente lhe sugeriu algo:

- Jussara, que tal um showzinho para nós e os demais que estão nesse trânsito chato?

Ela não entendeu nada, e quando Alberto tirou do porta-luvas uma máscara.

- Coloque isso! – Disse ele.

Sabendo que não teria outras opções, Jussara atendeu ao pedido.

- Isso! Continue sendo uma boa menina! – Falou Vicente.

Jussara se sentiu incomodada…

- O que eles pretendiam? – Indagou.

Vicente desfez o laço que segurava a alça do vestido revelando o seio desnudo. O que fez por reflexo colocar a mão para cobri-lo.

- A intenção é para que fique à mostra. Agora preciso que se insinue para os motoristas que estão passando por você. – Disse Vicente com um tom de voz mais calmo como o de costume.

Jussara entendeu o que deseja e começou a se acariciar. Notório se fazia os olhares e as reações em sua direção.

Vicente estava no comando e lhe pediu mais ousadia, quando Alberto lhe puxou a outra alça do vestido.

Nesse momento, Jussara estava excitada… Sua calcinha completamente molhada.  Nunca tivera com o marido a cumplicidade que Alberto e Vicente estavam tendo com ela, mesmo sendo à base de chantagem. O que estava acontecendo ali foi o que desejara fazer algum dia.

Rebolando sobre o banco ao lado de Vicente, levantou o vestido demonstrando toda a sua excitação. Porém, Vicente a observava…

Alberto fora mais ousado levantando um pouco o corpo e esticando a mão até a buceta dela, deu um leve apertão.

- Fique à vontade amigo, mas cuidado com o trânsito. – Disse Vicente sempre coerente.

Os homens nos veículos ao lado ficaram loucos com a cena, assobiavam… Gritavam… Chamavam-na de gostosa.

Vicente observava tudo com atenção. Aqueles homens e algumas mulheres se manifestavam desejando estar ao lado de Jussara e poder usufruir de seu corpo.

Toda aquela situação deixou o tesão de todos aflorados e finalmente chegaram ao seu destino.

Ainda mascarada, os três entraram em uma casa de swing bastante conhecida na cidade e por fim Vicente lhe avisou que seu nome seria Wall, para não despertar a curiosidade de outras pessoas.

Tudo o que vivera ali estava sendo tão diferente.

-Será que Vicente se renderia a ela ali mesmo?

Os dois rapazes lhe mostraram como funcionava a casa. Alberto se mostrava sempre mais empolgado.

A frieza de Vicente com relação a ela era impar.

Uma mulher se aproximou do trio mostrando grande entrosamento com Vicente. Isso fez com que Jussara sentisse ciúmes.

Ciúme: uma palavra que não se encaixa em uma casa de swing. Isso soava bem contraditório aos seus ouvidos.

Jennifer seria este o seu nome. Depois de conversarem um pouco afastados, eles tornaram a se aproximar e sua atenção agora era voltada quase que exclusivamente para Jussara, ou seja, Wall.

Os dois rapazes se serviram de bebidas, enquanto as duas mulheres conversavam.

Jennifer levou Wall para outro lugar e ali se deu início a carícias.

Um pouco tímida Wall foi cedendo, já que se encontrava nas mãos de Vicente.

Jussara reviveu as cenas de que quando estavam no carro e entre as carícias que Jennifer, notou o olhar atento de Vicente.

O jogo dele era esse, já que seria a esposa infiel, ele desejava a ver traindo o marido.

Com o tempo, Jussara foi se soltando e se envolvendo mais no sexo de Jennifer.

Depois ela notara que Alberto estava metendo no cu de uma mulher, enquanto outro homem preenchia a sua buceta.

E Vicente? Onde estaria, já que não estava mais aonde se encontrava?

Quando olhou para o lado esquerdo e o viu com outra mulher.

Depois de transarem por algum tempo ele se aproximou e ficou observando com a outra os movimentos sinuosos de wall e Jennifer.

Jussara recebeu toda a atenção de Jennifer, rebolando e gozando com mãos macias deslizando em seu corpo.

Assim, Jussara foi introduzida ao mundo fascinante e instigante da casa de swing

Porém, o que mais Vicente a revelaria com o doce sabor da chantagem?

Ao retornarem já com o dia amanhecendo…

- Você aprende rápido. – Disse Alberto.

- Pois é… A esposa infiel… Mas precisa aprender mais coisas para chegar ao ponto que desejo. – Comentou Vicente.

- Nada melhor do que fazer um marido corno. Qual é o nome dele mesmo? – Quis saber Alberto.

- Responda você, cachorra! – Ordenou Vicente.

- Carlos… – Respondeu ela em tom baixo.

No trajeto de volta, Jussara novamente trocou a roupa. E os dois a deixaram em um local um pouco afastada de casa.

Jussara sentira que não terminara por ali…

- O que mais poderia acontecer? – Perguntou a si mesma.

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Ansiosos para o final? Ainda tem MUITA coisa para acontecer nessa história!

E claro, não poderia deixar de dar os créditos a escritora, Fabby Lima!

Beijinhos,

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Minhas histórias na faculdade

Hoje vou contar uma história que me aconteceu no inicio da faculdade há algum tempo. Naquela época tinha uma namorada, que vou apelidar como anja, mas também tinha uma amante, que clichê ou não, chamarei de “diaba.” E foi com diaba que a história do conto de hoje  aconteceu.

Era mais uma dia de aula normal, turno da noite, quando recebo uma mensagem de Diaba no meu telefone: “Preto, tá na faculdade?”, e eu como sempre presente respondi de imediato a minha maravilhosa e espirituosa amante.

Diaba era uma  mulher do tipo que mais gosto: loira, malhada, lábios grandes, carnudos, molhados e macios. Diaba era fogosa, tinha ímpeto ofensivo, vinha pra cima de mim como uma leoa. Isso, Diaba é uma leoa!

E nesse dia, no encontramos pelas escadas de incêndio da minha imensa faculdade e fizemos uma das coisas mais gostosas ( e perigosas) de nossas vidas. Diaba pagou ali mesmo, na escada um tremendo boquete. Como disse, sua boca era macia e quente e a cada vez que ela passava a língua em minha cabeça eu sentia uma contração em toda espinha dorsal. Diaba não era mesmo de Deus!

Voltando ao boquete, diaba tinha uma técnica apurada, lambia de baixo para cima meu saco e de cima para baixo meu pau. Alternava linguadas rápidas com outras bem pausadas, entre as pausas, olhava fixo nos meus olhos e isso me deixava com mais tesão.

Gozei! E diaba bebeu tudo até a última gota, tudo isso ali, na escura escada do 11º andar de minha faculdade. Ainda me lembro perfeitamente das palavras de diaba ao terminar: “amanhã tem de novo, né? ”

Aqui no blog Sexy Hot tem sim!

diaba Minhas histórias na faculdade

Dom Ricardon

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O ser humano em tempos de redes sociais

Somos seres sociais. Isto é um fato, se não não viveríamos naquilo que chamamos de sociedade. E desde sempre o homem tenta se comunicar das mais diversas formas possíveis. Fala, escrita, artes, etc. Sempre com o intuito de comunicar algo a alguém. Ou alguéns. A comunicação está na base da nossa sociedade e foi através dela que conseguimos nos organizar.

Era óbvio que o fato de sermos seres extremamente sociais iria de alguma influenciar a maneira com que lidamos com tecnologia. Com que fazemos surgir tecnologias. A Internet surgiu para poder fazer uma comunicação rápida e eficiente entre centrais militares. Com sua propagação para a sociedade cívil, ela passou a ser a ponte de uma comunicação global, de uma comunidade global. Nossos pais nunca imaginariam que seria tão fácil falar com alguém do outro lado do mundo.

Com a evolução da internet e sua propagação, vimos surgir as redes sociais. E claro, quase todas fizeram e fazem um enorme sucesso. Todo mundo tem, todo mundo tá lá, etc etc etc. E quase todo mundo está viciado. Veja bem, não sou contra redes sociais, tenho todas e sempre entro. Mas acho que as coisas estão passando um pouco dos limites. Já tem tempos que queria fazer um post sobre isso. Afinal, todo mundo conhece algum caso de vídeo vazado na internet e que causou desgraça em pessoas e famílias. Alguém pensa nisso antes de clicar em compartilhar? Ou em achar a página de alguém para tecer comentários maldosos?

Até onde vai o limite do compartilhar? Será que não estamos abrindo demais nossas vidas pessoais, em busca só de um pouco de atenção? Todo mundo aqui tem aquela pessoa que compartilha TUDO na internet. Ou que sempre entra para dar bom dia aos seus seguidores. Qual o limite disso?

Vivemos agora a febre do selfie. Já perdi as contas das vezes que estive nas seguintes situações:

a) Família jantando em um restaurante sensacional. Todos no celular, tirando fotos da comida, conversando no whatsapp, fazendo seja lá o que for. Menos conversando entre si e apreciando o momento, o jantar, a comida.

b) Pessoas que viajam e acham que se não tirar fotos todo os dias não está viajando. E tem que ter selfie.

c) Pessoas que não aproveitam o momento. Seja lá qual for. Só está preocupado se a foto vai ficar bonita para poder compartilhar.

d) Sala de aula. O professor falando coisas deveras interessante. Todos no celular.

e) Todas as anteriores.

Quem não conhece (ou é) pessoas assim? Ou nunca passou por tais situações? Será que não estamos perdendo um pouco a noção?

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Ninguém se importa com que roupa você foi à academia, com os ingredientes do seu jantar e muito menos se você pagou o aluguel em dia. Ninguém quer saber se você está triste, feliz, emocionado ou como está se sentindo de verdade. Cada vez mais, as pessoas gritam para serem ouvidas, mas não têm nada a dizer. Criam motivos para chamar a atenção, mas ultrapassam o senso do aceitável. Com exceção de amigos e parceiros, o mundo não está nem aí para o que você pensa.

Nos últimos dias, acompanhamos a trágica morte do candidato à presidência, Eduardo Campos e, quase que simultaneamente à divulgação da notícia, uma infinidade de posts, fotos e memes circularam pelas redes sociais com o intuito de fazer humor. Esta necessidade em ser engraçado, cool, viral, custe o que custar, independentemente do motivo, transformou as pessoas em seres irracionais, sem um mínimo de caráter. Antes de abrir o Photoshop, alguém pensou que sete famílias estavam sofrendo com a perda de seus entes queridos? Que, por ser uma rede universal, provavelmente os parentes das vítimas veriam essas montagens de extremo mau gosto em suas timelines? Não só isso: morte não é – e nunca foi – um assunto para se fazer humor.

Por coincidência, toda minha família e grandes amigos moram em Santos, em local muito próximo ao do acidente. E acredite: eu também recebi essas “brincadeiras” pelo whatsapp. Ninguém se importa com o sentimento dos outros, lembra? Afinal, o que leva alguém a compartilhar fotos de acidentes com vítimas fatais? Curiosidade mórbida? Ou só a vontade de parecer bem informado? De chamar a atenção? O conselho de nossas mães para sempre nos colocarmos no lugar do outro desapareceu junto com o bom senso das pessoas.

A onda do #aftersex, em que casais, após a transa, tiravam uma foto para postar nas redes sociais comprova que não há limites para o exibicionismo desenfreado em troca de atenção. E o surgimento do Secret, aplicativo onde você pode falar mal (ou bem – mas ninguém fala bem) de qualquer pessoa esfrega na nossa cara o quão mesquinho o ser humano pode ser quando está protegido pelo anonimato.

Eu não me excluo deste mundo moderno: também tiro selfies, faço check-ins desnecessários e quando a autoestima está baixa a vontade de postar uma foto no Instagram aumenta. Para mim, é válido, pois, nestes casos, não há prejudicados. Não há quebra de caráter nem humor fora de hora. Nem um ego que quer ser maior do que realmente é.

Sou a favor da livre expressão, de dizer o que pensa nas redes sociais, de compartilhar bobagens que fazem rir por um momento, de páginas de humor legítimas e que não ofendam a honra de ninguém, de selfies e check-ins. Mas, na ânsia em ser maior, de querer chamar mais a atenção, você pode estar sendo pequeno demais.

via casalsemvergonha

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Sinceramente? Acho que muitas vezes não tem nada melhor do que se desligar do resto do mundo e aproveitar o momento.

Beijinhos,

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Motivos para se ver pornô!

Segunda-feira já é um dia estressante por natureza, né? Só de chegar perto dele todo mundo já fica nervoso e já começa a pensar e projetar o próximo final de semana. Acho que uma das coisas mais relaxantes que se tem para fazer depois de uma segunda estressante é chegar em casa, tomar um banho para já começar a descansar e assistir um pornô para ficar totalmente tranquila!

E este não é o único bom motivo para assistir pornô!

Agora você já tem boas respostas quando alguém te perguntar porque você gosta ou porque você assiste tanto pornô!

Beijinhos e boa pornografia icon wink Motivos para se ver pornô!

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Sexo casual: o que acham?

O tema de hoje pode ser meio polêmico (ou não)…mas, o que vocês acham de sexo casual? Hoje é sexta e muitos de vocês (inclusive eu) irão sair por ai para ver o que o final de semana reserva. E, dependendo de como for a noite, pode ser que ela termine na cama. E com companhia. E pode ser que só seja algo casual, que vocês nunca mais se vejam.

Tem gente que não curte. Conheço pessoas que acham que para levar alguém para a cama precisa de algum mínimo envolvimento, alguma história, qualquer coisa. Se não houver, não funciona, não tem clima e a noite é uma merda. Por outro lado, conheço pessoas que AMAM algo casual. Alivia, não cria espectativas, não precisa ligar no dia seguinte, tudo muito bom, tudo muito bem, todo mundo super bem resolvido.

Eu, sinceramente, não vejo nenhum problema em uma transa casual, mas desde que ambas as partes estejam totalmente conscientes que se trata de algo casual, one night only (e se for muito bom, quem sabe com direito a um repeteco). Acho que não existe nada mais chato do que quando você só quer algo casual e o outro não. Sempre dá problemas, brigas, DRs – acho terrível ter DR se não tem nem relacionamento para ter a discussão. É o fim.

Em compensação, sexo sempre tende a complicar as coisas. É um momento de intimidade muito grande, em pessoas que não são tão bem resolvidades, sexo sempre vem carregado com questões e problemas posteriores. Eu já tive casos com caras super bem resolvidos e sempre foi sensacional. Assim como também já tive casos com caras que não entendiam porque eu não retornava ou respondia mensagens desesperadas.

Pesquisando por ai achei um excelente guia no Conversa de Homem, com boas práticas para quem quiser se aventurar no mundo do sexo casual:

O Lado Bom

A excitação: Toda relação de sexo casual é como a primeira vez, com toda a excitação. Você está vendo a pessoa nua pela primeira vez, você está explorando seu corpo, cada toque excita.

A falta de barreiras: É tudo sobre sexo e diversão. Os dois querem isso e estão querendo se aventurar. E é muito mais fácil viver suas fantasias. Realmente não importa o que o outro pensa sobre você e seu apetite sexual no outro dia, você já vai ter ido embora e provavelmente nunca mais verá essa pessoa.

Ser safado: É muito divertido ser uma garota safado ou um garoto malvado nessas horas – faz tudo ser mais excitante.

O Lado Ruim

Apaixonar-se: Esse é um problema sério. Afinal, a ideia era uma noite de sexo apaixonado sem compromisso. Se vocês dois se apaixonarem, sem problemas. Mas se acontecer com apenas um de vocês, é uma grande chateação. E isso acontece – três a cada dez mulheres e um a cada dez homens que fizeram sexo casual se apaixonaram.

Um sentimento ruim no outro dia: Algumas pessoas acordam com a consciência pesada no outro dia por terem traído seu parceiro fixo. Outros ficam horrorizados quando acordam na manhã seguinte, dormindo ao lado de alguém que você nunca teria chegado perto se estivesse com a cabeça no lugar na noite anterior.

Muito impessoal: Um em cada 5 acreditam que o sexo casual foi muito impessoal. Então, no geral, a opinião é que transas de uma noite são muito divertidas.

Dez Regras Principais:

E você pode evitar os lados ruins se você seguir as dez principais regras de etiqueta para o sexo casual.

1. Escolha sua parceira quando estiver sóbrio.

Você não quer se assustar quando perceber com quem está dormindo na manhã seguinte.

2. Não use o sexo casual como vingança.

Você não iria gostar disso. Relações de uma noite são para uma ótima noite de sexo, não para se vingar de sua parceira.

3. Não escolha sua ex.

Muito perigoso. Existem muitas emoções complicadas envolvidas.

4. Não tenha um caso com sua melhor amiga.

Isso vai mudar a amizade para sempre, e provavelmente a arruinar.

5. Compre camisinhas.

E tenha certeza de usá-las!

6. Garanta que ambos tenham um orgasmo.

Afinal, sexo é tudo que querem um do outro, então não é justo deixar um de vocês insatisfeito.

7. Não pergunta “Você me ama?”

É contra o acordo silencioso. Lembre-se: Relações amorosas de uma noite são apenas sexo casual, o amor é visto como um incômodo.

8. Não seja muito carinhoso.

Não segure a mão da outra pessoa ou use apelidos carinhosos, deixe isso para pessoas que estão apaixonadas.

9. Não se prenda a um caso.

Grudar é o pior pecado. Evite a todo custo.

10. Não peça o número de telefone.

Se você desejar ver seu caso novamente, dê o seu número de telefone, mas não peça o dela.

A Etiqueta da Manhã Seguinte

A manhã seguinte pode ser um pouco esquisita. Você deve ir embora em silêncio e tomar um café? Você beija ou trata o outro como estranho?

1. Seja amigável.

Não importa como você se sente sobre a mulher, tirando o caso de algum comportamento inaceitável por parte dela, seja cortês e amigável.

2. Não saia de fininho.

Se ela ainda está dormindo, dê um beijo no rosto antes de ir.

3. Não empurre-a pela porta.

Seja educado e ofereça um café. Se ela não quiser café você pode mandá-la seguir seu caminho.

4. Tome café da manhã apenas se quiser.

Apenas ofereça café da manhã se você quiser e apenas fique para o café da manhã se tiver vontade.

5. Não seja muito pessoal.

Não trate-a como uma amante de tempos. Não faça perguntas pessoais sobre a intimidade dela.

6. Sem promessas.

Não prometa outro encontro se você sabe que nunca vai acontecer.

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O que acham? Curtem a ideia de ter algo somente casual?

Bem, depois deste post só posso falar uma coisa: exxxcelente final de semana para todos rs!

Beijinhos,

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Você no Blog Sexy Hot ou A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista (parte 2)

Só para matar um pouco da curiosidade do que vem a seguir nessa história incrível…

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Jussara fez um esforço sem medida para que Carlos nada percebesse.

Às vezes, ao chegar do trabalho, ele comentava sobre o nome de Vicente.

Jussara tentava ser mais dispersiva possível para não colocar ideias na cabeça do marido.

Nestes dias ela evitou sair para não chamar alguma atenção. Precisava ser a mulher mais recatada. Cuidara com zelo da casa, como de costume.

Não dormira direito durante as noites que antecediam ao encontro que teria com Vicente. Ficara intrigada com o que ele poderia estar planejando.

Na manhã do dia marcado, Jussara fingiu dormir quando Carlos se levantou para ir ao trabalho.

Quando teve a certeza de que ele havia saído, Jussara despira a pequena camisola com o pensamento voltado para Vicente. A ideia de que ele poderia estar naquele momento com seu marido a excitava. E se tornou inevitável não se tocar e gemer como se fora suas mãos em seu corpo.

Imaginava Vicente transando com ela em várias posições sem que o marido soubesse, como se ele fosse muito inocente.

Como na noite anterior avisou a Carlos que dormiria na casa de sua mãe, ela não se preocupou. Executou suas tarefas como de costume e antes que o marido chegasse seguiu o seu destino.

Quando um motorista fez sinal para que ela entrasse no carro.

No início ficou com certo receio, mas logo ele se apresentou como Alberto e dizendo que era muito amigo de Vicente a longas datas e sacanagens.

Jussara estava completamente molhada diante do que estava vivendo. O medo a excitava e pensava em ter o cacete de Vicente em suas entranhas.

Realmente Alberto a levou para um motel. Dali a poucos minutos, Vicente também chegara ao local. Não dirigindo a palavra a ela, que tentou saber algo, mas ele continuara não lhe dando atenção.

Vicente chamou o amigo em um canto do quarto e avisou a Alberto que aquela noite fariam diferente, não participaria, apenas seria o voyeur. Pois queria deixar a puta da noite com mais desejo.

Alberto pediu para que Jussara se despisse.

Ela olhou para Vicente, com um pouco de constrangimento.

- Obedece! Ou seu maridinho ficará sabendo de tudo. Inclusive sobre hoje. – Gritou ele.

Jussara não teve escolha e fez o que Alberto lhe mandara.

Totalmente nua… Alberto fez com que ela o chupasse.

O seu olhar se voltava na direção de Vicente, que permanecera ali sobre a visão da esposa infiel em ação.

Aos poucos Vicente foi se despindo. Porém, aquele era um artifício para que Jussara também o chamasse.

Alberto fazia tudo o que desejava, comendo a esposa do colega de seu amigo com este observando cada metida.

- Já imaginou Vicente? Se o seu colega soubesse que estou metendo na esposa dele? – Quis saber Alberto.

- Ele só ficará sabendo se ela não souber se comportar direitinho. – Disse Vicente.

- Agora vou meter o meu cacete no cuzinho dela. – Disse Alberto irônico.

- Não faça isso! – Pediu Jussara.

Alberto notara que aquele rabo estava imaculado e puxando-lhe pelos cabelos, direcionou a sua vara dando início a sua invasão anal.

No início, Jussara oferecia resistência.

Ela não tendo escolha cedeu o seu cu, pois as coisas poderiam piorar para o seu lado.

Enquanto, Alberto socava o seu cacete no cuzinho dela, Vicente continuava concentrado em seu plano, fazendo Jussara o desejar.

Porém, ele queria mais daquela mulher, não tê-la somente por uma noite. E os dois poderiam ir mais além.

Por ele ser solteiro, ser amante de mulheres casadas era o seu maior fetiche. E via em Jussara um potencial ainda maior, do que ela trair Carlos com transas fúteis que não a levaria em lugar algum.

Observando os dois transarem, Vicente notou que Jussara nunca vivera tal fantasia: fazer sexo com outro alguém lhe observando. Por mais que sentisse vontade em também possuí-la, aguardar mais um tempo, faria com que não se arrependesse.

Afinal de contas, também era colega de trabalho de Carlos. Apesar de que quando se encontravam não sentia nenhum remorso do que estava para fazer e assim continuaria. Já que o desejo da realização falava mais alto.

Aos poucos, Jussara foi se acostumando com a novidade e relaxando sobre o olhar atento de seu voyeur.

- Será que era somente isso que ele desejava?

A dúvida pairava sobre a sua cabeça. Só que no momento, pensava em aproveitar cada minuto torcendo para que Vicente mudasse o seu comportamento.

Para que isso acontecesse, com o tesão por Vicente mais que notório em seu olhar, Jussara caprichava ainda mais em seu performance.

E Vicente permanecia sentado apenas observando a pintura de dois corpos em movimentos aleatórios.

Alberto entendia muito bem o jogo de Vicente, e não custava nada realizar a fantasia do amigo, já que ele também era exímio colaborador em suas extravagâncias sexuais.

Vicente tinha uma visão perfeita da esposa infiel.

E não era difícil de imaginar como seria a sua reação ao encontrar-se com o colega de trabalho no dia seguinte. Quando só tem o que ganhar, a melhor estratégia é permanecer calado e dissimulado.

O pensamento o excitava ir além de seus planos. Em seu ponto de vista, Jussara se tornaria a sua cachorra favorita. Exclusividade não era a sua meta.

Como a lei de todo cafajeste: caiu na rede é peixe, Jussara seria mais uma.

Entretanto, o fato de se tornar amante da esposa de seu colega de trabalho, aquilo fazia o seu tesão tomar proporções ainda maiores… A adrenalina a mil com o fato de ser mais arriscado.

A noite foi regada de muita luxúria…

Jussara gozando era a visão mais perfeita que poderia ter.

Os três trocavam poucas palavras e a satisfação era nítida, embora Jussara não demonstrasse.

Nem tudo o que Vicente pensava foi dito. E Alberto respeitava esse lado do amigo.

O dia estava quase amanhecendo, quando Alberto foi embora, ficando apenas os dois.

- Agora que estamos sozinhos, vou avisá-la: Ninguém pode saber o que aconteceu aqui. E você deseja isso mais do que ninguém. – Disse Vicente.

- O que deseja finalmente? – Quis saber Jussara.

- Não pense que isso foi apenas a realização de uma fantasia. Com o tempo você saberá. – Completou Vicente.

- Mas…

- Não tem mais ou menos mais. Preciso dormir um pouco. Afinal de contas, daqui a pouco estarei com o seu marido. – Disse novamente Vicente virando para o lado e adormecendo logo em seguida.

Quando ele acordara para ir trabalhar, Jussara dormia.

Ao acordar procurou por ele, mas foi em vão.

Ligou para a recepção, soube que a conta estava paga e um recado que entraria em contato.

Jussara tomou um banho e retornou para casa, onde seria a esposa mais amorosa de todas.

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E então? Curiosos para saber como essa história vai terminar? Vocês nem imaginam…

Beijinhos,

(E claro, não poderia deixar de dar os créditos. Obrigado Fabby! Essa história é realmente incrível!)

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Você no Blog Sexy Hot ou A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista (parte 1)

Ela andou meio sumida e tal, mas voltou…e voltou com tudo! Se não é o melhor, sem dúvida nenhuma é um dos melhores contos que já li! É impressionante como a Fabby consegue se superar a cada conto que me manda para publicar aqui no blog. E é uma honra poder compartilhar essas histórias com vocês!

Sem mais delongas, vamos ao que interessa…

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A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista – Parte 1

Jussara conhecera o marido ainda na adolescência. E por fim, como ele voltava mais as suas atenções para o trabalho. Nunca tinha tempo para ela, esse amor foi esfriando.

Como ele era dessa maneira e por confiar demais na esposa não se importava quando ela dizia que dormiria na casa da mãe.

Por ser uma mulher bonita e super fogosa, Jussara não passava despercebida na rua. E como homem de fora adora uma aliança, ela constantemente era assediada e não demorou muito a ter seus casinhos extraconjugais e o marido nunca desconfiara de nada.

Até que um novo morador chegar à vizinhança.

Jussara não continha os arrepios em seu corpo cada vez que se encontrava com Vicente por alguma calçada do bairro, já que este residia em uma rua bem próxima.

Quando ela estava na companhia de Carlos, seu marido. Não olhava para Vicente.

Sua forma dissimulada o intrigava. Já que quando se encontrava sozinha, Jussara sem nenhum pudor só faltava comer o vizinho com o olhar.

Desde que Vicente se mudara, ela tinha sonhos eróticos, desejando estar em seus braços. E fazia comparação entre o corpo dele e o do marido.

Carlos o marido, era um sujeito simples, sem muito atrativos. Já o novo vizinho não. Sua pele bronzeada, sua altura e seus músculos definidos faziam com que Jussara ficasse molhada todas as vezes que o encontrava e pensava nele. Apesar de que já havia transado com vários tipos de homens: do mais novo ao mais velho. Do homem magrelo ao homem mais robusto… Do branquelo ao homem negro. Porém, Vicente tinha o tipo ideal com uma cara de puro cafajeste.

Jussara em uma das noites que avisara ao marido que dormiria na casa da mãe teve uma surpresa. Ao entrar no carro de mais um de seus casos, Vicente passava no momento exato e a reconheceu mesmo sendo noite, jogando em sua direção um sorrisinho cínico. E ela não poderia voltar atrás, pois assinaria o atestado de corno do marido.

Umas duas semanas depois, Carlos chegou do trabalho lhe contando a novidade: Vicente agora se tornara o seu colega de trabalho e por serem vizinhos o convidou para o jantar na noite seguinte. Querendo saber se ela não se importaria.

Surpresa, Jussara tentou disfarçar o seu descontentamento e ao mesmo tempo a sua frustração.

E se ele resolvesse contar tudo ao seu marido? Agora estavam trabalhando juntos.

Não dormiu a noite inteira, pensando na possibilidade. E com receio de sua reação, pois Vicente era seu objeto de desejo.

Na noite do jantar, era uma sexta-feira, o marido chegou avisando que Vicente havia passado em casa para tomar banho e depois logo apareceria.

Jussara não continha a sua ansiedade.

Quase uma hora depois a campainha é acionada.

Era ele mesmo sendo recebido cordialmente pelo dono da casa e logo em seguida sendo apresentado.

Bebidas foram oferecidas.

Jussara achou melhor não ingerir nenhum tipo de álcool, por não saber o que poderia acontecer.

Vicente foi muito educado durante a noite. Jussara evitava ficar muito tempo com eles dando a desculpa que precisava terminar o jantar.

Após a refeição, foi inevitável. Carlos os deixou sozinhos na sala seguindo para o lavado.

Ela se encontrava um pouco sem jeito.

Vicente percebeu a sua reação e comentou com ela a noite em que a viu entrando no carro de um homem por ele desconhecido, dizendo que teria outras oportunidades para saber de mais detalhes.

Algum tempo depois de Carlos retornar, Vicente se despediu não querendo se prolongar e não tirar a privacidade do casal.

No domingo, Carlos foi ao jogo de futebol.

Vicente apareceu sem avisar.

Ele sabia que ela se encontraria sozinha. E usando de seus artifícios, arrancou de Jussara o que tanto queria ouvir: ela realmente traiu e continua traindo o marido várias vezes.

Jussara contou um pouco da vida do casal.

- Quero ser o seu cúmplice! – Disse Vicente.

- O quê? – Perguntou ela surpresa.

- Ou você aceita a minha proposta ou eu conto tudo para o Carlos. – Ameaçou Vicente.

- Explique então, o que deseja. – Quis saber Jussara.

- Você acha que eu não percebi o seu olhar de tesão para o meu lado? Você me deseja. Deseja a mim mais do que o seu próprio marido. – Disse Vicente.

- Diga logo o que quer que eu faça! – Pediu Jussara.

- Esteja pronta na quarta-feira. Diga ao seu marido que dormirá com sua mãe, como sempre, pois ele está mais acostumado. Um carro a pegará no mesmo horário daquela noite e te conduzirá a um motel de minha preferência. Já está tudo no esquema…

– O quê? – Ela o interrompeu.

– Quem dá as cartas aqui sou eu. Você não está em posição de discordar em nada. – Disse ele.

Jussara não teve outra opção, a não ser concordar com o que Vicente lhe propusera.

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Ficaram curiosos? Querem saber o que acontece? Esperem que essa história ainda tem muitas partes…não percam!

Beijinhos!

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A doce Sweetie Bird

Em minhas andanças pela internet, um dia acabei esbarrando com a Sweetie Bird. Burlesca e com um padrão diferente de beleza (diferente do que a mídia considera belo. Entrar nessa discussão é algo tenso, visto que todo mundo tem um gosto diferente, e o que é belo para mim pode não ser belo para você e vice-versa. O fato é que, pegando como padrão o que a mídia empurra como belo, Sweetie tem todo um jeito próprio de beleza, que foge completamente do padrão). E o que há de errado nisso?

Vivemos em um mundo dualístico. Enquanto muitos dizem que vivemos a era da customização, muitos ainda vivem na era da mídia e consumo de massas. Ou que não tem ou queria ter um iPhone? Não escuta X porque todo mundo escuta, não se veste de tal maneira porque todo mundo se veste assim, etc etc etc? Por isso quando bati o olho na Sweetie, já fiquei toda ouriçada.

sweetie bird by les chux A doce Sweetie Bird

Seu perfil, retirado do site da Xplastic, é perfeito:

Cozinheira, submissa, fetichista, loira com peitos grandes, e com piercings em lugares estratégicos e deliciosos. Xgirl pornstar ela tem como fetiches favoritos tentáculos, hentai e coreanos. Ela gosta de homens e mulheres, mas dá preferência para as mulheres em suas cenas. Também é Co-Fundadora e “head nerd” do The Burlesque Takeover e Vlogger no Cozinha ao Ponto!

Data de aniversário: 03 de fevereiro

Signo: Aquário

Drink: Mint Julep pro fim da tarde, Spiced Rum puro à noite e Bloody Marys pela manhã

Música: G-Dragon

Escritor: Haruki Murakami

Filme: Irma La Douce

É incrível a capacidade que ela tem de prender a atenção, tanto em vídeos quanto em fotos. A mulher é incrível! Seu movimentos, seus gestos e expressões, tudo é extremamente sexy (e burlesco).

Fujam do óbvio, nem sempre o que nos é imposto ou o padrão são necessariamente as únicas coisas que existem.

Beijinhos,

PS: Se você gostou, a Sweetie tem uma página no facebook, a página que ela criou (The Burlesque Takeover), twitter, youtube, no site da Xplastic e no site do Sexy Hot.

 

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Ficada “troféu”: quem nunca?

O mundo da internet é realmente muito incrível, sempre quando me falta inspiração, só ficar dez minutos navegando e volto cheia de ideias. Hoje vi uma coisa que muito me chamou atenção, o texto se refere aos homens, mas os dois gêneros já passaram por essa situação…afinal, quem nunca exibiu alguém como se fosse um troféu?

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No universo dos relacionamentos, a autoafirmação também é um fator que rodeia nossas atitudes. O que o outro vai achar da “manchete” sobre meu novo affair? O que eu posso ganhar com a popularidade de alguém? Como o status social de fulano vai me trazer alguma vantagem? Maria chuteira, Maria isso ou Maria aquilo. Não! Não pense que isso acontece apenas com as mulheres, os homens também gostam do estrelato, principalmente quando ficam com uma mulher que tem aceitação estética unânime na turma. Assim como as mulheres, ele provavelmente vai querer dividir seu “êxito” com os amigos. Se houver algum pacto de descrição, ainda mais se for sexo casual, aquela noite provavelmente não ficara entre você e o seu parceiro. Contar pro amigo(a) faz parte do jogo da ostentação sexual – é a famosa “ficada troféu”.

A formação do capital erótico em alguém fica mais clara quando pegamos o exemplo de um rapaz que nunca fez sucesso com as mulheres e de repente, acaba se dando bem com uma, em determinado ambiente. Ele descobre que possui, por exemplo, uma voz atraente e aprende a fazer uso dela, e consegue fazer disso um componente de sedução, e depois da primeira investida bem sucedida, pega mais confiança, vai atraindo mais pretendentes, e criando uma publicidade em cima do próprio “acúmulo”, e consequentemente magnetizando mais e mais interesse, e ganhando uma fama que desperta uma espécie de “vontade de comprar” em torno de sua figura. É como se a própria pessoa estivesse na moda: ela fica em evidência, gera especulação, criando assim um capital erótico a seu favor, ganhando então certo prestigio dentro dos seus universos vivenciais.

O universo masculino é cheio de supostas obrigatoriedades no sentido de provações entre homens, e isso inclui ficar com uma mulher para cumprir créditos entre os amigos mesmo sem estar realmente com vontade. Não raro, o homem que é virgem, “possui” uma ficaste de mentira no interior. Reparem que homens considerados bonitos dentro do senso comum, geralmente são rodeados de amigos porque ostentam um capital erótico atrativo entre as mulheres, criando um círculo de amizades que querem usufruir mesmo que perifericamente do seu estrelato, inclusive aproveitando “as sobras”. Claro que isso não é restrito a parte de relacionamentos, jogar bem futebol, ou ter mais ou menos pelos no saco durante a puberdade são fatores de afirmação que contam muito no cumprimento de “créditos masculinos”.

Existem também aquelas pessoas que sabem de suas famas estéticas, que são tidas como bonitas quase em consenso e usam de tal vantagem para alimentarem o próprio narcisismo. No cinema americano eles são os reis e rainhas dos bailes de formatura, os “mais populares do colégio”. Quem nunca percebeu aquele tipo que interage com seus pretendentes, dão esperanças, fazem joguinhos, mas não se envolvem com nenhum. Comportam-se como objetos raros, admirados através de uma vitrine artificial em que quanto mais gente admirando, mais o ego se satisfaz, valorizam-se a ponto de fazerem da própria figura um instrumento de contemplação proposital. E nesse jogo de seduzir sem querer levar, deixam pelo caminho centenas de apaixonados, sofredores, e admiradores platônicos.

Um terapeuta me disse certa vez que uma forma eficiente de se aproximar de alguém que parece não corresponder ao seu interesse é exercer um cerco pelas beiradas, atingindo a rede de amigos da pessoa. Você se aproxima de gente próxima a ela, gera uma boa impressão, joga um charme “despretensioso” e torce para que isso consequentemente vire assunto entre essas pessoas e o alvo a ser conquistado. Nesse caso você seduz outros indivíduos para criar comentários positivos que despertem a atenção, e quebre o desinteresse dessa pessoa por você.

Pode soar superficial pensar que no mundo das relações exista a ‘ficada troféu” ou outros tipos de objetificação que podem gerar sucateamentos e reforçar “ismos” mas sim, o capital erótico é um instrumento hábil em diversos setores de vida, inclusive no profissional, e não se constrói apenas pela beleza plástica, mas por capacidade de interação, simpatia, e até jeito de se vestir. E você como se comporta dentro da publicidade do mundo da sedução?

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Quem nunca?

Beijinhos,

(via casalsemvergonha)

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Um post a liberdade!

Vivemos em tempos malucos. Uma hora você pode estar bem, aqui, andando por ai e de repente, do nada, pode não estar mais. E sempre foi assim, mas como atualmente vivemos em um mundo hiper conectado e com grande fluxo de informações, sabemos de tudo a todo o tempo. E nos sentimos sobrecarregados, espremidos no meio deste mar de informações e notícias. Sim, estou me referindo a alguns acontecimentos recentes, mas isso também serve quando pensamos em sexo.

Temos medo de ser julgados. Medo de ser descobertos, medo do falso moralismo que permeia nossa sociedade e nossa cultura. E muitas vezes, com isso, acaba que cerceamos nossa liberdade! Quase todas as vezes. Mas, acho que devemos sempre lembrar de como a vida é curta. E doida. Nunca deixe para amanhã o que se pode fazer hoje. Viva intensamente, se permita viver.

Minha inspiração para o post de hoje (além dos fatos recentes), veio deste conto:

Consegui ser fiel durante 15 anos. Casei nova e meu marido é 17 anos mais velho que eu. A diferença de idade até que não foi problema. Mais do que suas viagens frequentes a trabalho, o que me causa insatisfação são as suas rapidinhas. Ele sofre de ejaculação precoce e não quer admitir.

Desde a adolescência, sempre fui hiperativa sexualmente, com muitas fantasias eróticas e masturbações. Brinquei bastante com os namoradinhos, pegando em seus bigolins, deixando eles copularem na coxa, chuparem meus seios, fiz boquetes e alguns até conseguiram me penetrar um pouco e gozar no cuzinho.

Quem me desvirginou de verdade foi Giba, meu marido. Eu conseguia alguns orgasmos e durante muito tempo, convivi achando que sexo real era assim mesmo. Só quando fantasiava e ajudada por consolos, conseguia orgasmos mais intensos.

Com passar do tempo, tive problemas para engravidar, o que por outro lado me libera desse risco. Mais madura e decidida, a vontade de se aventurar só aumentou. Por outro lado, como mulher ¨direita¨ e casada, vivia reprimindo meus anseios e ideias mais ousadas.

Esse autocontrole só exacerbava a aflição e a libido. Vivia com a calcinha umedecida, reparava no volume sob as calças dos homens, qualquer coisa, um homem bonito na TV, tudo fazia pensar em sexo, a ponto de siriricar várias vezes no dia.

A necessidade de transar era tanta que cheguei a ter noites de insônia e até dores musculares. Procurei conversar com meu marido sobre isso, porém, sua reação foi brusca e cortante:

- Que que é isso, Dé! Isso é coisa de puta! Você não tem vergonha? Com essa idade? Para com isso!

Não me acho tão velha assim. Com 33 anos, acho que estou no auge como mulher. Muitos podem me achar presunçosa, mas, comparando as fotos de quando casei, me acho mais bonita agora. Estou com os mesmos 1,64m, só cinco quilos a mais, acumulados no quadril que ficou mais largo, a mesma cinturinha fina e o rosto, agora com traços bem definidos. Nunca precisei usar maquiagem para ser notada.

Desculpe este longo desabafo. Em parte porque talvez eu queira justificar as coisas que faço. A razão de me livrar do moralismo e todas as amarras que a sociedade impõe. De me assumir como uma sem vergonha declarada sob a ótica de muita gente. Eu tentei, juro que tentei.

Sábado passado, fui fazer hora num shopping. Aliás, viver momentos excitantes. Tanto que saí sem calcinha e sutiã, vestida apenas com uma saia cinza meio curta e blusinha branca colada. Usei sandália baixa para dirigir até o estacionamento. E lá troquei por outra branca, de saltos altíssimos.

Fiquei olhando vitrines e andar com saltos finos no piso liso, faz com que eu rebole naturalmente. Três homens passaram por mim, com um deles dizendo ¨-Aí, gostosa!¨. E outro cantarolando ¨- Ela não anda…ela desfila¨… Abordagem grosseira e deselegante que não agrada nenhuma mulher. Segui em frente, sem dar bola.

Na praça de alimentação, comprei um sorvete de baunilha. Passeando o olhar pelo ambiente, notei um par de olhos fixos em mim. Era um homem próximo dos quarenta, de aparência distinta apesar da roupa casual. Nem alto e muito menos bonito. Sentando numa mesinha próxima, tomando cerveja.

Passei a encará-lo também, trabalhando a língua e lábios de forma acintosa no sorvete, simulando explicitamente uma felação. Ele observava de forma maravilhada, com um leve sorriso no semblante. Deu impressão que todo o resto desapareceu. Uma atmosfera mágica nos envolveu, onde estávamos só nós dois, eu chupando o sorvete e ele talvez imaginando ser seu falo na minha boca.

Nesse jogo, eu balançava os cabelos longos e lisos, prendia com as mãos, fazia um rabo de cavalo com os dedos e os soltava, sem desviar os olhos nos olhos. Pegava nas pontas, entreabria a boca e passava a mecha nos lábios. A expressão fascinada dele confirmava o quanto estava seduzido. Palavras seriam dispensáveis nessa hora. Os olhares diziam tudo.

Me levantei e fui para a área dos cinemas. Nem precisei me virar. Sabia que estava sendo seguida. Na sala 2 estava passando uma comédia nacional ¨Meu passado me condena¨. Pensei em entrar. Lembrei que ao lado do shopping, tem um antigo cinema, já decadente, que passa filmes pornôs. Decidi ir para lá.

Sair da luz artificial para o clarão do sol, foi um choque de lucidez. Deixava um mundo virtuoso e me encaminhava para um antro pecaminoso. A descida de nível de esfera, ocorria paralela às minhas atitudes. De uma mulher casada para uma devassa despudorada.

Hesitei, tomada pela vergonha. No passado, mesmo sentindo atração e vontade de se entregar, me reprimi bastante, pensando no que o homem pensaria de mim, a tal da ¨galinha¨ e ¨mulher fácil¨. O tempo, a idade ajudou a superar esses temores.

O local não era para uma senhora, ainda mais desacompanhada. Criei coragem e comprei o ingresso. E no vidro da entrada, vi refletida a imagem dele, se apressando em me acompanhar. Por ser a primeira sessão, a sala estava com lotação mínima. Havia no ar um leve cheiro de mofo e bolor.

Entrei na ultima fileira, segui até o meio e ao empinar a bunda para abaixar o banco da poltrona, esbarrei nele. Ele estava atrás, grudado em mim! Demorei de propósito, como se estivesse atrapalhada pela escuridão, dando uma leve manobrada no quadril, roçando o traseiro em sua zona pudica.

Acomodados, continuei com o olhar fixo na telona. Ele se achegou mais e perguntou:

- Posso saber seu nome?

- É Carla. E o seu? Respondi, dando o primeiro nome que veio à cabeça, o da minha melhor amiga.

- Gilberto, mas me chamam de Gil.

O perfume do creme de barbear sempre me agradou. Não sei porque, o aroma de masculinidade me faz associar pele na pele, a introdução de carne na carne, volúpia sexual. Fiquei ainda mais excitada, com a vagina tão molhada que o melzinho estava prestes a escorrer. Trocamos um beijo ardente, sôfrego e molhado.

Sua mão direita chegou nas minhas coxas e foi subindo, levando junto a barra da saia, causando ondas de prazer. O contato dos dedos tocando de leve a virilha me fez remexer a anca e quando chegou lá, tive uma reação abrupta, contraindo os músculos do ventre, tamanho o choque.

Ele por sua vez, deve ter tido a mais agradável das surpresas, ao constatar que eu estava sem calcinha, com a xaninha depilada e toda úmida. Ficou bolinando e depois, tentou enfiar o dedo. Estava difícil conter os gemidos, que acabavam em sons abafados.

Preocupada e com as pupilas mais dilatadas, habituadas à escuridão, olhei em volta. Me tranquilizei ao notar que os poucos expectadores estavam concentrados na película. A cena era de uma oriental fazendo DP com dois super dotados. Com certeza, tinha muita gente se masturbando. A casa de espetaculo estava mais para prostibulo do que cinema.

Retribuí apalpando a braguilha dele. Gil facilitou, abrindo o fecho da calça, libertando o mastro. Era de tamanho médio e duro como pedra. Dei mais uma olhada em volta, me abaixei em frente a poltrona dele, acomodando como deu no espaço exíguo.

E comecei a lamber, igual fizera com o sorvete. Apesar da claridade exígua, conseguíamos manter o clima, olhos nos olhos. Depois de beijar a glande, brincar com a língua, abocanhei a cabeçorra, iniciando o vai e vem, prendendo aquela rola com a língua e o céu da boca. Se fosse meu marido, já teria gozado. Gil demorou bem mais e a certa altura estocando rápido, até ejacular aos borbotões.

Quase engasguei de tanta gala. Mal engolia o leitinho espesso, outra vez ele soltava em nova contração. Bebi e suguei até a ultima gota, esfregando a língua na pontinha sensível que causava novos tremores nele, ficando assim, até que perdesse a rigidez.

Voltei na minha poltrona. Foi só dar um leve puxão em seu braço para ele entender o recado. Se abaixou na minha frente. Para facilitar, ergui a saia até a cintura e abri as pernas. E Gil começou a me chupar. Depois de passear pelo grelhinho, mal a língua quente e áspera penetrou na xoxotinha, tive um orgasmo intenso.

O filme já estava pela metade. Uma das minhas fantasias sempre foi a de transar dentro de um cinema. O medo era de ser surpreendida pelo lanterninha, que desde o começo do filme, não tinha mais dado o ar da graça. Resolvi arriscar. Já tinha visto duplas se agarrando e indo para o toalete.

Fiquei sentada e puxei Gil para cima de mim. Ela abaixou a calça, a cueca e já veio pronto para meter. Com as palmas das mãos estendidas, evitei que ele enfiasse a tora, perguntando:

- Você tem camisinha?

A resposta foi negativa. Ele nem imaginava uma chance como aquela. Eu é que deveria ter me preparado. Afinal, desde que sai de casa, buscava algo vago, porém libertino. Que poderia terminar naquilo. Sexo não tem hora e nem lugar. Basta haver encontro de parceiros dispostos. A insanidade prevaleceu.

Vencida, afrouxei a força dos braços, numa permissão tácita. A penetração daquele jeito estava difícil. Ele parecia um cachorro, doido para meter na cadela. Se contorcia todo, conseguia colocar a cabecinha, começava a estocar e logo saia. Procurando colaborar, eu empurrava o ventre para frente. Um esforço em vão.

Já enlouquecida de tesão, ergui o banco da poltrona, sentei na ponta ficando quase de pé. Em toda transa, só a penetração, arde um pouco. Talvez porque sempre fico tensa. Mas dura pouco, até a rola ficar lubrificada com meus sumos.

O mastro do meu amante entrou fundo. Apesar do desconforto, o perigo de ser vista e o inusitado da transa, tudo fazia ficar excitante, mais delicioso. E sem querer, acabo comparando com meu marido. Mal põe, tira e põe, já goza e a vara meio mole, escorre para fora.

Gil bombava, bombava, tirava tudo e colocava de novo. Eu queria que ele se acabasse dentro de mim. Depositasse fundo no meu ventre o seu esperma quente. Em minhas fantasias sempre imagino a pica se inchando de gala e explodindo num jato forte. Impressão ou não, eu sinto eles batendo nas paredes das minhas entranhas.

Me sentia furada, empalada. Dar é bom demais. É sentir como se o outro estivesse todinho dentro do meu túnel do prazer. Entrando justo, raspando, fazendo pressão no útero. É quando chego ao ápice. A outro orgasmo arrebatador. E que gostoso ser possuída de forma robusta e demorada.

E ele gozou, tremendo todo. Mal acabou, deu conta de onde nós estávamos. Ergueu a calça rapidamente se recompondo. Eu só abaixei a saia, ajeitei o banco da poltrona e me deixei cair nela, exausta e ainda com a sensação de quero mais. Queria ter feito anal, o que não foi possível.

Gil pediu meu telefone e prometi que daria depois. Falei que iria ao banheiro e já voltava. Saí apressada do cinema, corri até o estacionamento do shopping. A porra tinha escorrido até a altura do joelho e incomodava. Peguei o carro e fui embora.

Se até então estava eufórica, agora me sentia suja, uma verdadeira vadia. Torturada pelo sentimento de culpa e arrependida em ser levada por desejos obscenos. Sem conseguir controlar impulsos obcecados pelo sexo. Um apetite voraz, que me fez entregar-se a um total desconhecido.

Tenho uma vida estável e normal com meu marido. O único senão é na cama. Posso dizer que sou uma boa mãe e dona de casa. Às vezes penso em contar tudo, mesmo que vire briga séria. Em me separar. Não sei mais o que fazer.

via casadoscontos

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Para finalizar, acho que o maior arrependimento que uma pessoa pode ter é se arrepender de não ter feito.

Beijinhos,

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Uma nota de repúdio

O intuito deste post é ser uma nota de repúdio a agressão sofrida pela atriz pornô norte americana Christy Mack.

75ee5bdfd4aac92842e20d0d00aedfc4 Uma nota de repúdio

Christy iniciou sua carreira como modelo de tatuagem. Depois de muitas fotos e vários convites, ela inicia sua carreira no mundo pornográfico em 2012. Em sua curta carreira, já foi indicada para vários prêmios e já levou um AVN para casa. É viciada em tatuagens e adotou o estilo de corte moicano aos 18 anos.

chrissy mack white tank1 Uma nota de repúdio

Na última semana, chegou a notícia que ela estava internada no hospital com graves e sérios ferimentos, sem conseguir falar, depois de uma confusão em sua casa. Christy foi vítima de agressão, em sua própria casa, e sofreu tudo isso pelas mãos de seu ex-namorado, um lutador de MMA que tem como apelido War Machine (o nome de batismo é Jon Koppenhaver):

Agredida pelo lutador de MMA War Machine na última semana, a atriz de filmes pornográficos Christy Mack publicou um longo depoimento dando sua versão do que de fato ocorreu na noite em que foi atacada, além de fotos das lesões que sofreu com o episódio (confira abaixo).

De acordo com ela, o lutador chegou em sua residência durante a madrugada, enquanto estava acompanhada de um amigo. Imediatamente, War Machine (cujo nome de batismo é Jon Koppenhaver) começou a agredir o homem, partindo para cima de Christy Mack pouco depois. A atriz declarou ter sofrido diversas lesões no rosto e no corpo, inclusive afirmando que temeu morrer no episódio. Após procurar ajuda na vizinhança, Mack foi levada ao hospital, onde segue internada. War Machine, de 32 anos de idade, participou do TUF 6 e fez apenas duas lutas no UFC, com uma vitória sobre Jared Rollins e uma derrota para Yoshiyuki Yoshida. Suas últimas lutas profissionais foram no Bellator, acumulando um cartel geral de 14 vitórias e cinco derrotas.

Confira abaixo o depoimento publicado por Christy Mack:

“Aproximadamente às 2h da manhã de sexta-feira (8), Jon Koppenhaver chegou sem avisar em minha casa em Las Vegas. Depois de ele ter rompido comigo em maio, ele saiu da minha casa e voltou a San Diego. Quando ele chegou, me encontrou com uma pessoa totalmente vestida e desarmada em minha casa. Sem dizer nenhuma palavra, ele começou a bater no meu amigo. Quando terminou, mandou meu amigo embora e voltou sua atenção a mim. Ele me fez tirar a roupa e entrar no chuveiro em sua frente, então ele me tirou de lá e começou a bater no meu rosto. Eu não me recordo quantas vezes eu fui atingida; apenas sei as lesões que isso me resultou.

Minhas lesões incluem 18 ossos quebrados em volta dos meus olhos, meu nariz está quebrado em dois lugares, perdi alguns dentes e muitos outros estão quebrados. Não consigo mastigar ou enxergar com meu olho esquerdo. Minha fala está arrastada com o inchaço e a falta de dentes. Tenho uma costela quebrada e um fígado severamente machucado com um chute. Minha perna está tão machucada que eu não consigo nem andar sozinha.

Eu também tive várias lesões de uma faca que ele pegou da cozinha. Ele forçou a faca em algumas regiões como mão, orelha e cabeça. Ele também cortou boa parte do meu cabelo com uma faca cega. Depois de um tempo, o cabo da faca quebrou e ele continuou me ameaçando com a lâmina. Achei que ia morrer. Ele já tinha me agredido outras vezes, mas nada tão feio como dessa vez.

Ele pegou meu telefone e cancelou todos os meus compromissos para a semana seguinte para garantir que ninguém iria se preocupar com o meu paradeiro. Ele disse que iria me estuprar, mas que estava decepcionado consigo mesmo quando não conseguiu uma ereção. Depois de um golpe ou dois, ele me deixou no chão, sangrando e tremendo, segurando a lateral do meu corpo com a dor na costela. Ele deixou a sala e foi até a cozinha, onde pude ouvi-lo fuçando nas gavetas. Presumindo que ele procurava por uma faca mais afiada e estável para acabar com a minha vida, eu fugi pela porta dos fundos, fechando-a para que os cachorros não me entregassem.

Pulei a cerca e fui correndo até a casa de um vizinho. Nua e com medo de que ele me alcançaria, eu continuei correndo pela vizinhança batendo nas portas. Finalmente um vizinho atendeu e me levou ao hospital, onde estou sendo tratada das minhas lesões.

Gostaria de agradecer a todos pelo apoio durante este momento difícil. Estou melhorando bem e de forma rápida, e agradeço a todas as orações e visitas que tenho recebido nos últimos dias. Depois de muitos meses de medo e pressão em manter este homem feliz, mesmo temendo pela minha vida, eu sinto que não posso mais me colocar nessa situação. A traição quase diária por parte dele e o abuso quase semanal não podem mais ser tolerados. Há uma recompensa em US$ 10 mil para quem ajudar a capturar Jonathan Koppenhaver. Por favor, repasse qualquer informação à polícia.

Obrigada,

Christy Mack”

via portal Terra

É um absurdo, um ultraje algo assim ocorrer. E sabemos que a violência contra a mulher é algo diário.

Em 2011, o Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, registrou que 37.717 mulheres, entre 20 e 59 anos foram vítimas de algum tipo de violência no Brasil. Entre as principais agressões notificadas, se destaca a física, com 78,2%, seguida por violência psicológica (32,2%) e sexual (7,5%). A maioria das agressões ocorre dentro da própria residência (60,4%) e os homens com os quais elas se relacionam ou se relacionaram são os principais agressores (41,2% dos casos).

via Compromisso e Atitude

E isso é só no Brasil. E esses são só os casos registrados. Quantas mulheres mais não são agredidas e mortas e nem se sabe?

Não podemos compactuar com isto. Se você souber de algum caso, denuncie. E se for uma mulher agredida, não tenha medo. Denuncie. Se cada pessoa fizer sua parte, podemos viver em um lugar melhor.

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